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	<title>cinema norte-americano &#8211; Clube de Cinema</title>
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	<title>cinema norte-americano &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>Sally Kirkland — A Atriz Que Viveu Sem Medo das Câmaras (Nem da Vida)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nuno Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2025 16:57:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Uma carreira feita de coragem, entrega e intensidade O cinema norte-americano despede-se de uma das suas intérpretes mais genuínas e imprevisíveis.&#160;Sally Kirkland, nome maior do teatro e do cinema independente, morreu aos&#160;84 anos&#160;num hospital de cuidados paliativos em Palm Springs. A actriz, que começou como modelo antes de se tornar presença constante nos palcos e [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading"><strong>Uma carreira feita de coragem, entrega e intensidade</strong></h4>



<p>O cinema norte-americano despede-se de uma das suas intérpretes mais genuínas e imprevisíveis.&nbsp;<strong>Sally Kirkland</strong>, nome maior do teatro e do cinema independente, morreu aos&nbsp;<strong>84 anos</strong>&nbsp;num hospital de cuidados paliativos em Palm Springs. A actriz, que começou como modelo antes de se tornar presença constante nos palcos e ecrãs, deixa uma filmografia marcada pela ousadia e pela vulnerabilidade — duas qualidades que definiam não apenas a sua arte, mas a própria mulher.</p>



<p>A notícia foi confirmada pelo seu representante,&nbsp;<strong>Michael Greene</strong>, que revelou que Kirkland enfrentava sérios problemas de saúde desde o início do outono, após&nbsp;<strong>fraturas múltiplas no pescoço, punho e anca</strong>, agravadas por infeções. Amigos e colegas chegaram a criar uma campanha de apoio para custear os tratamentos médicos — um gesto que espelha o carinho e respeito que inspirava na comunidade artística.</p>



<p>ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/marty-supreme-timothee-chalamet-entra-em-campopara-conquistar-o-oscar/">Marty Supreme — Timothée Chalamet Entra em CampoPara Conquistar o Óscar</a></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>De modelo precoce a actriz de culto</strong></h4>



<p>Nascida em&nbsp;<strong>Nova Iorque</strong>, filha de uma editora de moda da&nbsp;<em>Vogue</em>&nbsp;e da&nbsp;<em>Life Magazine</em>, Sally Kirkland começou a posar aos&nbsp;<strong>cinco anos de idade</strong>, antes de se formar na&nbsp;<strong>American Academy of Dramatic Arts</strong>. Foi aluna de&nbsp;<strong>Lee Strasberg</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Philip Burton</strong>, mestres do&nbsp;<em>method acting</em>, e cedo revelou uma entrega sem limites.</p>



<p>A sua carreira começou no teatro experimental dos anos 60, com destaque para a performance ousada em&nbsp;<em>Sweet Eros</em>, de Terrence McNally, onde apareceu totalmente nua — um gesto que a imprensa da época descreveu como “a fronteira entre arte e provocação”.</p>



<p>Em 1964, participou no filme de Andy Warhol&nbsp;<em>13 Most Beautiful Women</em>, e nos anos seguintes tornou-se presença habitual nas produções off-Broadway. Encenou Shakespeare, interpretando Helena em&nbsp;<em>Sonho de uma Noite de Verão</em>&nbsp;e Miranda em&nbsp;<em>A Tempestade</em>, defendendo até ao fim da vida que&nbsp;<strong>“ninguém pode chamar-se actor sem ter passado por Shakespeare”</strong>.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>“Anna”: o papel que lhe deu o mundo</strong></h4>



<p>Depois de dezenas de papéis secundários em filmes como&nbsp;<em>The Way We Were</em>&nbsp;(com Barbra Streisand),&nbsp;<em>The Sting</em>&nbsp;(com Paul Newman e Robert Redford) e&nbsp;<em>JFK</em>&nbsp;(de Oliver Stone), Sally Kirkland teve, finalmente, o seu grande momento com&nbsp;<strong>“Anna” (1987)</strong>, de Yurek Bogayevicz.</p>



<p>No papel de uma actriz checa em declínio que tenta reconstruir a vida nos Estados Unidos, Kirkland ofereceu uma das&nbsp;<strong>interpretações mais intensas e comoventes da década</strong>, conquistando o&nbsp;<strong>Globo de Ouro de Melhor Actriz</strong>&nbsp;e uma&nbsp;<strong>nomeação ao Óscar</strong>.</p>



<p>A crítica do&nbsp;<em>Los Angeles Times</em>&nbsp;foi peremptória:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Kirkland é uma dessas intérpretes cujo talento era um segredo aberto entre actores, mas um mistério para o público. Com esta performance incandescente, não haverá mais dúvidas sobre quem ela é.”</p>
</blockquote>



<p>Na cerimónia dos Óscares, competiu lado a lado com&nbsp;<strong>Cher</strong>&nbsp;(<em>Moonstruck</em>),&nbsp;<strong>Glenn Close</strong>&nbsp;(<em>Fatal Attraction</em>),&nbsp;<strong>Holly Hunter</strong>(<em>Broadcast News</em>) e&nbsp;<strong>Meryl Streep</strong>&nbsp;(<em>Ironweed</em>) — uma prova do respeito conquistado pela sua entrega absoluta à arte.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Um percurso entre o cinema, a televisão e o activismo</strong></h4>



<p>Ao longo das décadas seguintes, Kirkland manteve uma carreira prolífica, alternando entre cinema e televisão. Participou em séries como&nbsp;<em>Criminal Minds</em>,&nbsp;<em>Roseanne</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Charlie’s Angels</em>, e em filmes como&nbsp;<em>Revenge</em>&nbsp;(com Kevin Costner),&nbsp;<em>EDtv</em>&nbsp;(de Ron Howard),&nbsp;<em>Bruce Almighty</em>&nbsp;(com Jim Carrey) e&nbsp;<em>Heatwave</em>&nbsp;(com Cicely Tyson).</p>



<p>Mas a actriz também ficou conhecida pelo seu&nbsp;<strong>espírito livre e compromisso humanitário</strong>. Foi voluntária junto de pessoas com&nbsp;<strong>SIDA, cancro e doenças cardíacas</strong>, colaborou com a&nbsp;<strong>Cruz Vermelha Americana</strong>&nbsp;no apoio a sem-abrigo e participou em telemaratonas para hospícios. Também foi uma defensora ativa de&nbsp;<strong>prisioneiros e jovens em risco</strong>, uma faceta menos visível mas profundamente admirada.</p>



<p>Kirkland era adepta de&nbsp;<strong>movimentos espirituais alternativos</strong>, ensinando seminários de transformação pessoal e associando-se à&nbsp;<strong>Church of the Movement of Spiritual Inner Awareness</strong>, dedicada à transcendência da alma.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A actriz que nunca se escondeu</strong></h4>



<p>Sally Kirkland nunca temeu o risco. Do teatro experimental à nudez em protestos e causas sociais, o seu corpo e a sua voz foram sempre instrumentos de expressão, arte e convicção.&nbsp;<em>Time Magazine</em>&nbsp;chegou a chamá-la, com humor, “<strong>a Isadora Duncan do nudismo teatral</strong>”, um título que ela aceitava com orgulho.</p>



<p>A sua carreira teve altos e baixos — chegou a ser alvo de chacota pela participação em&nbsp;<em>Futz</em>&nbsp;(1969), um filme tão desastroso que um crítico do&nbsp;<em>The Guardian</em>&nbsp;o chamou “o pior filme que já vi”. Mas nem isso abalou o espírito da actriz. Kirkland continuou a trabalhar, a ensinar e a inspirar.</p>



<p>ler também: <a href="https://clubedecinema.pt/george-clooney-o-batman-que-ninguem-queria-ser/">George Clooney — O Batman Que Ninguém Queria Ser</a></p>



<p>Hoje, ao recordar Sally Kirkland, o que fica não é a nudez nem o escândalo — é a&nbsp;<strong>autenticidade feroz de uma mulher que viveu a arte como uma forma de libertação</strong>.</p>
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		<title>Ruby Rose Ataca Sydney Sweeney: “Arruinaste o Filme”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nuno Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2025 16:15:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nas Salas]]></category>
		<category><![CDATA[biopic]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma polémica que agita Hollywood Hollywood nunca dorme — e quando o drama não vem do grande ecrã, vem das redes sociais. Desta vez, o palco da discórdia chama-se&#160;Christy, o novo biopic sobre a lendária pugilista&#160;Christy Martin, e as protagonistas do combate fora do ringue são&#160;Ruby Rose&#160;e&#160;Sydney Sweeney. A actriz australiana, conhecida por&#160;Orange Is the [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading"><strong>Uma polémica que agita Hollywood</strong></h4>



<p>Hollywood nunca dorme — e quando o drama não vem do grande ecrã, vem das redes sociais. Desta vez, o palco da discórdia chama-se&nbsp;<em>Christy</em>, o novo biopic sobre a lendária pugilista&nbsp;<strong>Christy Martin</strong>, e as protagonistas do combate fora do ringue são&nbsp;<strong>Ruby Rose</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Sydney Sweeney</strong>. A actriz australiana, conhecida por&nbsp;<em>Orange Is the New Black</em>, lançou farpas públicas a Sweeney, acusando-a de ter “arruinado o filme” e de transformar uma história inspiradora numa oportunidade desperdiçada.</p>



<p>A faísca acendeu-se quando&nbsp;<em>Christy</em>&nbsp;estreou nos cinemas, arrecadando apenas&nbsp;<strong>1,3 milhões de dólares</strong>&nbsp;na estreia americana — um resultado decepcionante para um projecto que prometia impacto emocional e visibilidade para o boxe feminino. Sweeney interpreta Christy Martin, figura histórica que, nos anos 90, quebrou barreiras num desporto dominado por homens e cuja vida pessoal foi marcada por coragem, violência e superação.</p>



<p>Ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/sem-tempo-quando-o-tempo-se-torna-dinheiro/">Sem Tempo” — Quando o Tempo se Torna Dinheiro</a></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Ruby Rose: “Christy merecia melhor”</strong></h4>



<p>Na terça-feira, Ruby Rose utilizou a rede&nbsp;<strong>Threads</strong>&nbsp;para desabafar a sua frustração com o filme e com a actriz principal. No texto, revelou ter estado&nbsp;<strong>originalmente ligada ao projecto</strong>, quando este ainda estava em desenvolvimento:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“O guião original de&nbsp;<em>Christy Martin</em>&nbsp;era incrível. Mudava vidas. Eu estava ligada para interpretar a Cherry — era assim que chamávamos a Christy. A maioria de nós era gay, e tínhamos ligação verdadeira com a história. Foi isso que me manteve na representação.”</p>
</blockquote>



<p>Rose criticou abertamente o rumo que o filme tomou e o que considera ter sido uma&nbsp;<strong>falta de autenticidade na escolha do elenco</strong>, insinuando que Sweeney não teria ligação emocional nem compreensão suficiente do universo retratado:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“As pessoas não querem ver alguém que nos despreza a fingir ser um de nós. És uma cretina e arruinaste o filme. Ponto final. Christy merecia melhor.”</p>
</blockquote>



<p></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Sydney Sweeney responde com serenidade</strong></h4>



<p>As declarações de Rose surgem na sequência de uma publicação de&nbsp;<strong>Sydney Sweeney</strong>&nbsp;no Instagram, onde a actriz procurou reagir à fraca performance comercial de&nbsp;<em>Christy</em>. Num tom diplomático, Sweeney agradeceu aos fãs pelo apoio e afirmou orgulhar-se da mensagem do filme:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Nem sempre fazemos arte pelos números. Fazemo-la pelo impacto.”</p>
</blockquote>



<p>Mas as palavras não bastaram para conter a onda de críticas — especialmente vindas de quem, como Ruby Rose, defende que&nbsp;<strong>histórias queer ou de minorias devem ser contadas por quem vive essas realidades</strong>.</p>



<p>A actriz australiana reforçou ainda que o filme perdeu a “voz autêntica” que o tornava especial e lamentou ver uma oportunidade desperdiçada de representar uma mulher complexa e inspiradora como Christy Martin com a verdade que ela merecia.</p>



<p></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Um debate que vai além de um filme</strong></h4>



<p>A controvérsia reacendeu um debate antigo em Hollywood:&nbsp;<strong>quem tem o direito de contar certas histórias?</strong>&nbsp;Será a interpretação uma questão de talento e empatia ou de representatividade real?</p>



<p><a href="https://clubedecinema.pt/kathryn-bigelow-a-mestra-da-tensao-que-mudou-as-regras-de-hollywood/">Kathryn Bigelow — A Mestra da Tensão Que Mudou as Regras de Hollywood</a></p>



<p>Enquanto&nbsp;<em>Christy</em>&nbsp;enfrenta críticas mornas e resultados de bilheteira abaixo do esperado, Ruby Rose e Sydney Sweeney tornam-se, involuntariamente, símbolos de uma discussão maior sobre autenticidade, identidade e poder criativo na indústria cinematográfica.</p>



<p>No fim, resta uma certeza: mesmo longe do ringue,&nbsp;<strong>as lutas de Christy Martin continuam — agora no coração de Hollywood.</strong></p>



<p></p>
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		<title>Robert De Niro vai ser homenageado com a Palma de Ouro Honorária em Cannes: Uma Lenda Reconhecida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Apr 2025 09:11:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[🎬 Aos 81 anos, Robert De Niro continua a fazer história. O lendário ator norte-americano vai receber uma Palma de Ouro honorária na cerimónia de abertura do 78.º Festival de Cannes, marcada para o próximo dia 13 de maio, e os cinéfilos já estão em contagem decrescente para este merecido momento de celebração. ver também : [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Aos 81 anos, Robert De Niro continua a fazer história. O lendário ator norte-americano vai receber uma Palma de Ouro honorária na cerimónia de abertura do 78.º Festival de Cannes, marcada para o próximo dia <strong>13 de maio</strong>, e os cinéfilos já estão em contagem decrescente para este merecido momento de celebração.<br /><br />ver também : <a class="raven-post-title-link" style="box-sizing: border-box; color: rgb(255, 255, 255); box-shadow: none; font-family: Roboto, sans-serif; caret-color: rgb(255, 255, 255); white-space: normal;" href="https://www.clubedecinema.pt/a-ultima-resistencia-the-handmaids-tale/">A</a><a href="https://www.clubedecinema.pt/a-ultima-resistencia-the-handmaids-tale/">A Última Resistência: The Handmaid’s Tale</a>Última Resistência: The Handmaid’s Tale</p>



<p>A organização do festival não poupou elogios ao ator de&nbsp;<em>Taxi Driver</em>,&nbsp;<em>O Touro Enraivecido</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Tudo Bons Rapazes</em>, sublinhando a forma como De Niro “se tornou um mito do cinema” graças a uma interpretação interiorizada, onde tudo pode estar na subtileza de um sorriso ou na dureza de um olhar.</p>



<p>Com este galardão, o Festival de Cannes presta tributo não só ao ator, mas também ao produtor, ao fundador do Festival Tribeca em Nova Iorque e ao homem que, em mais de cinco décadas de carreira, se tornou sinónimo de excelência artística e integridade criativa.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Cannes, um regresso a casa</strong></h3>



<p>Robert De Niro já esteve várias vezes presente na Croisette, inclusive como presidente do júri em 2011, mas esta será a primeira vez que recebe uma distinção honorária do festival. E fá-lo com palavras que revelam o carinho que guarda pelo evento:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Especialmente hoje, quando tantas coisas no mundo nos separam, Cannes reúne-nos: narradores, cineastas, admiradores e amigos. É como voltar para casa.”</p>
</blockquote>



<p>O ator irá receber o prémio na noite de abertura do festival e, no dia seguinte, dará uma&nbsp;<em>masterclass</em>&nbsp;pública – um dos momentos mais aguardados do evento, sobretudo para as novas gerações de atores e cinéfilos que cresceram a admirar o seu trabalho.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>De Nova Iorque para o mundo</strong></h3>



<p>Nascido em agosto de 1943, no bairro nova-iorquino de Little Italy, De Niro cresceu num ambiente artístico. Filho de pais artistas e descendentes de imigrantes europeus, começou a representar aos 16 anos, primeiro no teatro e pouco depois no cinema. Estreou-se com&nbsp;<em>Festa de Casamento</em>&nbsp;(1969), de Brian De Palma, e nunca mais parou.</p>



<p>Com mais de 100 títulos no currículo, De Niro foi distinguido com dois Óscares: Melhor Ator Secundário por&nbsp;<em>O Padrinho, Parte II</em>&nbsp;(1974), de Francis Ford Coppola, e Melhor Ator por&nbsp;<em>O Touro Enraivecido</em>&nbsp;(1980), de Martin Scorsese. É precisamente a colaboração com Scorsese que marca profundamente a sua filmografia, numa parceria lendária que inclui títulos como&nbsp;<em>Tudo Bons Rapazes</em>,&nbsp;<em>Casino</em>,&nbsp;<em>O Irlandês</em>&nbsp;e o recente&nbsp;<em>Assassinos da Lua das Flores</em>.</p>



<p>Mas a sua versatilidade também brilha na comédia (<em>Paternidade a Meias</em>,&nbsp;<em>Uma Grande Aventura</em>), no drama (<em>Despertares</em>,&nbsp;<em>Sleepers</em>) e no romance (<em>Nova Iorque, Eu Amo-te</em>,&nbsp;<em>Cartas para Julieta</em>).</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Uma homenagem merecida e simbólica</strong></h3>



<p>A Palma de Ouro Honorária, que já foi atribuída a nomes como Jeanne Moreau, Agnès Varda, Jane Fonda e Harrison Ford, é uma forma de o Festival de Cannes reconhecer o impacto cultural de artistas cuja obra transcende o tempo. E poucos nomes o merecem tanto quanto De Niro – uma força criativa que não só moldou o cinema norte-americano, como ajudou a redefinir o que significa ser ator.</p>



<p>Além disso, a sua dedicação à arte cinematográfica estende-se à produção e à criação de plataformas para novos talentos, como provado pelo Festival Tribeca, que fundou após os atentados de 11 de setembro para revitalizar culturalmente Nova Iorque.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p>A seleção oficial de Cannes 2024 será revelada a 11 de abril, e o festival decorre entre&nbsp;<strong>13 e 24 de maio</strong>. Até lá, celebramos este anúncio com a certeza de que&nbsp;<strong>Robert De Niro</strong>&nbsp;é – e continuará a ser – um dos rostos mais indeléveis da Sétima Arte.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Estreia da cerimónia de abertura:</strong>&nbsp;13 de maio</p>



<p><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4fa.png" alt="📺" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Onde acompanhar:</strong>&nbsp;TV5 Monde, plataformas de streaming internacionais e imprensa cinematográfica</p>



<p><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f393.png" alt="🎓" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Masterclass com Robert De Niro:</strong>&nbsp;14 de maio, em Cannes</p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/woody-harrelson-diz-nao-a-terceira-temporada-de-the-white-lotus/">Woody Harrelson diz “não” à terceira temporada de “The White Lotus”</a></p>
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		<title>🎬 Morreu Roberto Orci, criador de Fringe e argumentista de Star Trek e Transformers</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Feb 2025 08:16:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Meio]]></category>
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					<description><![CDATA[O argumentista e produtor Roberto Orci, um dos grandes nomes do entretenimento norte-americano dos últimos 20 anos, faleceu aos&#160;51 anos, na sua casa em Los Angeles, vítima de&#160;doença renal, anunciou a família. Orci foi um dos responsáveis por alguns dos maiores sucessos de Hollywood, incluindo a criação da série de culto&#160;Fringe&#160;e o relançamento cinematográfico de&#160;Star [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O argumentista e produtor Roberto Orci, um dos grandes nomes do entretenimento norte-americano dos últimos 20 anos, faleceu aos&nbsp;<strong>51 anos</strong>, na sua casa em Los Angeles, vítima de&nbsp;<strong>doença renal</strong>, anunciou a família. Orci foi um dos responsáveis por alguns dos maiores sucessos de Hollywood, incluindo a criação da série de culto&nbsp;<em>Fringe</em>&nbsp;e o relançamento cinematográfico de&nbsp;<em>Star Trek</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Transformers</em>.</p>



<p><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f31f.png" alt="🌟" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Uma carreira marcada por sucessos de ficção científica e ação</strong></p>



<p>Nascido no&nbsp;<strong>México</strong>, Orci mudou-se ainda jovem para os Estados Unidos, onde conheceu&nbsp;<strong>Alex Kurtzman</strong>, com quem formou uma das duplas de argumentistas mais prolíficas do cinema e da televisão. Juntos, escreveram alguns dos mais icónicos filmes de ação e ficção científica das últimas décadas, incluindo:</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3a5.png" alt="🎥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<em>A Lenda de Zorro</em>&nbsp;(2005)</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3a5.png" alt="🎥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<em>Missão: Impossível III</em>&nbsp;(2006)</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3a5.png" alt="🎥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<em>Transformers</em>&nbsp;(2007)</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3a5.png" alt="🎥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<em>Star Trek</em>&nbsp;(2009)</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3a5.png" alt="🎥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<em>Cowboys &amp; Aliens</em>&nbsp;(2011)</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3a5.png" alt="🎥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<em>O Jogo Final</em>&nbsp;(2013)</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3a5.png" alt="🎥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<em>O Fantástico Homem-Aranha 2</em>&nbsp;(2014)</p>



<p>Além do trabalho no cinema, a dupla esteve por detrás da série&nbsp;<strong>Fringe</strong>&nbsp;(2008-2013), um dos maiores sucessos da ficção científica televisiva, criada com&nbsp;<strong>J. J. Abrams</strong>. Também foram os responsáveis pelo reboot da clássica série&nbsp;<em>Hawaii: Força Especial</em>&nbsp;(2010-2020), que teve mais de&nbsp;<strong>200 episódios</strong>, e criaram&nbsp;<em>Sleepy Hollow</em>&nbsp;(2013-2017).</p>



<p><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3c6.png" alt="🏆" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Nomeado como um dos latinos mais poderosos de Hollywood</strong></p>



<p>Em&nbsp;<strong>2007</strong>, Orci foi reconhecido pela&nbsp;<strong>The Hollywood Reporter</strong>&nbsp;como um dos&nbsp;<em>50 latinos mais poderosos de Hollywood</em>, consolidando a sua posição como um dos nomes mais influentes da indústria.</p>



<p>A sua carreira, no entanto, não foi isenta de controvérsias. Em&nbsp;<strong>2024</strong>, Orci e a sua ex-esposa, a atriz e argumentista&nbsp;<strong>Adele Heather Taylor</strong>, envolveram-se numa batalha judicial, acusando-se mutuamente de abusos físicos e manipulação financeira. O argumentista alegou ter sido vítima durante a sua luta contra o alcoolismo, enquanto Taylor o processou por agressões e abuso sexual.</p>



<p><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ad.png" alt="🎭" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Um legado que perdurará</strong></p>



<p>Apesar dos escândalos pessoais, Roberto Orci deixa um legado cinematográfico inegável, sendo uma figura-chave no&nbsp;<strong>renascimento da ficção científica e da ação no século XXI</strong>. O seu impacto nas telas grandes e pequenas permanecerá vivo em sagas icónicas como&nbsp;<em>Star Trek</em>,&nbsp;<em>Transformers</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Fringe</em>.</p>



<p>Que descanse em paz. <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3a5.png" alt="🎥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2728.png" alt="✨" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
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