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	<title>cinema musical &#8211; Clube de Cinema</title>
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	<description>Vá lá! Façam Fitas!</description>
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	<title>cinema musical &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>Falso documentário, sucesso bem real: filme de Charli XCX esgota sessões e agita Sundance</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 14:25:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
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					<description><![CDATA[O que acontece quando uma mega-estrela pop decide rir de si própria, da indústria que a rodeia e do circo mediático que ajudou a criar? A resposta chama-se The Moment — um falso documentário protagonizado por Charli XCX que está a provar ser tudo menos uma brincadeira passageira. Apresentado recentemente no Festival de Sundance, o filme tornou-se no lançamento limitado [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O que acontece quando uma mega-estrela pop decide rir de si própria, da indústria que a rodeia e do circo mediático que ajudou a criar? A resposta chama-se <em>The Moment</em> — um falso documentário protagonizado por <strong>Charli XCX</strong> que está a provar ser tudo menos uma brincadeira passageira. Apresentado recentemente no <strong><a href="https://clubedecinema.pt/?s=Festival+de+Sundance" data-type="link" data-id="https://clubedecinema.pt/?s=Festival+de+Sundance">Festival de Sundance</a></strong>, o filme tornou-se no lançamento limitado da <strong>A24</strong> com vendas mais rápidas de sempre nos Estados Unidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o estúdio, mais de <strong>50 sessões esgotaram</strong> em tempo recorde nos chamados mercados estratégicos, com bilhetes a desaparecerem antes mesmo da estreia oficial. Para completar o fenómeno, uma sessão especial com perguntas e respostas, em Brooklyn, com Charli XCX e o realizador <strong>Aidan Zamiri</strong>, esgotou de imediato e viu os ingressos a serem revendidos <em>online</em> — algo raro para um filme de lançamento limitado e ainda sem distribuição alargada.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Uma diva fictícia… demasiado próxima da realidade</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Em&nbsp;<em>The Moment</em>, Charli XCX interpreta uma versão exagerada e autoconsciente de si própria: uma “diva” controladora, obsessiva com detalhes e presa entre a vontade de evoluir artisticamente e a pressão constante para manter uma imagem rentável. O ponto de partida é simples e irónico: depois de dominar um verão inteiro, lançar um álbum multimilionário (<em>Brat</em>) e até influenciar dicionários a elegerem a palavra do ano, o que deve fazer uma estrela pop a seguir?</p>



<p class="wp-block-paragraph">A resposta surge sob a forma de crise existencial, sátira mordaz e um olhar desconfortavelmente honesto sobre a fama contemporânea. A Charli do filme tenta afastar-se da estética “brat”, das&nbsp;<em>tank tops</em>&nbsp;justas e da atitude “IDGAF” que definiram 2024, mas encontra resistência precisamente onde menos queria: na máquina industrial que vive dessa persona.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Indústria vs. artista, com humor ácido</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O elenco secundário reforça esta guerra de visões criativas. <strong>Hailey Benton Gates</strong> interpreta Celeste, a directora criativa da digressão, aliada na tentativa de mudança estética. Do outro lado da barricada estão a executiva da editora discográfica, vivida por <strong><a href="https://clubedecinema.pt/?s=Rosanna+Arquette" data-type="link" data-id="https://clubedecinema.pt/?s=Rosanna+Arquette">Rosanna Arquette</a></strong>, e Johannes, um realizador egocêntrico contratado para supervisionar o filme da digressão, interpretado por <strong><a href="https://clubedecinema.pt/?s=Alexander+Skarsgård" data-type="link" data-id="https://clubedecinema.pt/?s=Alexander+Skarsgård">Alexander Skarsgård</a></strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O choque de egos e ideias transforma o planeamento da digressão num campo de batalha criativo: luzes estroboscópicas e mensagens directas dão lugar a pulseiras luminosas e a um palco que, segundo uma das personagens, “parece uma lâmpada de lava”. Pelo meio, surgem absurdos deliciosos, como uma campanha publicitária de um cartão de crédito dirigido a jovens&nbsp;<em>queer</em>&nbsp;ou uma fuga para um spa em Ibiza, símbolo máximo da alienação pop.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Críticos divididos, público rendido</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A estreia em Sundance dividiu a crítica — como costuma acontecer com obras que brincam com o ego da indústria —, mas o público respondeu em força. Durante a sessão no festival, Charli XCX assumiu com humor a proximidade entre ficção e realidade:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Gostaria de acreditar que não sou tão problemática como a Charli do filme”, brincou, arrancando gargalhadas.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">O argumento, assinado por Bertie Brandes e pelo próprio Zamiri, assume conscientemente os arquétipos do clássico “artista contra a indústria”, algo que a cantora defendeu como realista: “Conheci versões de todas estas pessoas. Algumas torcem mesmo por ti; outras só querem estar perto do artista.”</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>De Spinal Tap à Berlim</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O estilo de falso documentário deve muito a <em>This Is Spinal Tap</em>, influência assumida por Zamiri, que aproveitou a estreia para prestar homenagem a <strong><a href="https://clubedecinema.pt/?s=Rob+Reiner" data-type="link" data-id="https://clubedecinema.pt/?s=Rob+Reiner">Rob Reiner</a></strong>, realizador do clássico de 1984.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois de Sundance, <em>The Moment</em> prepara-se para a estreia europeia na <strong><a href="https://clubedecinema.pt/?s=Festival+de+Berlim" data-type="link" data-id="https://clubedecinema.pt/?s=Festival+de+Berlim">Festival de Berlim</a></strong>, que decorre de 12 a 22 de Fevereiro, levando consigo o estatuto de fenómeno inesperado. Para Charli XCX, o cinema surge também como uma tentativa consciente de se afastar da persona “brat” — ou, como a própria resumiu citando uma das suas canções: quando se ama algo, simplesmente faz-se, sem dormir nem parar.</p>
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		<title>Muito Para Além do Mito: o retrato definitivo de Liza Minnelli chega finalmente ao cinema</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 14:08:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nas Salas]]></category>
		<category><![CDATA[Bruce David Klein]]></category>
		<category><![CDATA[Cabaret]]></category>
		<category><![CDATA[cinema musical]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante décadas, Liza Minnelli foi vista como um ícone maior do que a vida: a voz poderosa, a presença eléctrica em palco, o sorriso indestrutível mesmo nos momentos mais difíceis. Mas por detrás da figura pública existiu sempre uma mulher complexa, moldada por uma herança artística esmagadora e por uma determinação rara. Liza Minnelli: A Incrível e Absolutamente [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Durante décadas, <strong>Liza Minnelli</strong> foi vista como um ícone maior do que a vida: a voz poderosa, a presença eléctrica em palco, o sorriso indestrutível mesmo nos momentos mais difíceis. Mas por detrás da figura pública existiu sempre uma mulher complexa, moldada por uma herança artística esmagadora e por uma determinação rara. <em>Liza Minnelli: A Incrível e Absolutamente Verdadeira História</em> propõe-se finalmente olhar para essa vida sem filtros nem reverências fáceis. O documentário estreia em exclusivo nos cinemas portugueses a <strong>29 de Janeiro de 2026</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/anos-de-inquietude-quatro-filmes-quatro-olhares-sobre-a-juventude-em-ebulicao-no-tvcine-edition/">Anos de Inquietude: quatro filmes, quatro olhares sobre a juventude em ebulição no TVCine Edition</a></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Uma infância vivida sob holofotes intensos demais</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Filha de <strong>Vincente Minnelli</strong>, um dos grandes nomes do cinema clássico de Hollywood, e da lendária <strong>Judy Garland</strong>, Liza Minnelli cresceu num mundo onde o espectáculo não era excepção, mas regra. O filme acompanha de perto essa infância pouco convencional, marcada por bastidores de estúdios, ensaios intermináveis e a consciência precoce de que o talento, por si só, não garante felicidade.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="192" height="262" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/images-3.jpeg" alt="" class="wp-image-23383" style="width:784px;height:auto"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Sem cair no sensacionalismo, o documentário contextualiza o impacto psicológico de crescer à sombra de um mito como Garland, mostrando como essa herança foi simultaneamente um privilégio e um fardo. Mais do que “a filha de”, Liza foi obrigada desde cedo a provar que existia por mérito próprio.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>A afirmação de uma artista irrepetível</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">É nos anos 1970 que&nbsp;<em>Liza Minnelli: A Incrível e Absolutamente Verdadeira História</em>&nbsp;ganha uma energia particular. O filme acompanha a afirmação artística de Minnelli num período em que se torna uma referência internacional absoluta, tanto no cinema como nos palcos. O Oscar por&nbsp;<em>Cabaret</em>&nbsp;surge aqui não como um ponto de chegada, mas como a confirmação pública de um percurso feito de disciplina, estudo e resistência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Através de imagens de arquivo raramente exibidas, entrevistas e momentos de bastidores, o documentário revela uma artista obcecada pelo rigor, pela entrega total e pela ideia de que cada actuação poderia ser a última. Uma ética de trabalho que ajudou a construir um legado singular no entretenimento do século XX.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Um olhar humano, informado e sem mitificações fáceis</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Realizado por <strong>Bruce David Klein</strong>, o filme distingue-se pela abordagem clara e profundamente humana. Não há aqui tentativa de criar uma narrativa artificialmente heróica, nem de esconder fragilidades. Pelo contrário: o documentário entende que é precisamente nas contradições, nas quedas e nos recomeços que se constrói a verdadeira dimensão de Liza Minnelli.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="768" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/3564.jpg-1024x768.webp" alt="" class="wp-image-23384" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/3564.jpg-1024x768.webp 1024w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/3564.jpg-300x225.webp 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/3564.jpg-768x576.webp 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/3564.jpg.webp 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O resultado é uma leitura rigorosa e informada sobre uma carreira extraordinária, mas também um retrato íntimo de uma mulher que nunca deixou de lutar pela sua identidade artística, mesmo quando o mundo parecia exigir apenas que fosse uma continuação do passado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/quando-a-fama-nao-deixa-dormir-hurry-up-tomorrow-leva-the-weeknd-ao-limite-no-tvcine-top/">Quando a fama não deixa dormir: Hurry Up Tomorrow leva The Weeknd ao limite no TVCine Top</a></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Um documentário essencial para cinéfilos e melómanos</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que um simples exercício biográfico,&nbsp;<em>Liza Minnelli: A Incrível e Absolutamente Verdadeira História</em>&nbsp;afirma-se como um documento essencial sobre fama, herança e sobrevivência artística. Um filme que respeita a inteligência do espectador e faz justiça a uma das figuras mais marcantes do entretenimento moderno.</p>
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		<title>Kate Hudson e Jeremy Allen White: Duas Carreiras Ligadas Pela Música, Pelo Cinema… e Pela Emoção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luisa Jorge]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Dec 2025 18:34:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Almost Famous]]></category>
		<category><![CDATA[Bruce Springsteen cinema]]></category>
		<category><![CDATA[cinema musical]]></category>
		<category><![CDATA[filmes sobre música]]></category>
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		<category><![CDATA[Kate Hudson]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando interpretar músicos é mais do que aprender acordes Kate Hudson e Jeremy Allen White pertencem a gerações diferentes de Hollywood, mas cruzam-se agora num território comum: filmes onde a música não é apenas pano de fundo, mas motor emocional. Numa conversa franca e cheia de cumplicidade, os dois actores reflectem sobre os seus mais [&#8230;]]]></description>
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<h3 class="wp-block-heading"><strong>Quando interpretar músicos é mais do que aprender acordes</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Kate Hudson e Jeremy Allen White pertencem a gerações diferentes de Hollywood, mas cruzam-se agora num território comum: filmes onde a música não é apenas pano de fundo, mas motor emocional. Numa conversa franca e cheia de cumplicidade, os dois actores reflectem sobre os seus mais recentes projectos —&nbsp;<em>Song Sung Blue</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Springsteen: Deliver Me From Nowhere</em>&nbsp;— e sobre a forma como a música, dentro e fora do ecrã, pode literalmente salvar pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hudson foi catapultada para o estrelato ainda adolescente com&nbsp;<em>Almost Famous</em>, de Cameron Crowe, tornando-se um ícone imediato ligado à mitologia do rock. Este ano, entrega uma das interpretações mais maduras da carreira como metade de uma banda tributo a Neil Diamond, numa história real tão comovente quanto agridoce. Jeremy Allen White, por sua vez, troca o avental de&nbsp;<em>The Bear</em>&nbsp;por uma das tarefas mais delicadas que um actor pode enfrentar: interpretar Bruce Springsteen num dos períodos mais vulneráveis e criativamente livres da sua vida.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O peso simbólico da roupa, dos instrumentos… e da herança</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">White fala com particular detalhe sobre a fisicalidade de vestir Springsteen. Os jeans apertados, as botas, os casacos — tudo contribuiu para moldar postura, movimento e até respiração. Mais do que figurino, foi uma transformação corporal. O próprio Springsteen acabou por lhe emprestar peças reais da juventude e, num gesto de enorme intimidade, ofereceu-lhe a medalha de São Cristóvão que usou durante anos, bem como uma guitarra Gibson J-200 de 1955 para aprender a tocar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Hudson, que também partilha essa ligação profunda com instrumentos e com o palco, este tipo de detalhe faz toda a diferença. Ambos concordam que interpretar músicos reais exige mais do que imitação: é preciso compreender o processo criativo, a dúvida, o silêncio e até a tortura emocional que muitas vezes acompanha a composição.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>“Nebraska”: um mapa emocional inesperado</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Jeremy Allen White admite que, apesar de conhecer Bruce Springsteen como qualquer pessoa, nunca tinha verdadeiramente mergulhado em&nbsp;<em>Nebraska</em>&nbsp;— o álbum mais cru e intimista do músico. Esse disco acabou por se tornar a bússola emocional da sua interpretação. Poucos acordes, produção minimalista, letras profundamente específicas. Para White, foi como receber um mapa directo para o interior da personagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hudson confessa que&nbsp;<em>Nebraska</em>&nbsp;sempre teve um peso pessoal na sua vida e sublinha como certos álbuns funcionam quase como chaves emocionais. Ambos falam da música como atalho para estados de espírito que, por vezes, o próprio actor não consegue alcançar apenas pela técnica. Quando isso falha, há sempre uma canção capaz de desbloquear algo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Dois métodos, um mesmo compromisso</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A conversa revela também abordagens muito diferentes ao trabalho. White prepara intensamente antes de chegar ao set e depois agarra-se às decisões iniciais com firmeza quase inflexível. Hudson, pelo contrário, prefere fazer um enorme trabalho prévio para depois se libertar completamente em cena, mantendo-se aberta ao acaso, à improvisação e à energia do momento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda assim, ambos reconhecem o mesmo objectivo: honestidade emocional. Hudson elogia a forma como White internalizou o processo criativo de Springsteen, descrevendo-o como algo que a emocionou profundamente enquanto compositora. White retribui, destacando a luz, o optimismo e a alegria que Hudson transporta mesmo para personagens marcadas pela desilusão.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Música como refúgio, não como fama</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Há um ponto essencial onde os dois filmes se tocam: nenhum deles é sobre o estrelato.&nbsp;<em>Song Sung Blue</em>&nbsp;fala de músicos que nunca chegaram ao topo, mas que tocaram porque precisavam de tocar.&nbsp;<em>Deliver Me From Nowhere</em>&nbsp;foca-se num artista já famoso, mas isolado, a criar um disco que nasce da necessidade, não da ambição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hudson resume essa ideia com clareza: são histórias sobre música como escape, como sobrevivência. White concorda — os personagens não pensam no que vão receber em troca. Fazem-no porque não sabem viver de outra forma.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>E as comédias românticas?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A conversa termina num tom mais leve, com Hudson a defender apaixonadamente as comédias românticas como um dos géneros mais difíceis e subvalorizados do cinema. White admite que adoraria fazer uma, mas apenas se fosse “à séria”, ao nível de&nbsp;<em>When Harry Met Sally</em>. Hudson responde com uma certeza de quem já viveu isso: uma boa rom-com pode mudar vidas, porque faz as pessoas sentirem-se melhor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Talvez seja essa a ideia que une toda a conversa. Seja rock, folk, country ou romance no grande ecrã, Hudson e White acreditam no cinema como veículo de empatia, consolo e ligação humana. Filmes sobre música, no fundo, acabam sempre por ser filmes sobre pessoas — e sobre a forma como tentam, desesperadamente, não se perder.</p>
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		<title>Primeiro Trailer de Michael Revela a Transformação de Michael Jackson no Rei da Pop</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luisa Jorge]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Nov 2025 17:30:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Meio]]></category>
		<category><![CDATA[A Chegar]]></category>
		<category><![CDATA[Antoine Fuqua]]></category>
		<category><![CDATA[biopic]]></category>
		<category><![CDATA[cinema musical]]></category>
		<category><![CDATA[Jaafar Jackson]]></category>
		<category><![CDATA[King of Pop]]></category>
		<category><![CDATA[Lionsgate]]></category>
		<category><![CDATA[Michael filme]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Jackson]]></category>
		<category><![CDATA[Quincy Jones]]></category>
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					<description><![CDATA[Realizado por Antoine Fuqua e protagonizado pelo sobrinho de Michael Jackson, o aguardado biopic promete uma viagem íntima e grandiosa pela vida de um dos maiores ícones da música. A Lionsgate divulgou o primeiro trailer oficial de Michael, o muito aguardado filme biográfico sobre Michael Jackson, realizado por Antoine Fuqua. O teaser será exibido nos cinemas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Realizado por Antoine Fuqua e protagonizado pelo sobrinho de Michael Jackson, o aguardado biopic promete uma viagem íntima e grandiosa pela vida de um dos maiores ícones da música.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Lionsgate divulgou o primeiro trailer oficial de <em>Michael</em>, o muito aguardado filme biográfico sobre Michael Jackson, realizado por Antoine Fuqua. O teaser será exibido nos cinemas antes de <em>Now You See Me: Now You Don’t</em> e oferece um primeiro olhar sobre a ascensão do Rei da Pop — desde os dias de infância até à consagração global.</p>



<iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/HZZgZUU9XIc?si=vUSelL5FCrob2MM6" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>



<p class="wp-block-paragraph">O papel principal é interpretado por&nbsp;<strong>Jaafar Jackson</strong>, sobrinho do próprio cantor, cuja semelhança física e vocal com o tio impressionou os fãs nas redes sociais. O vídeo começa com Michael no estúdio, ao lado do lendário produtor&nbsp;<strong>Quincy Jones</strong>&nbsp;(interpretado por Kendrick Sampson), que lhe diz:</p>



<p class="wp-block-paragraph">ler também: <a href="https://clubedecinema.pt/elizabeth-olsen-recorda-cena-intima-com-josh-brolin-em-oldboy-sim-ja-vi-o-corpo-dele-tivemos-uma-cena-de-sexo-no-filme/">Elizabeth Olsen Recorda Cena Íntima com Josh Brolin em Oldboy</a></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Sei que esperaste muito tempo por isto. As faixas estão prontas. As canções estão feitas. Vamos começar do topo.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto o tema “<em>Wanna Be Startin’ Somethin’</em>”, de 1982, embala o trailer, surgem imagens da infância de Michael, das atuações lendárias com os Jackson 5 e dos vídeos que definiram gerações, como&nbsp;<em>Thriller</em>.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Um elenco à altura da lenda</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Além de Jaafar Jackson, o elenco conta com&nbsp;<strong>Miles Teller</strong>&nbsp;como John Branca, advogado e conselheiro de Jackson;&nbsp;<strong>Colman Domingo</strong>&nbsp;no papel do exigente patriarca Joe Jackson;&nbsp;<strong>Nia Long</strong>&nbsp;como Katherine Jackson, a matriarca da família;&nbsp;<strong>Jessica Sula</strong>&nbsp;como LaToya Jackson;&nbsp;<strong>Larenz Tate</strong>&nbsp;como o fundador da Motown, Berry Gordy;&nbsp;<strong>Laura Harrier</strong>&nbsp;como Suzanne de Passe; e&nbsp;<strong>Kat Graham</strong>&nbsp;como Diana Ross.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outros nomes incluem&nbsp;<strong>Liv Symone</strong>&nbsp;como Gladys Knight,&nbsp;<strong>Kevin Shinick</strong>&nbsp;como Dick Clark e&nbsp;<strong>KeiLyn Durrel Jones</strong>&nbsp;como Bill Bray, o antigo segurança e amigo de longa data de Michael Jackson.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Uma visão íntima e cinematográfica</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a sinopse oficial,&nbsp;<em>Michael</em>&nbsp;“explora a jornada do superastro global para se tornar o Rei da Pop, apresentando um olhar íntimo sobre a vida e o legado duradouro de um dos artistas mais influentes e inovadores de sempre.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">O argumento foi escrito por&nbsp;<strong>John Logan</strong>&nbsp;(<em>Alien: Covenant</em>,&nbsp;<em>Rango</em>), e a produção ficou a cargo de&nbsp;<strong>Graham King</strong>,&nbsp;<strong>John Branca</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>John McClain</strong>&nbsp;— este último, um dos executores do espólio de Jackson.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Estreia adiada para 2026</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Inicialmente previsto para Outubro de 2025,&nbsp;<em>Michael</em>&nbsp;chegará agora aos cinemas a&nbsp;<strong>24 de Abril de 2026</strong>. As filmagens terminaram em Maio de 2024, mas o projeto passou por novas filmagens e ajustes criativos, após rumores de que o filme poderia ser dividido em duas partes — algo que o trailer parece desmentir.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/jennifer-lawrence-defende-autenticidade-em-die-my-love-e-elogia-respeito-de-robert-pattinson/">Jennifer Lawrence Defende Autenticidade em Die My Love e Elogia Respeito de Robert Pattinson</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a assinatura de Antoine Fuqua (<em>Training Day</em>,&nbsp;<em>Emancipation</em>) e a bênção da família Jackson,&nbsp;<em>Michael</em>&nbsp;promete ser uma homenagem cinematográfica à altura da sua estrela — com música, emoção e, claro,&nbsp;<em>moonwalks</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Sam Mendes Vai Lançar Quatro Filmes dos Beatles no Mesmo Mês: Uma Revolução no Cinema</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Apr 2025 10:30:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Meio]]></category>
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					<description><![CDATA[🎬 O mundo do cinema prepara-se para um evento inédito e absolutamente ambicioso: Sam Mendes, realizador vencedor de Óscares, vai estrear&#160;quatro filmes sobre os Beatles&#160;no mesmo mês. Cada filme focar-se-á num membro diferente da banda, com o objectivo de contar a história do quarteto de Liverpool como nunca antes foi feita. ver também: “Homicídios ao [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> O mundo do cinema prepara-se para um evento inédito e absolutamente ambicioso: Sam Mendes, realizador vencedor de Óscares, vai estrear&nbsp;<strong>quatro filmes sobre os Beatles</strong>&nbsp;no mesmo mês. Cada filme focar-se-á num membro diferente da banda, com o objectivo de contar a história do quarteto de Liverpool como nunca antes foi feita.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também: <a href="https://www.clubedecinema.pt/homicidios-ao-domicilio-renee-zellweger-e-christoph-waltz-juntam-se-ao-crime-e-ao-humor/">“Homicídios ao Domicílio”: Renée Zellweger e Christoph Waltz juntam-se ao crime (e ao humor)</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os filmes chegarão às salas de cinema em&nbsp;<strong>abril de 2028</strong>&nbsp;e têm já um elenco de luxo confirmado:&nbsp;<strong>Paul Mescal</strong>&nbsp;interpretará Paul McCartney,&nbsp;<strong>Barry Keoghan</strong>&nbsp;dará vida a Ringo Starr,&nbsp;<strong>Harris Dickinson</strong>&nbsp;será John Lennon e&nbsp;<strong>Joseph Quinn</strong>encarnará George Harrison.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cada filme será contado a partir da perspectiva de um dos Beatles, criando uma experiência cinematográfica &#8220;compulsiva e interligada&#8221;. Mendes, conhecido por filmes como&nbsp;<em>Beleza Americana</em>,&nbsp;<em>1917</em>&nbsp;e&nbsp;<em>007: Spectre</em>, explicou que este formato a quatro partes foi a solução para contornar a dificuldade de condensar a história da maior banda de todos os tempos num único filme. &#8220;Uma minissérie não parecia certo. Mas quatro filmes, cada um com a sua voz, pareceu perfeito.&#8221;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Aposta de Risco ou Golpe de Génio?</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3a5.png" alt="🎥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> O projecto foi revelado na CinemaCon em Las Vegas, uma convenção anual onde os estúdios de Hollywood tentam entusiasmar os exibidores com os seus projectos futuros. E este ano, bem precisam. Com um início de 2025 desastroso para as bilheteiras (e com bombas como&nbsp;<em>Branca de Neve</em>&nbsp;ou&nbsp;<em>Mickey 17</em>&nbsp;a arrastarem os números para baixo), as salas de cinema vivem tempos difíceis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A frase de ordem que ecoa entre os estúdios é clara:&nbsp;<strong>&#8220;Sobrevive até 2025&#8221;</strong>. A esperança é que os grandes lançamentos anunciados tragam de volta o público. E se há algo que pode despertar paixões intergeracionais, são os Beatles.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A execução deste projecto é de uma escala impressionante. A rodagem vai durar mais de um ano e promete ser um dos maiores empreendimentos logísticos e criativos da década. Cada filme terá um tom e ritmo diferente, reflectindo a personalidade e a visão do Beatle em foco. Uma obra monumental? É cedo para dizer. Mas que vai dar que falar, vai.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Beatles, Aranhas e Apocalipses</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3b8.png" alt="🎸" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Para além do mega-projecto de Mendes, a Sony apresentou mais trunfos na CinemaCon, incluindo o novo filme de acção de&nbsp;<strong>Tom Holland</strong>,&nbsp;<em>Spider-Man: Brand New Day</em>, com estreia marcada para&nbsp;<strong>31 de Julho de 2026</strong>, e a sequela animada&nbsp;<em>Spider-Man: Beyond the Spider-Verse</em>, agendada para&nbsp;<strong>4 de Junho de 2027</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro destaque da apresentação foi&nbsp;<em>28 Anos Depois</em>, sequela de&nbsp;<em>28 Dias Depois</em>, realizada por&nbsp;<strong>Danny Boyle</strong>&nbsp;e com&nbsp;<strong>Jodie Comer</strong>,&nbsp;<strong>Aaron Taylor-Johnson</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Ralph Fiennes</strong>&nbsp;no elenco. Boyle brincou com os rumores em torno do próximo James Bond, insinuando que Taylor-Johnson &#8220;pode ou não ser o novo 007&#8221;.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Expectativas em Alta para o Cinema de 2028</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Com os grandes estúdios a tentar recuperar do caos provocado pelas greves de 2023 e pelo abrandamento pós-pandemia, há um sentimento de expectativa redobrada em relação ao futuro do cinema. A estreia conjunta dos quatro filmes dos Beatles pode ser o téssera que a indústria precisa: nostalgia, música icónica, grandes actores e um conceito inovador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/the-last-of-us-segunda-temporada-promete-abalar-ainda-mais-os-nossos-nervos-e-coracoes/">The Last of Us”: Segunda temporada promete abalar ainda mais os nossos nervos (e corações)</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">O desafio de Mendes não é pequeno. Mas se resultar, pode ser um marco histórico no cinema contemporâneo.</p>
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		<title>&#8216;Blue Moon&#8217;, de Richard Linklater, Ilumina Berlim com Transformação de Ethan Hawke</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Feb 2025 10:28:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nas Salas]]></category>
		<category><![CDATA[Andrew Scott]]></category>
		<category><![CDATA[Berlinale]]></category>
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		<category><![CDATA[cinema musical]]></category>
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		<category><![CDATA[Festival de Berlim]]></category>
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		<category><![CDATA[Margaret Qualley]]></category>
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		<category><![CDATA[Rodgers e Hart]]></category>
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					<description><![CDATA[A estreia mundial de Blue Moon, o mais recente drama musical biográfico de Richard Linklater, causou furor no Festival de Berlim, com aplausos entusiasmados para a transformação impressionante de Ethan Hawke no papel do letrista Lorenz Hart. John Malkovich Recusou Propostas da Marvel Devido a Más Condições: ‘Se Vou Ficar Pendurado Numa Grua Durante Seis [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A estreia mundial de <em>Blue Moon</em>, o mais recente drama musical biográfico de <strong>Richard Linklater</strong>, causou furor no <strong>Festival de Berlim</strong>, com aplausos entusiasmados para a transformação impressionante de <strong>Ethan Hawke</strong> no papel do letrista <strong>Lorenz Hart</strong>.<br /><br /><a href="https://www.clubedecinema.pt/john-malkovich-recusou-propostas-da-marvel-devido-a-mas-condicoes-se-vou-ficar-pendurado-numa-grua-durante-seis-meses-paguem-me/"></a><a href="https://www.clubedecinema.pt/john-malkovich-recusou-propostas-da-marvel-devido-a-mas-condicoes-se-vou-ficar-pendurado-numa-grua-durante-seis-meses-paguem-me/">John Malkovich Recusou Propostas da Marvel Devido a Más Condições: ‘Se Vou Ficar Pendurado Numa Grua Durante Seis Meses, Paguem-me’</a></p>



<h3 class="wp-block-heading">Uma Atuação Memorável de Ethan Hawke <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ad.png" alt="🎭" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Este é o primeiro filme em uma década que une Hawke e Linklater, dupla conhecida por colaborações icônicas como a trilogia <em>Before</em> e <em>Boyhood</em>. No filme, Hawke interpreta <strong>Lorenz Hart</strong>, um gênio letrista que luta contra o alcoolismo e a depressão na noite de estreia de <em>Oklahoma!</em>, o primeiro musical de seus antigos parceiros criativos, <strong>Richard Rodgers e Oscar Hammerstein</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A transformação do ator é notável, a ponto de ficar quase irreconhecível na tela. Em uma cena marcante, sua baixa estatura (Hart media apenas <strong>1,52m</strong>) é incorporada à performance de forma convincente. A plateia no <strong>Berlinale Palast</strong> respondeu com aplausos efusivos, especialmente quando Hawke subiu ao palco ao lado dos co-protagonistas <strong>Margaret Qualley e Andrew Scott</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Um Filme Criado com Simplicidade e Emoção <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3a4.png" alt="🎤" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4da.png" alt="📚" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Linklater revelou que trabalhou no filme por <strong>12 anos</strong>, mas Hawke inicialmente era muito jovem para o papel. <em>&#8220;O tom do filme foi inspirado nas canções de Rodgers e Hart — perfeitamente elaboradas, espirituosas, melancólicas, tristes e divertidas ao mesmo tempo&#8221;</em>, explicou o realizador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hawke também descreveu sua abordagem ao personagem como um <strong>&#8220;exercício de simplicidade&#8221;</strong>, comparando o processo de atuação às linhas minimalistas de um desenho de <strong>Matisse</strong>. Durante a sessão de perguntas e respostas, um fã entusiasmado interrompeu diversas vezes, levando Hawke a responder com humor: <em>&#8220;Obrigado, também te adoro. Vamos nos encontrar depois.&#8221;</em> Mais tarde, ele assinou um autógrafo para a fã e manteve um sorriso simpático.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Aplausos e Grande Expectativa <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f44f.png" alt="👏" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></h3>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Blue Moon</em> recebeu uma ovação de mais de um minuto, um tempo acima da média do festival. Embora o <strong>&#8220;clap-o-meter&#8221;</strong> (medidor de aplausos) não seja levado a sério na Berlinale, segundo a diretora do festival <strong>Tricia Tuttle</strong>, ficou claro que o filme conquistou uma recepção calorosa.<br /><br /><a href="https://www.clubedecinema.pt/medicos-legistas-assistem-a-the-monkey-com-osgood-perkins-e-theo-james/">Médicos Legistas Assistem a The Monkey com Osgood Perkins e Theo James</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente competindo pelo <strong>Urso de Ouro</strong>, <em>Blue Moon</em> já é considerado um dos grandes destaques do festival, ao lado de eventos estrelados como as apresentações de <strong>Robert Pattinson</strong> para <em>Mickey 17</em> e <strong>Timothée Chalamet</strong> para <em>A Complete Unknown</em>.</p>
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		<title>“Better Man” – A Vida de Robbie Williams Entre o Brilho e os Demónios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luisa Jorge]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jan 2025 10:56:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Better Man]]></category>
		<category><![CDATA[biografias musicais]]></category>
		<category><![CDATA[carreira solo]]></category>
		<category><![CDATA[cinema musical]]></category>
		<category><![CDATA[filme biográfico]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Gracey]]></category>
		<category><![CDATA[música pop]]></category>
		<category><![CDATA[Robbie Williams]]></category>
		<category><![CDATA[Take That]]></category>
		<category><![CDATA[The Greatest Showman]]></category>
		<category><![CDATA[vício e fama]]></category>
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					<description><![CDATA[Desde o primeiro minuto de&#160;Better Man, fica claro que&#160;Robbie Williams sempre viveu para entreter. O próprio cantor descreve-se como tendo nascido com “jazz hands”, uma metáfora que define não só a sua personalidade carismática, mas também a sua necessidade visceral de ser uma estrela. ver também : 10 Filmes de Terror Found Footage que Quase [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Desde o primeiro minuto de&nbsp;<em>Better Man</em>, fica claro que&nbsp;<strong>Robbie Williams sempre viveu para entreter</strong>. O próprio cantor descreve-se como tendo nascido com “jazz hands”, uma metáfora que define não só a sua personalidade carismática, mas também a sua necessidade visceral de ser uma estrela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/10-filmes-de-terror-found-footage-que-quase-foram-perfeitos-segundo-a-collider/">10 Filmes de Terror Found Footage que Quase Foram Perfeitos segundo a Collider</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com realização de&nbsp;<strong>Michael Gracey</strong>&nbsp;(<em>The Greatest Showman</em>), esta cinebiografia ousada e visualmente exuberante traça a ascensão meteórica de Williams desde a sua infância até ao estrelato, sem ignorar os seus&nbsp;<strong>problemas com a depressão, a solidão e o vício</strong>. O próprio cantor narra o filme e, como seria de esperar, o resultado final é uma obra feita para&nbsp;<strong>entreter, surpreender e emocionar</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Um Macaco Como Metáfora do Sucesso e da Prisão da Fama</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A grande peculiaridade de&nbsp;<em>Better Man</em>&nbsp;é o facto de Robbie Williams ser interpretado, ao longo de todo o filme, por um&nbsp;<strong>macaco CGI</strong>&nbsp;(cuja performance física e voz são de&nbsp;<strong>Jonno Davies</strong>). Uma escolha criativa que nunca é explicada, mas que ganha significado ao longo da narrativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Numa das suas entrevistas a Michael Gracey, Williams terá confessado que muitas vezes se sentia como um&nbsp;<strong>macaco treinado, enviado para entreter as multidões</strong>. O realizador agarrou-se a essa ideia e transformou-a numa metáfora visual arrojada – e embora possa parecer absurda à primeira vista, rapidamente se torna essencial para compreender o que Williams sentia na pele: uma mistura de admiração, prisão e esgotamento emocional.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Do Rapaz Sonhador ao Ícone Pop</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A história começa em&nbsp;<strong>1982, em Stoke-on-Trent</strong>, onde o jovem Robert Williams, desajeitado no futebol e ridicularizado pelos colegas, percebe que a sua vocação está na música e não no desporto. O seu pai, um performer de cabaré, serve-lhe de inspiração – mas também de desilusão, ao abandonar a família.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aos&nbsp;<strong>15 anos, Robbie entra na boy band Take That</strong>, tornando-se instantaneamente um fenómeno entre as adolescentes britânicas. É aí que a sua identidade se perde: o seu nome deixa de ser Robert para se tornar apenas Robbie, moldado pela máquina da indústria musical. A sua avó (Alison Steadman, num desempenho comovente) lamenta a transformação, mas Robbie já está preso ao turbilhão da fama.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Música, Dança e Espetáculo: O Toque de Gracey</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Michael Gracey, que já demonstrou talento para números musicais grandiosos em&nbsp;<em>The Greatest Showman</em>, aplica o mesmo estilo aqui. O grande destaque vai para&nbsp;<strong>uma cena incrível filmada em Regent Street, Londres</strong>, onde Robbie e os Take That vão, literalmente, conquistando o público ao som de&nbsp;<em>Rock DJ</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta sequência encapsula a subida meteórica do cantor:&nbsp;<strong>de um jovem desconhecido a um ícone pop</strong>, tudo em poucos anos. A forma como a fama é retratada – como uma explosão coreografada e caótica – é um dos pontos altos do filme.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O Lado Negro da Fama</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas a ascensão ao estrelato tem o seu preço. Williams afunda-se numa&nbsp;<strong>espiral de vícios</strong>, combinando&nbsp;<strong>depressão, drogas e álcool</strong>. É expulso dos Take That e, determinado a provar que pode ser maior que a banda, embarca numa&nbsp;<strong>carreira a solo triunfante</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O filme explora a sua relação tumultuosa com&nbsp;<strong>Nicole Appleton</strong>&nbsp;(All Saints) e como o seu comportamento autodestrutivo o levou a perder amigos e amores. Uma cena particularmente intensa coloca-o&nbsp;<strong>num campo de batalha medieval</strong>, onde ele luta contra os seus próprios demónios – numa metáfora visual que, embora impressionante, pode parecer um pouco exagerada e autoindulgente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O Pico da Carreira e a Incerteza do Futuro</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos momentos mais memoráveis do filme é a recriação da sua&nbsp;<strong>performance histórica no Festival de Knebworth</strong>, onde cantou para 375.000 fãs em êxtase. Mas, apesar da consagração, Williams sente-se vazio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O filme termina deixando no ar uma questão:&nbsp;<strong>o que acontece quando um artista atinge tudo o que sempre quis, mas continua a sentir-se incompleto?</strong>&nbsp;A resposta talvez esteja no próprio título do filme –&nbsp;<em>Better Man</em>, uma jornada constante para se tornar alguém melhor.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Conclusão: Vale a Pena Assistir?</strong></p>



<iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/ji4EQCAKBWI?si=db1eZndOoGRisHz8" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>



<p class="wp-block-paragraph">Se há algo que&nbsp;<em>Better Man</em>&nbsp;faz bem, é capturar o espírito de Robbie Williams:&nbsp;<strong>exagerado, emocional, carismático e imperfeito</strong>. O filme pode ser longo (135 minutos) e, por vezes, demasiado estilizado, mas consegue manter o espectador agarrado do início ao fim.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se procura um&nbsp;<strong>biopic tradicional, cheio de factos históricos e um tom sóbrio</strong>, esta não é a escolha certa. Mas se gosta de abordagens criativas e arrojadas,&nbsp;<em>Better Man</em>&nbsp;oferece uma&nbsp;<strong>experiência única, cheia de ritmo, emoção e, claro, espetáculo</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2b50.png" alt="⭐" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2b50.png" alt="⭐" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2b50.png" alt="⭐" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> ★☆ (3/4)</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ficha Técnica</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<strong>Título:</strong>&nbsp;<em>Better Man</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<strong>Estreia:</strong>&nbsp;2024</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3a5.png" alt="🎥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<strong>Realização:</strong>&nbsp;Michael Gracey</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ad.png" alt="🎭" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<strong>Elenco:</strong>&nbsp;Robbie Williams (narração), Jonno Davies (motion capture), Steve Pemberton, Alison Steadman</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3b5.png" alt="🎵" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<strong>Género:</strong>&nbsp;Biopic, Musical, Drama</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f39e.png" alt="🎞" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<strong>Duração:</strong>&nbsp;135 minutos</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ad.png" alt="🎭" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<strong>Classificação:</strong>&nbsp;R (conteúdo adulto, drogas, linguagem forte, nudez)</p>
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		<title>Primeiras Imagens de Jeremy Allen White no Papel de Bruce Springsteen em “Deliver Me From Nowhere”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Oct 2024 13:32:49 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[álbum Nebraska]]></category>
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					<description><![CDATA[Jeremy Allen White, conhecido pelo seu papel em&#160;“The Bear”, foi escolhido para interpretar&#160;Bruce Springsteen&#160;no novo biopic&#160;“Deliver Me From Nowhere”, dirigido por&#160;Scott Cooper. Inspirado no livro homónimo de&#160;Warren Zanes, o filme explora o processo de criação de “Nebraska”, o álbum mais introspectivo e pessoal de Springsteen, gravado em 1982. A produção arrancou recentemente, com filmagens em&#160;Nova [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Jeremy Allen White</strong>, conhecido pelo seu papel em&nbsp;<strong>“The Bear”</strong>, foi escolhido para interpretar&nbsp;<strong>Bruce Springsteen</strong>&nbsp;no novo biopic&nbsp;<strong>“Deliver Me From Nowhere”</strong>, dirigido por&nbsp;<strong>Scott Cooper</strong>. Inspirado no livro homónimo de&nbsp;<strong>Warren Zanes</strong>, o filme explora o processo de criação de “Nebraska”, o álbum mais introspectivo e pessoal de Springsteen, gravado em 1982. A produção arrancou recentemente, com filmagens em&nbsp;<strong>Nova Jérsia</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Nova Iorque</strong>, locais intimamente ligados à carreira do músico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também: <a href="https://www.clubedecinema.pt/paul-bettany-regressa-ao-universo-marvel-com-serie-solo-de-vision-novos-desafios-e-velhos-conflitos/" data-type="post" data-id="9622">Paul Bettany Regressa ao Universo Marvel com Série Solo de Vision: Novos Desafios e Velhos Conflitos</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nebraska” é considerado um dos álbuns mais influentes e enigmáticos de Springsteen, conhecido pelo seu tom cru e a sua abordagem minimalista. Gravado sem a participação da&nbsp;<strong>E Street Band</strong>, o álbum foi registado em casa do próprio Springsteen, num gravador de quatro faixas, captando histórias de personagens marginalizadas e em busca de redenção.&nbsp;<strong>Scott Cooper</strong>, que também escreveu o guião, pretende capturar o espírito do álbum e o impacto emocional que a criação de “Nebraska” teve no próprio músico. Cooper afirmou que este filme representa uma oportunidade única de “trazer ao ecrã uma obra marcada pela crueza e resiliência, refletindo a visão artística de Bruce”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O elenco de “Deliver Me From Nowhere” conta ainda com&nbsp;<strong>Stephen Graham</strong>&nbsp;como o pai de Springsteen,&nbsp;<strong>Paul Walter Hauser</strong>&nbsp;no papel de técnico de guitarra e&nbsp;<strong>Odessa Young</strong>&nbsp;como um possível interesse romântico do músico. Jeremy Strong, ator de “Succession”, está também em negociações para interpretar&nbsp;<strong>Jon Landau</strong>, o lendário manager de Springsteen, que influenciou profundamente a sua carreira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/james-franco-e-seth-rogen-o-fim-de-uma-amizade-de-20-anos-apos-escandalos-e-controversias/" data-type="post" data-id="9625">James Franco e Seth Rogen: O Fim de uma Amizade de 20 Anos após Escândalos e Controvérsias</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Cooper, este projeto é uma viagem pessoal e emocional. O realizador expressou a sua admiração pelo álbum, dizendo que “a sua representação da luta e da resiliência humana sempre foi uma inspiração” e que trabalhar com Springsteen e Jon Landau tem sido um “privilégio extraordinário”. A produção, apoiada pela&nbsp;<strong>Disney</strong>&nbsp;e pela&nbsp;<strong>20th Century Studios</strong>, tem estreia prevista para 2024 e promete oferecer uma visão íntima sobre um dos períodos mais reveladores da vida de Springsteen.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560"><p lang="en" dir="ltr">Jeremy Allen White is Bruce Springsteen in <a href="https://twitter.com/hashtag/DeliverMeFromNowhere?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">#DeliverMeFromNowhere</a>. Coming to theaters in 2025. <a href="https://t.co/T5qG9SIvrc">pic.twitter.com/T5qG9SIvrc</a></p>&mdash; 20th Century Studios (@20thcentury) <a href="https://twitter.com/20thcentury/status/1850855190007529716?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">October 28, 2024</a></blockquote> <script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>
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		<title>&#8220;Mitzi Gaynor: A Estrela de &#8216;Ao Sul do Pacífico&#8217; Despede-se aos 93 Anos&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Oct 2024 15:49:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Mitzi Gaynor, uma das estrelas mais marcantes do cinema musical dos anos 50 e 60, faleceu aos 93 anos, deixando um legado inegável no mundo do entretenimento. A atriz, cantora e dançarina ficou eternamente associada ao seu papel no icónico filme&#160;Ao Sul do Pacífico&#160;(South Pacific, no título original), lançado em 1958, onde interpretou a enfermeira [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Mitzi Gaynor, uma das estrelas mais marcantes do cinema musical dos anos 50 e 60, faleceu aos 93 anos, deixando um legado inegável no mundo do entretenimento. A atriz, cantora e dançarina ficou eternamente associada ao seu papel no icónico filme&nbsp;<em>Ao Sul do Pacífico</em>&nbsp;(<em>South Pacific</em>, no título original), lançado em 1958, onde interpretou a enfermeira Nellie Forbush, conquistando o coração de milhões de espectadores e uma nomeação para os Globos de Ouro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nascida a 4 de setembro de 1931, em Chicago, com o nome Francesca Mitzi Marlene de Czanyi von Gerber, Gaynor era filha de um maestro húngaro e de uma dançarina de vaudeville. Desde cedo, a sua inclinação para o espetáculo tornou-se evidente, e ela rapidamente se destacou no palco e no ecrã.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O seu maior sucesso cinematográfico veio com&nbsp;<em>Ao Sul do Pacífico</em>, uma adaptação da obra de Rodgers e Hammerstein, onde protagonizou momentos musicais inesquecíveis como &#8220;I&#8217;m Gonna Wash That Man Right Outa My Hair&#8221; e &#8220;I&#8217;m in Love with a Wonderful Guy&#8221;. A banda sonora do filme permaneceu no topo da tabela da Billboard por 31 semanas, tornando-se um dos álbuns mais vendidos da época.</p>



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<p class="wp-block-paragraph">Apesar de se ter retirado do cinema no final dos anos 60, quando os grandes musicais começaram a perder popularidade, Gaynor continuou a brilhar nos palcos de Las Vegas e em espetáculos televisivos, onde ganhou vários prémios Emmy. Para muitos, ela representou a essência do glamour da era de ouro dos musicais de Hollywood.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sua carreira cinematográfica incluiu outros títulos notáveis, como&nbsp;<em>Parada de Estrelas</em>&nbsp;(1954), onde contracenou com Marilyn Monroe, e&nbsp;<em>A Quadrilha do Amor</em>&nbsp;(1956), ao lado de Bing Crosby. Contudo, foi o seu papel como Nellie Forbush que a imortalizou, um símbolo de uma época em que os musicais dominavam Hollywood.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mitzi Gaynor faleceu pacificamente em Los Angeles, de causas naturais. A sua partida marca o fim de uma era, mas o seu legado continuará a brilhar através dos seus filmes e das memórias que deixou nos corações dos fãs do cinema musical.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Contagem de palavras</strong>: 311</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Palavras sugeridas para SEO</strong>: Mitzi Gaynor, Ao Sul do Pacífico, South Pacific, musicais de Hollywood, Nellie Forbush, Rodgers e Hammerstein, cinema musical, anos 50, Las Vegas, prémios Emmy.</p>
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