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	<title>cinema francês &#8211; Clube de Cinema</title>
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	<title>cinema francês &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>Morreu Brigitte Bardot, Ícone Absoluto do Cinema Francês, aos 91 Anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Dec 2025 16:14:53 +0000</pubDate>
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<p>A morte de&nbsp;<strong>Brigitte Bardot</strong>, aos 91 anos, assinala o desaparecimento de uma das figuras mais marcantes — e contraditórias — da história do cinema europeu. Atriz, musa, símbolo sexual, fenómeno mediático global e, mais tarde, ativista radical pelos direitos dos animais, Bardot foi muito mais do que uma estrela: foi um choque cultural à escala mundial.</p>



<p>ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/imperio-da-extravagancia-babylon-celebra-e-destroi-o-sonho-de-hollywood-no-tvcine-top/">Império da extravagância: Babylon celebra e destrói o sonho de Hollywood no TVCine Top</a></p>



<p>Apesar de se ter afastado do cinema há mais de meio século, a sua imagem continuou a atravessar gerações. O simples uso das iniciais “BB” tornou-se sinónimo de liberdade, provocação e uma feminilidade que desafiou frontalmente os códigos morais da década de 1950. A sua consagração chegou com&nbsp;<em>E Deus Criou a Mulher</em>, realizado por&nbsp;<strong>Roger Vadim</strong>, um filme que escandalizou plateias e transformou Bardot numa estrela planetária, numa altura em que Hollywood ainda vivia sob forte censura moral.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="960" height="930" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/12/820779.jpeg" alt="" class="wp-image-22557" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/12/820779.jpeg 960w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/12/820779-300x291.jpeg 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/12/820779-768x744.jpeg 768w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></figure>



<p>Nascida em Paris em 1934, Brigitte Anne-Marie Bardot teve formação em ballet, entrou cedo no mundo da moda e rapidamente despertou a atenção do cinema. Os primeiros anos foram marcados por filmes de sucesso irregular, mas a sua presença mediática — sobretudo em Cannes — já era avassaladora. A partir do final dos anos 1950, Bardot tornou-se o rosto de uma nova Europa culturalmente libertária, eclipsando fronteiras linguísticas e rivalizando em notoriedade com estrelas americanas como Marilyn Monroe.</p>



<p>A década de 1960 consolidou o seu estatuto artístico. Trabalhou com realizadores como&nbsp;<strong>Henri-Georges Clouzot</strong>,&nbsp;<strong>Louis Malle</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Jean-Luc Godard</strong>, destacando-se em filmes como&nbsp;<em>La vérité</em>&nbsp;e&nbsp;<em>O Desprezo</em>. Paradoxalmente, quanto maior era o reconhecimento artístico, mais insuportável se tornava para ela o peso da fama. A perseguição obsessiva dos paparazzi e uma vida pessoal permanentemente exposta acabariam por empurrá-la para uma retirada precoce.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img decoding="async" width="640" height="360" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/12/7b565930-aba7-11f0-b5b7-b95a877c7165.jpg.webp" alt="" class="wp-image-22558" style="width:805px;height:auto" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/12/7b565930-aba7-11f0-b5b7-b95a877c7165.jpg.webp 640w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/12/7b565930-aba7-11f0-b5b7-b95a877c7165.jpg-300x169.webp 300w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></figure>



<p>Em 1973, aos 38 anos, Bardot abandona definitivamente o cinema. O gesto foi radical e sem regresso. Refugiou-se em La Madrague, em Saint-Tropez, e iniciou aquilo que considerava a “segunda vida”: uma dedicação absoluta à defesa dos animais. Fundou a Fundação Brigitte Bardot e tornou-se uma das vozes mais influentes — e controversas — do ativismo animal na Europa, denunciando práticas como a caça às focas, a experimentação animal e o uso de peles.</p>



<p>Esse mesmo radicalismo marcou também o lado mais sombrio do seu legado. As posições políticas extremadas, declarações contra imigração, o Islão e minorias, valeram-lhe várias condenações judiciais por incitamento ao ódio racial e um progressivo afastamento do consenso público. Bardot nunca recuou. Pelo contrário, assumiu sempre a coerência entre as suas convicções e o isolamento que elas implicavam.</p>



<p>ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/alec-baldwin-o-peso-invisivel-de-rust-e-a-ferida-que-nao-fecha-em-hollywood/">Alec Baldwin, o Peso Invisível de Rust e a Ferida que Não Fecha em Hollywood</a></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="689" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/12/brigitte-bardot-3.jpg-1024x689.webp" alt="" class="wp-image-22556" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/12/brigitte-bardot-3.jpg-1024x689.webp 1024w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/12/brigitte-bardot-3.jpg-300x202.webp 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/12/brigitte-bardot-3.jpg-768x517.webp 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/12/brigitte-bardot-3.jpg.webp 1320w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>A sua morte fecha um capítulo essencial da história do cinema francês e europeu. Brigitte Bardot foi simultaneamente libertação e polémica, arte e escândalo, ícone cultural e figura fraturante. Poucas estrelas ousaram viver — e pagar — com tamanha intensidade a liberdade que reivindicavam.</p>



<p></p>
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		<title>Al Pacino e Kiefer Sutherland Juntam-se em Father Joe: O Novo Thriller de Luc Besson Promete Sangue, Fé e Vingança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Oct 2025 10:14:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Nos anos 90 em Manhattan, um padre decide enfrentar o submundo do crime — e o resultado é explosivo. Luc Besson está de volta aos filmes de acção com estilo, e desta vez traz dois pesos pesados do cinema:&#160;Al Pacino&#160;e&#160;Kiefer Sutherland. O novo projecto chama-se&#160;Father Joe&#160;e promete um duelo moral e físico entre um padre [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Nos anos 90 em Manhattan, um padre decide enfrentar o submundo do crime — e o resultado é explosivo.</strong></p>



<p>Luc Besson está de volta aos filmes de acção com estilo, e desta vez traz dois pesos pesados do cinema:&nbsp;<strong>Al Pacino</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Kiefer Sutherland</strong>. O novo projecto chama-se&nbsp;<em>Father Joe</em>&nbsp;e promete um duelo moral e físico entre um padre armado de fé (e armas de grosso calibre) e um impiedoso chefe da máfia nova-iorquina.</p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/mr-scorsese-ia-ser-um-filme-de-2-horas-ate-rebecca-miller-perceber-que-isso-era-impossivel/">“Mr. Scorsese” ia ser um filme de 2 horas — até Rebecca Miller perceber que isso era “impossível”</a></p>



<p>Segundo o&nbsp;<em>Variety</em>,&nbsp;<strong>Sutherland</strong>&nbsp;interpreta o protagonista — um homem de fé que decide declarar guerra ao crime organizado na Nova Iorque dos anos 90.&nbsp;<strong>Pacino</strong>, por sua vez, será o poderoso mafioso cujo império entra em rota de colisão com a cruzada do padre. A jovem actriz&nbsp;<strong>Ever Anderson</strong>&nbsp;(a Natasha Romanoff em criança em&nbsp;<em>Black Widow</em>) junta-se ao elenco como uma mulher dividida entre a redenção e o perigo, sob a tutela de Father Joe.</p>



<p>A realização estará a cargo de&nbsp;<strong>Barthélémy Grossmann</strong>, conhecido por&nbsp;<em>Arthur: Malediction</em>, enquanto o argumento e a produção são assinados pelo próprio&nbsp;<strong>Luc Besson</strong>. As filmagens começam já em meados de Outubro.</p>



<p>Num comunicado, Sutherland confessou o entusiasmo:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Sou fã de Luc Besson desde&nbsp;<em>Subway</em>. Como realizador e argumentista, tem uma capacidade única de entrelaçar drama e acção sem sacrificar nenhum dos dois. Estou entusiasmado por trabalhar com ele neste projecto.”</p>
</blockquote>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O regresso de Besson à velha forma?</strong></h3>



<p>Depois de altos e baixos — recorde-se&nbsp;<em>Valerian and the City of a Thousand Planets</em>, que dividiu fãs e críticos — Luc Besson parece regressar ao território que domina: acção estilizada, dilemas morais e personagens intensas.</p>



<p>O cineasta francês ainda colhe elogios pelo seu mais recente filme,&nbsp;<em>Dracula: A Love Tale</em>, protagonizado por&nbsp;<strong>Caleb Landry Jones</strong>, uma versão gótica e romântica do vampiro de Bram Stoker que estreou este verão em França com críticas positivas. O filme chega à América do Norte em Fevereiro de 2026, distribuído pela Vertical.</p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/a-homenagem-comovente-de-keanu-reeves-a-diane-keaton-uma-pessoa-unica-e-extraordinaria/">A Homenagem comovente de Keanu Reeves a Diane Keaton: “Uma pessoa única e extraordinária”</a></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“É uma história de amor acima de tudo — um&nbsp;<em>Drácula</em>&nbsp;visto sob uma nova luz, como um homem que procura a mulher perdida há quatrocentos anos”, explicou Besson, emocionado com a recepção do público.</p>
</blockquote>



<p>Com&nbsp;<em>Father Joe</em>, o realizador parece pronto para trocar a capa do conde pela batina de um guerreiro urbano — e se o elenco cumprir o que promete, esta poderá ser a redenção cinematográfica que os fãs de&nbsp;<em>O Quinto Elemento</em>&nbsp;esperavam há anos.</p>



<p></p>
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		<title>Clássicos: Luis Buñuel — O Mestre do Surrealismo Regressa ao TVCine Edition 🎥✨</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Oct 2025 10:22:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Em Casa]]></category>
		<category><![CDATA[Canais TV Cine]]></category>
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					<description><![CDATA[De A Bela de Dia a Este Obscuro Objeto do Desejo, quatro sábados dedicados ao génio provocador que desafiou o cinema e a moral O mês de outubro no TVCine Edition é dedicado a um dos nomes mais audaciosos e revolucionários da história do cinema: Luis Buñuel. De 11 de outubro a 1 de novembro, todos os sábados [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>De A Bela de Dia a Este Obscuro Objeto do Desejo, quatro sábados dedicados ao génio provocador que desafiou o cinema e a moral</strong></p>



<p>O mês de outubro no <strong>TVCine Edition</strong> é dedicado a um dos nomes mais audaciosos e revolucionários da história do cinema: <strong>Luis Buñuel</strong>. De <strong>11 de outubro a 1 de novembro</strong>, todos os sábados às <strong>22h00</strong>, o canal exibe o especial <strong>“Clássicos: Luis Buñuel”</strong>, com quatro obras essenciais do realizador espanhol que transformou o surrealismo numa arma contra a hipocrisia da sociedade burguesa.</p>



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<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/zelda-williams-critica-videos-de-ia-com-o-pai-parem-e-nojento-e-nao-e-arte-%f0%9f%92%94%f0%9f%a4%96/">Zelda Williams Critica Vídeos de IA com o Pai: “Parem. É Nojento e Não É Arte” <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f494.png" alt="💔" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f916.png" alt="🤖" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> As últimas obras de um subversivo</strong></h4>



<p>Buñuel sempre foi o cineasta que ousou apontar o absurdo escondido sob a rotina. Entre o sonho e a moral, o sagrado e o profano, os seus filmes questionam a fé, o desejo e a razão — com ironia, irreverência e um olhar profundamente humano. O especial do TVCine Edition percorre o período final da sua carreira, marcado por sátiras mordazes e visões poéticas que continuam a desafiar espectadores e cineastas meio século depois.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f339.png" alt="🌹" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> A Bela de Dia (1967)</strong></h4>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>11 de outubro, às 22h00</strong></p>



<p>Catherine Deneuve é Séverine, uma mulher que, sufocada pela monotonia da vida conjugal, procura libertação num bordel luxuoso. Buñuel transforma a história de desejo e repressão num retrato elegante e perverso sobre o conflito entre o corpo e a moral. Um dos seus filmes mais celebrados — e também um dos mais provocadores.</p>



<p></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f37d.png" alt="🍽" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> O Charme Discreto da Burguesia (1972)</strong></h4>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>18 de outubro, às 22h00</strong></p>



<p>Um grupo de amigos da alta sociedade tenta jantar em conjunto — mas algo (ou tudo) corre sempre mal. O filme, vencedor do <strong>Óscar de Melhor Filme Estrangeiro</strong>, é uma deliciosa comédia sobre a hipocrisia da classe burguesa e a absurda tentativa de manter as aparências num mundo em colapso.</p>



<p></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f54a.png" alt="🕊" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> O Fantasma da Liberdade (1974)</strong></h4>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>25 de outubro, às 22h00</strong></p>



<p>Uma sucessão de episódios surreais desafia a lógica narrativa e o próprio conceito de liberdade. De Napoleão a Toledo, de estátuas que ganham vida a médicos insones, Buñuel compõe uma fábula anárquica sobre a desordem do mundo moderno. É o seu filme mais livre — e talvez o mais Buñuel de todos.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f525.png" alt="🔥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Este Obscuro Objeto do Desejo (1977)</strong></h4>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>1 de novembro, às 22h00</strong></p>



<p>O derradeiro filme de Buñuel é uma meditação irónica sobre o desejo masculino. Fernando Rey interpreta um homem obcecado por uma mulher que é interpretada por <strong>duas atrizes diferentes</strong> — <strong>Carole Bouquet</strong> e <strong>Ángela Molina</strong> —, num jogo de duplicidade e frustração. Uma despedida magistral de um artista que transformou a provocação em arte.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f9e0.png" alt="🧠" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> O legado de Buñuel</strong></h4>



<p>Colaborador de <strong>Salvador Dalí</strong>, Buñuel quebrou convenções narrativas e visuais desde os tempos de <em>Um Cão Andaluz</em> e <em>A Idade do Ouro</em>. Ao longo de décadas, construiu uma obra transnacional — entre Espanha, México e França — que combina a crítica social, o humor negro e o inconsciente freudiano.</p>



<p>O especial <strong>“Clássicos: Luis Buñuel”</strong> é, assim, uma oportunidade rara para revisitar a mente de um cineasta que <strong>fez do escândalo uma forma de pensar</strong> e da imaginação uma forma de resistência.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4fa.png" alt="📺" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>Clássicos: Luis Buñuel</strong></p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f5d3.png" alt="🗓" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> De <strong>11 de outubro a 1 de novembro</strong>, todos os <strong>sábados às 22h00</strong></p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/tron-ares-as-primeiras-reacoes-ao-regresso-da-saga-sao-electrificantes-%e2%9a%a1%f0%9f%8e%ac/">Tron: Ares — As Primeiras Reações ao Regresso da Saga São Electrificantes <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/26a1.png" alt="⚡" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>
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		<title>O Fabuloso Destino de Amélie Regressa em 4K à 26.ª Festa do Cinema Francês: Um Antídoto Contra o “Scroll” Infinito</title>
		<link>https://clubedecinema.pt/o-fabuloso-destino-de-amelie-regressa-em-4k-a-26-a-festa-do-cinema-frances-um-antidoto-contra-o-scroll-infinito/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Sep 2025 08:02:34 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Montmartre]]></category>
		<category><![CDATA[O Fabuloso Destino de Amélie]]></category>
		<category><![CDATA[restauro 4K]]></category>
		<category><![CDATA[Yann Tiersen]]></category>
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					<description><![CDATA[Amélie volta a Montmartre Vinte e quatro anos depois da estreia,&#160;O Fabuloso Destino de Amélie&#160;regressa às salas portuguesas no dia&#160;2 de outubro, em cópia restaurada 4K, como parte da programação da&#160;26.ª Festa do Cinema Francês. A obra-prima de&#160;Jean-Pierre Jeunet, protagonizada por&#160;Audrey Tautou, ganha assim nova vida e novas cores, devolvendo ao grande ecrã o bairro [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>Amélie volta a Montmartre</strong></p>



<p>Vinte e quatro anos depois da estreia,&nbsp;<em>O Fabuloso Destino de Amélie</em>&nbsp;regressa às salas portuguesas no dia&nbsp;<strong>2 de outubro</strong>, em cópia restaurada 4K, como parte da programação da&nbsp;<strong>26.ª Festa do Cinema Francês</strong>. A obra-prima de&nbsp;<strong>Jean-Pierre Jeunet</strong>, protagonizada por&nbsp;<strong>Audrey Tautou</strong>, ganha assim nova vida e novas cores, devolvendo ao grande ecrã o bairro de Montmartre como memória poética e crítica social.</p>



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<h4 class="wp-block-heading"><strong>O restauro que nos ensina a olhar</strong></h4>



<p>Não se trata apenas de afinar pixels: o 4K devolve intensidade às cores e à textura do mundo de Amélie. O vermelho das framboesas, o verde dos candeeiros e o amarelo nostálgico das paredes parecem agora mais vivos, quase como se saíssem do interior de uma lembrança. Mas a verdadeira diferença sente-se numa sala cheia: o riso cúmplice, o suspiro sincronizado ou o silêncio antes do quebrar do caramelo no crème brûlée.</p>



<p>ver também: <a href="https://www.clubedecinema.pt/quentin-tarantino-recorda-o-fracasso-de-death-proof-e-como-voltou-ao-topo/">Quentin Tarantino Recorda o Fracasso de Death Proof e Como Voltou ao Topo</a></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Amélie no tempo das redes</strong></h4>



<p>O regresso de Amélie ganha ainda mais força em 2025, quando a ingenuidade doce da personagem parece incompatível com a lógica frenética das redes sociais. A sua missão mínima — melhorar discretamente a vida dos outros — hoje seria facilmente confundida com “marketing de influência” ou ironizada num feed. Mas é precisamente essa ingenuidade que funciona como antídoto num mundo saturado de métricas, curtidas e notificações.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Uma obra maior do cinema francês</strong></h4>



<p>Jean-Pierre Jeunet assinou aqui a sua obra definitiva, Audrey Tautou não interpreta: habita. E Yann Tiersen não apenas compôs uma banda sonora: respirou com o filme. O resultado é um hino às pequenas coisas, à cortesia e à resistência contra a pressa.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Um convite à partilha</strong></h4>



<p>Rever&nbsp;<em>O Fabuloso Destino de Amélie</em>&nbsp;é, hoje, um ato de higiene sensorial. Não é nostalgia, mas um lembrete de que a felicidade pode estar no detalhe — no gesto simples que muda um dia ou numa ternura sem ironia.</p>



<p>ver também: <a href="https://www.clubedecinema.pt/trump-quer-impor-tarifas-de-100-a-filmes-estrangeiros-hollywood-em-alerta/">Trump Quer Impor Tarifas de 100% a Filmes Estrangeiros: Hollywood em Alerta</a></p>



<p>O conselho é simples:&nbsp;<strong>levem quem nunca viu Amélie em sala de cinema</strong>. Levem quem pensa que já chega o streaming. Levem quem precisa de reaprender a ver com calma. Depois, sim, brindem ao filme — não porque agora é mais nítido, mas porque nos devolve algo raro: a capacidade de olhar com atenção e sentir com o espírito.</p>
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		<title>Umas Férias à Força: A Comédia Francesa Que Conquistou Milhões e Chega Agora a Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2025 10:22:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Meio]]></category>
		<category><![CDATA[A Chegar]]></category>
		<category><![CDATA[Alice Belaïdi]]></category>
		<category><![CDATA[Artus]]></category>
		<category><![CDATA[cinema francês]]></category>
		<category><![CDATA[Clovis Cornillac]]></category>
		<category><![CDATA[comédia francesa 2025]]></category>
		<category><![CDATA[Marc Riso]]></category>
		<category><![CDATA[NOS Audiovisuais]]></category>
		<category><![CDATA[Umas Férias à Força]]></category>
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					<description><![CDATA[A comédia francesa Umas Férias à Força estreia nos cinemas portugueses a 11 de setembro, depois de se ter tornado um fenómeno em França, onde foi visto por mais de 11 milhões de espetadores — o maior sucesso do cinema francês desde 2010. ver também : Jennifer Aniston e Charlie Day Querem Horrible Bosses 3 — E Já Há Conversas Sobre o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A comédia francesa <strong>Umas Férias à Força</strong> estreia nos cinemas portugueses a <strong>11 de setembro</strong>, depois de se ter tornado um fenómeno em França, onde foi visto por mais de <strong>11 milhões de espetadores</strong> — o maior sucesso do cinema francês desde 2010.</p>



<iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/7tXihUQ2hr0?si=lAZNovaDknSLBtf9" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/jennifer-aniston-e-charlie-day-querem-horrible-bosses-3-e-ja-ha-conversas-sobre-o-regresso/">Jennifer Aniston e Charlie Day Querem Horrible Bosses 3 — E Já Há Conversas Sobre o Regresso</a></p>



<h1 class="wp-block-heading"><strong>Uma fuga transformada em experiência de vida</strong></h1>



<p>O filme acompanha um pai e um filho que, em plena fuga da polícia, acabam por se esconder numa colónia de férias destinada a jovens adultos com deficiência. Para não levantarem suspeitas, assumem os papéis de educador e utente, dando início a uma série de sarilhos que rapidamente se transforma numa experiência profundamente humana.</p>



<p>Aquilo que começou como um plano improvisado evolui para uma jornada marcada pela empatia, pela amizade e pelo poder transformador da convivência.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Elenco e sensibilidade sem clichés</strong></h3>



<p>Com interpretações de&nbsp;<strong>Artus, Clovis Cornillac, Alice Belaïdi e Marc Riso</strong>,&nbsp;<em>Umas Férias à Força</em>&nbsp;mistura&nbsp;<strong>humor inteligente com emoção genuína</strong>, recusando moralismos ou estereótipos. O resultado é uma comédia com leveza, mas que não abdica da sua mensagem sobre inclusão e solidariedade.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O fenómeno francês</strong></h3>



<p>Em França, o filme não foi apenas um sucesso de bilheteira — foi um verdadeiro acontecimento cultural, provando que as comédias ainda conseguem reunir milhões de pessoas em torno da experiência coletiva do cinema. Agora, chega às salas portuguesas com a promessa de repetir a fórmula: rir, emocionar e, acima de tudo, tocar o público.</p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/margot-robbie-e-colin-farrell-vivem-uma-oportunidade-unica-em-uma-grande-corajosa-e-bela-viagem/">Margot Robbie e Colin Farrell Vivem uma Oportunidade Única em Uma Grande, Corajosa e Bela Viagem</a></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Estreia em setembro</strong></h3>



<p>Distribuído pela&nbsp;<strong>NOS Audiovisuais</strong>,&nbsp;<em>Umas Férias à Força</em>&nbsp;estreia a&nbsp;<strong>11 de setembro</strong>&nbsp;em todo o país, prometendo ser uma das comédias mais refrescantes da rentrée.</p>
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		<title>Catherine Breillat em Destaque: TVCine Edition Exibe Especial Dedicado à Realizadora Francesa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Jul 2025 12:37:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Canais TV Cine]]></category>
		<category><![CDATA[Em Casa]]></category>
		<category><![CDATA[Anatomia do Inferno]]></category>
		<category><![CDATA[Catherine Breillat TVCine]]></category>
		<category><![CDATA[cinema do corpo]]></category>
		<category><![CDATA[cinema francês]]></category>
		<category><![CDATA[erotismo no cinema]]></category>
		<category><![CDATA[filmes Catherine Breillat]]></category>
		<category><![CDATA[No Verão Passado filme]]></category>
		<category><![CDATA[Romance 1999]]></category>
		<category><![CDATA[TVCine Edition agosto]]></category>
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					<description><![CDATA[De Romance a No Verão Passado, uma retrospetiva ousada e provocadora todas as sextas e sábados de agosto, à meia-noite ver também: A Hora do Desaparecimento: Filme de Terror com Josh Brolin Estreia a 7 de Agosto e Já Tem 100% no Rotten Tomatoes Agosto promete noites intensas no TVCine Edition. O canal vai dedicar todas as sextas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>De Romance a No Verão Passado, uma retrospetiva ousada e provocadora todas as sextas e sábados de agosto, à meia-noite</strong></p>



<iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/3VKjqy0nubU?si=Buozqlg5noYO-OSi" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>



<p>ver também: <a href="https://www.clubedecinema.pt/a-hora-do-desaparecimento-filme-de-terror-com-josh-brolin-estreia-a-7-de-agosto-e-ja-tem-100-no-rotten-tomatoes/">A Hora do Desaparecimento: Filme de Terror com Josh Brolin Estreia a 7 de Agosto e Já Tem 100% no Rotten Tomatoes</a></p>



<p>Agosto promete noites intensas no TVCine Edition. O canal vai dedicar todas as sextas e sábados do mês, à meia-noite, ao cinema provocador e visceral de&nbsp;<strong>Catherine Breillat</strong>, com uma seleção de filmes que exploram o erotismo, o desejo, a sexualidade feminina e o poder nas relações humanas com a frontalidade característica da realizadora francesa.</p>



<p>De obras clássicas como&nbsp;<em>Romance</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Para a Minha Irmã</em>&nbsp;até ao recente&nbsp;<em>No Verão Passado</em>, a retrospetiva convida os espectadores a mergulhar no chamado&nbsp;<strong>“cinema do corpo”</strong>, género onde Breillat é figura central — sempre disposta a desafiar convenções e a pôr o dedo nas feridas da moralidade social.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Uma realizadora que provoca e transforma</strong></h2>



<p>Catherine Breillat é cineasta, argumentista e romancista. Ao longo da sua carreira, foi premiada em festivais como Cannes, Berlim e Veneza, sendo frequentemente elogiada pela ousadia com que aborda temas como sexualidade, abuso, desigualdade e relações de poder — e também criticada pela crueza visual das suas imagens.</p>



<p>A retrospetiva inclui&nbsp;<strong>nove dos seus filmes mais marcantes</strong>, entre histórias contemporâneas e reinterpretações feministas de contos clássicos, como&nbsp;<em>A Bela Adormecida</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Barba Azul</em>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Destaques da programação</strong></h2>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f7e3.png" alt="🟣" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<strong>1 de agosto – Romance</strong></p>



<p>Uma professora procura satisfação sexual fora da relação com o namorado, mergulhando em práticas BDSM. Com Caroline Ducey e Rocco Siffredi.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f7e3.png" alt="🟣" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<strong>2 de agosto – Para a Minha Irmã</strong></p>



<p>Duas irmãs confrontam-se com a descoberta da sexualidade durante as férias. Prémio Manfred Salzgeber em Berlim.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f7e3.png" alt="🟣" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<strong>8 de agosto – Sex Is Comedy</strong></p>



<p>Uma sátira aos bastidores da rodagem de uma cena de sexo, inspirada nas experiências da própria realizadora.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f7e3.png" alt="🟣" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<strong>9 de agosto – Anatomia do Inferno</strong></p>



<p>Uma mulher paga a um homem gay para a observar nua durante quatro noites, numa reflexão profunda sobre o corpo feminino.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f7e3.png" alt="🟣" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<strong>15 de agosto – A Última Amante</strong></p>



<p>Drama histórico sobre um triângulo amoroso parisiense do século XIX. Com Asia Argento.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f7e3.png" alt="🟣" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<strong>16 de agosto – Barba Azul</strong></p>



<p>Reinterpretação do conto clássico com um subtexto feminista e psicológico.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f7e3.png" alt="🟣" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<strong>22 de agosto – A Bela Adormecida</strong></p>



<p>Uma versão onírica e subversiva do conto de fadas, com uma heroína à procura de identidade.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f7e3.png" alt="🟣" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<strong>23 de agosto – Uma Relação Abusiva</strong></p>



<p>Inspirado na experiência real de Breillat após sofrer um AVC. Com Isabelle Huppert.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f7e3.png" alt="🟣" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<strong>29 de agosto – No Verão Passado</strong></p>



<p>O mais recente filme da cineasta, sobre uma advogada que se envolve com o enteado adolescente. Uma obra polémica e intensa.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A não perder</strong></h2>



<p>O especial&nbsp;<em>O Cinema de Catherine Breillat</em>&nbsp;será exibido&nbsp;<strong>de 1 a 29 de agosto</strong>,&nbsp;<strong>sempre à meia-noite</strong>&nbsp;às&nbsp;<strong>sextas e sábados</strong>, em exclusivo no&nbsp;<strong>TVCine Edition</strong>&nbsp;e no serviço de streaming&nbsp;<strong>TVCine+</strong>.</p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/eddie-murphy-vai-ser-o-novo-inspector-clouseau-em-the-pink-panther-e-a-pantera-cor-de-rosa-nunca-teve-tanto-estilo/">Eddie Murphy Vai Ser o Novo Inspector Clouseau em The Pink Panther — E a Pantera Cor-de-Rosa Nunca Teve Tanto Estilo</a></p>



<p>Para quem nunca viu um filme de Breillat, esta é a oportunidade ideal para descobrir uma voz única e corajosa no cinema contemporâneo. Para os fãs, é o regresso a um universo que continua, décadas depois, a provocar, a questionar — e a deixar marca.</p>
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		<title>Dracula: A Love Tale — Luc Besson Morde Bram Stoker com Estilo…</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2025 09:07:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Meio]]></category>
		<category><![CDATA[A Chegar]]></category>
		<category><![CDATA[Bram Stoker]]></category>
		<category><![CDATA[Caleb Landry Jones]]></category>
		<category><![CDATA[cinema francês]]></category>
		<category><![CDATA[cinema gótico]]></category>
		<category><![CDATA[crítica filme Drácula]]></category>
		<category><![CDATA[Danny Elfman]]></category>
		<category><![CDATA[Dracula A Love Tale]]></category>
		<category><![CDATA[filme Drácula 2025]]></category>
		<category><![CDATA[Luc Besson]]></category>
		<category><![CDATA[Zoë Bleu]]></category>
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					<description><![CDATA[O novo filme do realizador de O Quinto Elemento aposta na estética gótica e no erotismo, mas perde-se numa história de amor tão superficial quanto estereotipada Luc Besson está de volta ao cinema fantástico com&#160;Dracula: A Love Tale, uma ambiciosa adaptação (romântica, segundo o próprio) do clássico de Bram Stoker. Estreia a 30 de Julho em Portugal [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>O novo filme do realizador de O Quinto Elemento aposta na estética gótica e no erotismo, mas perde-se numa história de amor tão superficial quanto estereotipada</strong></p>



<iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/HueDoAUsL6g?si=N46geza4F4HhCDSu" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>



<p>Luc Besson está de volta ao cinema fantástico com&nbsp;<em>Dracula: A Love Tale</em>, uma ambiciosa adaptação (romântica, segundo o próprio) do clássico de Bram Stoker. Estreia a 30 de Julho em Portugal e promete mergulhar o espectador num ambiente gótico, sensual e visualmente exuberante — tudo ao estilo característico do realizador francês.</p>



<p>ver também : B<a href="https://www.clubedecinema.pt/ben-stiller-celebra-os-pais-em-documentario-emotivo-stiller-meara-nothing-is-lost/">en Stiller Celebra os Pais em Documentário Emotivo: Stiller &amp; Meara: Nothing Is Lost</a></p>



<p>Mas se a promessa era reinventar a lenda do mais célebre dos vampiros, o resultado é mais uma incursão nos terrenos batidos do cliché, com muito fogo-de-artifício visual e pouca substância emocional.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um amor que atravessa os séculos… mas sem grande alma</strong></h2>



<p>A narrativa segue os passos do príncipe Vladimir e da princesa Elisabeta, cuja paixão trágica no coração da Transilvânia medieval acaba em maldição. O príncipe, desesperado pela morte da sua amada, blasfema contra Deus e é condenado à vida eterna como o temível Conde Drácula. Séculos depois, em plena Paris de 1889 (com a recém-erigida Torre Eiffel como pano de fundo), encontra uma jovem que acredita ser a reencarnação de Elisabeta: Mina.</p>



<p>Se esta premissa soa familiar, é porque o filme pisa exactamente os mesmos terrenos de&nbsp;<em>Bram Stoker’s Dracula</em>&nbsp;de Coppola, mas com menos profundidade e mais efeitos visuais.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Visualmente exuberante, narrativamente frouxo</strong></h2>



<p>Com um orçamento de&nbsp;<strong>45 milhões de euros</strong>, Besson não poupou na produção: figurinos detalhados, cenários sumptuosos, planos rápidos como videoclipes e uma banda sonora arrebatadora de&nbsp;<strong>Danny Elfman</strong>, o compositor habitual de Tim Burton.</p>



<p>O elenco é igualmente ecléctico:&nbsp;<strong>Caleb Landry Jones</strong>&nbsp;(num Drácula perturbador e magnético),&nbsp;<strong>Zoë Bleu</strong>&nbsp;(filha de Rosanna Arquette, aqui numa prestação surpreendente e intensa como Elisabeta/Mina),&nbsp;<strong>Christoph Waltz</strong>&nbsp;como um enigmático padre e&nbsp;<strong>Guillaume de Tonquédec</strong>&nbsp;como médico. A diversidade do elenco é louvável, mas nem sempre serve a coerência do enredo.</p>



<p>E é justamente no coração emocional do filme — a tal “história de amor” — que tudo vacila.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Uma paixão de plástico</strong></h2>



<p>Besson explora abertamente o erotismo da lenda de Drácula, mas fá-lo de forma superficial e quase adolescente. O filme começa com uma cena sexual marcada por uma representação algo inquietante de dominação, e avança com uma sucessão de momentos que parecem saídos de um catálogo de paixões teen mal escritas. A ausência de diálogo real entre os protagonistas impede qualquer desenvolvimento emocional significativo.</p>



<p>Pior: a personagem feminina é reduzida a um espelho do desejo masculino. Elisabeta/Mina, apesar do talento de Zoë Bleu, vive eternamente sob o olhar e o capricho de Drácula, nunca sendo verdadeiramente agente da sua própria história. É uma musa sacrificada, passiva, silenciada — e esse é talvez o verdadeiro horror do filme.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um regresso às origens… ou um passo atrás?</strong></h2>



<p>Besson volta a mergulhar no fantástico como fez em&nbsp;<em>O Quinto Elemento</em>, mas desta vez sem a ousadia que o caracterizou. Em vez de reinventar ou desafiar o texto original de Stoker, opta por uma leitura convencional e datada, onde a estética prevalece sobre a emoção, e o romantismo sobrevive à custa de lugares-comuns.</p>



<p>ver também : F<strong><a href="https://www.clubedecinema.pt/fantastic-four-first-steps-quase-ultrapassa-superman-mas-o-verdadeiro-vencedor-e-o-cinema/">antastic Four: First Steps Quase Ultrapassa Superman — Mas o Verdadeiro Vencedor é… o Cinema</a><br /></strong></p>



<p>Sim, há momentos visuais deslumbrantes. Sim, Caleb Landry Jones tem uma presença hipnótica. E sim, Zoë Bleu dá humanidade a uma personagem mal escrita. Mas&nbsp;<em>Dracula: A Love Tale</em>&nbsp;não consegue justificar a sua existência num panorama cinematográfico onde tantos outros já beberam (e melhor) do mesmo sangue literário.</p>



<p></p>
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		<item>
		<title>“A Vida Entre Nós”: Stéphane Brizé regressa com um retrato terno e melancólico do amor que persiste no tempo</title>
		<link>https://clubedecinema.pt/a-vida-entre-nos-stephane-brize-regressa-com-um-retrato-terno-e-melancolico-do-amor-que-persiste-no-tempo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[CDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2025 11:21:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Canais TV Cine]]></category>
		<category><![CDATA[A Vida Entre Nós]]></category>
		<category><![CDATA[Alba Rohrwacher]]></category>
		<category><![CDATA[cinema francês]]></category>
		<category><![CDATA[cinema intimista]]></category>
		<category><![CDATA[cinema romântico]]></category>
		<category><![CDATA[estreia TV]]></category>
		<category><![CDATA[Festa do Cinema Francês]]></category>
		<category><![CDATA[Festival de Veneza]]></category>
		<category><![CDATA[filmes melancólicos]]></category>
		<category><![CDATA[Guillaume Canet]]></category>
		<category><![CDATA[reencontros amorosos]]></category>
		<category><![CDATA[Stéphane Brizé]]></category>
		<category><![CDATA[TVCine]]></category>
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					<description><![CDATA[No dia 18 de julho, os Canais TVCine estreiam em exclusivo “A Vida Entre Nós”, o mais recente filme do consagrado realizador francês Stéphane Brizé. A exibição está marcada para as 22h no TVCine Edition e no TVCine+, assinalando o regresso de Brizé ao grande ecrã com uma obra intimista, melancólica e profundamente humana. Estreado [&#8230;]]]></description>
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<p>No dia 18 de julho, os Canais TVCine estreiam em exclusivo “A Vida Entre Nós”, o mais recente filme do consagrado realizador francês Stéphane Brizé. A exibição está marcada para as 22h no TVCine Edition e no TVCine+, assinalando o regresso de Brizé ao grande ecrã com uma obra intimista, melancólica e profundamente humana. Estreado mundialmente na 80.ª edição do Festival de Veneza e vencedor do Prémio do Público na última Festa do Cinema Francês, este filme é um convite à contemplação do tempo, da memória e da persistência dos afectos.</p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/portugal-brilha-na-bulgaria-o-diabo-do-entrudo-de-diogo-varela-silva-distinguido-com-mencao-honrosa/" data-type="post" data-id="17661">Portugal Brilha na Bulgária: “O Diabo do Entrudo” de Diogo Varela Silva Distinguido com Menção Honrosa</a></p>



<p>Mathieu e Alice reencontram-se por acaso num spa termal, 15 anos depois do fim do seu romance. Ele é um ator conhecido que vive em Paris; ela, uma professora de piano que vive numa pacata cidade costeira no oeste de França. A separação foi há muito tempo, e cada um seguiu a sua vida, curando feridas e moldando-se às suas rotinas. Mas esse reencontro inesperado, enquanto ambos tentam diluir as suas próprias melancolias nas águas termais, reabre uma porta há muito encerrada — ou assim pensavam. As emoções de outrora ressurgem, confundindo certezas e colocando o passado e o presente num inevitável confronto.</p>



<p>Com Guillaume Canet no papel de Mathieu e Alba Rohrwacher como Alice, “A Vida Entre Nós” é interpretado com uma sensibilidade rara. Ambos entregam performances contidas, silenciosas e maduras, que dão corpo à densidade emocional do argumento. O elenco conta ainda com Sharif Andoura, Marie Drucker e Emmy Boissard Paumelle, em papéis que complementam este retrato de vidas discretas, mas profundamente marcadas por aquilo que foi e por aquilo que, talvez, ainda possa ser.</p>



<p>Stéphane Brizé, conhecido por obras como <em>A Lei do Mercado</em>, <em>Em Guerra</em> e <em>Um Outro Mundo</em>, afasta-se aqui da crítica social mais contundente para regressar ao domínio da intimidade. Ainda assim, mantém a sua assinatura — a busca por um cinema humano, realista e essencial, onde os silêncios são tão eloquentes quanto os diálogos. A sua realização aposta na contenção, na subtileza dos gestos e na respiração dos espaços, como se a própria câmara hesitasse em invadir a vida das personagens.</p>



<p>O filme não propõe grandes reviravoltas nem catarses arrebatadoras. A sua força reside na atenção aos pequenos gestos, aos olhares prolongados, àquela hesitação que surge quando os sentimentos regressam, mas o tempo já passou. Brizé filma a maturidade afectiva com uma honestidade comovente, desprovida de cinismo ou idealizações.</p>



<p>“A Vida Entre Nós” é um filme sobre reencontros, mas também sobre aquilo que permanece quando tudo parece já ter terminado. Um olhar maduro sobre o amor — não o amor da paixão arrebatadora, mas o amor persistente, que se adapta às mudanças, que sobrevive à distância e que, por vezes, regressa quando menos se espera. É uma obra que encontra beleza na melancolia, e poesia nas cicatrizes da vida.</p>



<p>Para quem acompanha o cinema francófono e o trabalho de Stéphane Brizé, esta é uma oportunidade imperdível. Para os que ainda não descobriram a sensibilidade única do realizador, “A Vida Entre Nós” pode ser o melhor ponto de partida.</p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/better-man-o-biopic-mais-surpreendente-do-ano-traz-robbie-williams-em-versao-chimpanze-literalmente/" data-type="post" data-id="17591">“Better Man”: O Biopic Mais Surpreendente do Ano Traz Robbie Williams em Versão Chimpanzé (Literalmente!)</a></p>



<p>A não perder, dia 18 de julho, às 22h, em estreia exclusiva no TVCine Edition e em TVCine+.</p>



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<p></p>
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		<title>Fim de Uma Era no Cinema Francês: Marion Cotillard e Guillaume Canet Anunciam Separação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luisa Jorge]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jun 2025 15:17:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Meio]]></category>
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					<description><![CDATA[Após 18 anos juntos, o casal de ouro do cinema francês põe ponto final na relação — mas não nas memórias partilhadas no grande ecrã ver Também: Carmy Está de Volta à Cozinha: Já Estreou a Nova Temporada de “The Bear” Quando um casal de estrelas brilha junto durante quase duas décadas, é natural que [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>Após 18 anos juntos, o casal de ouro do cinema francês põe ponto final na relação — mas não nas memórias partilhadas no grande ecrã</strong></p>



<p>ver Também: <a href="https://www.clubedecinema.pt/carmy-esta-de-volta-a-cozinha-ja-estreou-a-nova-temporada-de-the-bear/">Carmy Está de Volta à Cozinha: Já Estreou a Nova Temporada de “The Bear”</a><br /></p>



<p>Quando um casal de estrelas brilha junto durante quase duas décadas, é natural que o público os veja como indissociáveis. Mas como no cinema — e na vida — os finais felizes nem sempre duram para sempre, Marion Cotillard e Guillaume Canet anunciaram oficialmente o fim da sua relação, após 18 anos de vida em comum.</p>



<p>O comunicado, enviado diretamente à agência France-Presse, tem uma missão clara: pôr termo a rumores, evitar especulações e proteger os seus dois filhos da voragem mediática. “Esta decisão foi tomada por mútuo acordo”, lê-se na nota. Discrição, respeito e dignidade — como seria de esperar de duas das figuras mais queridas (e mais reservadas) do cinema francês.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Amor ou Consequência?</strong></h3>



<p>Foi em 2003 que o mundo os viu juntos pela primeira vez em&nbsp;<em>Amor ou Consequência</em>, um jogo perigoso de sedução onde interpretavam amigos que testavam os limites do amor. A cumplicidade no ecrã saltou rapidamente para a vida real, com o casal a oficializar o relacionamento em 2007.</p>



<p>Coincidência ou não, foi precisamente nesse momento que as suas carreiras dispararam a uma velocidade estonteante. Marion Cotillard acabara de filmar&nbsp;<em>La Vie en Rose</em>, um papel que lhe valeria um Óscar da Academia e a transformaria numa embaixadora internacional do cinema francês. Guillaume Canet, por sua vez, conquistava o César de Melhor Realização com&nbsp;<em>Não Contes a Ninguém</em>, baseado num romance de Harlan Coben.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Casal, cúmplices e colegas de trabalho</strong></h3>



<p>Juntos, fizeram muito mais do que partilhar a vida: partilharam o ecrã, a câmara e as ideias. Guillaume Canet dirigiu Marion Cotillard em vários filmes de sucesso, incluindo&nbsp;<em>Pequenas Mentiras entre Amigos</em>&nbsp;(2010) e a sua sequela de 2019,&nbsp;<em>Rock’n Roll</em>&nbsp;(2018),&nbsp;<em>Laços de Sangue</em>&nbsp;(2013) e, mais recentemente,&nbsp;<em>Astérix &amp; Obélix: O Império do Meio</em>&nbsp;(2023), onde Cotillard encarnou uma Cleópatra inesperada e exuberante.</p>



<p>Como atores, também contracenaram em&nbsp;<em>O Último Voo</em>&nbsp;(2009) e têm ainda um novo projeto a caminho:&nbsp;<em>Karma</em>, um thriller que Guillaume Canet acaba de terminar.</p>



<p>Mais do que casal, formavam um verdadeiro núcleo criativo — algo raro no meio artístico — que permitiu aos dois explorar diferentes facetas da arte cinematográfica. Ela, musa de realizadores como James Gray e Christopher Nolan. Ele, realizador influente e atento aos temas sociais do seu tempo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Discretos, mas atentos ao mundo</strong></h3>



<p>Apesar da fama, Cotillard e Canet sempre mantiveram uma vida discreta fora dos holofotes. Ainda assim, nunca se alhearam dos temas que os movem: Marion é uma voz ativa nas questões climáticas e ecológicas, enquanto Canet se tornou defensor da agricultura sustentável depois do filme&nbsp;<em>Au nom de la terre</em>&nbsp;(2019).</p>



<p>Com mais de um milhão de seguidores no Instagram cada um, continuam a ser figuras queridas do público — juntos ou separados.</p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/um-filme-de-terror-com-apenas-8-anos-esta-a-ser-chamado-o-melhor-do-seculo/">m Filme de Terror Com Apenas 8 Anos Está a Ser Chamado o Melhor do Século</a></p>



<p>A separação pode marcar o fim de uma era, mas o legado de Cotillard e Canet no cinema francês e internacional está longe de terminar. E quem sabe? Como bons atores e realizadores que são… talvez este não seja mesmo o fim da história.</p>
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		<title>Richard Linklater homenageia Godard em “Nouvelle Vague” — e Netflix paga um recorde por isso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 May 2025 08:17:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Netflix]]></category>
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					<description><![CDATA[🎬 Uma carta de amor ao cinema… agora nas mãos da Netflix Richard Linklater, o realizador norte-americano por trás de obras como&#160;Boyhood&#160;e&#160;Before Sunrise, apresentou no Festival de Cannes 2025 o seu mais recente projeto:&#160;Nouvelle Vague. Este filme é uma homenagem ao clássico&#160;À Bout de Souffle(1960) de Jean-Luc Godard e à revolução cinematográfica da Nouvelle Vague [&#8230;]]]></description>
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<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Uma carta de amor ao cinema… agora nas mãos da Netflix</strong></h3>



<p>Richard Linklater, o realizador norte-americano por trás de obras como&nbsp;<em>Boyhood</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Before Sunrise</em>, apresentou no Festival de Cannes 2025 o seu mais recente projeto:&nbsp;<em>Nouvelle Vague</em>. Este filme é uma homenagem ao clássico&nbsp;<em>À Bout de Souffle</em>(1960) de Jean-Luc Godard e à revolução cinematográfica da Nouvelle Vague francesa. Após uma estreia calorosamente recebida, com uma ovação de 11 minutos, a Netflix adquiriu os direitos de distribuição nos EUA por 4 milhões de dólares — um recorde para um filme em língua francesa no mercado norte-americano, ficando apenas atrás de&nbsp;<em>Emilia Pérez</em>&nbsp;no ano anterior .&nbsp;</p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/%f0%9f%8e%ac-do-mundo-dos-jogos-para-o-grande-ecra-elden-ring-ganha-adaptacao-cinematografica/"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Do mundo dos jogos para o grande ecrã: “Elden Ring” ganha adaptação cinematográfica</a></p>



<p></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3a5.png" alt="🎥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> O filme: recriar a lenda em preto e branco</strong></h3>



<p>Filmado em preto e branco e no formato 4:3,&nbsp;<em>Nouvelle Vague</em>&nbsp;mergulha no processo criativo de Godard durante a realização de&nbsp;<em>À Bout de Souffle</em>. Guillaume Marbeck interpreta Jean-Luc Godard, Zoey Deutch dá vida a Jean Seberg e Aubry Dullin assume o papel de Jean-Paul Belmondo. O elenco inclui ainda representações de figuras icónicas como François Truffaut, Claude Chabrol, Agnès Varda e Éric Rohmer .&nbsp;</p>



<p>Linklater descreveu o filme como “uma carta de amor ao cinema”, capturando o espírito rebelde e inovador da Nouvelle Vague, mas com o seu toque pessoal. A produção recria a Paris dos anos 50 com autenticidade, desde os figurinos até à banda sonora jazzística .&nbsp;</p>



<p></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3c6.png" alt="🏆" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Cannes aplaude, Netflix aposta</strong></h3>



<p>Apesar de não ter conquistado prémios em Cannes,&nbsp;<em>Nouvelle Vague</em>&nbsp;foi amplamente elogiado pela crítica. A Netflix, que já havia adquirido&nbsp;<em>Hit Man</em>&nbsp;de Linklater em 2023, continua a investir em obras de prestígio, mesmo que estas tenham lançamentos limitados em salas de cinema. Espera-se que o filme tenha uma exibição curta nos cinemas para qualificação a prémios antes de chegar à plataforma .&nbsp;</p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/the-last-of-us-temporada-2-final-com-37-milhoes-de-espectadores-e-um-futuro-promissor/">The Last of Us – Temporada 2: Final com 3,7 Milhões de Espectadores e um Futuro Promissor</a></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f39e.png" alt="🎞" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Uma reflexão sobre o passado e o presente do cinema</strong></h3>



<p><em>Nouvelle Vague</em>&nbsp;não é apenas uma recriação histórica; é uma meditação sobre a arte de fazer cinema, a paixão dos cineastas e a eterna luta entre inovação e tradição. Linklater convida-nos a revisitar um momento crucial da história cinematográfica, lembrando-nos do poder transformador da sétima arte.</p>
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