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	<title>cinema emocional &#8211; Clube de Cinema</title>
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	<title>cinema emocional &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>O Novo Filme de Hilary Swank Tornou-se o Fenómeno Emocional da Netflix &#8211; Preparem os lenços!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Oct 2025 14:07:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
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					<description><![CDATA[“Anjos na Terra” chegou ao streaming e conquistou o público português em tempo recorde Há histórias que nos lembram porque é que o cinema ainda consegue tocar o coração — e&#160;Anjos na Terra&#160;é uma delas. O novo filme protagonizado por&#160;Hilary Swank&#160;estreou-se na&#160;Netflix&#160;a 1 de outubro e bastaram dois dias para alcançar o primeiro lugar do&#160;top [&#8230;]]]></description>
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<h3 class="wp-block-heading"><strong>“Anjos na Terra” chegou ao streaming e conquistou o público português em tempo recorde</strong></h3>



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<p class="wp-block-paragraph">Há histórias que nos lembram porque é que o cinema ainda consegue tocar o coração — e&nbsp;<em>Anjos na Terra</em>&nbsp;é uma delas. O novo filme protagonizado por&nbsp;<strong>Hilary Swank</strong>&nbsp;estreou-se na&nbsp;<strong>Netflix</strong>&nbsp;a 1 de outubro e bastaram dois dias para alcançar o primeiro lugar do&nbsp;<strong>top nacional</strong>&nbsp;da plataforma. Depois de emocionar plateias nos cinemas em março, o drama tornou-se agora num verdadeiro fenómeno de streaming.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/hamnet-o-filme-que-esta-a-partir-coracoes-e-a-rumo-aos-oscares-%f0%9f%92%94%f0%9f%8e%ad/">Hamnet”: O Filme Que Está a Partir Corações e a Rumo aos Óscares <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f494.png" alt="💔" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ad.png" alt="🎭" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Uma história real que aquece o coração</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Baseado em factos verídicos,&nbsp;<em>Anjos na Terra</em>&nbsp;segue&nbsp;<strong>Sharon Stevens</strong>&nbsp;(Hilary Swank), uma cabeleireira de Louisville com uma energia contagiante e um coração do tamanho do Kentucky. Quando descobre a história de&nbsp;<strong>Michelle</strong>, uma menina de apenas cinco anos que precisa urgentemente de um transplante de fígado, Sharon decide agir — e acaba por mobilizar toda a comunidade numa corrida contra o tempo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O pai da criança,&nbsp;<strong>Ed Schmitt</strong>&nbsp;(interpretado por Alan Ritchson), é um viúvo com sérias dificuldades financeiras que tenta desesperadamente salvar a filha. A história decorre durante uma histórica vaga de frio, no inverno de&nbsp;<strong>1994</strong>, o que acrescenta ainda mais urgência e dramatismo à missão de Sharon.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Hilary Swank: um regresso carregado de emoção</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A vencedora de dois Óscares — por&nbsp;<em>Menina de Ouro</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Os Rapazes Não Choram</em>&nbsp;— regressa aqui em plena forma. Mas, para Swank, esta não é apenas mais uma personagem: é uma história profundamente pessoal. A atriz perdeu o pai, que também precisava de um transplante,&nbsp;<strong>cinco meses antes das filmagens</strong>, e chegou mesmo a interromper a carreira durante três anos para cuidar dele.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Foi uma bênção poder fazer este filme”, confessou Swank numa entrevista à&nbsp;<strong>CBS</strong>. “Tenho saudades dele todos os dias.” É difícil não sentir o peso dessas palavras quando a vemos no ecrã — a sua Sharon carrega uma força e uma vulnerabilidade que só alguém que viveu algo semelhante poderia transmitir.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Um elenco que emociona e uma realização sentida</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Realizado por&nbsp;<strong>Jon Gunn</strong>, o filme conta também com&nbsp;<strong>Alan Ritchson</strong>,&nbsp;<strong>Emily Mitchell</strong>,&nbsp;<strong>Nancy Travis</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Tamala Jones</strong>. O resultado é um drama sincero, feito à moda antiga, onde a empatia e a humanidade valem mais do que qualquer efeito especial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também . <a href="https://www.clubedecinema.pt/keira-knightley-entra-a-bordo-e-o-navio-muda-de-rumo-the-woman-in-cabin-10-%f0%9f%9a%a2%f0%9f%95%b5%ef%b8%8f%e2%99%80%ef%b8%8f/">Keira Knightley Entra a Bordo — E o Navio Muda de Rumo: The Woman in Cabin 10 <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f6a2.png" alt="🚢" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f575-fe0f-200d-2640-fe0f.png" alt="🕵️‍♀️" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com uma fotografia quente e uma narrativa que nunca força as lágrimas,&nbsp;<em>Anjos na Terra</em>&nbsp;conquista pela sua autenticidade — e já está a fazer chorar meio mundo (Portugal incluído).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se ainda não viu, prepare os lenços. É impossível não se comover. <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f494.png" alt="💔" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
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		<title>O Último Videoclube: Diogo Morgado Celebra o Cinema em “O Lugar dos Sonhos”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jul 2025 08:40:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[A Chegar]]></category>
		<category><![CDATA[No Meio]]></category>
		<category><![CDATA[Áurea atriz]]></category>
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		<category><![CDATA[estreia 28 agosto]]></category>
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					<description><![CDATA[🎬&#160;Uma homenagem tocante ao poder do cinema para unir gerações Numa era de streaming compulsivo, inteligência artificial e redes sociais omnipresentes, há ainda espaço para nos deixarmos guiar por uma velha bobina de filme?&#160;O Lugar dos Sonhos, o novo filme realizado e escrito por Diogo Morgado, responde com um sonoro “sim”. Estreia nos cinemas a [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<em>Uma homenagem tocante ao poder do cinema para unir gerações</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Numa era de streaming compulsivo, inteligência artificial e redes sociais omnipresentes, há ainda espaço para nos deixarmos guiar por uma velha bobina de filme?&nbsp;<em>O Lugar dos Sonhos</em>, o novo filme realizado e escrito por Diogo Morgado, responde com um sonoro “sim”. Estreia nos cinemas a 28 de agosto e promete ser uma carta de amor ao cinema — daquelas escritas com caneta de feltro, num postal amarelado pelo tempo, mas com emoção bem fresca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também: <a href="https://www.clubedecinema.pt/geracao-v-a-universidade-mais-caotica-do-universo-the-boys-regressa-ja-em-setembro-%f0%9f%a7%ac%f0%9f%92%a5/">“Geração V”: A universidade mais caótica do universo The Boys regressa já em Setembro</a></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Um verão, um videoclube e o renascer de uma ligação perdida</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">No centro desta história está João, um miúdo de 10 anos, típico representante da Geração Z — viciado em videojogos, TikTok e (claro) pouco dado a conversas com adultos. Mas tudo muda quando é levado contra vontade pela mãe para passar uns dias com o avô Júlio, um ex-projecionista de cinema teimoso e dono de “O Lugar dos Sonhos”, o último videoclube do país. Entre prateleiras poeirentas, VHS antigos e posters de clássicos como&nbsp;<em>Titanic</em>,&nbsp;<em>Matrix</em>&nbsp;ou&nbsp;<em>Regresso ao Futuro</em>, os dois começam a encontrar terreno comum.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que começa por ser um verão aborrecido transforma-se numa jornada emotiva de descoberta, perdão e reencontro, onde o cinema funciona como ponte entre gerações, tempo e experiências.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Diogo Morgado ao leme de uma viagem nostálgica</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Depois de se afirmar como ator e realizar projetos como&nbsp;<em>Malapata</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Solum</em>, Diogo Morgado assina aqui aquele que poderá ser o seu filme mais pessoal até à data. Além de realizar, escreve o argumento, num tom que mistura nostalgia com reflexão contemporânea. É um filme que olha para trás com carinho, mas também para a frente com esperança — sem nunca esquecer o presente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com uma estética visual cuidada, entre Lisboa e a vila alentejana de Cabeço de Vide,&nbsp;<em>O Lugar dos Sonhos</em>&nbsp;equilibra-se entre o urbano e o rural, o analógico e o digital, o silêncio da memória e o som de um projetor a ganhar vida.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Elenco intergeracional com sabor português</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">No elenco brilham Carlos Areia como o avô Júlio, a cantora Áurea num papel surpreendente, José Fidalgo, e jovens talentos como Gonçalo Menino. Há ainda espaço para nomes como Maria Viralhada, Carmen Santos, Guilherme Filipe, Ricardo de Sá, Pedro Lacerda, José Pompeu e Mário Oliveira. O cruzamento de gerações é, afinal, também feito em frente à câmara.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A produção é da Cinemate e SLX Productions (dos irmãos Diogo e Pedro Morgado), com o apoio da TVI e distribuição pela NOS Audiovisuais.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Uma história sobre perdão, herança e o poder de sonhar</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A mensagem é clara: mesmo num mundo dominado pelo imediatismo digital, há ainda espaço para sonhar — e os sonhos, por vezes, vivem nas histórias que outros já contaram.&nbsp;<em>O Lugar dos Sonhos</em>&nbsp;é sobre memórias, mas também sobre possibilidades. Sobre como o passado pode ensinar o futuro, e como, entre netos apressados e avôs teimosos, pode nascer uma amizade improvável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/adeus-franca-ola-espanha-the-walking-dead-daryl-dixon-chega-ao-fim-com-4-a-temporada-%f0%9f%92%80%f0%9f%87%aa%f0%9f%87%b8/">Adeus, França. Olá, Espanha: The Walking Dead: Daryl Dixon chega ao fim com 4.ª temporada <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f480.png" alt="💀" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f1ea-1f1f8.png" alt="🇪🇸" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Se gosta de cinema que emociona sem ser piegas, que recorda sem moralizar, esta pode ser a sua próxima paragem obrigatória na sala escura. Traga lenços. E um coração pronto para lembrar o que já esqueceu.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Estreia a 28 de agosto, só nos cinemas.</p>
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		<title>Wolfgang: Quando o Silêncio Diz Tudo — A Emoção Chega em Forma de Cinema Catalão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Apr 2025 12:13:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[cinema catalão]]></category>
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					<description><![CDATA[Numa altura em que o cinema de empatia, escuta e reflexão anda muitas vezes esquecido por entre explosões e universos partilhados, surge uma pequena pérola catalã que está a conquistar quem se atreve a parar para ouvir: Wolfgang. Realizado por Javier Ruiz Caldera, baseado no livro homónimo de Laia Aguilar, e protagonizado por Miki Esparbé, o filme é um [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Numa altura em que o cinema de empatia, escuta e reflexão anda muitas vezes esquecido por entre explosões e universos partilhados, surge uma pequena pérola catalã que está a conquistar quem se atreve a parar para ouvir: <em>Wolfgang</em>. Realizado por <strong>Javier Ruiz Caldera</strong>, baseado no livro homónimo de <strong>Laia Aguilar</strong>, e protagonizado por <strong>Miki Esparbé</strong>, o filme é um verdadeiro acto de resistência cinematográfica: lento, sensível e profundamente humano.<br /></p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/%f0%9f%8c%8d-orbe-sobre-os-movimentos-da-terra-o-anime-de-2024-que-abala-crencas-e-conquista-a-netflix/"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f30d.png" alt="🌍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Orbe: Sobre os Movimentos da Terra  — O Anime de 2024 que Abala Crenças e Conquista a Netflix</a></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>A história de um reencontro… e de muitas primeiras vezes</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Wolfgang</em>&nbsp;conta a história de um menino de 10 anos, pianista prodígio e no espectro do autismo, que acaba de perder a mãe. Forçado a viver com um pai que nunca conheceu — interpretado por Miki Esparbé —, Wolfgang entra num mundo novo, onde a ausência de palavras é tão ensurdecedora quanto as emoções contidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o actor, esta foi uma experiência transformadora. “É uma personagem perdida, emocionalmente desastrada. Não tem ferramentas para comunicar com uma criança, muito menos com uma como o Wolfgang”, diz Esparbé. E é aí que reside a beleza do arco narrativo: na descoberta mútua, na escuta, na tentativa e erro, no desconforto que se transforma, pouco a pouco, em relação.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Uma história de três gerações e o que fazemos com a dor</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O filme é, também, uma reflexão sobre&nbsp;<strong>como diferentes gerações lidam com o luto e com as emoções</strong>: a avó (interpretada por&nbsp;<strong>Àngels Gonyalons</strong>) representa o silêncio dos tempos antigos, em que os problemas não existiam se não fossem ditos; o pai, uma geração em transição; e o filho, o espelho de uma geração que já nasceu a falar de tudo — e que, mesmo no silêncio, comunica com clareza desarmante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Wolfgang, como personagem, ensina. Ensina ao pai, à avó, aos espectadores. E não só com palavras — também com música, com silêncio, com presença.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Um filme feito com cuidado, sensibilidade e muito talento</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">No papel de Wolfgang, o jovem&nbsp;<strong>Jordi Catalán</strong>&nbsp;faz uma estreia absolutamente desarmante. O cuidado nos bastidores foi exemplar:&nbsp;<strong>Claudia Costas</strong>, também actriz, acompanhou o jovem durante as filmagens, garantindo o conforto e a naturalidade das cenas. O resultado é visível no ecrã: uma actuação cheia de autenticidade e nuance.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para além disso,&nbsp;<em>Wolfgang</em>&nbsp;tem também um tom meta-cinematográfico interessante: o pai é actor, e essa escolha narrativa permite momentos de humor e homenagem à profissão. O próprio filme inclui vários cameos do meio artístico catalão:&nbsp;<strong>J.A. Bayona</strong>,&nbsp;<strong>Carlos Cuevas</strong>,&nbsp;<strong>Dafnis Balduz</strong>,&nbsp;<strong>Jordi Oriol</strong>, entre outros.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Em catalão — como tem de ser</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Para Miki Esparbé, fazer o filme em catalão não foi uma escolha — foi uma exigência natural. “É a língua do livro, da personagem, da emoção”, afirmou. E, mesmo com uma versão dobrada em castelhano (pelos próprios actores), a versão original é a que mais respira verdade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A aposta em cinema feito na língua própria do território é, aliás, reflexo de um&nbsp;<strong>renascimento do cinema catalão</strong>. Depois de anos de cortes orçamentais,&nbsp;<strong>as ajudas voltaram</strong>&nbsp;e os filmes voltaram a ter fôlego. “Estamos de volta ao orçamento pré-pandemia”, diz o actor — e isso nota-se.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também: <a href="https://www.clubedecinema.pt/%f0%9f%a9%b8-carrie-a-estranha-regressa-agora-com-mike-flanagan-ao-leme/"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1fa78.png" alt="🩸" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Carrie, a Estranha Regressa — Agora com Mike Flanagan ao Leme</a></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<em>Wolfgang</em>&nbsp;não é apenas um filme comovente sobre a relação entre pai e filho. É uma ode à escuta, à lentidão, à empatia, e ao poder da arte (e da música) para nos reconectar com aquilo que mais importa. Um daqueles filmes que fica connosco — mesmo depois do silêncio.</p>
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