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	<title>cinema documental &#8211; Clube de Cinema</title>
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	<title>cinema documental &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>Três Documentários, Três Mundos: Fevereiro é Mês de Olhar Portugal no TVCine Edition</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 14:14:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Em Casa]]></category>
		<category><![CDATA[Canais TV Cine]]></category>
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					<description><![CDATA[O documentário nacional em destaque nas noites de sexta-feira Fevereiro traz um convite especial para quem gosta de cinema que pensa, questiona e observa o mundo com atenção. O TVCine Edition dedica os fins de tarde e as noites de sexta-feira ao documentário português, reunindo três obras muito distintas entre si, mas unidas por um olhar inquieto [&#8230;]]]></description>
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<h2 class="wp-block-heading"><strong>O documentário nacional em destaque nas noites de sexta-feira</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Fevereiro traz um convite especial para quem gosta de cinema que pensa, questiona e observa o mundo com atenção. O TVCine Edition dedica os fins de tarde e as noites de sexta-feira ao documentário português, reunindo três obras muito distintas entre si, mas unidas por um olhar inquieto e profundamente contemporâneo sobre identidade, território, memória e criação. O especial <strong>Documentários: Olhar Portugal</strong> decorre nos dias <strong>6, 13 e 27 de Fevereiro</strong>, com exibição exclusiva no TVCine Edition e disponibilidade no TVCine+.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/sorriam-esta-tudo-sob-controlo-um-sinal-secreto-chega-ao-tvcine-top/">Sorriam, Está Tudo Sob Controlo: Um Sinal Secreto Chega ao TVCine Top</a><br /></p>





<h2 class="wp-block-heading"><strong>Da memória revolucionária à criação colectiva</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O ciclo arranca a <strong>6 de Fevereiro</strong> com <em>Espiral em Ressonância</em>, realizado por Filipa César e Marinho de Pina. O documentário acompanha a construção de uma mediateca comunitária em Malafo, na Guiné-Bissau, pensada como espaço de preservação e activação da memória do cinema militante guineense. Entre arquivos, gestos colectivos e reflexão política, o filme questiona a forma como se guarda o passado sem o cristalizar, criando antes condições para o futuro. Distinguido no Cinéma du Réel e no Porto/Post/Doc, é uma obra que cruza cinema, história e resistência cultural.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A Trafaria como mapa sensorial e humano</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">No dia <strong>13 de Fevereiro</strong>, <em>Na Trafaria</em> propõe um exercício radicalmente diferente. Desenvolvido no âmbito de um projecto participativo da NOVA FCSH e realizado por Pedro Florêncio, o filme utiliza o cinema como ferramenta de mapeamento alternativo de um território muitas vezes esquecido. A Trafaria surge aqui como um organismo vivo, feito de fragmentos, memórias, vozes e paisagens, numa abordagem que cruza antropologia, experimentação e cartografia emocional. Não é um retrato convencional, mas um convite a sentir um lugar através das suas camadas invisíveis.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Natália Correia, mito, corpo e palavra</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O ciclo encerra a <strong>27 de Fevereiro</strong> com <em>A Mulher Que Morreu de Pé</em>, de Rosa Coutinho Cabral, um ensaio visual sobre Natália Correia, figura incontornável da cultura e da política portuguesas. Misturando documentário e elementos ficcionados, o filme constrói um “casting poético” onde actores e testemunhos revisitam a vida, a obra e os fantasmas de Natália. Distinguido como Melhor Documentário no Porto Femme 2025, é uma abordagem livre, ousada e profundamente literária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/um-fenomeno-independente-chamado-iron-lung-abala-o-box-office-e-emociona-markiplier/">Um fenómeno independente chamado Iron Lung abala o box office e emociona Markiplier</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um convite à descoberta do cinema português</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Documentários: Olhar Portugal</em>&nbsp;não é apenas um ciclo televisivo: é uma montra do vigor, da diversidade e da maturidade do documentário nacional contemporâneo. Três filmes, três linguagens, três formas de olhar o mundo — todas elas a merecer atenção.</p>
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		<title>A câmara como arma de liberdade: dois documentários imperdíveis no TVCine Edition</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Dec 2025 18:26:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Em Casa]]></category>
		<category><![CDATA[Canais TV Cine]]></category>
		<category><![CDATA[apartheid fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[cinema documental]]></category>
		<category><![CDATA[documentários fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Ernest Cole]]></category>
		<category><![CDATA[Libuše Jarcovjáková]]></category>
		<category><![CDATA[Retratos do Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[TVCine Edition]]></category>
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					<description><![CDATA[Retratos do Mundo fecha o ano com fotografia, resistência e memória Para fechar 2025 e abrir 2026 com propósito, o&#160;TVCine Edition&#160;propõe uma dupla de documentários que usa a fotografia como acto político, gesto íntimo e ferramenta de sobrevivência.&#160;“Retratos do Mundo”&#160;junta duas obras distintas, mas profundamente ligadas pela urgência de olhar o real sem filtros:&#160;Eu Não Sou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Retratos do Mundo fecha o ano com fotografia, resistência e memória</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para fechar 2025 e abrir 2026 com propósito, o&nbsp;<a href="chatgpt://generic-entity?number=0"><strong>TVCine Edition</strong></a>&nbsp;propõe uma dupla de documentários que usa a fotografia como acto político, gesto íntimo e ferramenta de sobrevivência.&nbsp;<strong>“Retratos do Mundo”</strong>&nbsp;junta duas obras distintas, mas profundamente ligadas pela urgência de olhar o real sem filtros:&nbsp;<a href="chatgpt://generic-entity?number=1"><em>Eu Não Sou Tudo o Que Quero Ser</em></a>&nbsp;e&nbsp;<a href="chatgpt://generic-entity?number=2"><em>Ernest Cole: Perdido e Achado</em></a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As exibições acontecem em&nbsp;<strong>exclusivo</strong>&nbsp;nos dias&nbsp;<strong>28 de Dezembro</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>4 de Janeiro</strong>, sempre às&nbsp;<strong>22h00</strong>, no TVCine Edition e no&nbsp;<a href="chatgpt://generic-entity?number=3"><strong>TVCine+</strong></a>. Dois filmes, dois retratos de artistas subversivos, duas formas de usar a câmara como instrumento de liberdade.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><a href="https://clubedecinema.pt/um-filme-pode-travar-uma-carreira-o-caso-singular-de-dane-dehaan-em-hollywood/"></a><a href="https://clubedecinema.pt/o-destino-do-mundo-esta-em-jogo-missao-impossivel-chega-a-televisao-portuguesa-ajuste-de-contas/">O destino do mundo está em jogo:&nbsp;Missão: Impossível – &nbsp;chega à televisão portuguesa – Ajuste de Contas</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Libuše Jarcovjáková: identidade, desejo e resistência</strong></h2>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="787" height="1024" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/12/39343-photo-787x1024.jpg" alt="" class="wp-image-22499" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/12/39343-photo-787x1024.jpg 787w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/12/39343-photo-231x300.jpg 231w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/12/39343-photo-768x1000.jpg 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/12/39343-photo-1180x1536.jpg 1180w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/12/39343-photo-1574x2048.jpg 1574w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/12/39343-photo.jpg 1844w" sizes="(max-width: 787px) 100vw, 787px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O primeiro documentário,&nbsp;<em>Eu Não Sou Tudo o Que Quero Ser</em>, exibido a&nbsp;<strong>28 de Dezembro</strong>, centra-se na fotógrafa checa&nbsp;<strong>Libuše Jarcovjáková</strong>, frequentemente descrita como a “Nan Goldin da Checoslováquia”. A comparação não é gratuita. Tal como Goldin, Jarcovjáková usou a fotografia para documentar margens, corpos, noites e identidades fora da norma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Situado num contexto político sufocante, após a Primavera de Praga de 1968, o filme constrói-se a partir das próprias fotografias da artista, cruzadas com excertos dos seus diários pessoais. O resultado é um retrato profundamente íntimo de uma mulher em permanente busca: de identidade, de liberdade artística, do conhecimento do próprio corpo e da descoberta da sexualidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A narrativa acompanha a sua passagem por&nbsp;<strong>Praga</strong>, a ida para&nbsp;<strong>Berlim Ocidental</strong>, a fuga para&nbsp;<strong>Tóquio</strong>&nbsp;e o regresso à Europa, sempre com a sensação de deslocação e inconformismo. Realizado em colaboração com a cineasta&nbsp;<strong>Klára Tasovská</strong>, o documentário esteve em competição no Festival de Berlim e abriu a edição de 2024 do&nbsp;<strong><a href="https://indielisboa.com" data-type="link" data-id="https://indielisboa.com" target="_blank" rel="noopener">IndieLisboa</a></strong>, afirmando-se como uma das obras documentais mais relevantes do ano.&nbsp;&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ernest Cole: fotografar contra o silêncio do mundo</strong></h2>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img decoding="async" width="720" height="480" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/12/ErnestCole.jpg" alt="" class="wp-image-22500" style="aspect-ratio:1.5000151602437768;width:821px;height:auto" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/12/ErnestCole.jpg 720w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/12/ErnestCole-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Uma semana depois, a&nbsp;<strong>4 de Janeiro</strong>, é exibido&nbsp;<em>Ernest Cole: Perdido e Achado</em>, dedicado ao fotógrafo sul-africano&nbsp;<strong>Ernest Col</strong><a href="chatgpt://generic-entity?number=7"><strong>e</strong></a>, uma figura central na denúncia internacional do apartheid.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cole foi o primeiro fotógrafo a expor, de forma sistemática, os horrores do regime sul-africano a um público global. O seu livro&nbsp;<em>House of Bondage</em>, publicado em 1967 quando tinha apenas 27 anos, teve um impacto sísmico — e um custo pessoal elevado. O fotógrafo foi forçado ao exílio, vivendo entre Nova Iorque e várias cidades europeias, sem nunca conseguir verdadeiramente integrar-se.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O documentário é realizado por&nbsp;<strong>Raoul Peck</strong>, cineasta conhecido pelo seu olhar político rigoroso. Peck constrói um retrato marcado pela inquietação, pela raiva contida e pela frustração de um artista que assistiu, dia após dia, ao silêncio — ou à cumplicidade — do mundo ocidental perante o apartheid. Mais do que um filme biográfico, trata-se de uma reflexão sobre o preço de dizer a verdade quando essa verdade é incómoda.&nbsp;&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Dois filmes, uma mesma urgência</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de contextos históricos e estéticos distintos, os dois documentários dialogam entre si de forma poderosa. Ambos mostram artistas que recusaram acomodar-se, que usaram a imagem para desafiar sistemas opressivos — fossem eles políticos, sociais ou morais.</p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><a href="https://clubedecinema.pt/2025/12/"><br /></a><a href="https://clubedecinema.pt/tvcine-prepara-dois-dias-de-cinema-em-festa-assim-vai-ser-a-programacao-especial-de-natal-%f0%9f%8e%84%f0%9f%8e%ac/">TVCine Prepara Dois Dias de Cinema em Festa: Assim Vai Ser a Programação Especial de Natal&nbsp;</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Retratos do Mundo</em>&nbsp;não é apenas uma programação temática. É um lembrete de que a fotografia pode ser mais do que arte ou memória: pode ser resistência activa, denúncia e libertação pessoal. Uma dupla essencial para quem acredita que o cinema documental continua a ser um dos espaços mais vivos da criação contemporânea.</p>
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		<title>TVCine Edition Celebra o Documentário com o Especial DocLisboa 2025 🎬🌍</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Oct 2025 09:48:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Canais TV Cine]]></category>
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					<description><![CDATA[ 🎬 De 13 a 17 de outubro, o canal dedica uma semana à arte de ver o mundo através da lente documental Entre os dias&#160;13 e 17 de outubro, o&#160;TVCine Edition&#160;volta a abrir as suas portas ao mundo do documentário com o&#160;Especial DocLisboa 2025&#160;— uma seleção exclusiva de cinco filmes que marcaram presença no festival [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading"></h3>



<h3 class="wp-block-heading"><strong> <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></strong> <strong>De 13 a 17 de outubro, o canal dedica uma semana à arte de ver o mundo através da lente documental</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os dias&nbsp;<strong>13 e 17 de outubro</strong>, o&nbsp;<strong>TVCine Edition</strong>&nbsp;volta a abrir as suas portas ao mundo do documentário com o&nbsp;<strong>Especial DocLisboa 2025</strong>&nbsp;— uma seleção exclusiva de cinco filmes que marcaram presença no festival de cinema documental mais prestigiado do país.</p>



<iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/c2XaNR6mMTI?si=hmY98DGzzBdupjR2" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>



<p class="wp-block-paragraph">Em parceria com o&nbsp;<strong>DocLisboa</strong>, cuja edição deste ano decorre de&nbsp;<strong>16 a 26 de outubro</strong>, o TVCine convida os espectadores a uma viagem cinematográfica feita de realidades plurais, da música à habitação, da resistência à identidade, com histórias vindas de&nbsp;<strong>Portugal, Brasil, Colômbia e Argentina</strong>.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Cada filme é uma janela aberta para o mundo — uma oportunidade rara de ver o cinema documental contemporâneo mais vibrante e humano”, destaca o canal.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/os-excluidos-paul-giamatti-brilha-no-regresso-de-alexander-payne-a-comedia-dramatica-%f0%9f%8e%84%f0%9f%8e%ac/">Os Excluídos: Paul Giamatti Brilha no Regresso de Alexander Payne à Comédia Dramática <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f384.png" alt="🎄" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f5d3.png" alt="🗓" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> A programação completa do&nbsp;</strong></h4>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Especial DocLisboa 2025</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<strong>Segunda-feira, 13 de outubro – 20h00</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Ospina Cali Colombia</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Um retrato íntimo do cineasta&nbsp;<strong>Luis Ospina</strong>, figura incontornável do cinema latino-americano e líder do lendário&nbsp;<em>Grupo de Cali</em>. Filmado por&nbsp;<strong>Jorge de Carvalho</strong>&nbsp;e os seus alunos, o documentário capta uma conversa inesquecível sobre a vida, a arte e a história moderna da Colômbia.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<strong>Terça-feira, 14 de outubro – 20h00</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Estou Aqui</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a pandemia, o maior centro desportivo de Lisboa transforma-se num abrigo de emergência para pessoas sem-abrigo. Entre o caos e a solidariedade, nasce uma comunidade que redescobre o valor da empatia. Uma realização de&nbsp;<strong>Dorian Rivière</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Zsófi Paczolay</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<strong>Quarta-feira, 15 de outubro – 19h50</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Luiz Melodia – No Coração do Brasil</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma viagem pela carreira do icónico cantor brasileiro&nbsp;<strong>Luiz Melodia</strong>, um artista que desafiou o sistema e rompeu barreiras musicais. Dirigido por&nbsp;<strong>Alessandra Dorgan</strong>, o filme mistura arquivos inéditos e testemunhos emocionantes num retrato profundamente humano.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<strong>Quinta-feira, 16 de outubro – 19h40</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> A Morte de Uma Cidade</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No coração do Bairro Alto, uma antiga tipografia dá lugar a apartamentos de luxo. A câmara de&nbsp;<strong>João Rosas</strong>&nbsp;transforma esta demolição num poderoso diário urbano sobre a Lisboa que desaparece e as vidas que constroem — e perdem — a cidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<strong>Sexta-feira, 17 de outubro – 19h15</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Fire Supply</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Da realizadora&nbsp;<strong>Lucia Seles</strong>, uma história argentina sobre amor, desejo e recomeços tardios. Entre uma mãe, o filho e o dono de um rinque de patinagem, nasce um retrato delicado e silencioso sobre a ternura e o tempo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f30e.png" alt="🌎" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Um espelho do mundo, um reflexo de nós</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">O&nbsp;<em>Especial DocLisboa 2025</em>&nbsp;reafirma o compromisso do TVCine com o cinema de autor e com o olhar documental enquanto ferramenta de compreensão do mundo contemporâneo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/first-date-a-curta-metragem-acoriana-que-esta-a-conquistar-o-mundo-%f0%9f%92%99%f0%9f%8e%ac/">First Date: A Curta-Metragem Açoriana Que Está a Conquistar o Mundo <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f499.png" alt="💙" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre histórias de resistência, memórias culturais e retratos pessoais, o canal oferece&nbsp;<strong>cinco noites de cinema que emocionam, provocam e inspiram</strong>&nbsp;— sempre&nbsp;<strong>em exclusivo no TVCine Edition e TVCine+</strong>, ao início da noite.</p>
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		<title>“2.000 Metros para Andriivka”: O Documentário Que Mostra a Guerra da Ucrânia Como Nunca a Viu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Aug 2025 10:17:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Meio]]></category>
		<category><![CDATA[As Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[2.000 Metros para Andriivka]]></category>
		<category><![CDATA[20 Dias em Mariupol]]></category>
		<category><![CDATA[Andriivka]]></category>
		<category><![CDATA[Associated Press]]></category>
		<category><![CDATA[cinema documental]]></category>
		<category><![CDATA[documentário guerra]]></category>
		<category><![CDATA[documentário Sundance]]></category>
		<category><![CDATA[Dogwoof]]></category>
		<category><![CDATA[Donetsk]]></category>
		<category><![CDATA[filmes sobre guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Frontline PBS]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Mstyslav Chernov]]></category>
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					<description><![CDATA[Depois do Óscar por 20 Dias em Mariupol, Mstyslav Chernov regressa com uma obra visceral, íntima e arrebatadora sobre o que significa resistir 🎥 O nome Mstyslav Chernov tornou-se sinónimo de coragem documental. Depois do aclamado&#160;20 Dias em Mariupol, vencedor do Óscar, o jornalista e cineasta ucraniano regressa com&#160;2.000 Metros para Andriivka, uma obra que transcende [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Depois do Óscar por 20 Dias em Mariupol, Mstyslav Chernov regressa com uma obra visceral, íntima e arrebatadora sobre o que significa resistir</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3a5.png" alt="🎥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> O nome Mstyslav Chernov tornou-se sinónimo de coragem documental. Depois do aclamado&nbsp;<em>20 Dias em Mariupol</em>, vencedor do Óscar, o jornalista e cineasta ucraniano regressa com&nbsp;<em>2.000 Metros para Andriivka</em>, uma obra que transcende o relato jornalístico e mergulha num cinema de guerra onde a proximidade emocional e física ao conflito é absoluta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/dracula-uma-historia-de-amor-luc-besson-reinventa-o-vampiro-mais-famoso-do-mundo/">“Drácula: Uma História de Amor” — Luc Besson Reinventa o Vampiro Mais Famoso do Mundo</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Estreado nos cinemas dos Estados Unidos, Reino Unido e Irlanda (e já com passagem pelo Festival de Sundance), o novo documentário é uma coprodução entre a Associated Press e a&nbsp;<strong>Frontline</strong>&nbsp;(da PBS), e propõe uma abordagem inédita à guerra na Ucrânia:&nbsp;<strong>ver a guerra como ela é sentida por quem a vive, metro a metro, disparo a disparo.</strong></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>“Podem destruir uma aldeia, mas não conseguem destruir um símbolo”</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O centro desta história não é Kiev, nem Kharkiv, nem Mariupol. É&nbsp;<strong>Andriivka</strong>, uma pequena aldeia no oblast de Donetsk, com apenas um acesso:&nbsp;<strong>uma floresta de dois quilómetros transformada em campo minado e palco de uma das batalhas mais sangrentas da contraofensiva ucraniana de 2023</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Chernov integrou a 3.ª Brigada de Assalto ucraniana para filmar de dentro a reconquista da aldeia — e encontrou ali algo maior do que uma simples posição estratégica: um símbolo.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“São apenas dois quilómetros. Mas nessa floresta está contida toda a guerra”, disse o realizador em entrevista à agência Lusa.</p>
</blockquote>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Podem destruir uma aldeia, mas não conseguem destruir um símbolo.”</p>
</blockquote>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O documentário como arma e testemunho</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Com imagens captadas por drones, câmaras de capacete, dispositivos portáteis e microfones colados à pele dos soldados,&nbsp;<em>2.000 Metros para Andriivka</em>&nbsp;adopta uma linguagem estética próxima da ficção científica, mas com brutalidade real.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Há momentos em que parece um filme de ficção científica… e depois vemos um soldado arrastar-se para uma trincheira com o braço rebentado e percebemos que estamos a ver a guerra em estado puro.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Chernov e o colega Alex Babenko captaram&nbsp;<strong>o medo primitivo</strong>, o ruído dos drones, os torniquetes improvisados, os olhos de quem avança sem saber se volta. E ao mesmo tempo, registaram o poder da esperança: o desejo simples e devastador de voltar a içar a bandeira da Ucrânia num solo libertado.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Os soldados sabem que a guerra moderna também se trava nos media. Hastear uma bandeira sem que ninguém veja… qual é o impacto? Eles queriam que fosse um símbolo de esperança.”</p>
</blockquote>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quando a guerra chega a casa</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A aldeia fica a menos de duas horas de Kharkiv, cidade natal de Chernov. O conflito não é uma ideia abstracta para o cineasta — é pessoal. As árvores onde filmou foram as mesmas onde brincou em criança com amigos. As explosões ecoam por ruas que conhece de memória.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“É como se estes homens estivessem a lutar pela minha infância, pelas minhas memórias e vida”, confessou.</p>
</blockquote>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Cada metro conquistado naquela floresta significava algo maior do que território.”</p>
</blockquote>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um cinema de combate — no campo e no ecrã</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph"><em>2.000 Metros para Andriivka</em>&nbsp;não é um documentário tradicional. É&nbsp;<strong>um corpo de combate em forma de filme</strong>. É uma ode à resistência, à humanidade no meio do horror, e à importância de continuar a olhar, mesmo quando o mundo parece já ter virado a cara.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/estou-do-teu-lado-amigo-tarantino-lembra-michael-madsen-em-homenagem-privada/">“Estou do teu lado, amigo” – Tarantino Lembra Michael Madsen em Homenagem Privada</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">A distribuição internacional está a cargo da&nbsp;<strong>Dogwoof</strong>, e o filme deverá chegar a mais salas europeias nas próximas semanas. Para quem acredita que o cinema pode ser mais do que entretenimento — pode ser memória, denúncia, arte e acto de guerra — esta é uma obra incontornável.</p>
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		<title>Dois Documentários em Português Estreiam no TVCine: Um Olhar Sobre Moçambique e Mauritânia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Feb 2025 09:47:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[cinema documental]]></category>
		<category><![CDATA[cultura e identidade]]></category>
		<category><![CDATA[documentários em português]]></category>
		<category><![CDATA[documentários Mauritânia]]></category>
		<category><![CDATA[documentários Moçambique]]></category>
		<category><![CDATA[herança portuguesa]]></category>
		<category><![CDATA[história de Moçambique]]></category>
		<category><![CDATA[presença portuguesa no mundo]]></category>
		<category><![CDATA[TVCine]]></category>
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					<description><![CDATA[Nos dias 24 e 25 de fevereiro, o TVCine Edition estreia em Portugal dois documentários que exploram a herança cultural e política portuguesa em Moçambique e na Mauritânia. Com histórias profundamente enraizadas no passado e um olhar atento ao presente, estas produções trazem à luz memórias, desafios e reflexões sobre territórios onde a presença portuguesa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Nos dias 24 e 25 de fevereiro, o TVCine Edition estreia em Portugal dois documentários que exploram a herança cultural e política portuguesa em Moçambique e na Mauritânia. Com histórias profundamente enraizadas no passado e um olhar atento ao presente, estas produções trazem à luz memórias, desafios e reflexões sobre territórios onde a presença portuguesa deixou marcas indeléveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também: <a href="https://www.clubedecinema.pt/%f0%9f%8e%a5-scorsese-dicaprio-dwayne-johnson-e-emily-blunt-juntos-hollywood-entra-em-frenesi/"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3a5.png" alt="🎥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Scorsese, DiCaprio, Dwayne Johnson e Emily Blunt Juntos? Hollywood Entra em Frenesi!</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4fd.png" alt="📽" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> À Mesa Da Unidade Popular – 24 de fevereiro às 23h15</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O primeiro documentário da programação especial é&nbsp;<em>À Mesa Da Unidade Popular</em>, realizado por Camilo de Sousa e Isabel Noronha. A obra revisita o período pós-independência moçambicano, refletindo sobre a utopia da construção de uma sociedade mais justa. A narrativa assenta num símbolo curioso e carregado de significado: a mesa da unidade popular, um objeto do mobiliário que o Estado moçambicano tentou distribuir pelas famílias após a independência, como parte da tentativa de criar uma nova identidade nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O filme assume particular relevância no atual contexto político de Moçambique, sendo uma peça essencial para compreender o passado e o presente do país. Depois da estreia mundial no IndieLisboa 2024,&nbsp;<em>À Mesa Da Unidade Popular</em>&nbsp;arrecadou o prémio de Melhor Documentário no prestigiado Festival Caminhos do Cinema Português.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3dc.png" alt="🏜" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Naçara Uma E Outra Vez – 25 de fevereiro às 22h40</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A segunda estreia,&nbsp;<em>Naçara Uma E Outra Vez</em>, leva-nos até à República Islâmica da Mauritânia, onde uma jovem portuguesa parte numa jornada para descobrir o rasto do seu avô. A viagem segue as rotas traçadas no distante ano de 1547, quando João Fernandes cruzou o Saara medieval para alcançar as míticas cidades de Ouadane e Chinguetti.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este documentário onírico, realizado por José Nascimento e Ana Pissarra, não só explora a relação histórica entre Portugal e Mauritânia, mas também revela como as tribos locais ainda guardam memórias das alianças e disputas com os portugueses medievais. É um filme que desafia as fronteiras do tempo, transportando o público entre o presente e o passado através do olhar curioso da protagonista.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Uma Viagem Cinematográfica Imperdível</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dois documentários serão exibidos em exclusivo no TVCine Edition e estarão também disponíveis no TVCine+. Esta dupla estreia reforça o compromisso do canal com a exibição de cinema documental de qualidade, dando voz a histórias que aprofundam o conhecimento sobre a herança portuguesa no mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/%f0%9f%8c%80-a-roda-do-tempo-esta-de-volta-amazon-prime-revela-cena-de-abertura-da-terceira-temporada/"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f300.png" alt="🌀" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> “A Roda do Tempo” Está de Volta: Amazon Prime Revela Cena de Abertura da Terceira Temporada!</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para os amantes de história, política e documentários que transcendem o óbvio, esta é uma oportunidade imperdível. Reserve já as datas e embarque nesta viagem cinematográfica fascinante.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<em>24 e 25 de fevereiro</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cd.png" alt="📍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<em>TVCine Edition e TVCine+</em></p>



<iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/ugzOPDNXB2A?si=Bopm2szaOxZTHzEY" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<item>
		<title>José Barahona: O Legado do Realizador que Transformou Histórias em Cinema</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Nov 2024 12:43:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[As Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[No Meio]]></category>
		<category><![CDATA[cinema documental]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema Português]]></category>
		<category><![CDATA[colonialismo]]></category>
		<category><![CDATA[Estive em Lisboa e Lembrei de Você]]></category>
		<category><![CDATA[José Barahona]]></category>
		<category><![CDATA[Nheengatu]]></category>
		<category><![CDATA[Sobreviventes]]></category>
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					<description><![CDATA[O cinema português perdeu uma das suas vozes mais únicas com a morte do realizador José Barahona, aos 55 anos, em Lisboa. Com uma carreira marcada por obras que exploram temas como o colonialismo, a escravatura e as tensões políticas, Barahona deixa um legado que transcende fronteiras, ligando Portugal, Brasil e outras partes do mundo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O cinema português perdeu uma das suas vozes mais únicas com a morte do realizador José Barahona, aos 55 anos, em Lisboa. Com uma carreira marcada por obras que exploram temas como o colonialismo, a escravatura e as tensões políticas, Barahona deixa um legado que transcende fronteiras, ligando Portugal, Brasil e outras partes do mundo através da sétima arte.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Uma Carreira Dedicada à História e à Reflexão</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Nascido em Lisboa em 1969, José Barahona formou-se na Escola Superior de Teatro e Cinema e complementou os estudos nos Estados Unidos e em Cuba. Estreou-se no cinema com curtas-metragens documentais, incluindo&nbsp;<em>Vianna da Mota</em>, uma homenagem ao compositor de quem era bisneto. O documentário foi uma porta de entrada para projetos que exploraram o impacto da história recente de Portugal, como&nbsp;<em>Anos de Guerra – Guiné 1963-1974</em>&nbsp;(2000), que revisitou o período da guerra colonial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/a-complete-unknown-o-biopic-de-bob-dylan-que-promete-surpreender-com-timothee-chalamet-no-papel-principal/">“A Complete Unknown”: O Biopic de Bob Dylan que Promete Surpreender com Timothée Chalamet no Papel Principal</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os seus trabalhos mais conhecidos estão&nbsp;<em>Estive em Lisboa e Lembrei de Você</em>&nbsp;(2014), uma coprodução luso-brasileira baseada na obra de Luiz Ruffato, e&nbsp;<em>Nheengatu – A Língua da Amazónia</em>&nbsp;(2020), que examina o impacto linguístico e cultural do colonialismo na Amazónia. Barahona também trabalhou com figuras icónicas do cinema português, como Margarida Cardoso e Rita Azevedo Gomes, contribuindo para fortalecer o diálogo entre diferentes vozes artísticas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Um Legado que Perdura</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A sua obra recente,&nbsp;<em>Sobreviventes</em>&nbsp;(2023), abordou as questões do colonialismo e da escravatura, coescrevendo o argumento com o escritor José Eduardo Agualusa. Com uma carreira dedicada à reflexão sobre a história e à conexão entre culturas, Barahona deixa um vazio significativo no cinema nacional. O seu trabalho será lembrado como uma ponte entre o passado e o presente, explorando as complexidades das identidades culturais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/thomas-vinterberg-explora-empatia-e-solidariedade-numa-distopia-climatica-em-families-like-ours/">Thomas Vinterberg Explora Empatia e Solidariedade numa Distopia Climática em “Families Like Ours”</a></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>
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		<title>&#8220;The Shards&#8221; de Masha Chernaya Vence o Grande Prémio do DocLisboa: Uma Perspectiva Íntima da Guerra na Ucrânia</title>
		<link>https://clubedecinema.pt/the-shards-de-masha-chernaya-vence-o-grande-premio-do-doclisboa-uma-perspectiva-intima-da-guerra-na-ucrania-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Oct 2024 08:20:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[cinema de guerra]]></category>
		<category><![CDATA[cinema documental]]></category>
		<category><![CDATA[cinema russo]]></category>
		<category><![CDATA[DocLisboa]]></category>
		<category><![CDATA[festival DocLisboa]]></category>
		<category><![CDATA[Grande Prémio DocLisboa]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Masha Chernaya]]></category>
		<category><![CDATA[The Shards]]></category>
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					<description><![CDATA[O prestigiado&#160;Grande Prémio Cidade de Lisboa&#160;da 22.ª edição do festival de cinema DocLisboa foi atribuído ao filme&#160;&#8220;The Shards&#8221;, da realizadora russa&#160;Masha Chernaya. Esta obra, uma produção conjunta da Geórgia e da Alemanha, destacou-se na competição internacional do festival, abordando de forma inovadora e poética o impacto da guerra na Ucrânia. Para o júri do DocLisboa, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O prestigiado&nbsp;<strong>Grande Prémio Cidade de Lisboa</strong>&nbsp;da 22.ª edição do festival de cinema DocLisboa foi atribuído ao filme&nbsp;<strong>&#8220;The Shards&#8221;</strong>, da realizadora russa&nbsp;<strong>Masha Chernaya</strong>. Esta obra, uma produção conjunta da Geórgia e da Alemanha, destacou-se na competição internacional do festival, abordando de forma inovadora e poética o impacto da guerra na Ucrânia. Para o júri do DocLisboa, o filme de Chernaya vai além da simples documentação de uma realidade trágica, ao buscar um sentido mais profundo através da &#8220;poética organizada das suas imagens&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também: <a href="https://www.clubedecinema.pt/gerard-depardieu-vai-a-tribunal-as-acusacoes-de-violencia-sexual-e-a-queda-de-um-icone-do-cinema-frances/" data-type="post" data-id="9587">Gérard Depardieu Vai a Tribunal: As Acusações de Violência Sexual e a Queda de um Ícone do Cinema Francês</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>&#8220;The Shards&#8221;</strong>&nbsp;retrata a trajetória de Masha, uma jovem russa que decide abandonar o seu país em 2022, no início do conflito ucraniano. A narrativa desenvolve-se como um diário fragmentado, onde a protagonista regista a sua nova realidade longe do país natal, recusando a violência e lidando com a perda de uma vida que nunca poderá recuperar. É através deste olhar íntimo e introspectivo que o filme capta o impacto da guerra, transformando a experiência pessoal de Masha num testemunho universal sobre os dilemas enfrentados por aqueles que se opõem à guerra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Chernaya, a intenção não era apenas relatar os factos, mas também transmitir o desespero e a vulnerabilidade da protagonista, criando uma conexão emocional com o espectador. A escolha de um estilo visual fragmentado e sensível permite ao público experienciar o filme como uma colagem de memórias e emoções que refletem a desorientação e a dor de deixar para trás o seu lar e cultura.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Destaques e Prémios no DocLisboa</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do prémio máximo atribuído a&nbsp;<strong>&#8220;The Shards&#8221;</strong>, a competição internacional do DocLisboa deste ano destacou outros filmes que se destacaram pela originalidade e profundidade emocional. Entre os premiados, incluem-se&nbsp;<strong>&#8220;Fire Supply&#8221;</strong>&nbsp;de&nbsp;<strong>Lucía Seles</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>&#8220;The Anchor&#8221;</strong>&nbsp;de&nbsp;<strong>Jen Debauche</strong>, ambos galardoados com o Prémio Cupra.&nbsp;<strong>&#8220;Fire Supply&#8221;</strong>&nbsp;foi elogiado como um “folhetim urbano cómico e triste” que explora a disfunção das grandes cidades modernas, enquanto&nbsp;<strong>&#8220;The Anchor&#8221;</strong>, protagonizado pela renomada atriz&nbsp;<strong>Charlotte Rampling</strong>, é uma viagem introspectiva pela alma de uma psicoterapeuta que revisita gravações de sessões com antigos pacientes. Este último foi ainda distinguido com o Prémio Revelação Canais TVCine, garantindo exibição televisiva em Portugal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A competição portuguesa também trouxe ao público obras de grande valor cultural e social, com o Prémio MAX para melhor filme a ser atribuído a&nbsp;<strong>&#8220;O Palácio de Cidadãos&#8221;</strong>&nbsp;de&nbsp;<strong>Rui Pires</strong>, um retrato minucioso sobre a Assembleia da República. Em menção honrosa,&nbsp;<strong>“As noites ainda cheiram a pólvora”</strong>, de&nbsp;<strong>Inadelso Cossa</strong>, recebeu o Prémio Sociedade Portuguesa de Autores, enquanto&nbsp;<strong>“Estou aqui”</strong>, de&nbsp;<strong>Zsófia Paczolay</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Dorian Rivière</strong>, foi distinguido com o Prémio Escola pela sua abordagem inovadora.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O Valor Cultural e Político do DocLisboa</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O DocLisboa é conhecido pela sua curadoria criteriosa e pelo foco em temas sociais e políticos relevantes, com especial atenção para contextos de opressão, resistência e identidade. A escolha de filmes como <strong>&#8220;The Shards&#8221;</strong> reflete o compromisso do festival em destacar narrativas que exploram a humanidade em situações de crise. O evento, que se tornou um ponto de referência para o cinema documental, oferece uma plataforma importante para vozes emergentes e cineastas que abordam realidades complexas de forma criativa e reflexiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/festival-doclisboa-inicia-com-homenagem-a-revolucao-do-25-de-abril/" data-type="post" data-id="9360">Festival DocLisboa Inicia com Homenagem à Revolução do 25 de Abril</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">A vitória de&nbsp;<strong>&#8220;The Shards&#8221;</strong>&nbsp;no DocLisboa representa um reconhecimento internacional à jovem realizadora&nbsp;<strong>Masha Chernaya</strong>&nbsp;e ao seu talento em transformar uma experiência pessoal de perda e exílio numa reflexão sobre a fragilidade e a resiliência humana perante a guerra. O filme, já aclamado pela crítica, poderá alcançar ainda mais audiências e consolidar o seu lugar como uma obra marcante no cinema documental contemporâneo.</p>
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		<title>Festival DocLisboa Inicia com Homenagem à Revolução do 25 de Abril</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luisa Jorge]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Oct 2024 09:23:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nas Salas]]></category>
		<category><![CDATA[25 de Abril]]></category>
		<category><![CDATA[cinema documental]]></category>
		<category><![CDATA[DocLisboa]]></category>
		<category><![CDATA[Luciana Fina]]></category>
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					<description><![CDATA[O festival de cinema DocLisboa dá hoje início à sua 22.ª edição, com mais de 180 filmes a serem exibidos ao longo dos próximos dias, homenageando, logo na abertura, a Revolução de 25 de Abril de 1974. O filme de abertura,&#160;Sempre, da realizadora Luciana Fina, faz uma revisitação às imagens dos arquivos da Cinemateca Portuguesa [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O festival de cinema DocLisboa dá hoje início à sua 22.ª edição, com mais de 180 filmes a serem exibidos ao longo dos próximos dias, homenageando, logo na abertura, a Revolução de 25 de Abril de 1974. O filme de abertura,&nbsp;<em>Sempre</em>, da realizadora Luciana Fina, faz uma revisitação às imagens dos arquivos da Cinemateca Portuguesa que captaram o processo revolucionário em Portugal. O festival, que decorre até 27 de outubro, será um ponto de encontro para o cinema documental, abordando temas históricos e contemporâneos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/festival-tribeca-chega-a-lisboa-com-edicao-inedita-na-europa/" data-type="post" data-id="9357">Festival Tribeca Chega a Lisboa com Edição Inédita na Europa</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">O filme&nbsp;<em>Sempre</em>&nbsp;explora o período do Estado Novo e a asfixia do regime salazarista, a repressão da PIDE, e os momentos-chave que levaram à Revolução dos Cravos. O documentário mergulha nas ocupações estudantis de 1969, no Movimento das Forças Armadas, nos sonhos e expectativas do PREC e no intenso Verão Quente. Através desta montagem, o espectador é guiado não apenas pelas imagens de arquivo, mas também por sons e manifestações atuais, criando um paralelismo entre as lutas do passado e os desafios contemporâneos, como o direito à habitação e a igualdade de género.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O DocLisboa deste ano não se limita à história de Portugal, trazendo uma vasta programação internacional. A competição portuguesa inclui filmes como&nbsp;<em>Fogo do Vento</em>&nbsp;de Marta Mateus e&nbsp;<em>As Noites Ainda Cheiram a Pólvora</em>&nbsp;de Inadelso Cossa. O festival também contará com a estreia mundial do documentário&nbsp;<em>Por Ti Portugal Eu Juro</em>&nbsp;de Sofia da Palma Rodrigues e Diogo Cardoso, que explora o papel dos militares africanos durante a Guerra Colonial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/ryan-reynolds-e-hugh-jackman-na-lista-para-apresentar-os-oscares-2025/" data-type="post" data-id="9345">Ryan Reynolds e Hugh Jackman na Lista para Apresentar os Óscares 2025</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">O festival vai decorrer em várias salas de Lisboa, como a Culturgest, o Cinema São Jorge e a Cinemateca Portuguesa, sendo um dos principais eventos dedicados ao cinema documental em Portugal.</p>
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