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	<title>cinema de resistência &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>Quando o Cinema Enfrenta a Terra: A Savana e a Montanha abre “O Melhor de Portugal” no Montanha Pico Festival</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jan 2026 16:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nas Salas]]></category>
		<category><![CDATA[A Savana e a Montanha]]></category>
		<category><![CDATA[cinema de resistência]]></category>
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					<description><![CDATA[Um filme que nasce do conflito real e se transforma em gesto colectivo A comunidade de Covas do Barroso, no norte de Portugal, viveu um choque que mudou para sempre a sua relação com a terra. A descoberta de que a empresa britânica Savannah Resources planeava ali instalar a maior mina de lítio a céu aberto [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>Um filme que nasce do conflito real e se transforma em gesto colectivo</strong></p>



<p>A comunidade de <strong>Covas do Barroso</strong>, no norte de Portugal, viveu um choque que mudou para sempre a sua relação com a terra. A descoberta de que a empresa britânica Savannah Resources planeava ali instalar a maior mina de lítio a céu aberto da Europa, praticamente à porta de casa, gerou um sobressalto que rapidamente se transformou em resistência. É dessa tensão, profundamente enraizada na realidade, que nasce <strong>A Savana e a Montanha</strong>, o mais recente filme de <strong>Paulo Carneiro</strong>, que abre a secção “O Melhor de Portugal” da 12.ª edição do <strong>Montanha Pico Festival</strong>.</p>



<p>ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/jennifer-garner-quebra-o-silencio-sobre-o-divorcio-de-ben-affleck-o-mais-dificil-foi-perder-uma-verdadeira-parceria/">Jennifer Garner quebra o silêncio sobre o divórcio de Ben Affleck: “O mais difícil foi perder uma verdadeira parceria”</a><br /></p>



<p>A sessão de abertura acontece na quinta-feira, 15 de Janeiro, às 21h00, no Auditório Municipal das Lajes do Pico, e promete ser um dos momentos mais marcantes desta edição do festival açoriano dedicado à cultura montanhosa.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um documentário híbrido entre o real, o mítico e o cinematográfico</strong></h2>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="685" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/paulo-carneiro-2-1024x685.jpg" alt="" class="wp-image-22880" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/paulo-carneiro-2-1024x685.jpg 1024w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/paulo-carneiro-2-300x201.jpg 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/paulo-carneiro-2-768x513.jpg 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/paulo-carneiro-2-1536x1027.jpg 1536w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/paulo-carneiro-2-2048x1369.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Paulo Carneiro define o filme como uma “reconstituição, reinvenção ou reinterpretação” dos acontecimentos vividos pela comunidade. Mas&nbsp;<em>A Savana e a Montanha</em>&nbsp;vai muito além do documentário clássico. Entre canções populares, encenações colectivas e referências visuais ao western, são os próprios habitantes que representam a sua luta, transformando a resistência num acto artístico e político ao mesmo tempo.</p>



<p>Este cruzamento entre cinema, teatro popular e memória colectiva confere ao filme uma identidade singular, onde o gesto cinematográfico não observa à distância, mas participa. O povo não é objecto do olhar da câmara: é autor, intérprete e força motriz da narrativa.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um percurso internacional impressionante</strong></h2>



<p>Depois da estreia na Quinzena dos Realizadores de 2024, em França,&nbsp;<em>A Savana e a Montanha</em>&nbsp;iniciou um percurso internacional notável. O filme passou por dezenas de festivais e acumulou distinções em vários continentes, incluindo Menções Especiais em Melgaço e Valladolid, bem como prémios de público e de júri na Índia, Coreia do Sul, Timor-Leste e Turquia. Um reconhecimento que confirma a força universal de uma história profundamente local.</p>



<p>Este sucesso consolida a trajectória de Paulo Carneiro, que se estreou na longa-metragem com&nbsp;<em>Bostofrio</em>&nbsp;(2018), também exibido no Montanha Pico Festival, numa ligação afectiva que agora se renova.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>“O Melhor de Portugal”: um retrato do cinema nacional recente</strong></h2>



<p>A secção “O Melhor de Portugal” é o grande foco desta edição do festival e reúne cinco obras estreadas nos últimos dois anos, escolhidas pelo director artístico Terry Costa com base no mérito criativo e impacto cultural. Além de <em>A Savana e a Montanha</em>, o público poderá ver <strong>Banzo</strong> de Margarida Cardoso, <strong>Grand Tour</strong>, <strong>O Teu Rosto Será o Último</strong> e <strong>Hanami</strong>.</p>



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<p>Até 29 de Janeiro, o Montanha Pico Festival espalha-se por três ecrãs da ilha do Pico, apresentando 35 obras — de curtas a longas-metragens — num programa que confirma o festival como um espaço singular de encontro entre cinema, território e identidade.</p>
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