<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>cinema de acção &#8211; Clube de Cinema</title>
	<atom:link href="https://clubedecinema.pt/tag/cinema-de-accao/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://clubedecinema.pt</link>
	<description>Vá lá! Façam Fitas!</description>
	<lastBuildDate>Thu, 29 Jan 2026 16:57:43 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0</generator>

<image>
	<url>https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2024/07/cropped-clubedecinemalogo-32x32.jpg</url>
	<title>cinema de acção &#8211; Clube de Cinema</title>
	<link>https://clubedecinema.pt</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Depois de longa espera, o novo thriller de acção de Guy Ritchie com Henry Cavill já tem data marcada</title>
		<link>https://clubedecinema.pt/depois-de-longa-espera-o-novo-thriller-de-accao-de-guy-ritchie-com-henry-cavill-ja-tem-data-marcada/</link>
					<comments>https://clubedecinema.pt/depois-de-longa-espera-o-novo-thriller-de-accao-de-guy-ritchie-com-henry-cavill-ja-tem-data-marcada/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jan 2026 19:07:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Meio]]></category>
		<category><![CDATA[A Chegar]]></category>
		<category><![CDATA[cinema de acção]]></category>
		<category><![CDATA[data de estreia]]></category>
		<category><![CDATA[filmes 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Guy Ritchie]]></category>
		<category><![CDATA[Henry Cavill]]></category>
		<category><![CDATA[In the Grey]]></category>
		<category><![CDATA[Jake Gyllenhaal]]></category>
		<category><![CDATA[thriller de acção]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://clubedecinema.pt/?p=23353</guid>

					<description><![CDATA[Demorou mais do que o previsto, alimentou rumores e levantou dúvidas, mas agora é oficial: Guy Ritchie está finalmente pronto para regressar ao grande ecrã com In the Grey. O aguardado thriller de acção protagonizado por Henry Cavillestreia a 10 de Abril de 2026, mais de um ano depois da data inicialmente anunciada. Um regresso à acção com assinatura Ritchie [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Demorou mais do que o previsto, alimentou rumores e levantou dúvidas, mas agora é oficial: <strong>Guy Ritchie</strong> está finalmente pronto para regressar ao grande ecrã com <em>In the Grey</em>. O aguardado thriller de acção protagonizado por <strong>Henry Cavill</strong>estreia a <strong>10 de Abril de 2026</strong>, mais de um ano depois da data inicialmente anunciada.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Um regresso à acção com assinatura Ritchie</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph"><em>In the Grey</em>&nbsp;acompanha uma equipa secreta de operacionais de elite que vive nas sombras do sistema global. São tão eficazes a manipular poder e influência como a manusear armas automáticas e explosivos de alto calibre. Quando um déspota implacável se apodera de uma fortuna avaliada em mil milhões de dólares, a equipa é enviada para a recuperar numa missão que, para qualquer outra pessoa, seria puro suicídio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ler também: <a href="https://clubedecinema.pt/um-homem-armado-de-cancoes-bob-marley-one-love-chega-a-televisao-portuguesa/">Um homem armado de canções: Bob Marley: One Love chega à televisão portuguesa</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Aquilo que começa como um golpe aparentemente impossível rapidamente se transforma num conflito total, onde estratégia, engano e sobrevivência se misturam num cenário de guerra aberta. Tudo elementos familiares para quem conhece o cinema de Guy Ritchie, aqui novamente a escrever e a realizar, prometendo ritmo acelerado, diálogos afiados e personagens maiores do que a vida.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Um elenco de luxo e um adiamento estratégico</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Além de Henry Cavill, o filme conta com <strong>Jake Gyllenhaal</strong>, <strong>Eiza González</strong>, <strong>Kristofer Hivju</strong>, <strong>Fisher Stevens</strong> e <strong>Rosamund Pike</strong>. Um elenco claramente pensado para dar músculo dramático e carisma a um projecto ambicioso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Originalmente previsto para Janeiro de 2025, poucos meses após&nbsp;<em>The Ministry of Ungentlemanly Warfare</em>, o filme acabou por ser retirado do calendário no final de 2024. Na altura, a Lionsgate justificou a decisão afirmando que o projecto “ainda não estava pronto”. Houve quem especulasse que o adiamento estaria ligado ao desempenho modesto do anterior filme da dupla nas salas de cinema — algo que acabou por ser parcialmente compensado pelo sucesso posterior em streaming.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Confiança total no projecto</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Benjamin Kramer, responsável pela distribuição nos EUA da Black Bear, não esconde o entusiasmo: elogia Guy Ritchie como um dos grandes mestres do cinema de acção moderno e garante que&nbsp;<em>In the Grey</em>&nbsp;concentra “cada grama do seu estilo e humor característicos”, sublinhando ainda a importância da colaboração com a Lionsgate para tornar o lançamento possível.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Ritchie e Cavill: dois nomes sempre em movimento</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Desde a última colaboração, ambos têm mantido agendas recheadas. Ritchie lançou <em>Fountain of Youth</em> na Apple TV+, com <strong>John Krasinski</strong>, e prepara ainda a comédia negra <em>Wife &amp; Dog</em>. Pelo caminho, esteve envolvido em séries como <em>The Gentlemen</em>, <em>Mobland</em> e <em>Young Sherlock</em>, além de vários documentários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já Henry Cavill, após uma participação especial em <em>Deadpool &amp; Wolverine</em>, prepara um futuro igualmente intenso, que inclui <em>Enola Holmes 3</em>, <em>Voltron</em>, o aguardado remake de <em>Highlander</em> e uma ambiciosa série de <em>Warhammer 40,000</em> para a Prime Video.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/uma-pantera-com-boas-intencoes-tennessee-williams-sobre-paul-newman-e-o-peso-da-beleza/">“Uma pantera com boas intenções”: Tennessee Williams sobre Paul Newman e o peso da beleza</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois de tanta espera,&nbsp;<em>In the Grey</em>&nbsp;começa finalmente a ganhar forma concreta. Resta agora saber se o filme vai corresponder às expectativas… mas com Guy Ritchie e Henry Cavill no comando, pelo menos matéria-prima não falta.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://clubedecinema.pt/depois-de-longa-espera-o-novo-thriller-de-accao-de-guy-ritchie-com-henry-cavill-ja-tem-data-marcada/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Wesley Snipes faz 63 anos: o legado de um ícone que redefiniu o cinema de acção</title>
		<link>https://clubedecinema.pt/wesley-snipes-faz-63-anos-o-legado-de-um-icone-que-redefiniu-o-cinema-de-accao/</link>
					<comments>https://clubedecinema.pt/wesley-snipes-faz-63-anos-o-legado-de-um-icone-que-redefiniu-o-cinema-de-accao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nuno Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jan 2026 18:34:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Meio]]></category>
		<category><![CDATA[As Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[actores icónicos]]></category>
		<category><![CDATA[artes marciais no cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Blade]]></category>
		<category><![CDATA[cinema de acção]]></category>
		<category><![CDATA[filmes de Wesley Snipes]]></category>
		<category><![CDATA[Wesley Snipes]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://clubedecinema.pt/?p=23338</guid>

					<description><![CDATA[Estilo, intensidade e uma presença impossível de ignorar Há actores que atravessam décadas sem nunca perderem identidade. Wesley Snipes é um desses casos raros. Aos 63 anos, celebrados hoje, o actor continua a ser uma referência incontornável do cinema de acção — não apenas pelo impacto físico dos seus papéis, mas pela forma como elevou o género, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Estilo, intensidade e uma presença impossível de ignorar</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Há actores que atravessam décadas sem nunca perderem identidade. <strong>Wesley Snipes</strong> é um desses casos raros. Aos 63 anos, celebrados hoje, o actor continua a ser uma referência incontornável do cinema de acção — não apenas pelo impacto físico dos seus papéis, mas pela forma como elevou o género, trazendo-lhe carisma, técnica e uma intensidade muito própria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/a-audicao-que-mudou-a-lista-de-schindler-e-a-carreira-de-um-actor/">A audição que mudou&nbsp;A Lista de Schindler&nbsp;— e a carreira de um actor</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Falar de Wesley Snipes é falar de presença. Daquele tipo de magnetismo que prende o olhar do espectador mesmo quando não é o protagonista absoluto da cena. Desde cedo, Snipes mostrou que não queria ser apenas “mais um”. Queria deixar marca. E deixou.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Blade&nbsp;e a revolução silenciosa do género</strong></h2>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1000" height="667" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/Screen-Shot-2024-06-17-at-8.36.18-AM.png.webp" alt="" class="wp-image-23341" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/Screen-Shot-2024-06-17-at-8.36.18-AM.png.webp 1000w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/Screen-Shot-2024-06-17-at-8.36.18-AM.png-300x200.webp 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/Screen-Shot-2024-06-17-at-8.36.18-AM.png-768x512.webp 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">É impossível não começar por&nbsp;<em>Blade</em>. Lançado numa altura em que o cinema de super-heróis ainda procurava o seu tom, o filme não só foi um sucesso comercial como redefiniu o que era possível fazer dentro do género. Snipes deu corpo a um herói sombrio, letal e profundamente cool, combinando artes marciais de alto nível com uma atitude que se tornaria icónica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Muito antes do domínio absoluto da Marvel nos cinemas,&nbsp;<em>Blade</em>&nbsp;provou que personagens de banda desenhada podiam resultar em filmes adultos, violentos e esteticamente marcantes. E fê-lo graças, em grande parte, à entrega total do seu protagonista.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Muito mais do que um herói de acção</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Reduzir Wesley Snipes ao cinema de acção seria profundamente injusto. Ao longo da carreira, mostrou uma versatilidade notável, tanto em dramas como em comédias. Filmes como&nbsp;<em>White Men Can’t Jump</em>&nbsp;revelaram um talento natural para o humor e o ritmo de comédia, enquanto&nbsp;<em>Jungle Fever</em>, de Spike Lee, expôs uma faceta mais crua e emocionalmente complexa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Snipes nunca teve medo de arriscar. Escolheu projectos desconfortáveis, personagens ambíguas e histórias que nem sempre seguiam o caminho mais seguro. Essa coragem artística é parte essencial do seu legado.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Disciplina, artes marciais e respeito pelo ofício</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Outro elemento que distingue Wesley Snipes é a sua impressionante formação em artes marciais. Praticante de várias disciplinas, o actor trouxe uma autenticidade física raramente vista em Hollywood. Cada movimento, cada combate, cada gesto tinha peso real — não era apenas coreografia, era linguagem corporal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa disciplina reflecte-se também na forma como encara o trabalho de actor: com respeito, entrega e uma ética profissional que sempre falou mais alto do que modas ou tendências passageiras.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img decoding="async" width="465" height="464" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/blade-1.jpg" alt="" class="wp-image-23342" style="width:846px;height:auto" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/blade-1.jpg 465w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/blade-1-300x300.jpg 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/01/blade-1-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 465px) 100vw, 465px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Celebrar 63 anos é celebrar uma carreira com impacto</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Este aniversário não é apenas uma data simbólica. É a celebração de uma carreira construída com persistência, talento e uma vontade constante de ir mais longe. Wesley Snipes influenciou gerações de actores, abriu portas e ajudou a redefinir o que significa ser uma estrela de cinema de acção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/uma-pantera-com-boas-intencoes-tennessee-williams-sobre-paul-newman-e-o-peso-da-beleza/">“Uma pantera com boas intenções”: Tennessee Williams sobre Paul Newman e o peso da beleza</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, celebramos 63 anos de um percurso extraordinário — e de um impacto que continua bem vivo. <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>



<p class="wp-block-paragraph">(corrigido no dia 29 de Janeiro de 2026)</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://clubedecinema.pt/wesley-snipes-faz-63-anos-o-legado-de-um-icone-que-redefiniu-o-cinema-de-accao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O primeiro filme imperdível de 2026 já está na Netflix — e junta Damon e Affleck num jogo perigoso</title>
		<link>https://clubedecinema.pt/o-primeiro-filme-imperdivel-de-2026-ja-esta-na-netflix-e-junta-damon-e-affleck-num-jogo-perigoso/</link>
					<comments>https://clubedecinema.pt/o-primeiro-filme-imperdivel-de-2026-ja-esta-na-netflix-e-junta-damon-e-affleck-num-jogo-perigoso/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nuno Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Jan 2026 18:45:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Em Casa]]></category>
		<category><![CDATA[Netflix]]></category>
		<category><![CDATA[cinema de acção]]></category>
		<category><![CDATA[filme de acção 2026]]></category>
		<category><![CDATA[filmes Netflix 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Joe Carnahan]]></category>
		<category><![CDATA[Matt Damon Ben Affleck]]></category>
		<category><![CDATA[The Rip Netflix]]></category>
		<category><![CDATA[thriller policial]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://clubedecinema.pt/?p=23102</guid>

					<description><![CDATA[Quando dois velhos amigos trocam a comédia pela tensão máxima Há duplas que o cinema aprendeu a respeitar com o passar das décadas, e a de Matt Damon e Ben Affleck pertence claramente a esse clube restrito. Amigos desde a adolescência em Boston, parceiros criativos há quase 30 anos e vencedores de Óscares, os dois regressam agora lado a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quando dois velhos amigos trocam a comédia pela tensão máxima</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Há duplas que o cinema aprendeu a respeitar com o passar das décadas, e a de <strong>Matt Damon</strong> e <strong>Ben Affleck</strong> pertence claramente a esse clube restrito. Amigos desde a adolescência em Boston, parceiros criativos há quase 30 anos e vencedores de Óscares, os dois regressam agora lado a lado em <em>The Rip</em>, um thriller de acção duro, sombrio e surpreendentemente diferente do que habitualmente associamos a esta dupla.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/matt-damon-e-a-cultura-do-cancelamento-segue-te-ate-a-campa/">Matt Damon e a cultura do cancelamento: “Segue-te até à campa”</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Disponível na <strong>Netflix</strong>, <em>The Rip</em> assume-se já como o <strong>primeiro filme verdadeiramente obrigatório de 2026</strong> no streaming, apostando numa narrativa seca, sem filtros, e num ambiente onde a confiança é tão escassa quanto a moralidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Polícias corruptos, dinheiro sujo e desconfiança total</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">No centro da história estão dois agentes da polícia envolvidos numa investigação sensível sobre colegas corruptos que desviam dinheiro de casas de droga durante rusgas. Damon interpreta o tenente Dane Dumars, enquanto Affleck dá vida ao sargento-detetive JD Byrne. O que começa como mais um caso incómodo rapidamente se transforma num jogo psicológico perigoso quando Byrne começa a suspeitar que o próprio parceiro pode não ser tão íntegro quanto aparenta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir daí,&nbsp;<em>The Rip</em>&nbsp;constrói-se como um duelo silencioso entre duas personagens que se conhecem demasiado bem — um detalhe que ganha uma camada extra de interesse quando sabemos que Damon e Affleck são amigos inseparáveis fora do ecrã. Essa proximidade real é usada de forma inteligente pelo filme, transformando cumplicidade em ameaça e confiança em potencial sentença de morte.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Joe Carnahan e a herança de Tony Scott</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A realização está a cargo de <strong>Joe Carnahan</strong>, conhecido por <em>Smokin’ Aces</em> e <em>The Grey</em>, que aqui assume sem pudor a influência do cinema de <strong>Tony Scott</strong>. O ritmo intenso, a atmosfera crua e o lado quase “B-movie” do projecto são escolhas conscientes, pensadas para servir uma história directa, agressiva e sem grandes concessões ao conforto do espectador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Carnahan revelou que quis explorar precisamente a relação real entre Damon e Affleck para reforçar o conflito dramático: dois homens que, no ecrã, são obrigados a confiar um no outro quando tudo à sua volta indica que isso pode ser um erro fatal.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Recepção crítica e reacções do público</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de algumas críticas apontarem um tom excessivamente sombrio,&nbsp;<em>The Rip</em>&nbsp;tem sido bem recebido no geral. O filme apresenta actualmente uma pontuação de&nbsp;<strong>84% no Rotten Tomatoes</strong>, com elogios frequentes à química entre os protagonistas e à sua energia de thriller clássico, quase artesanal, num panorama cada vez mais dominado por fórmulas previsíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É também refrescante ver Damon e Affleck longe da comédia ou de projectos mais auto-referenciais. Aqui, ambos apostam num registo contido, tenso e adulto, lembrando porque continuam a ser duas das figuras mais interessantes do cinema americano contemporâneo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um regresso que vale mesmo a pena</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph"><em>The Rip</em>&nbsp;pode não ser um filme para todos os gostos, mas é exactamente esse risco que o torna relevante. Num catálogo saturado de apostas seguras, esta colaboração entre Damon, Affleck e Carnahan destaca-se como uma proposta diferente, madura e sem medo de incomodar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/the-white-lotus-reforca-elenco-da-4-a-temporada-com-steve-coogan-e-uma-aposta-inesperada/">The White Lotus reforça elenco da 4.ª temporada com Steve Coogan e uma aposta inesperada</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Se 2026 precisava de um ponto de partida forte no streaming, a Netflix encontrou-o com dois velhos amigos a jogarem um jogo onde perder não é opção.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://clubedecinema.pt/o-primeiro-filme-imperdivel-de-2026-ja-esta-na-netflix-e-junta-damon-e-affleck-num-jogo-perigoso/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cristiano Ronaldo a Caminho de Velocidade Furiosa? Vin Diesel Lança a Bomba para o Filme Final da Saga</title>
		<link>https://clubedecinema.pt/cristiano-ronaldo-a-caminho-de-velocidade-furiosa-vin-diesel-lanca-a-bomba-para-o-filme-final-da-saga/</link>
					<comments>https://clubedecinema.pt/cristiano-ronaldo-a-caminho-de-velocidade-furiosa-vin-diesel-lanca-a-bomba-para-o-filme-final-da-saga/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Dec 2025 09:49:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Meio]]></category>
		<category><![CDATA[As Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Brian O’Conner]]></category>
		<category><![CDATA[cinema de acção]]></category>
		<category><![CDATA[Cristiano Ronaldo]]></category>
		<category><![CDATA[Fast and Furious]]></category>
		<category><![CDATA[Paul Walker]]></category>
		<category><![CDATA[sagas de Hollywood]]></category>
		<category><![CDATA[Velocidade Furiosa]]></category>
		<category><![CDATA[Vin Diesel]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://clubedecinema.pt/?p=22238</guid>

					<description><![CDATA[Um encontro explosivo entre futebol e cinema Será que Cristiano Ronaldo está prestes a acelerar rumo ao universo de&#160;Velocidade Furiosa? A pergunta ganhou força depois de Vin Diesel, protagonista e produtor da saga, ter publicado uma fotografia no Instagram ao lado do futebolista português, acompanhada de uma legenda que deixou pouco espaço para a imaginação. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading"><strong>Um encontro explosivo entre futebol e cinema</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Será que Cristiano Ronaldo está prestes a acelerar rumo ao universo de&nbsp;<em>Velocidade Furiosa</em>? A pergunta ganhou força depois de Vin Diesel, protagonista e produtor da saga, ter publicado uma fotografia no Instagram ao lado do futebolista português, acompanhada de uma legenda que deixou pouco espaço para a imaginação. Segundo o actor, não só Ronaldo “faz parte da mitologia&nbsp;<em>Fast</em>”, como já existe um papel escrito especificamente para ele.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ler também: <a href="https://clubedecinema.pt/a-casa-de-sozinho-em-casa-vai-voltar-ao-passado-e-ao-natal-de-1990/">A Casa de Sozinho em Casa Vai Voltar ao Passado — e ao Natal de 1990</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">A imagem mostra ambos com o polegar levantado, num gesto cúmplice que rapidamente incendiou as redes sociais. Diesel descreveu Ronaldo como “a real one”, uma expressão que, no contexto da saga, equivale quase a uma bênção oficial para entrar na família liderada por Dominic Toretto.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Confirmação oficial ainda em suspenso</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar do entusiasmo gerado, nem Vin Diesel nem Cristiano Ronaldo confirmaram oficialmente a participação do jogador no 11.º filme da saga. O&nbsp;<em>Hollywood Reporter</em>&nbsp;tentou obter esclarecimentos junto das equipas de ambos, mas não recebeu qualquer resposta até ao momento da publicação. Ainda assim, o simples facto de Diesel afirmar publicamente que foi escrito um papel para Ronaldo é, por si só, altamente revelador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A saga&nbsp;<em>Velocidade Furiosa</em>&nbsp;nunca foi alheia a participações-surpresa e cameos improváveis, mas a eventual entrada de uma das maiores figuras do desporto mundial elevaria a fasquia mediática a um novo patamar. Ronaldo, recorde-se, já deu sinais de interesse pelo cinema e pelo entretenimento global, tornando esta hipótese menos descabida do que poderia parecer à primeira vista.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O filme final e o regresso às origens</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Vin Diesel aproveitou também para revelar novos detalhes sobre o capítulo final da saga, que tem estreia marcada para Abril de 2027. A data foi acordada com a Universal Pictures mediante três condições impostas pelo actor, todas elas directamente ligadas aos desejos expressos pelos fãs ao longo dos anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A primeira passa pelo regresso da história a Los Angeles, o local onde tudo começou. A segunda envolve um reencontro com a cultura automóvel e as corridas de rua, afastando-se do tom quase super-heróico que marcou os capítulos mais recentes. E a terceira — talvez a mais emotiva — é a reunião em ecrã de Dominic Toretto e Brian O’Conner.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Paul Walker e um adeus que ainda ecoa</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Paul Walker, que deu vida a Brian O’Conner, morreu a 30 de Novembro de 2013, durante as filmagens de&nbsp;<em>Velocidade Furiosa 7</em>. Na altura, várias cenas ficaram por concluir, obrigando a uma solução técnica complexa que envolveu CGI, artistas de efeitos visuais e os irmãos de Walker, Cody e Caleb, para completar cerca de 350 planos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A cena final desse filme, em que Dom e Brian se despedem ao volante antes de seguirem caminhos diferentes, tornou-se um dos momentos mais marcantes da história recente do cinema popular. Segundo o supervisor de efeitos visuais Joe Letteri, tudo foi feito para que o público não pensasse no processo técnico, mas apenas na despedida emocional da personagem — e do actor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/choque-em-hollywood-mortes-misteriosas-num-icone-do-cinema-americano/">Choque em Hollywood: mortes misteriosas num ícone do cinema americano</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">A promessa de Vin Diesel de reunir novamente Dom e Brian no último filme levanta questões técnicas e emocionais, mas também sublinha a importância simbólica desse regresso. Tal como a possível entrada de Cristiano Ronaldo, é mais uma prova de que&nbsp;<em>Velocidade Furiosa</em>&nbsp;quer fechar o ciclo em grande, misturando espectáculo, nostalgia e emoção.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://clubedecinema.pt/cristiano-ronaldo-a-caminho-de-velocidade-furiosa-vin-diesel-lanca-a-bomba-para-o-filme-final-da-saga/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Taylor Sheridan e Peter Berg Vão Levar Call of Duty ao Cinema com a Paramount</title>
		<link>https://clubedecinema.pt/taylor-sheridan-e-peter-berg-vao-levar-call-of-duty-ao-cinema-com-a-paramount/</link>
					<comments>https://clubedecinema.pt/taylor-sheridan-e-peter-berg-vao-levar-call-of-duty-ao-cinema-com-a-paramount/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Elson Baessa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Oct 2025 21:37:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Meio]]></category>
		<category><![CDATA[A Chegar]]></category>
		<category><![CDATA[Activision]]></category>
		<category><![CDATA[adaptação cinematográfica]]></category>
		<category><![CDATA[Call of Duty]]></category>
		<category><![CDATA[cinema de acção]]></category>
		<category><![CDATA[Hell or High Water]]></category>
		<category><![CDATA[Lone Survivor]]></category>
		<category><![CDATA[Paramount]]></category>
		<category><![CDATA[Peter Berg]]></category>
		<category><![CDATA[Taylor Sheridan]]></category>
		<category><![CDATA[videojogos]]></category>
		<category><![CDATA[Wind River]]></category>
		<category><![CDATA[yellowstone]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://clubedecinema.pt/?p=20910</guid>

					<description><![CDATA[O criador de Yellowstone e o realizador de Lone Survivor unem forças para transformar uma das maiores sagas de videojogos de sempre num épico de guerra em imagem real. Hollywood prepara-se para mais uma ofensiva no campo das adaptações de videojogos. A Paramount confirmou que&#160;Call of Duty, a lendária série de tiros em primeira pessoa, vai finalmente ganhar uma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>O criador de <em>Yellowstone</em> e o realizador de <em>Lone Survivor</em> unem forças para transformar uma das maiores sagas de videojogos de sempre num épico de guerra em imagem real.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Hollywood prepara-se para mais uma ofensiva no campo das adaptações de videojogos. A Paramount confirmou que&nbsp;<em>Call of Duty</em>, a lendária série de tiros em primeira pessoa, vai finalmente ganhar uma versão cinematográfica — e nas mãos de dois pesos pesados: Taylor Sheridan (<em>Yellowstone</em>,&nbsp;<em>Hell or High Water</em>) e Peter Berg (<em>Lone Survivor</em>,&nbsp;<em>Deepwater Horizon</em>).</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://clubedecinema.pt/de-following-a-oppenheimer-como-christopher-nolan-transformou-cada-dolar-em-cinema/">De Following a Oppenheimer: Como Christopher Nolan Transformou Cada Dólar em Cinema</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o&nbsp;<em>Deadline</em>, Sheridan e Berg vão co-escrever o argumento, com Berg a assumir a realização e ambos a participar na produção, ao lado de David Glasser. O filme será uma parceria entre a Paramount e a Activision, com o objectivo de levar para o grande ecrã a intensidade militar e a adrenalina que tornaram&nbsp;<em>Call of Duty</em>&nbsp;um fenómeno global.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Uma amizade de longa data em modo de combate</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Sheridan e Berg são amigos de longa data e já trabalharam juntos em filmes como&nbsp;<em>Hell or High Water</em>&nbsp;— nomeado para quatro Óscares, incluindo Melhor Filme e Melhor Argumento Original — e&nbsp;<em>Wind River</em>. O estúdio acredita que esta dupla tem o perfil ideal para dar vida a um universo que combina estratégia, acção e realismo militar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Peter Berg traz consigo uma experiência sólida no género, tendo realizado&nbsp;<em>Lone Survivor</em>, baseado em factos verídicos da guerra no Afeganistão, e a série&nbsp;<em>Painkiller</em>&nbsp;sobre a crise dos opioides. Sheridan, por sua vez, consolidou o seu nome com produções televisivas de sucesso como&nbsp;<em>Yellowstone</em>,&nbsp;<em>Tulsa King</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Lioness</em>, esta última também centrada em operações de elite.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Um fenómeno de 500 milhões de cópias</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Lançado em 2003,&nbsp;<em>Call of Duty</em>&nbsp;tornou-se a franquia de videojogos mais vendida nos Estados Unidos durante 16 anos consecutivos, com mais de 500 milhões de cópias vendidas em todo o mundo. A sua popularidade atravessa gerações e plataformas, atraindo milhões de jogadores com campanhas que exploram desde a Segunda Guerra Mundial até futuros distópicos de alta tecnologia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com este filme, a Paramount pretende não só satisfazer os fãs mais fervorosos, mas também conquistar novos públicos através de uma narrativa cinematográfica de grande escala. Sheridan e Berg prometem uma abordagem realista e emocional, capaz de combinar espectáculo visual com o peso humano da guerra — uma marca comum no trabalho de ambos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Sheridan muda-se para a NBCUniversal</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A notícia chega pouco depois de Taylor Sheridan ter assinado um novo contrato de cinco anos com a NBCUniversal, que o afastará gradualmente dos seus projectos na Paramount. Ainda assim, o autor manteve-se empenhado em escrever e produzir&nbsp;<em>Call of Duty</em>, um dos seus últimos grandes projectos ligados ao estúdio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://clubedecinema.pt/charlize-theron-prepara-novo-thriller-tyrant-com-a-amazon-mgm-studios/">Charlize Theron Prepara Novo Thriller “Tyrant” com a Amazon MGM Studios</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com dois veteranos da acção e do drama à frente das operações, o filme de&nbsp;<em>Call of Duty</em>&nbsp;promete ser uma autêntica missão de alto risco — tanto em ambição como em escala. Se tudo correr como planeado, Hollywood pode finalmente conseguir o que muitos tentaram: uma adaptação de videojogo digna da sua legião de fãs.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://clubedecinema.pt/taylor-sheridan-e-peter-berg-vao-levar-call-of-duty-ao-cinema-com-a-paramount/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O Exterminador Implacável: há 41 anos nascia uma obra-prima da ficção científica — e há 6 anos morria (outra vez)</title>
		<link>https://clubedecinema.pt/o-exterminador-implacavel-ha-41-anos-nascia-uma-obra-prima-da-ficcao-cientifica-e-ha-6-anos-morria-outra-vez/</link>
					<comments>https://clubedecinema.pt/o-exterminador-implacavel-ha-41-anos-nascia-uma-obra-prima-da-ficcao-cientifica-e-ha-6-anos-morria-outra-vez/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Oct 2025 15:49:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Disney]]></category>
		<category><![CDATA[Em Casa]]></category>
		<category><![CDATA[Prime]]></category>
		<category><![CDATA[Televisão]]></category>
		<category><![CDATA[Amazon Prime Video]]></category>
		<category><![CDATA[Apple TV]]></category>
		<category><![CDATA[Arnold Schwarzenegger]]></category>
		<category><![CDATA[cinema de acção]]></category>
		<category><![CDATA[Destino Sombrio]]></category>
		<category><![CDATA[Disney+]]></category>
		<category><![CDATA[efeitos especiais]]></category>
		<category><![CDATA[ficção científica]]></category>
		<category><![CDATA[franquias]]></category>
		<category><![CDATA[Hollywood]]></category>
		<category><![CDATA[James Cameron]]></category>
		<category><![CDATA[Linda Hamilton]]></category>
		<category><![CDATA[O Exterminador Implacável]]></category>
		<category><![CDATA[SkyShowtime]]></category>
		<category><![CDATA[Star+]]></category>
		<category><![CDATA[Terminator]]></category>
		<category><![CDATA[Terminator 2 O Julgamento Final]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://clubedecinema.pt/?p=20757</guid>

					<description><![CDATA[O primeiro redefiniu o género, o segundo reinventou o cinema de acção e efeitos visuais. Depois disso, veio a decadência de uma marca genial criada por James Cameron e diluída em sequelas que esqueceram o essencial: uma boa história. ver também : 🕷️&#160;Spider-Man 4&#160;com Tobey Maguire? Roteirista de&#160;The Batman 2&#160;diz que “ainda não recebeu um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O primeiro redefiniu o género, o segundo reinventou o cinema de acção e efeitos visuais. Depois disso, veio a decadência de uma marca genial criada por James Cameron e diluída em sequelas que esqueceram o essencial: uma boa história.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://clubedecinema.pt/%f0%9f%95%b7%ef%b8%8f-spider-man-4-com-tobey-maguire-roteirista-de-the-batman-2-diz-que-ainda-nao-recebeu-um-nao/"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f577.png" alt="🕷" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;Spider-Man 4&nbsp;com Tobey Maguire? Roteirista de&nbsp;The Batman 2&nbsp;diz que “ainda não recebeu um não”</a><br /><br />Há precisamente&nbsp;<strong>41 anos</strong>, James Cameron apresentou ao mundo&nbsp;<em>O Exterminador Implacável</em>&nbsp;(<em>The Terminator</em>, 1984) — e mudou para sempre a ficção científica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E há&nbsp;<strong>seis anos</strong>, com&nbsp;<em>O Exterminador Implacável: Destino Sombrio</em>&nbsp;(<em>Terminator: Dark Fate</em>, 2019), a saga tentava renascer das cinzas… apenas para confirmar o que muitos já sabiam: o que Cameron criou com mestria foi depois explorado até à exaustão.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="840" height="473" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/10/terminator-dark-fate-pic-1572634061.jpg" alt="" class="wp-image-20759" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/10/terminator-dark-fate-pic-1572634061.jpg 840w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/10/terminator-dark-fate-pic-1572634061-300x169.jpg 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/10/terminator-dark-fate-pic-1572634061-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 840px) 100vw, 840px" /></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4a5.png" alt="💥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> O início: o verdadeiro Sci-Fi</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O primeiro&nbsp;<em>Exterminador Implacável</em>&nbsp;era&nbsp;<strong>um filme pequeno, quase independente</strong>, feito com apenas&nbsp;<strong>6,4 milhões de dólares</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas o que Cameron fez com tão pouco dinheiro foi revolucionário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A história — uma mistura de terror, suspense e ficção científica — era, na verdade, uma tragédia humana sobre&nbsp;<strong>amor, destino e sobrevivência</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sarah Connor (Linda Hamilton) começa como uma simples empregada de mesa e termina como&nbsp;<strong>o símbolo da resistência humana</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O T-800 (Arnold Schwarzenegger) é a ameaça imparável que se tornou mito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que um cyborg assassino, era uma reflexão sobre o medo do futuro e da tecnologia — e sobre o que significa ser humano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cameron transformou a ficção científica numa narrativa emocional e acessível. O filme fez&nbsp;<strong>78 milhões de dólares</strong>&nbsp;em bilheteira, doze vezes o orçamento. E, acima de tudo, provou que&nbsp;<strong>a inteligência narrativa pode vencer o dinheiro e os efeitos especiais</strong>.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="500" height="281" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/10/MV5BNTI4ZGNlMmQtNzg2Ni00NzgzLWE0NGEtYmQzNTQ4MTY5YTgzXkEyXkFqcGdeQXZ3ZXNsZXk@._V1_QL75_UX500_CR00500281_.jpg" alt="" class="wp-image-20760" style="width:845px;height:auto" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/10/MV5BNTI4ZGNlMmQtNzg2Ni00NzgzLWE0NGEtYmQzNTQ4MTY5YTgzXkEyXkFqcGdeQXZ3ZXNsZXk@._V1_QL75_UX500_CR00500281_.jpg 500w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/10/MV5BNTI4ZGNlMmQtNzg2Ni00NzgzLWE0NGEtYmQzNTQ4MTY5YTgzXkEyXkFqcGdeQXZ3ZXNsZXk@._V1_QL75_UX500_CR00500281_-300x169.jpg 300w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f916.png" alt="🤖" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;O Exterminador Implacável 2: quando a tecnologia se tornou arte</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Sete anos depois, Cameron voltou e&nbsp;<strong>reinventou o cinema moderno</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>O Exterminador Implacável 2: O Julgamento Final</em>&nbsp;(<em>Judgment Day</em>, 1991) foi&nbsp;<strong>um marco absoluto</strong>, tanto em termos de&nbsp;<strong>efeitos visuais</strong>&nbsp;— com o lendário T-1000 de Robert Patrick — como de&nbsp;<strong>emoção cinematográfica</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com um orçamento de&nbsp;<strong>102 milhões de dólares</strong>, tornou-se&nbsp;<strong>o filme mais caro da história</strong>&nbsp;na altura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E valeu cada cêntimo: arrecadou mais de&nbsp;<strong>500 milhões de dólares</strong>, ganhou quatro Óscares e elevou a fasquia do que um blockbuster podia ser.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais importante ainda:&nbsp;<strong>o vilão tornou-se herói</strong>, e a relação entre o T-800 e John Connor criou uma das duplas mais icónicas do cinema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A cena final — o polegar erguido a afundar-se no metal fundido — é, até hoje,&nbsp;<strong>um dos finais mais perfeitos da história do cinema</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Devia ter acabado ali. Mas, como sabemos, em Hollywood o que é perfeito raramente morre.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f53b.png" alt="🔻" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> O declínio: quatro tentativas de ressuscitar uma lenda</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Depois da despedida perfeita,&nbsp;<strong>quatro tentativas</strong>&nbsp;tentaram reviver a saga.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Terminator 3: Rise of the Machines (2003)</strong>&nbsp;copiou a fórmula do anterior, mas sem alma — e com frases de guião que nem o próprio Schwarzenegger conseguiu salvar (“<em>Talk to the hand</em>”… ainda dói).</li>



<li><strong>Terminator Salvation (2009)</strong>&nbsp;tentou seguir sem Arnold, apostando no conflito homem vs. máquina, mas perdeu-se num tom genérico e numa narrativa vazia.</li>



<li><strong>Terminator Genisys (2015)</strong>&nbsp;foi o fundo do poço: PG-13, confuso, sem identidade — um reboot que parecia um videojogo mal renderizado.</li>



<li><strong>Terminator: Dark Fate (2019)</strong>, já com&nbsp;<strong>Linda Hamilton</strong>&nbsp;de regresso,&nbsp;<strong>recapturou parte da alma de Cameron</strong>, mas chegou tarde demais.O público já estava cansado. E, injustamente, o filme tornou-se&nbsp;<strong>um dos maiores desastres de bilheteira da década</strong>.</li>
</ul>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="634" height="416" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/10/13862440-7062975-He_is_back_Arnold_Schwarzenegger_returned_in_the_Terminator_Dark-m-16_1558619281264.jpg" alt="" class="wp-image-20762" style="width:845px;height:auto" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/10/13862440-7062975-He_is_back_Arnold_Schwarzenegger_returned_in_the_Terminator_Dark-m-16_1558619281264.jpg 634w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/10/13862440-7062975-He_is_back_Arnold_Schwarzenegger_returned_in_the_Terminator_Dark-m-16_1558619281264-300x197.jpg 300w" sizes="(max-width: 634px) 100vw, 634px" /></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2699.png" alt="⚙" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Uma saga de ouro que virou máquina de repetição</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A verdade é simples:&nbsp;<em>O Exterminador Implacável</em>&nbsp;e&nbsp;<em>O Julgamento Final</em>&nbsp;<strong>foram disruptivos</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O primeiro, pelo que contou —&nbsp;<strong>a ficção científica no seu estado mais puro</strong>, inteligente e humana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O segundo, por&nbsp;<strong>como o contou</strong>&nbsp;— a inovação tecnológica, o ritmo, a emoção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas o que veio depois foi apenas uma tentativa de&nbsp;<strong>espremer uma marca brilhantemente construída por Cameron</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O&nbsp;<em>storytelling</em>&nbsp;perdeu coerência, a mitologia encheu-se de buracos, e o que antes era cinema visionário transformou-se em fórmula.</p>



<p class="wp-block-paragraph">James Cameron ainda é mencionado como estando a trabalhar num novo argumento, mas, a esta altura,&nbsp;<strong>nem o próprio criador parece capaz de reparar o dano causado por décadas de exploração sem propósito</strong>.</p>





<h3 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f51a.png" alt="🔚" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Onde ver em Portugal e no Brasil</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Em&nbsp;<strong>Portugal</strong>, os fãs podem ver&nbsp;<em>O Exterminador Implacável</em>&nbsp;no&nbsp;<strong>SkyShowtime</strong>&nbsp;e&nbsp;<em>O Exterminador Implacável: Destino Sombrio</em>&nbsp;no&nbsp;<strong>Disney+</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No&nbsp;<strong>Brasil</strong>, ambos os filmes estão disponíveis no&nbsp;<strong>Star+</strong>, sendo que&nbsp;<em>Dark Fate</em>&nbsp;também pode ser alugado na&nbsp;<strong>Apple TV</strong>&nbsp;e na&nbsp;<strong>Amazon Prime Video</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas a verdadeira questão é outra: será que ainda queremos ver mais um&nbsp;<em>Exterminador</em>?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Talvez seja tempo de deixar a máquina descansar — e de recordar que,&nbsp;<strong>há 41 anos, a ficção científica ganhou alma</strong>… e que&nbsp;<strong>foi precisamente essa alma que os sucessores apagaram</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também :<a href="https://clubedecinema.pt/%f0%9f%a6%b8%e2%99%80%ef%b8%8f-supergirl-volta-a-filmar-rumores-apontam-para-novas-cenas-com-o-superman-de-david-corenswet/"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f9b8-200d-2640-fe0f.png" alt="🦸‍♀️" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;Supergirl&nbsp;volta a filmar: rumores apontam para novas cenas com o Superman de David Corenswet</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas a verdadeira questão é outra: será que ainda queremos ver mais um&nbsp;<em>Exterminador</em>?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Talvez seja tempo de deixar a máquina descansar — e de recordar que,&nbsp;<strong>há 41 anos, a ficção científica ganhou alma</strong>… e que&nbsp;<strong>foi precisamente essa alma que os sucessores apagaram</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://clubedecinema.pt/o-exterminador-implacavel-ha-41-anos-nascia-uma-obra-prima-da-ficcao-cientifica-e-ha-6-anos-morria-outra-vez/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Nobody 2: a inesperada saga à la John Wick que conquista a crítica e mantém a “streak” no Rotten Tomatoes</title>
		<link>https://clubedecinema.pt/nobody-2-a-inesperada-saga-a-la-john-wick-que-conquista-a-critica-e-mantem-a-streak-no-rotten-tomatoes/</link>
					<comments>https://clubedecinema.pt/nobody-2-a-inesperada-saga-a-la-john-wick-que-conquista-a-critica-e-mantem-a-streak-no-rotten-tomatoes/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Aug 2025 11:39:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nas Salas]]></category>
		<category><![CDATA[87North]]></category>
		<category><![CDATA[Bob Odenkirk]]></category>
		<category><![CDATA[cinema de acção]]></category>
		<category><![CDATA[crítica]]></category>
		<category><![CDATA[John Wick]]></category>
		<category><![CDATA[Nobody 2]]></category>
		<category><![CDATA[Rotten Tomatoes]]></category>
		<category><![CDATA[Sharon Stone]]></category>
		<category><![CDATA[Timo Tjahjanto]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.clubedecinema.pt/?p=18640</guid>

					<description><![CDATA[Bob Odenkirk regressa ao papel mais improvável da sua carreira em Nobody 2 — e fá-lo com estrondo. A sequela do filme de 2021, produzido pela 87North (a mesma equipa responsável por John Wick e Bullet Train), acaba de conquistar a cobiçada certificação Certified Fresh no Rotten Tomatoes, estabelecendo uma raridade no género: duas entradas consecutivas de uma nova saga de acção [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Bob Odenkirk regressa ao papel mais improvável da sua carreira em <em>Nobody 2</em> — e fá-lo com estrondo. A sequela do filme de 2021, produzido pela 87North (a mesma equipa responsável por <em>John Wick</em> e <em>Bullet Train</em>), acaba de conquistar a cobiçada certificação <strong>Certified Fresh</strong> no Rotten Tomatoes, estabelecendo uma raridade no género: duas entradas consecutivas de uma nova saga de acção aplaudidas pela crítica e pelo público.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <strong>: </strong><a href="https://www.clubedecinema.pt/box-office-a-hora-do-desaparecimento-continua-imparavel-nobody-2-estreia-em-terceiro-e-americana-com-sydney-sweeney-e-um-desastre-total/">Box Office: A Hora do Desaparecimento  continua imparável, Nobody 2 estreia em terceiro e Americana com Sydney Sweeney é um desastre total</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Da vida banal ao caos explosivo</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O primeiro&nbsp;<em>Nobody</em>&nbsp;apresentou Hutch Mansell (Odenkirk), um homem aparentemente vulgar, mas com um passado de assassino treinado, que decide recuperar as suas competências letais depois de um assalto doméstico. A premissa parecia simples, mas o resultado foi um filme que misturava o espírito de&nbsp;<em>John Wick</em>&nbsp;com humor negro e violência estilizada, conquistando tanto a crítica (84% no Tomatometer) como o público (94% no Popcornmeter).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora, em&nbsp;<em>Nobody 2</em>, a acção transporta Hutch para umas férias em família que, como seria de esperar, rapidamente se transformam num campo de batalha contra um chefe do crime local. O filme é realizado por Timo Tjahjanto e conta com o regresso de Connie Nielsen, RZA, Christopher Lloyd e Gage Munroe, além de reforços de peso como Sharon Stone, John Ortiz e Colin Hanks.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A nova façanha no Rotten Tomatoes</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Com 126 críticas contabilizadas,&nbsp;<em>Nobody 2</em>&nbsp;regista&nbsp;<strong>78% no Tomatometer</strong>, garantindo o selo&nbsp;<em>Certified Fresh</em>. E não fica por aqui: o público também aprovou em massa, com uma impressionante taxa de&nbsp;<strong>92% no Popcornmeter</strong>, aproximando-se da chancela “Verified Hot”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este feito é particularmente significativo por se tratar da&nbsp;<strong>primeira sequela fora do universo John Wick</strong>&nbsp;produzida pela 87North a receber tamanha aprovação. Se a tendência se mantiver, poderemos estar perante o nascimento de uma saga paralela tão valiosa para o estúdio quanto a do icónico Baba Yaga interpretado por Keanu Reeves.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O futuro: entre Hutch e o Pai Natal assassino</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para além de&nbsp;<em>Nobody 2</em>, a 87North já tem em preparação outros projectos que prometem seguir a mesma linha: destaque para&nbsp;<em>Violent Night 2</em>, a continuação da comédia natalícia sangrenta com David Harbour, e para novas histórias originais que procuram replicar a fórmula de acção estilizada e ironia que fez de&nbsp;<em>John Wick</em>&nbsp;um fenómeno cultural.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também: <a href="https://www.clubedecinema.pt/gal-gadot-recua-nas-declaracoes-sobre-o-fracasso-de-snow-white-falei-de-um-lugar-emocional/">Gal Gadot recua nas declarações sobre o fracasso de Snow White: “Falei de um lugar emocional”</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso de&nbsp;<em>Nobody</em>, a crítica tem falado numa sequela que não se limita a repetir a fórmula, mas que expande o universo de Hutch Mansell, conferindo-lhe mais profundidade e um novo conjunto de desafios pessoais. E, pelos vistos, o público está disposto a seguir essa viagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<strong>Conclusão:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com dois filmes consecutivamente aplaudidos pela crítica e pelos fãs,&nbsp;<em>Nobody</em>&nbsp;pode já ser considerado mais do que um “filho bastardo” de&nbsp;<em>John Wick</em>. É uma franquia em crescimento, com identidade própria, e que pode muito bem tornar-se um dos pilares da 87North para os próximos anos.</p>



<iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/TwGVQJFAwww?si=h07EO2aYFlR8A3F7" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://clubedecinema.pt/nobody-2-a-inesperada-saga-a-la-john-wick-que-conquista-a-critica-e-mantem-a-streak-no-rotten-tomatoes/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O Regresso Inesperado de “The Tomorrow War”: O Blockbuster de Chris Pratt Que Voltou à Vida no Streaming</title>
		<link>https://clubedecinema.pt/o-regresso-inesperado-de-the-tomorrow-war-o-blockbuster-de-chris-pratt-que-voltou-a-vida-no-streaming/</link>
					<comments>https://clubedecinema.pt/o-regresso-inesperado-de-the-tomorrow-war-o-blockbuster-de-chris-pratt-que-voltou-a-vida-no-streaming/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Jun 2025 13:13:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Em Casa]]></category>
		<category><![CDATA[Max]]></category>
		<category><![CDATA[blockbusters em streaming]]></category>
		<category><![CDATA[Chris McKay realizador]]></category>
		<category><![CDATA[Chris Pratt]]></category>
		<category><![CDATA[cinema de acção]]></category>
		<category><![CDATA[filmes de ficção científica]]></category>
		<category><![CDATA[filmes esquecidos que voltaram]]></category>
		<category><![CDATA[Max filmes populares]]></category>
		<category><![CDATA[Paramount Prime Video]]></category>
		<category><![CDATA[The Tomorrow War]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.clubedecinema.pt/?p=17046</guid>

					<description><![CDATA[Filme de ficção científica de 200 milhões foi descartado pelo estúdio — agora é um sucesso… outra vez 🎬 Em 2021,&#160;The Tomorrow War&#160;parecia condenado ao esquecimento. Um filme de acção e ficção científica em grande escala, com Chris Pratt como protagonista, que foi despejado pela Paramount em plena pandemia e lançado discretamente na Prime Video. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Filme de ficção científica de 200 milhões foi descartado pelo estúdio — agora é um sucesso… outra vez</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Em 2021,&nbsp;<em>The Tomorrow War</em>&nbsp;parecia condenado ao esquecimento. Um filme de acção e ficção científica em grande escala, com Chris Pratt como protagonista, que foi despejado pela Paramount em plena pandemia e lançado discretamente na Prime Video. A crítica torceu o nariz, os fãs não fizeram grande alarido, e o streaming engoliu mais um título caro e esquecível. Mas eis que, quatro anos depois, o improvável acontece:&nbsp;<em>The Tomorrow War</em>&nbsp;está de volta — e a conquistar o top de visualizações na Max.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/liam-neeson-de-pistola-na-mao-e-cara-seria-sera-este-o-regresso-triunfal-da-comedia-nonsense/">Liam Neeson de Pistola na Mão e Cara Séria: Será Este o Regresso Triunfal da Comédia Nonsense?</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Afinal, há filmes que não morrem. Apenas hibernam.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Do “flop” estratégico ao fenómeno tardio</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Realizado por Chris McKay (que nos trouxe o delicioso&nbsp;<em>The LEGO Batman Movie</em>),&nbsp;<em>The Tomorrow War</em>&nbsp;custou cerca de 200 milhões de dólares — uma quantia astronómica para um filme que não chegou às salas de cinema. A pandemia obrigou os estúdios a tomar decisões difíceis, e a Paramount, em crise de liquidez, decidiu vender vários títulos a plataformas de streaming:&nbsp;<em>The Trial of the Chicago 7</em>,&nbsp;<em>Annihilation</em>&nbsp;e este&nbsp;<em>Tomorrow War</em>, que acabou por aterrar na Prime Video em vez de no grande ecrã.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na altura, o filme teve críticas mornas (51% no Rotten Tomatoes), com muitos a considerarem-no um pastiche de clássicos dos anos 90 como&nbsp;<em>Independence Day</em>&nbsp;ou&nbsp;<em>Godzilla</em>. Mas agora, numa era onde os catálogos das plataformas são revisitados constantemente e o algoritmo tem memória curta,&nbsp;<em>The Tomorrow War</em>&nbsp;reaparece nas tendências — ocupando, a 20 de Junho, o 10.º lugar no top da Max, atrás apenas de alguns pesos pesados recentes como&nbsp;<em>The Wild Robot</em>&nbsp;e&nbsp;<em>The Alto Knights</em>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Chris Pratt: o homem que nunca sai de moda</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar dos altos e baixos da crítica, Chris Pratt continua a ser um dos rostos mais populares de Hollywood. Depois de&nbsp;<em>The Tomorrow War</em>, voltou aos cinemas com&nbsp;<em>Jurassic World: Dominion</em>&nbsp;(mais de mil milhões de dólares em receita global, mesmo com críticas negativas), e emprestou a voz a sucessos como&nbsp;<em>Super Mario Bros.</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Garfield</em>. O primeiro ultrapassou os 1,3 mil milhões de dólares e consolidou Pratt como um verdadeiro íman de bilheteira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais recentemente, a Netflix investiu 320 milhões (!) em&nbsp;<em>The Electric State</em>, outro projecto liderado por Pratt, que não teve a recepção esperada. Mas como&nbsp;<em>The Tomorrow War</em>&nbsp;prova, o tempo no mundo do streaming é relativo. Hoje é flop. Amanhã é tendência.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que vale afinal The Tomorrow War?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Não é um novo clássico da ficção científica, nem tenta ser. Mas há uma honestidade no seu ADN: é entretenimento puro, com explosões, viagens no tempo, monstros alienígenas e uma tentativa de salvar o mundo com o relógio a contar. É, acima de tudo, um filme que merece ser redescoberto por quem procura duas horas de acção descomprometida e eficaz — mesmo que não deixe grande impacto a longo prazo. E, convenhamos, há espaço no nosso coração cinéfilo para isso.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.clubedecinema.pt/de-wakanda-a-gotham-os-filmes-de-super-herois-que-vao-dominar-o-verao-na-star-%f0%9f%92%a5%f0%9f%a6%b8%e2%99%80%ef%b8%8f%f0%9f%a6%87/">De Wakanda a Gotham: Os Filmes de Super-Heróis Que Vão Dominar o Verão na STAR <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4a5.png" alt="💥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f9b8-200d-2640-fe0f.png" alt="🦸‍♀️" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3a5.png" alt="🎥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<em>The Tomorrow War</em>&nbsp;pode ter sido um título esquecido no meio da pandemia, mas o seu regresso inesperado às listas de mais vistos mostra que o streaming tem o poder de dar nova vida até ao mais improvável dos blockbusters. E Chris Pratt, mesmo quando tropeça, nunca fica longe do centro do palco.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://clubedecinema.pt/o-regresso-inesperado-de-the-tomorrow-war-o-blockbuster-de-chris-pratt-que-voltou-a-vida-no-streaming/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
