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	<title>cinema canadiano &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>Uma Maratona Denis Villeneuve na TV? Sim, Este Sábado é Dia de Cinema a Sério</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Apr 2026 08:16:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Quatro filmes. Um génio. Uma tarde e noite que não vais querer desperdiçar no sofá a fazer scroll. Se há um realizador que transformou a ficção científica em arte com maiúscula nas últimas décadas, esse é&#160;Denis Villeneuve. O canadiano que nos deu&#160;Dune,&#160;Blade Runner 2049&#160;e&#160;O Primeiro Encontro&#160;tem uma maratona especial este&#160;sábado, dia 4 de abril, a [&#8230;]]]></description>
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<p></p>



<p>Quatro filmes. Um génio. Uma tarde e noite que não vais querer desperdiçar no sofá a fazer scroll.</p>



<p>Se há um realizador que transformou a ficção científica em arte com maiúscula nas últimas décadas, esse é&nbsp;<strong>Denis Villeneuve</strong>. O canadiano que nos deu&nbsp;<em>Dune</em>,&nbsp;<em>Blade Runner 2049</em>&nbsp;e&nbsp;<em>O Primeiro Encontro</em>&nbsp;tem uma maratona especial este&nbsp;<strong>sábado, dia 4 de abril, a partir das 14h45 no TVCine Edition</strong>&nbsp;— e também disponível no TVCine+. Quatro filmes, um após o outro, que juntos somam mais de uma dúzia de Óscares. Prepara as pipocas com antecedência.</p>



<p>O programa começa com&nbsp;<em><strong>O Primeiro Encontro</strong></em>&nbsp;(2016), onde Amy Adams interpreta uma linguista convocada para decifrar a comunicação de uma nave alienígena. Oito nomeações aos Óscares, um prémio ganho, e uma das experiências mais emocionalmente devastadoras da ficção científica recente. Às&nbsp;<strong>16h40</strong>&nbsp;chega&nbsp;<em><strong>Blade Runner 2049</strong></em>&nbsp;(2017) — a sequela que toda a gente duvidou que fosse funcionar e que acabou por ser visualmente de partir a boca. Ryan Gosling, Harrison Ford, Ana de Armas e dois Óscares no bolso.</p>





<p>Às&nbsp;<strong>19h20</strong>&nbsp;é hora do épico interplanetário:&nbsp;<em><strong>Dune — Parte Dois</strong></em>&nbsp;(2024), com Timothée Chalamet e Zendaya numa aventura que confirma Villeneuve como o maior contador de histórias em grande escala do cinema actual. E para fechar a noite com chave de ouro, às&nbsp;<strong>22h00</strong>, o mais íntimo e perturbador de todos:&nbsp;<em><strong>Incendies — A Mulher que Canta</strong></em>&nbsp;(2010), um drama brutal sobre guerra, memória e segredos de família que foi nomeado ao Óscar de Melhor Filme Internacional e que vai ficar a ecoar na tua cabeça durante dias.</p>



<p>Uma noite assim não se recusa.</p>
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		<title>Morreu Graham Greene, o memorável Ave que Esperneia de Danças com Lobos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Sep 2025 08:46:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um rosto que deu voz e dignidade aos povos indígenas no cinema O cinema perdeu uma das suas figuras mais marcantes na representação de personagens indígenas: Graham Greene, ator canadiano nomeado para os Óscares por&#160;Danças com Lobos&#160;(1990), morreu esta segunda-feira em Toronto, vítima de doença prolongada. Tinha 73 anos. ver também : “Broken English”: Documentário [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>Um rosto que deu voz e dignidade aos povos indígenas no cinema</strong></p>



<p>O cinema perdeu uma das suas figuras mais marcantes na representação de personagens indígenas: Graham Greene, ator canadiano nomeado para os Óscares por&nbsp;<em>Danças com Lobos</em>&nbsp;(1990), morreu esta segunda-feira em Toronto, vítima de doença prolongada. Tinha 73 anos.</p>



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<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/broken-english-documentario-de-veneza-lanca-nova-luz-sobre-marianne-faithfull/">“Broken English”: Documentário de Veneza lança nova luz sobre Marianne Faithfull</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O impacto de Danças com Lobos</strong></h2>



<p>Greene ficará para sempre associado ao papel de Ave que Esperneia, o Sioux curioso e sábio que cria uma ligação profunda com o Tenente John Dunbar (Kevin Costner). A sua personagem, além de ser uma das mais memoráveis do épico vencedor de sete Óscares, tornou-se um símbolo de dignidade e representação autêntica dos povos indígenas no grande ecrã.</p>



<p>A nomeação ao Óscar de Melhor Ator Secundário foi um marco histórico. Greene perdeu para Joe Pesci em&nbsp;<em>Tudo Bons Rapazes</em>, mas o reconhecimento abriu portas para que outros atores ameríndios encontrassem espaço em Hollywood.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um percurso de perseverança</strong></h2>



<p>Nascido a 22 de junho de 1952 em Ohsweken, na Reserva das Seis Nações, Ontário, Graham Greene teve vários empregos antes de se dedicar à representação. Começou no teatro nos anos 70 e estreou-se no ecrã em 1979, num episódio da série&nbsp;<em>The Great Detective</em>.</p>



<p>No cinema canadiano, destacou-se em&nbsp;<em>Running Brave</em>&nbsp;(1983), mas foi&nbsp;<em>Danças com Lobos</em>&nbsp;que o catapultou para o reconhecimento internacional. O sucesso, contudo, não o livrou de dificuldades pessoais: em 1997, lutou contra uma depressão que o levou a uma tentativa de suicídio, experiência que nunca escondeu e que lhe deu ainda mais profundidade como intérprete.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>De Hollywood aos novos tempos</strong></h2>



<p>A sua carreira estendeu-se por décadas, quase sempre em personagens secundárias que transmitiam nobreza e respeito. No cinema, brilhou em&nbsp;<em>Maverick</em>&nbsp;(1994),&nbsp;<em>Die Hard: A Vingança</em>&nbsp;(1995),&nbsp;<em>À Espera de Um Milagre</em>&nbsp;(1999),&nbsp;<em>Transamerica</em>(2005),&nbsp;<em>A Saga Twilight: Lua Nova</em>&nbsp;(2009),&nbsp;<em>Jogo da Alta-Roda</em>&nbsp;(2017) e, com especial intensidade, em&nbsp;<em>Coração de Trovão</em>(1992) e&nbsp;<em>Wind River</em>&nbsp;(2017).</p>



<p>O seu talento também se fez sentir na televisão, com participações em séries de culto como&nbsp;<em>Northern Exposure</em>&nbsp;(<em>No Fim do Mundo</em>),&nbsp;<em>Lonesome Dove: The Series</em>,&nbsp;<em>Longmire</em>,&nbsp;<em>Goliath</em>,&nbsp;<em>American Gods</em>&nbsp;e, mais recentemente,&nbsp;<em>Reservation Dogs</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Echo</em>.</p>



<p>A colaboração com Taylor Sheridan, em&nbsp;<em>1883</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Tulsa King</em>, demonstrou como Greene continuava a ser uma presença requisitada e respeitada, mesmo nos últimos anos de vida.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um legado para além da representação</strong></h2>



<p>Casado há 35 anos e pai de uma filha, Graham Greene deixa não apenas uma carreira notável, mas também um legado simbólico: o de ter levado a autenticidade e a humanidade dos povos indígenas para o grande público, sem clichés ou caricaturas.</p>



<p>ver também: <a href="https://www.clubedecinema.pt/carmen-maura-regressa-em-grande-calle-malaga-celebra-a-velhice-com-humor-e-humanidade-no-festival-de-veneza/">Carmen Maura regressa em grande: “Calle Málaga” celebra a velhice com humor e humanidade no Festival de Veneza</a></p>



<p>Com a sua partida, Hollywood perde um ator discreto mas fundamental, alguém que, com cada olhar e cada gesto, fazia justiça às histórias que contava.</p>
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		<title>“Red Rooms”: Obsessão, True Crime e a Dark Web no thriller que vai perturbar os nossos ecrãs</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jun 2025 11:20:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmin]]></category>
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		<category><![CDATA[assassinos em série filmes]]></category>
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		<category><![CDATA[filmes true crime 2024]]></category>
		<category><![CDATA[Juliette Gariépy]]></category>
		<category><![CDATA[Palavras-chave para SEO: Red Rooms filme]]></category>
		<category><![CDATA[Red Rooms Pascal Plante]]></category>
		<category><![CDATA[thriller psicológico 2024]]></category>
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					<description><![CDATA[Estreia a 26 de Junho em Portugal o perturbador e fascinante filme de Pascal Plante, que já está a dar que falar entre os amantes de true crime e cinema psicológico. 🩸 Se alguma vez se perguntou até onde pode ir o fascínio pelo true crime,&#160;Red Rooms&#160;promete responder… da forma mais desconfortável possível. O novo [&#8230;]]]></description>
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<p><em>Estreia a 26 de Junho em Portugal o perturbador e fascinante filme de Pascal Plante, que já está a dar que falar entre os amantes de true crime e cinema psicológico.</em></p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1fa78.png" alt="🩸" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Se alguma vez se perguntou até onde pode ir o fascínio pelo true crime,&nbsp;<em>Red Rooms</em>&nbsp;promete responder… da forma mais desconfortável possível. O novo filme do canadiano Pascal Plante, que estreia nas salas portuguesas&nbsp;<strong>a 26 de Junho</strong>, é um thriller psicológico afiado como uma lâmina, que desmonta — e questiona — a nossa obsessão moderna com os monstros da realidade.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O que se esconde por trás do fascínio pelo horror real?</strong></h3>



<p>Em&nbsp;<em>Red Rooms</em>, seguimos&nbsp;<strong>Kelly-Anne</strong>&nbsp;(brilhantemente interpretada por Juliette Gariépy), uma modelo de comportamentos metódicos e uma vida à superfície irrepreensível. Mas, nos bastidores da sua rotina glamorosa, esconde-se um interesse doentio: Kelly-Anne é absolutamente obcecada pelo julgamento de&nbsp;<strong>Ludovic Chevalier</strong>, um homem acusado de ser um dos assassinos em série mais sádicos da história recente do Canadá — o chamado&nbsp;<em>Demónio de Rosemont</em>&nbsp;— que gravou os assassinatos das suas vítimas e, alegadamente, os difundiu na dark web.</p>



<p>Kelly-Anne assiste religiosamente às sessões de julgamento, lado a lado com Clémentine (Laurie Babin), uma adolescente que partilha a mesma obsessão mórbida. Juntas, vão descer lentamente ao inferno de um voyeurismo digital sem limites, procurando&nbsp;<strong>a peça em falta</strong>: o vídeo desaparecido de um dos assassinatos, uma prova macabra que poderá condenar — ou redimir — Ludovic.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Um thriller elegante e gélido que deixa cicatrizes</strong></h3>



<p>Pascal Plante constrói o filme como uma cirúrgica reflexão sobre a sociedade contemporânea.&nbsp;<em>Red Rooms</em>&nbsp;não é só sobre serial killers — é sobre quem os venera, quem os mitifica e quem, por detrás de um ecrã ou de uma fachada socialmente aceitável, consome o horror como entretenimento. O filme dialoga com fenómenos como os documentários da Netflix, os podcasts de true crime e a estética dos fóruns mais obscuros da internet.</p>



<p>Mas, mais do que julgar,&nbsp;<em>Red Rooms</em>&nbsp;observa. Com uma realização minimalista, fria e precisa, Pascal Plante encena o desequilíbrio emocional de Kelly-Anne como um thriller de câmara lenta: inquietante, mas hipnotizante.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>A dark web como espelho do nosso pior</strong></h3>



<p>Com referências assumidas a obras como&nbsp;<em>The Poughkeepsie Tapes</em>,&nbsp;<em>Zodiac</em>&nbsp;ou mesmo&nbsp;<em>Nightcrawler</em>,&nbsp;<em>Red Rooms</em>&nbsp;mergulha nas profundezas daquilo que a internet permite — e daquilo que cada um de nós é capaz de fazer quando o ecrã se fecha.</p>



<p>E se é verdade que “todos os assassinos em série têm os seus admiradores”, então este filme é o alerta vermelho que nos faz olhar ao espelho. Que voyeurismos cultivamos? Que verdades preferimos ignorar?</p>



<p>A resposta chega a&nbsp;<strong>26 de Junho</strong>, e garantimos: vai dar que falar.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<strong>“Red Rooms”</strong>, de Pascal Plante</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f5d3.png" alt="🗓" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> A  patir de <strong>26 de Junho</strong> no Filmin</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ad.png" alt="🎭" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Com: Juliette Gariépy, Laurie Babin, Maxwell McCabe-Lokos</p>



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