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	<title>Cine-Teatro Avenida &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>Quatro Filmes, Quatro Olhares: Janeiro de Cinema de Autor no Cine-Teatro Avenida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nuno Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Dec 2025 14:27:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Meio]]></category>
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<p>O início de 2026 traz consigo uma proposta cinematográfica sólida e exigente no <strong>Cine-Teatro Avenida</strong>, em <strong>Castelo Branco</strong>, que aposta em quatro filmes de forte identidade autoral e reconhecido relevo no panorama internacional contemporâneo. A programação de janeiro confirma uma linha curatorial coerente, centrada no cinema de autor europeu e norte-americano, com obras que exploram o trauma, a memória, o reencontro e a reconstrução pessoal e colectiva.</p>



<p>ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/val-kilmer-talento-incandescente-ego-indomavel-e-a-carreira-que-hollywood-nunca-soube-domar/">Val Kilmer: Talento Incandescente, Ego Indomável e a Carreira Que Hollywood Nunca Soube Domar</a></p>



<p>O ciclo arranca a <strong>7 de janeiro</strong> com <strong>Onde Aterrar</strong>, do realizador norte-americano <strong>Hal Hartley</strong>. A comédia, de tom assumidamente existencial, acompanha um realizador aposentado que se vê confrontado com os equívocos, projeções e mal-entendidos daqueles que o rodeiam. Fiel ao estilo minimalista e irónico de Hartley, o filme propõe uma reflexão sobre identidade, envelhecimento e a forma como somos lidos pelos outros num mundo que raramente escuta com atenção.</p>



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<p>A <strong>13 de janeiro</strong>, chega ao ecrã <strong>Pequenos Clarões</strong>, da realizadora espanhola <strong>Pilar Palomero</strong>. Trata-se de um drama intimista centrado em reencontros familiares, no cuidado prestado aos outros e nas memórias que permanecem por resolver. Com uma abordagem sensível e contida, o filme inscreve-se numa tradição de cinema emocionalmente rigoroso, onde os silêncios e os pequenos gestos assumem um peso narrativo determinante.</p>



<p>No dia <strong>20 de janeiro</strong>, é exibido <strong>Justa</strong>, da cineasta portuguesa <strong>Teresa Villaverde</strong>. Inspirado na tragédia dos incêndios de <strong>Pedrógão Grande</strong>, o filme acompanha várias personagens num território marcado pela perda, pelo luto e pela difícil tentativa de reconstrução. Sem recorrer a dramatismos fáceis, <em>Justa</em> propõe um olhar humanista sobre uma ferida colectiva ainda aberta, cruzando experiências individuais com uma dimensão social e política profundamente enraizada na realidade portuguesa recente.</p>



<p>A programação encerra a <strong>27 de janeiro</strong> com <strong>Miroirs Nº 3</strong>, do realizador alemão <strong>Christian Petzold</strong>. O filme explora as consequências do trauma e as relações humanas construídas a partir do acolhimento e da partilha. Petzold volta a demonstrar a sua mestria na construção de narrativas psicológicas densas, onde a identidade se reconstrói lentamente através do contacto com o outro e da aceitação da fragilidade.</p>



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<p>Todas as sessões decorrem no&nbsp;<strong>Cine-Teatro Avenida</strong>, sempre às&nbsp;<strong>18h00</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>21h30</strong>, com&nbsp;<strong>classificação etária M/12</strong>. O bilhete tem o custo de&nbsp;<strong>4,00 euros</strong>, estando prevista uma oferta especial na compra de três ingressos, com direito ao quarto bilhete gratuito. Uma programação que reforça o papel do Cine-Teatro Avenida como espaço de resistência cultural e de promoção de um cinema exigente, reflexivo e profundamente humano.&nbsp;&nbsp;</p>



<p></p>
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