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	<title>Cine Atlântico Açores &#8211; Clube de Cinema</title>
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	<description>Vá lá! Façam Fitas!</description>
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		<title>Cine Atlântico: A Redescoberta dos &#8220;Verdes Anos&#8221; e do Cinema Contemporâneo nos Açores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Oct 2024 12:37:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nas Salas]]></category>
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					<description><![CDATA[O Cine Atlântico, na ilha Terceira, Açores, está a preparar-se para uma viagem cinematográfica ao passado e ao presente, celebrando o cinema português de diferentes épocas. Com o objetivo de revisitar os &#8220;verdes anos&#8221; do cinema nacional e de conectar essas obras com o cinema contemporâneo, a nona edição da mostra de cinema vai decorrer [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Cine Atlântico, na ilha Terceira, Açores, está a preparar-se para uma viagem cinematográfica ao passado e ao presente, celebrando o cinema português de diferentes épocas. Com o objetivo de revisitar os &#8220;verdes anos&#8221; do cinema nacional e de conectar essas obras com o cinema contemporâneo, a nona edição da mostra de cinema vai decorrer em dois fins de semana especiais, de 13 a 15 de outubro e de 18 a 20 de outubro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/akira-kurosawa-e-ingmar-bergman-uma-homenagem-de-mestre-para-mestre/" data-type="post" data-id="9227">Akira Kurosawa e Ingmar Bergman: Uma Homenagem de Mestre para Mestre</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste evento, os cinéfilos terão a oportunidade de assistir a cinco filmes icónicos das décadas de 1960 e 1970, incluindo obras marcantes como&nbsp;<em>Os Verdes Anos</em>&nbsp;(1963), de Paulo Rocha,&nbsp;<em>Belarmino</em>&nbsp;(1964), de Fernando Lopes, e&nbsp;<em>Domingo à Tarde</em>&nbsp;(1966), de António de Macedo. Estes filmes, muitas vezes considerados o início de uma nova era no cinema português, ajudam a compreender o contexto cultural e social da altura, em particular a migração rural-urbana e as mudanças políticas que culminaram no 25 de Abril de 1974.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente do Cine-Clube da Ilha Terceira, Jorge Paulus Bruno, destacou a importância de revisitar estes filmes, que são um &#8220;embrião&#8221; do cinema português contemporâneo. Segundo ele, é fundamental para o público dos dias de hoje conhecer as raízes cinematográficas do país, que se libertou das &#8220;amarras folclóricas&#8221; do Estado Novo e abriu portas a um novo conceito de cinema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mostra não se fica pelo passado. No segundo fim de semana, a atenção volta-se para o cinema contemporâneo, com a exibição de obras recentes como&nbsp;<em>Grand Tour</em>, de Miguel Gomes, e&nbsp;<em>A Sibila</em>, de Eduardo Brito. A presença do realizador Luís Filipe Rocha, que será homenageado tanto pelo seu filme clássico&nbsp;<em>A Fuga</em>&nbsp;(1976) como pela sua obra recente&nbsp;<em>O Teu Rosto Será o Último</em>&nbsp;(2024), promete ser um dos pontos altos do evento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/blitz-steve-mcqueen-e-a-perversidade-da-guerra-pelos-olhos-de-uma-crianca/" data-type="post" data-id="9234">“Blitz”: Steve McQueen e a Perversidade da Guerra pelos Olhos de uma Criança</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Cine Atlântico reafirma, assim, o seu compromisso com a literacia cinematográfica e com a promoção do cinema português, atraindo tanto os amantes da sétima arte como novos curiosos. Este é um evento que celebra a liberdade, a criatividade e a contínua evolução do cinema português.</p>



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