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	<title>Casa Branca &#8211; Clube de Cinema</title>
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	<title>Casa Branca &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>Um documentário de 75 milhões, protestos à porta e um país em combustão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Feb 2026 19:35:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Em Casa]]></category>
		<category><![CDATA[Amazon Prime Video]]></category>
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					<description><![CDATA[Melania chega aos cinemas como o projecto mais controverso da era Trump Não é todos os dias que um documentário se estreia como se fosse um comício político, um desfile de moda e um teste de resistência à realidade americana — tudo ao mesmo tempo.&#160;Melania, o novo documentário centrado na actual primeira-dama dos Estados Unidos, entrou [&#8230;]]]></description>
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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Melania chega aos cinemas como o projecto mais controverso da era Trump</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Não é todos os dias que um documentário se estreia como se fosse um comício político, um desfile de moda e um teste de resistência à realidade americana — tudo ao mesmo tempo.&nbsp;<em>Melania</em>, o novo documentário centrado na actual primeira-dama dos Estados Unidos, entrou em cena a 29 de Janeiro no Kennedy Center, em Washington, envolto num aparato raramente visto no cinema documental. O filme, orçado em&nbsp;<strong>75 milhões de dólares</strong>, é já apontado como um dos documentários mais caros de sempre a chegar às salas de cinema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/quatro-decadas-a-filmar-o-pais-sem-concessoes-tvcine-homenageia-joao-canijo/">Quatro décadas a filmar o país sem concessões: TVCine homenageia João Canijo</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Produzido para a <strong>Amazon</strong>, o filme marca uma nova etapa na exposição pública de <strong>Melania Trump</strong>, num momento em que o país atravessa uma das fases mais polarizadas da sua história recente.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Brett Ratner regressa atrás das câmaras — e ao centro da polémica</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A realização está a cargo de <strong>Brett Ratner</strong>, cineasta conhecido pela saga <em>Rush Hour</em> e afastado de Hollywood desde 2017, após várias acusações de assédio sexual, que sempre negou. <em>Melania</em> representa o seu primeiro grande projecto em quase uma década — um regresso que, por si só, já levantou fortes críticas dentro e fora da indústria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ratner descreve o seu papel como o de um observador invisível, afirmando ter sido “uma mosca na parede” durante as filmagens, que acompanharam Melania Trump ao longo dos 20 dias que antecederam a segunda tomada de posse do marido. O realizador rejeita a ideia de que este filme seja uma tentativa de reabilitação profissional, sublinhando que aceitou o projecto apenas pelo desejo de voltar a filmar.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Alta-costura, política e televisão de luxo</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo relatos de quem assistiu à estreia, <em>Melania</em> está longe de ser um documentário tradicional. O filme adopta uma estética altamente estilizada, mais próxima de um episódio de luxo de <em>Real Housewives</em> do que de um retrato político clássico. Guarda-roupa, decoração, encenação e imagem são tratados como elementos narrativos centrais, com a câmara a seguir Melania em provas de vestidos, reuniões de design de interiores da Casa Branca e conversas cuidadosamente coreografadas, incluindo um encontro com a primeira-dama francesa, <strong>Brigitte Macron</strong>, sobre bullying online.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A inspiração visual, segundo Ratner, aproxima-se mais de um videoclip de Jean-Baptiste Mondino do que de um documentário de observação, reforçando a ideia de que este projecto é também uma declaração estética — e estratégica.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um lançamento em contraciclo com o país real</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto no interior do Kennedy Center desfilavam figuras ligadas ao universo MAGA — de <strong>Robert F. Kennedy Jr.</strong> a <strong>Marco Rubio</strong>, passando por Dr. Phil e nomes inesperados como Nicki Minaj — cá fora o cenário era bem diferente. Protestos multiplicavam-se, alimentados por recentes casos de violência policial e pela crescente tensão social nos Estados Unidos. O contraste entre o luxo da estreia e a raiva nas ruas tornou-se impossível de ignorar.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mais do que um filme, uma marca em construção</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para além do cinema,&nbsp;<em>Melania</em>&nbsp;parece funcionar como o primeiro capítulo de uma reinvenção pública da primeira-dama. O documentário posiciona-a não como figura política activa, mas como uma marca de lifestyle em potência — uma espécie de resposta conservadora a Martha Stewart ou Oprah Winfrey. A ambição passa por conteúdos, produtos de luxo e uma presença mediática cuidadosamente controlada, agora reforçada pela criação da sua produtora, Muse Films.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Do ponto de vista da Amazon, o investimento pode não fazer sentido apenas em termos de bilheteira. O verdadeiro trunfo poderá estar na futura estreia do documentário no Prime Video, onde poderá servir como chamariz para públicos conservadores, à semelhança do que já aconteceu com séries como&nbsp;<em>Reacher</em>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um objecto cultural impossível de ignorar</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Quer seja visto como propaganda elegante, exercício de vaidade ou retrato genuíno de uma figura enigmática,&nbsp;<em>Melania</em>dificilmente passará despercebido. Num país em permanente estado de choque político, o documentário surge como um objecto cultural estranho, luxuoso e profundamente deslocado do seu tempo — o que, paradoxalmente, o torna revelador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/um-cerco-real-uma-arma-ligada-ao-pescoco-e-a-america-em-directo/">Um cerco real, uma arma ligada ao pescoço e a América em directo</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Resta saber se o público verá nele glamour… ou apenas mais um sintoma de um país em guerra consigo próprio.<br />Em Portugal neste  fim de semana de estreia  foram pouco mais de 720 os espectadores que o foram ver.</p>
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		<title>Os 20 Dias Que Antecederam o Regresso ao Poder: O Documentário Que Mostra Melania Trump Como Nunca a Vimos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Dec 2025 15:30:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Meio]]></category>
		<category><![CDATA[A Chegar]]></category>
		<category><![CDATA[Amazon MGM Studios]]></category>
		<category><![CDATA[Casa Branca]]></category>
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		<category><![CDATA[tomada de posse 2025]]></category>
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					<description><![CDATA[Ainda há poucos dias falámos deste documentário que está a agitar as notícias destes dias. Finalmente temos algo de concreto para o público português. Durante anos,&#160;Melania Trump&#160;foi uma das figuras mais enigmáticas da política americana. Discreta, controlada, muitas vezes reduzida a imagens protocolares e a frases cuidadosamente escolhidas, a antiga Primeira-Dama sempre pareceu manter o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Ainda há poucos dias falámos deste documentário que está a agitar as notícias destes dias. Finalmente temos algo de concreto para o público português.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante anos,&nbsp;<a href="chatgpt://generic-entity?number=0"><strong>Melania Trump</strong></a>&nbsp;foi uma das figuras mais enigmáticas da política americana. Discreta, controlada, muitas vezes reduzida a imagens protocolares e a frases cuidadosamente escolhidas, a antiga Primeira-Dama sempre pareceu manter o mundo à distância.&nbsp;<em>Melania</em>, o novo documentário dos&nbsp;<a href="chatgpt://generic-entity?number=1"><strong>Amazon MGM Studios</strong></a>, promete precisamente o contrário: abrir as portas de um período decisivo e mostrar, sem filtros, os 20 dias que antecederam a Tomada de Posse Presidencial de 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/o-vilao-que-faltava-ao-cinema-da-dc-james-gunn-encontra-finalmente-o-seu-brainiac/">O Vilão Que Faltava ao Cinema da DC: James Gunn Encontra Finalmente o Seu Brainiac</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com estreia mundial nos cinemas a 30 de Janeiro, o filme acompanha o regresso de Melania Trump à Casa Branca, num momento de enorme tensão política, mediática e pessoal. Não se trata de um retrato histórico convencional, nem de um panfleto político. O documentário aposta antes num registo intimista, observacional, centrado na logística, nas decisões e no peso simbólico de reassumir um dos papéis mais escrutinados do planeta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O grande trunfo de&nbsp;<em>Melania</em>&nbsp;está no acesso sem precedentes concedido à câmara. Reuniões decisivas, conversas privadas e bastidores nunca antes filmados compõem um retrato raro da transição presidencial vista através dos olhos da própria Primeira-Dama. O espectador acompanha a coordenação da tomada de posse, a complexa mudança da família de volta para Washington e o equilíbrio delicado entre vida familiar, compromissos institucionais e estratégias de comunicação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas suas próprias palavras, Melania Trump sublinha a natureza excepcional do projecto, assumindo que este período representa “um capítulo decisivo” da sua vida. O filme procura captar exactamente isso: não apenas a figura pública, mas a mulher que gere pressões contraditórias, expectativas globais e uma imagem construída ao longo de décadas sob o olhar permanente dos media.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com 104 minutos de duração,&nbsp;<em>Melania</em>&nbsp;evita o tom sensacionalista e aposta numa narrativa contida, quase silenciosa em certos momentos, que reflecte a própria personalidade da protagonista. Há uma clara intenção de controlo da narrativa, mas também uma vontade de mostrar o peso real do cargo e a dimensão humana por detrás da coreografia política.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o&nbsp;<em>Clube de Cinema</em>, este documentário interessa menos pelo debate ideológico e mais pelo seu valor enquanto objecto cinematográfico e documento de época. É um raro exemplo de cinema político centrado não no líder, mas na figura que gravita à sua volta, muitas vezes subestimada, mas crucial na construção simbólica do poder.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ler também . <a href="https://clubedecinema.pt/um-thriller-a-moda-antiga-que-sabe-divertir-the-housemaid-arruma-a-casa-no-rotten-tomatoes/">Um thriller à moda antiga que sabe divertir: The Housemaid  arruma a casa no Rotten Tomatoes</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Independentemente da posição que cada espectador tenha em relação à família Trump,&nbsp;<em>Melania</em>&nbsp;surge como um retrato revelador de como o poder se organiza, se encena e se vive nos bastidores. Um filme que, sem levantar a voz, diz mais do que muitos discursos.</p>
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		<title>John Oliver arrasa nova ofensiva de Trump: “Vi episódios suficientes de JAG para saber que isso não é o procedimento”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Oct 2025 16:50:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Em Casa]]></category>
		<category><![CDATA[Max]]></category>
		<category><![CDATA[ataques no Caribe]]></category>
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					<description><![CDATA[O humorista britânico voltou a atacar duramente a administração de Donald Trump, criticando tanto os bombardeamentos a embarcações no Caribe como a demolição parcial da Casa Branca para construir um salão de baile “estilo Versailles de clínica estética”. O sempre afiado&#160;John Oliver&#160;voltou ao programa&#160;Last Week Tonight&#160;com um dos seus monólogos mais ferozes dos últimos tempos. ver também [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>O humorista britânico voltou a atacar duramente a administração de Donald Trump, criticando tanto os bombardeamentos a embarcações no Caribe como a demolição parcial da Casa Branca para construir um salão de baile “estilo <em>Versailles</em> de clínica estética”.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O sempre afiado&nbsp;<strong>John Oliver</strong>&nbsp;voltou ao programa&nbsp;<em>Last Week Tonight</em>&nbsp;com um dos seus monólogos mais ferozes dos últimos tempos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://clubedecinema.pt/o-exterminador-implacavel-ha-41-anos-nascia-uma-obra-prima-da-ficcao-cientifica-e-ha-6-anos-morria-outra-vez/">O Exterminador Implacável: há 41 anos nascia uma obra-prima da ficção científica — e há 6 anos morria (outra vez)</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">O alvo?&nbsp;<strong>Donald Trump</strong>&nbsp;e as decisões cada vez mais bizarras da sua nova administração — desde ataques militares sem explicação no&nbsp;<strong>Mar das Caraíbas</strong>&nbsp;até à destruição do&nbsp;<strong>East Wing da Casa Branca</strong>, tudo ao som de piadas cirúrgicas e sarcasmo britânico no ponto.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ad.png" alt="🎭" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> “Medspa Versailles”: o novo capricho de Trump</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Oliver começou por comentar a recente notícia de que&nbsp;<strong>Trump planeia demolir parte da Casa Branca</strong>&nbsp;para construir um&nbsp;<strong>salão de baile de 8.300 metros quadrados</strong>, um projecto de&nbsp;<strong>300 milhões de dólares</strong>&nbsp;supostamente financiado por “doações privadas”.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Um espaço em estilo melhor descrito como&nbsp;<em>Versailles versão clínica de estética</em>”, ironizou o apresentador.</p>
</blockquote>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“A demolição da Casa Branca — uma metáfora que, se alguma coisa, é demasiado óbvia.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f6a4.png" alt="🚤" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> “Interceptar, não afundar”: críticas aos ataques no Caribe</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Mas o tom rapidamente passou do cómico ao indignado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Oliver condenou as&nbsp;<strong>operações navais dos EUA no Caribe</strong>, onde, segundo o governo, embarcações suspeitas de tráfico de droga foram&nbsp;<strong>atacadas e destruídas sem aviso prévio</strong>, resultando em&nbsp;<strong>mais de 40 mortes</strong>.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“A administração não apresentou provas públicas das suas alegações”, disse o humorista.</p>
</blockquote>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Mas mesmo que as tivesse, eu vi episódios suficientes de&nbsp;<em>JAG</em>&nbsp;para saber que a abordagem normal é interceptar os barcos e prender os suspeitos — não assassiná-los sem qualquer devido processo.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Oliver acusou Trump de agir como&nbsp;<strong>“juiz, júri e carrasco de cidadãos estrangeiros”</strong>, num estilo que classificou de&nbsp;<strong>“arrogante e perigoso”</strong>, criticando também a passividade do Congresso e dos tribunais norte-americanos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f480.png" alt="💀" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> “Vamos apenas matar pessoas” — o horror nas próprias palavras de Trump</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O apresentador também reagiu à declaração de Trump de que&nbsp;<strong>pondera lançar ataques terrestres na Venezuela</strong>, afirmando que&nbsp;<strong>não pedirá autorização ao Congresso</strong>, porque “<em>vamos apenas matar pessoas. Vão ficar… mortas</em>”.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“É o tipo de frase que esperamos ouvir de um assassino em série — ou do génio por trás da limonada energética da Panera Bread”, brincou Oliver, arrancando gargalhadas do público.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f95e.png" alt="🥞" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> “Onde está o meu maldito cheque?”</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">No final, Oliver recuperou um momento anterior do programa, em que comentara um vídeo bizarro de&nbsp;<strong>George Santos</strong>, o ex-congressista envolvido em escândalos, filmado num IHOP (a popular cadeia americana de panquecas).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O comediante encerrou com uma metáfora ácida:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Trump nomeou-se a si próprio juiz, júri e executor, e é revoltante que nem o Congresso nem os tribunais queiram travá-lo.</p>
</blockquote>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">Vivemos num país que supostamente tem freios e contrapesos — e, citando a nova diva porta-voz do IHOP:&nbsp;<em>‘Onde está o meu maldito cheque?’</em>”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://clubedecinema.pt/%f0%9f%a6%b8%e2%99%80%ef%b8%8f-supergirl-volta-a-filmar-rumores-apontam-para-novas-cenas-com-o-superman-de-david-corenswet/"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f9b8-200d-2640-fe0f.png" alt="🦸‍♀️" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Supergirl volta a filmar: rumores apontam para novas cenas com o Superman de David Corenswet</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o seu humor corrosivo e timing infalível,&nbsp;<strong>John Oliver volta a ser a voz mais incómoda da televisão americana</strong>, lembrando que, por detrás das gargalhadas,&nbsp;<strong>há sempre um alerta sério sobre o estado da democracia</strong>.</p>
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