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	<title>Bram Stoker romance 1897 &#8211; Clube de Cinema</title>
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	<title>Bram Stoker romance 1897 &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>“Não Dou Atenção”: Cynthia Erivo Ignora Críticas Enquanto Divide Opiniões em Drácula</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 15:10:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Meio]]></category>
		<category><![CDATA[As Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[adaptação Dracula West End]]></category>
		<category><![CDATA[Bram Stoker romance 1897]]></category>
		<category><![CDATA[críticas Drácula teatro 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[A estrela de Wicked troca Oz por um épico gótico solitário no West End Depois de anos a desafiar a gravidade em Wicked, Cynthia Erivo mergulhou num desafio bem mais sombrio — e infinitamente mais solitário. No palco do Noël Coward Theatre, em Londres, a actriz lidera uma nova adaptação de Dracula, assumindo sozinha 23 personagens ao longo de duas horas intensas, [&#8230;]]]></description>
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<h1 class="wp-block-heading"><strong>A estrela de Wicked troca Oz por um épico gótico solitário no West End</strong></h1>



<p>Depois de anos a desafiar a gravidade em <em>Wicked</em>, <strong><a href="https://clubedecinema.pt/?s=Cynthia+Erivo" data-type="link" data-id="https://clubedecinema.pt/?s=Cynthia+Erivo">Cynthia Eriv</a>o</strong> mergulhou num desafio bem mais sombrio — e infinitamente mais solitário. No palco do <strong>Noël Coward Theatre</strong>, em Londres, a actriz lidera uma nova adaptação de <strong>Dracula</strong>, assumindo sozinha 23 personagens ao longo de duas horas intensas, num espectáculo que mistura teatro ao vivo com tecnologia cinematográfica.</p>



<p>ler também: <a href="https://clubedecinema.pt/um-so-botao-e-mil-olhares-sydney-sweeney-protagoniza-nova-campanha-da-syrn/">Um Só Botão e Mil Olhares: Sydney Sweeney Protagoniza Nova Campanha da Syrn</a></p>



<p>É uma verdadeira maratona performativa: cerca de 20 mil palavras de texto, mudanças rápidas de figurino, projecção de imagens captadas em tempo real e uma constante alternância de vozes, corpos e energias.</p>



<p>Mas se o desafio artístico é inegável, a recepção crítica tem sido… mista.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um espectáculo ambicioso — e controverso</strong></h2>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="575" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/02/93c24020-0cae-11f1-be0b-7bd43c95266e.jpg-1024x575.webp" alt="" class="wp-image-23819" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/02/93c24020-0cae-11f1-be0b-7bd43c95266e.jpg-1024x575.webp 1024w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/02/93c24020-0cae-11f1-be0b-7bd43c95266e.jpg-300x169.webp 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/02/93c24020-0cae-11f1-be0b-7bd43c95266e.jpg-768x432.webp 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/02/93c24020-0cae-11f1-be0b-7bd43c95266e.jpg.webp 1536w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Durante as apresentações prévias, alguns espectadores comentaram online que Erivo ainda parecia estar a consolidar partes do texto e que, por momentos, recorria a autocue. Confrontada com essas observações após a noite de estreia, a actriz foi clara: “Não estou a prestar atenção a nenhum desses comentários. Ninguém conhece a experiência excepto eu.”</p>



<p>Aos 39 anos, Erivo assume que ainda estava a afinar o espectáculo nas pré-estreias. “Estava a aprender o texto e a descobrir o caminho”, admitiu, sublinhando que cada processo criativo tem o seu ritmo. O importante, diz, é concentrar energia no palco — e não nos comentários digitais.</p>



<p>Nesta versão minimalista, Erivo constrói o universo vitoriano através da voz e do movimento. O seu Drácula surge com sotaque nigeriano e cabelo vermelho vibrante, numa reinvenção ousada do vampiro criado por <strong>Bram Stoker</strong> em 1897. As câmaras captam cada detalhe da sua expressão, projectando-o num ecrã, numa fusão entre teatro e cinema que tem dividido opiniões.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Entre o virtuosismo e a frieza</strong></h2>



<p>A crítica britânica não chegou a consenso. Alguns elogiaram a entrega de Erivo como um feito extraordinário de resistência e versatilidade. Outros consideraram o espectáculo excessivamente tecnológico, frio e emocionalmente distante.</p>



<p>Há quem descreva a produção como um feito impressionante de transformação contínua, uma “tour de force” que eleva as ambições do teatro britânico contemporâneo. Mas também surgiram críticas à atmosfera considerada “sedada”, à ausência de verdadeiro perigo dramático e à sensação de assistir a algo demasiado próximo de um audiolivro ilustrado.</p>



<p>O uso intensivo de projecções e câmaras ao vivo foi apontado como frustrante por alguns críticos, que sentiram que a tecnologia afastava o público da essência da performance teatral ao vivo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Desafiar-se para crescer</strong></h2>



<p>Erivo, uma das raras artistas nomeadas para Emmy, Grammy, Óscar e Tony (tendo conquistado todos excepto o Óscar), não vê o projecto como um risco, mas como uma necessidade. “Se fosse fácil, seria aborrecido”, afirmou. “Escolho os desafios porque me obrigam a crescer.”</p>



<p>Antes de cada espectáculo, segue um ritual disciplinado: meditação, aquecimento vocal intensivo e revisão de partes do texto. A preparação é quase atlética — apropriada para uma peça que exige resistência física e emocional pouco comuns.</p>



<p>Enquanto isso, outras estrelas de <em>Wicked</em>, como <strong>Ariana Grande</strong> e <strong>Jonathan Bailey</strong>, preparam-se para regressar ao West End em 2027 numa nova produção de <em>Sunday in the Park with George</em>. Erivo não descarta voltar a partilhar palco com eles no futuro: “Nunca digo nunca.”</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um vampiro entre a vida e a morte</strong></h2>



<p>Tal como o próprio Drácula, esta produção parece existir num espaço intermédio — nem totalmente viva, nem totalmente morta. Para alguns, é um marco de ousadia artística. Para outros, um exercício estilizado que sacrifica emoção em nome do conceito.</p>



<p>Mas uma coisa é certa: Cynthia Erivo não está interessada em agradar a todos. Está interessada em desafiar-se. E, no processo, obriga também o público a sair da zona de conforto.</p>



<p>ler também: <a href="https://clubedecinema.pt/ainda-melhor-e-completamente-louca-a-serie-criminal-de-tom-hardy-e-guy-ritchie-prepara-um-regresso-explosivo/">“Ainda Melhor e Completamente Louca”: A Série Criminal de Tom Hardy e Guy Ritchie Prepara um Regresso Explosivo</a></p>



<p>Num tempo em que o teatro luta para se reinventar perante públicos cada vez mais habituados ao ecrã, esta versão de&nbsp;<em>Drácula</em>&nbsp;levanta uma questão pertinente: até onde pode — e deve — ir a tecnologia sem sugar a alma da performance?</p>



<p>A resposta, como o próprio vampiro, permanece envolta em sombras.</p>
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