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	<title>Brady Corbet &#8211; Clube de Cinema</title>
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	<title>Brady Corbet &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>Amanda Seyfried Brilha em Veneza como Ann Lee: A Feminista Shaker Esquecida pela História ✨🎬</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Sep 2025 09:06:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Uma figura quase apagada da memória O Festival de Veneza abriu espaço para uma das personagens mais improváveis a surgir no grande ecrã em 2025:&#160;Ann Lee, fundadora do movimento religioso Shaker no século XVIII e considerada por muitos como uma das primeiras feministas americanas. Em&#160;The Testament of Ann Lee, realizado por Mona Fastvold, Amanda Seyfried [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Uma figura quase apagada da memória</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Festival de Veneza abriu espaço para uma das personagens mais improváveis a surgir no grande ecrã em 2025:&nbsp;<strong>Ann Lee</strong>, fundadora do movimento religioso Shaker no século XVIII e considerada por muitos como uma das primeiras feministas americanas. Em&nbsp;<em>The Testament of Ann Lee</em>, realizado por Mona Fastvold, Amanda Seyfried encarna esta figura que, segundo a cineasta, estava “à beira de ser apagada da memória”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/tom-holland-assume-diagnostico-de-phda-e-explica-como-isso-afeta-a-sua-carreira-%f0%9f%8e%ad%f0%9f%95%b7%ef%b8%8f/">Tom Holland Assume Diagnóstico de PHDA e Explica Como Isso Afeta a Sua Carreira <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ad.png" alt="🎭" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f577.png" alt="🕷" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nascida em 1736 em Manchester, Inglaterra, Ann Lee — conhecida entre os seguidores como&nbsp;<em>Mãe Ann</em>&nbsp;— liderou uma comunidade que defendia a igualdade entre sexos, a paz, a empatia e o trabalho manual como forma de oração. Uma proposta radical para o seu tempo, que ainda hoje ressoa com surpreendente atualidade.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="538" src="https://www.clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/09/102864-THE_TESTAMENT_OF_ANN_LEE_-_Actress_Amanda_Sefried-H-2025-1024x538.webp" alt="" class="wp-image-19226" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/09/102864-THE_TESTAMENT_OF_ANN_LEE_-_Actress_Amanda_Sefried-H-2025-1024x538.webp 1024w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/09/102864-THE_TESTAMENT_OF_ANN_LEE_-_Actress_Amanda_Sefried-H-2025-300x158.webp 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/09/102864-THE_TESTAMENT_OF_ANN_LEE_-_Actress_Amanda_Sefried-H-2025-768x403.webp 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/09/102864-THE_TESTAMENT_OF_ANN_LEE_-_Actress_Amanda_Sefried-H-2025.webp 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um biopic entre o transe e a espiritualidade</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Descrito pela IndieWire como um “biopic especulativo, febril e totalmente arrebatador”, o filme aproxima-se de um musical, dando especial destaque à música e à dança, elementos centrais do culto Shaker. Para os membros deste movimento, o canto e o movimento em transe eram uma forma de ligação espiritual, uma oração física e coletiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O compositor&nbsp;<strong>Daniel Blumberg</strong>, vencedor de um Óscar este ano pela banda sonora de&nbsp;<em>O Brutalista</em>, volta a colaborar com Fastvold, revisitando os hinos Shaker e dando-lhes uma nova vida.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Da investigação histórica ao cinema de autor</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Mona Fastvold, que coescreveu o guião com Brady Corbet (seu parceiro e realizador de&nbsp;<em>O Brutalista</em>), descobriu Ann Lee durante uma pesquisa sobre movimentos religiosos nos Estados Unidos do final do século XVIII. Em 1774, Ann emigrou com alguns discípulos para Nova Iorque, fugindo à perseguição religiosa em Inglaterra, e fundou uma comunidade que, no seu auge, chegou a contar com seis mil seguidores espalhados por 19 comunidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje restam apenas três membros Shaker, mas o legado sobrevive, sobretudo através da arquitetura e do mobiliário, conhecido pela sua estética minimalista e funcionalidade — peças que ainda hoje fascinam designers e colecionadores.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um olhar feminino sobre um ícone espiritual</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para Fastvold, a inspiração foi clara:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Todos os grandes ícones masculinos receberam este tratamento, como Jesus Cristo ou Joana d’Arc. Porque não dar o mesmo a uma mulher desconhecida?”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">A realizadora não quis criar propaganda, mas antes tratar Ann Lee com amor e respeito, reconhecendo a sua visão de comunidade, bondade e empatia. Seyfried, pela sua vez, entrega uma interpretação intensa, transformando Ann Lee num ícone cinematográfico tão humano quanto espiritual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/south-park-vai-longe-demais-satanas-surge-gravido-de-donald-trump-no-novo-episodio-%f0%9f%91%b9%f0%9f%a4%b0%f0%9f%87%ba%f0%9f%87%b8/">South Park Vai Longe Demais? Satanás Surge ‘Grávido’ de Donald Trump no Novo Episódio <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f479.png" alt="👹" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f930.png" alt="🤰" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f1fa-1f1f8.png" alt="🇺🇸" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com&nbsp;<em>The Testament of Ann Lee</em>, Mona Fastvold reafirma-se como uma das vozes mais interessantes do cinema de autor contemporâneo, recuperando uma figura feminina que, até agora, permanecia quase esquecida pela História.</p>
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		<title>Brady Corbet Revela Que The Brutalist Não Lhe Rendeu Um Único Dólar – Mas Portugal Ajudou a Salvar as Suas Finanças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Feb 2025 09:35:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[As Pessoas]]></category>
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					<description><![CDATA[Apesar de ser um dos filmes mais nomeados nesta temporada de prémios, The Brutalist, de Brady Corbet, não trouxe qualquer retorno financeiro para o realizador. No entanto, Portugal teve um papel inesperado na sua sobrevivência profissional. ver também: ‘Last Week Tonight’ Volta a Lançar Episódios no YouTube Sem Atraso Após Protestos de John Oliver Um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Apesar de ser um dos filmes mais nomeados nesta temporada de prémios, <em>The Brutalist</em>, de <strong>Brady Corbet</strong>, não trouxe qualquer retorno financeiro para o realizador. No entanto, Portugal teve um papel inesperado na sua sobrevivência profissional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também: <a href="https://www.clubedecinema.pt/last-week-tonight-volta-a-lancar-episodios-no-youtube-sem-atraso-apos-protestos-de-john-oliver/">‘Last Week Tonight’ Volta a Lançar Episódios no YouTube Sem Atraso Após Protestos de John Oliver</a></p>



<h3 class="wp-block-heading">Um Filme Premiado, Mas Sem Pagamento <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4b8.png" alt="💸" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Corbet, conhecido por <em>Vox Lux</em>, participou recentemente no podcast <em>WTF</em> de Marc Maron, onde discutiu o seu épico sobre a imigração nos EUA, nomeado para <strong>10 Óscares</strong>. Durante a entrevista, revelou que, após anos sem rendimento, só recentemente conseguiu ganhar dinheiro através de campanhas publicitárias <strong>em Portugal</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>“Fazer publicidade em Portugal foi a primeira vez em anos que consegui ganhar algum dinheiro,”</strong> admitiu o realizador, sublinhando a dificuldade em manter uma carreira independente no cinema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Corbet, que escreveu <em>The Brutalist</em> em parceria com a sua esposa e colaboradora <strong>Mona Fastvold</strong>, confirmou que <strong>“não ganhámos um único dólar com os últimos dois filmes que fizemos”</strong>. Quando Maron demonstrou surpresa, Corbet reforçou: <strong>“Sim. Literalmente zero. Tivemos de sobreviver com um salário de há três anos.”</strong></p>



<h3 class="wp-block-heading">Diretores Nomeados para Óscar em Dificuldades Financeiras <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3c6.png" alt="🏆" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3da.png" alt="🏚" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Corbet destacou que muitos realizadores na mesma posição passam por dificuldades financeiras, mesmo tendo filmes em destaque na temporada de prémios:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>“Já falei com muitos cineastas nomeados este ano que não conseguem pagar a renda.”</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A razão? Os diretores passam meses em campanhas promocionais sem qualquer remuneração. Corbet sublinha que, desde a estreia do filme em setembro, tem viajado constantemente e não conseguiu aceitar nenhum outro trabalho, nem sequer um projeto de escrita.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>“É um interrogatório de seis meses. Estás em viagem constante, mas também trabalhas aos sábados e domingos. Não tenho um dia de descanso desde o Natal. Fiz umas 90 entrevistas só na semana passada.”</strong></p>



<h3 class="wp-block-heading">O Reconhecimento de Natalie Portman <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ad.png" alt="🎭" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2728.png" alt="✨" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A atriz <strong>Natalie Portman</strong>, que trabalhou com Corbet em <em>Vox Lux</em> (2018), publicou um artigo no <em>Deadline</em> em que elogiou a sua abordagem cinematográfica:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>“Os épicos de pequena escala de Brady — com <em>The Brutalist</em> à cabeça — estão a transformar a forma como os filmes são feitos na nossa era de conteúdo algorítmico e fadiga de franquias.”</strong></p>



<h3 class="wp-block-heading"><em>The Brutalist</em>: Um Filme de Peso na Temporada de Prémios <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3a5.png" alt="🎥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3db.png" alt="🏛" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Com nomeações para <strong>Melhor Filme, Melhor Ator, Melhor Realização e Melhor Argumento</strong>, <em>The Brutalist</em> igualou <em>Wicked</em> como o segundo filme mais nomeado, apenas atrás de <em>Emilia Pérez</em> da Netflix.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A longa-metragem de <strong>215 minutos</strong>, com um intervalo de 15 minutos, acompanha a história do arquiteto judeu húngaro <strong>László Tóth</strong> (Adrien Brody), que emigra para os EUA após sobreviver ao Holocausto. Instalado na Pensilvânia e à espera da chegada da sua esposa <strong>Erzsébet</strong> (Felicity Jones), Tóth é descoberto por um industrial rico (Guy Pearce). O filme percorre três décadas da América pós-guerra e aborda as relações entre <strong>criatividade, exploração e alienação</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também: <a href="https://www.clubedecinema.pt/toby-stephens-explica-porque-nunca-contracenou-com-a-mae-maggie-smith/">Toby Stephens Explica Porque Nunca Contracenou com a Mãe, Maggie Smith</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com um impacto tão profundo no cinema contemporâneo, <em>The Brutalist</em> não só está a redefinir o género épico, como também está a expor a dura realidade da sobrevivência no mundo da realização independente. E, como prova, Portugal acabou por ser um aliado improvável na trajetória de Corbet, garantindo-lhe um pouco de estabilidade financeira enquanto promovia o seu filme.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>“The Brutalist”: Diretor Defende Uso de IA em Pós-Produção para Aperfeiçoar Diálogos em Húngaro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jan 2025 10:34:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
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					<description><![CDATA[O filme&#160;The Brutalist, dirigido por Brady Corbet e vencedor de três Globos de Ouro, tem sido alvo de debate após a revelação do uso de inteligência artificial (IA) durante a pós-produção. A tecnologia foi utilizada para aprimorar a precisão dos diálogos em húngaro dos protagonistas Adrien Brody e Felicity Jones. Em resposta às controvérsias, Corbet [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O filme&nbsp;<em>The Brutalist</em>, dirigido por Brady Corbet e vencedor de três Globos de Ouro, tem sido alvo de debate após a revelação do uso de inteligência artificial (IA) durante a pós-produção. A tecnologia foi utilizada para aprimorar a precisão dos diálogos em húngaro dos protagonistas Adrien Brody e Felicity Jones. Em resposta às controvérsias, Corbet esclareceu os motivos e limites desse recurso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/quase-um-ataque-cardiaco-o-impacto-de-missao-impossivel-the-final-reckoning/">“Quase um Ataque Cardíaco: O Impacto de ‘Missão: Impossível – The Final Reckoning’”</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Performances Autênticas e Respeito ao Trabalho dos Atores</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o diretor, as interpretações de Brody e Jones foram mantidas intactas, e o uso da IA, por meio da tecnologia Respeecher, foi restrito à edição de diálogos em húngaro. “Adrien e Felicity trabalharam com um treinador de dialeto por meses para aperfeiçoar os sotaques. A IA foi usada apenas para refinar certos detalhes na pronúncia de vogais e letras. Não houve alterações em diálogos em inglês”, explicou Corbet, sublinhando que o processo foi manual e respeitou a autenticidade das atuações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão de adotar a IA surgiu após tentativas de gravações adicionais (ADR) não alcançarem o resultado desejado. O editor do filme, Dávid Jancsó, nativo de língua húngara, também participou ativamente do processo, alimentando o modelo de IA com sua própria voz para maior precisão. “Foi um trabalho minucioso para garantir que nem mesmo os locais percebessem diferenças. A IA agilizou um processo que, de outra forma, levaria anos,” disse Jancsó.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Uso de IA: Inovação ou Controvérsia?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O uso de IA em&nbsp;<em>The Brutalist</em>&nbsp;reacendeu debates sobre ética na indústria cinematográfica. Embora o uso de tecnologias para ajustar áudio em pós-produção seja comum, a introdução de IA em diálogos e outras áreas ainda é vista com cautela. No entanto, Corbet defendeu a inovação, afirmando que a tecnologia não eliminou empregos, mas os criou, permitindo que a produção se mantivesse dentro de um orçamento limitado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Comparações foram feitas com outros filmes que também usaram tecnologia para melhorar performances.&nbsp;<em>Bohemian Rhapsody</em>&nbsp;(2018), por exemplo, combinou vozes de Rami Malek, gravações originais de Freddie Mercury e outros artistas para criar a ilusão da performance do vocalista do Queen. No caso de&nbsp;<em>The Brutalist</em>, o objetivo era garantir autenticidade cultural e fidelidade ao idioma húngaro, um dos elementos centrais do enredo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Um Épico Sobre Resiliência e Reconstrução</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com 215 minutos de duração e uma narrativa que se estende por três décadas,&nbsp;<em>The Brutalist</em>&nbsp;acompanha László Tóth (Adrien Brody), um arquiteto judeu húngaro que emigra para os Estados Unidos após sobreviver ao Holocausto. A história aborda sua luta para reconstruir sua vida, carreira e casamento em um ambiente desconhecido, enquanto enfrenta os desafios de uma sociedade pós-guerra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O filme, que estreou no Festival de Veneza e foi adquirido pela A24, já conquistou elogios por sua profundidade narrativa e estética visual. Além dos prêmios no Globo de Ouro,&nbsp;<em>The Brutalist</em>&nbsp;está na disputa por outras honrarias importantes, incluindo Melhor Diretor no DGA Awards e o prêmio de Melhor Filme no PGA Awards.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Reflexões Sobre o Futuro do Cinema</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A controvérsia em torno do uso de IA em&nbsp;<em>The Brutalist</em>&nbsp;levanta questões sobre o papel da tecnologia no futuro do cinema. Jancsó resumiu o debate ao afirmar: “Devemos discutir abertamente como a IA pode ser uma ferramenta para o cinema. O que fizemos não é algo novo, apenas mais rápido. É sobre criar detalhes que não teríamos recursos para alcançar de outra forma.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também: <a href="https://www.clubedecinema.pt/festival-de-cinema-de-berlim-revela-programacao-de-2025-com-estreias-imperdiveis/">Festival de Cinema de Berlim Revela Programação de 2025 com Estreias Imperdíveis</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com uma combinação de inovação tecnológica e sensibilidade artística,&nbsp;<em>The Brutalist</em>&nbsp;se destaca não apenas como uma obra cinematográfica marcante, mas também como um marco no diálogo sobre o impacto da tecnologia na indústria criativa.</p>
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		<title>“The Brutalist” e Adrien Brody Conquistam os Prémios NYFCC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Dec 2024 07:54:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
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		<category><![CDATA[The Brutalist Óscar 2024]]></category>
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					<description><![CDATA[O épico histórico&#160;“The Brutalist”, realizado por Brady Corbet e produzido pela A24, foi o grande destaque dos&#160;New York Film Critics Circle Awards&#160;(NYFCC) deste ano. O filme levou para casa o prémio de&#160;Melhor Filme, enquanto&#160;Adrien Brody&#160;venceu o prémio de&#160;Melhor Ator&#160;pela sua performance impactante. Estes prémios reforçam o prestígio de Brody como um dos grandes nomes da [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O épico histórico&nbsp;<strong>“The Brutalist”</strong>, realizado por Brady Corbet e produzido pela A24, foi o grande destaque dos&nbsp;<strong>New York Film Critics Circle Awards</strong>&nbsp;(NYFCC) deste ano. O filme levou para casa o prémio de&nbsp;<strong>Melhor Filme</strong>, enquanto&nbsp;<strong>Adrien Brody</strong>&nbsp;venceu o prémio de&nbsp;<strong>Melhor Ator</strong>&nbsp;pela sua performance impactante. Estes prémios reforçam o prestígio de Brody como um dos grandes nomes da atuação e consolidam o filme como uma das apostas mais fortes para a temporada de prémios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/harvey-weinstein-hospitalizado-com-estado-de-saude-fragilizado/">Harvey Weinstein Hospitalizado com Estado de Saúde Fragilizado</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Brody, que já marcou a história ao vencer o Óscar de Melhor Ator por&nbsp;<em>“O Pianista”</em>&nbsp;em 2002, voltou a cativar a crítica com a sua performance em&nbsp;<em>“The Brutalist”</em>, descrita como uma das melhores da sua carreira. Este novo triunfo aumenta as expectativas para uma potencial nomeação aos Óscares, onde Brody pode tornar-se o mais jovem ator a vencer dois prémios nesta categoria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de&nbsp;<em>“The Brutalist”</em>, outros vencedores dos NYFCC incluem&nbsp;<strong>Marianne Jean-Baptiste</strong>&nbsp;como Melhor Atriz por&nbsp;<em>“Hard Truths”</em>,&nbsp;<strong>Kieran Culkin</strong>&nbsp;como Melhor Ator Secundário por&nbsp;<em>“A Real Pain”</em>&nbsp;e&nbsp;<strong>Carol Kane</strong>&nbsp;como Melhor Atriz Secundária por&nbsp;<em>“Between the Temples”</em>. A cerimónia destacou, mais uma vez, produções independentes, como&nbsp;<em>“Flow”</em>, um filme de animação sem diálogos, e&nbsp;<em>“No Other Land”</em>, um documentário sobre o conflito israelo-palestiniano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/lost-in-translation-sofia-coppola-e-bill-murray-na-criacao-de-um-classico-moderno/">“Lost in Translation”: Sofia Coppola e Bill Murray na Criação de Um Clássico Moderno</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Estes prémios, frequentemente vistos como um barómetro para os Óscares, colocam&nbsp;<em>“The Brutalist”</em>&nbsp;e o seu elenco na linha da frente da corrida pela maior honra do cinema.</p>
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		<title>&#8220;The Brutalist&#8221; de Brady Corbet: Uma Obra-prima de 205 Minutos no Festival de Veneza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Sep 2024 08:29:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Adrien Brody]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura e arte]]></category>
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		<category><![CDATA[Festival de Veneza]]></category>
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		<category><![CDATA[ovação no festival]]></category>
		<category><![CDATA[sobrevivente do Holocausto]]></category>
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					<description><![CDATA[O Festival de Cinema de Veneza deste ano tem sido um verdadeiro espetáculo de cinema inovador, e &#8220;The Brutalist&#8221;, de Brady Corbet, emergiu como uma das obras mais comentadas. Este filme de 205 minutos, apresentado no prestigioso formato de 70mm VistaVision, não só cativou o público com a sua história poderosa, mas também com a [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Festival de Cinema de Veneza deste ano tem sido um verdadeiro espetáculo de cinema inovador, e &#8220;The Brutalist&#8221;, de Brady Corbet, emergiu como uma das obras mais comentadas. Este filme de 205 minutos, apresentado no prestigioso formato de 70mm VistaVision, não só cativou o público com a sua história poderosa, mas também com a sua execução técnica. Corbet, que já trabalhou como ator com realizadores icônicos como Lars von Trier e Michael Haneke, trouxe a sua sensibilidade única para este projeto ambicioso que mistura história, arquitetura, arte e uma carga emocional intensa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">veja também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/deadpool-wolverine-conquista-as-bilheteiras-e-revitaliza-o-verao-de-hollywood/" data-type="post" data-id="8259">“Deadpool &amp; Wolverine” Conquista as Bilheteiras e Revitaliza o Verão de Hollywood</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;The Brutalist&#8221; narra a vida de László Tóth, um arquiteto húngaro sobrevivente do Holocausto que imigra para os Estados Unidos, onde se depara com novos desafios sob o controlo de um empresário despótico interpretado por Guy Pearce. Adrien Brody, que já ganhou um Óscar por interpretar um sobrevivente do Holocausto em &#8220;O Pianista&#8221;, oferece mais uma atuação marcante como Tóth, uma personagem que busca reconstruir a sua vida e a sua carreira num novo mundo, enquanto lida com os fantasmas do passado. O filme é um tributo à tenacidade do artista e uma reflexão profunda sobre os traumas persistentes do passado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O uso do formato analógico VistaVision por Corbet foi uma escolha deliberada para dar ao filme uma sensação de autenticidade e gravidade, algo raro no cinema contemporâneo. &#8220;Este foi um filme incrivelmente difícil de fazer. Trabalhei nele durante sete anos&#8221;, explicou Corbet. A produção de &#8220;The Brutalist&#8221; não foi apenas sobre contar uma história, mas também sobre capturar a essência de uma época e o espírito de uma pessoa determinada a manter a sua integridade artística contra todas as adversidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">veja também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/the-order-revoluciona-o-festival-de-veneza-jude-law-contra-o-extremismo-branco/" data-type="post" data-id="8253">“The Order” Revoluciona o Festival de Veneza: Jude Law Contra o Extremismo Branco</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">O filme foi recebido com uma ovação de 12 minutos no festival, uma clara indicação da sua ressonância com o público e os críticos. Corbet mencionou que &#8220;The Brutalist&#8221; é uma obra de ficção, mas com raízes profundamente ligadas a eventos reais e históricos, tornando-se uma poderosa ferramenta para refletir sobre o presente e o futuro da humanidade.</p>
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