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	<title>Bong Joon-ho &#8211; Clube de Cinema</title>
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	<title>Bong Joon-ho &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>Festival de Busan Celebra o Poder do Cinema Asiático com Park Chan-wook na Linha da Frente 🎬✨</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Sep 2025 07:32:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um Festival em Mudança, Mas Sempre Fiel às Suas Raízes O Festival Internacional de Cinema de Busan (BIFF) celebra este ano a sua 30.ª edição e chega num momento em que o cinema asiático está mais forte do que nunca. Depois de sucessos globais como&#160;Parasitas,&#160;Squid Game&#160;e mais recentemente&#160;Guerreiras do K-POP, o BIFF reforça o seu [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>Um Festival em Mudança, Mas Sempre Fiel às Suas Raízes</strong></p>



<p>O Festival Internacional de Cinema de Busan (BIFF) celebra este ano a sua 30.ª edição e chega num momento em que o cinema asiático está mais forte do que nunca. Depois de sucessos globais como&nbsp;<em>Parasitas</em>,&nbsp;<em>Squid Game</em>&nbsp;e mais recentemente&nbsp;<em>Guerreiras do K-POP</em>, o BIFF reforça o seu papel como a maior montra do cinema asiático, ao lançar pela primeira vez uma competição oficial com 14 títulos, quatro deles sul-coreanos.</p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/o-refugio-atomico-a-nova-serie-espanhola-da-netflix-que-quer-ser-a-proxima-la-casa-de-papel/">“O Refúgio Atómico”: A Nova Série Espanhola da Netflix Que Quer Ser a Próxima “La Casa de Papel”</a></p>



<p>A passadeira vermelha contou com estrelas de peso, entre elas a cantora Lisa (BLACKPINK) e o próprio Park Chan-wook, que inaugurou o festival com a sua nova comédia negra&nbsp;<em>No Other Choice</em>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Park Chan-wook: Entre a Comédia Negra e a Reflexão Social</strong></h2>



<p>Conhecido mundialmente por&nbsp;<em>Oldboy – Velho Amigo</em>, Park regressa a Busan com um filme que já tinha sido aplaudido em Veneza. Baseado no romance&nbsp;<em>The Axe</em>&nbsp;(1997) de Donald E. Westlake,&nbsp;<em>No Other Choice</em>&nbsp;acompanha um trabalhador despedido da indústria do papel que decide eliminar os seus rivais para garantir um novo emprego.</p>



<p>O realizador confessou identificar-se com o protagonista:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Tal como ele dedica a vida ao fabrico de papel, eu aposto tudo no cinema, mesmo que muitos o vejam apenas como entretenimento passageiro.”</p>
</blockquote>



<p>A obra, protagonizada por Lee Byung-hun (<em>Squid Game</em>) e Son Ye-jin (<em>Crash Landing on You</em>), mistura humor negro com críticas ao mercado de trabalho e até referências à Inteligência Artificial.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Estreias, Prémios e Novas Vozes</strong></h2>



<p>Este ano, o BIFF apresenta 241 filmes de 64 países, incluindo 90 estreias mundiais. Entre os destaques,&nbsp;<em>Hana Korea</em>, um drama sobre refugiados norte-coreanos com Kim Min-ha (<em>Pachinko</em>), e&nbsp;<em>The People Upstairs</em>, de Ha Jung-woo, que explora o eterno problema dos vizinhos barulhentos.</p>



<p>Na cerimónia de abertura, a atriz e realizadora Sylvia Chang recebeu o Prémio Camélia, reconhecendo o seu contributo para o cinema feminino. Já Jafar Panahi foi distinguido como Cineasta Asiático do Ano, num gesto simbólico de apoio à liberdade artística.</p>



<p>O festival também reforça o olhar sobre talentos emergentes. Como sublinhou Park Sung-ho, programador do BIFF, as curtas-metragens têm sido um espaço de ousadia e criatividade, mesmo em países onde a liberdade de expressão continua limitada.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um Futuro Brilhante para o Cinema Asiático</strong></h2>



<p>Entre homenagens, estreias e uma programação arrojada, o BIFF confirma o estatuto do cinema asiático como um dos motores criativos mais dinâmicos da atualidade. A presença de nomes consagrados como Bong Joon-ho, Jia Zhangke, Michael Mann, Juliette Binoche e Milla Jovovich demonstra que Busan não é apenas uma vitrina regional — é hoje um dos epicentros do cinema mundial.</p>



<p>Ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/taylor-swift-prepara-evento-secreto-para-os-cinemas-com-the-life-of-a-showgirl/"></a><a href="https://www.clubedecinema.pt/taylor-swift-prepara-evento-secreto-para-os-cinemas-com-the-life-of-a-showgirl/">Taylor Swift Prepara Evento Secreto para os Cinemas com “The Life of a Showgirl”</a></p>



<p>Seja com histórias íntimas ou narrativas arrojadas, o cinema asiático continua a expandir fronteiras, e o BIFF é, mais do que nunca, o palco onde o futuro do cinema se desenha.</p>
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		<title>Bong Joon-ho e o único género que nunca irá explorar no cinema</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Feb 2025 09:35:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O realizador sul-coreano Bong Joon-ho, vencedor do Óscar por Parasitas (2019), tem uma carreira marcada pela versatilidade e pela sua capacidade de transitar entre géneros cinematográficos com maestria. No entanto, há uma certeza absoluta sobre o seu percurso: nunca irá realizar um musical. ver também : Gene Hackman (1930-2024): O Último dos Grandes Duro na [&#8230;]]]></description>
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<p>O realizador sul-coreano Bong Joon-ho, vencedor do Óscar por <em>Parasitas</em> (2019), tem uma carreira marcada pela versatilidade e pela sua capacidade de transitar entre géneros cinematográficos com maestria. No entanto, há uma certeza absoluta sobre o seu percurso: nunca irá realizar um musical.</p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/gene-hackman-1930-2024-o-ultimo-dos-grandes-duro-na-queda-do-cinema-americano/">Gene Hackman (1930-2024): O Último dos Grandes Duro na Queda do Cinema Americano</a></p>



<p>Durante a sua recente participação no programa <em>The Late Show with Stephen Colbert</em>, enquanto promovia o seu mais recente filme <em>Mickey 17</em>, Bong foi questionado sobre os tipos de filmes que gostaria de explorar no futuro. A sua resposta gerou gargalhadas no público e até no próprio apresentador. &#8220;Tenho muito respeito pelos musicais. Gosto especialmente de <em>Jesus Cristo Superstar</em> e adoro <em>All That Jazz</em>, do Bob Fosse. Mas nunca poderei fazer um musical&#8221;, afirmou Bong, deixando a plateia curiosa sobre o motivo.</p>



<p>A justificação foi hilária e direta: &#8220;Não suporto assim que começam a cantar&#8221;.</p>



<p>O realizador brincou com a lógica dos musicais, mencionando o icónico <em>West Side Story</em>: &#8220;Porque vemos as personagens a falar normalmente e, de repente, começam a cantar &#8216;Tonight…'&#8221;, disse ele, imitando o tom característico do tema. &#8220;Não consigo aguentar. Não posso fazer um musical&#8221;.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Um realizador que desafia convenções</h2>



<p>Desde <em>Memories of Murder</em> (2003) a <em>O Hospedeiro</em> (2006), <em>Expresso do Amanhã</em> (2013) e o já citado <em>Parasitas</em>, Bong Joon-ho tem demonstrado um apetite voraz por géneros variados, misturando elementos de suspense, ficção científica, comédia negra e sátira social. Agora, prepara-se para lançar <em>Mickey 17</em>, uma ficção científica protagonizada por Robert Pattinson, que tem estreia marcada para 6 de março nos cinemas portugueses.</p>



<p>O cineasta também anunciou recentemente que está a trabalhar num filme de animação, outro território que ainda não havia explorado. Contudo, a resistência a musicais parece ser definitiva. Enquanto Hollywood continua a produzir grandes sucessos no género, como <em>La La Land</em> (2016) ou o recente <em>Wonka</em> (2023), Bong Joon-ho confirma que essa será a única excepção à sua impressionante versatilidade.</p>



<p>Para os fãs que gostariam de ver uma abordagem surreal e satírica ao género musical sob o olhar do mestre sul-coreano, a resposta já está dada: isso nunca acontecerá. Mas se há algo que aprendemos com Bong Joon-ho, é que ele sempre encontra uma forma inesperada de surpreender o público.</p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/another-simple-favor-blake-lively-e-anna-kendrick-voltam-a-cruzar-destinos-numa-sequela-cheia-de-vinganca-e-misterio/">“Another Simple Favor”: Blake Lively e Anna Kendrick voltam a cruzar destinos numa sequela cheia de vingança e mistério</a></p>



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		<title>Bong Joon-ho, realizador de “Parasitas”, prepara novo filme de animação para 2027</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Feb 2025 10:29:36 +0000</pubDate>
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<p>Com o muito adiado&nbsp;<em>Mickey 17</em>, protagonizado por Robert Pattinson, a chegar finalmente aos cinemas em março, Bong Joon-ho já tem um novo projeto em andamento — e promete ser ambicioso.</p>



<p>O realizador sul-coreano, que se tornou um dos nomes mais influentes do cinema contemporâneo após vencer o Óscar com&nbsp;<em>Parasitas</em>, estará presente no Festival de Berlim para apresentar&nbsp;<em>Mickey 17</em>&nbsp;fora da competição. No entanto, os seus planos para o futuro já estão bem delineados e incluem um ousado projeto de animação.</p>



<p><a href="https://www.clubedecinema.pt/festival-de-cinema-de-berlim-abre-com-tom-politico-e-resistencia-contra-a-extrema-direita/">Festival de Cinema de Berlim abre com tom político e resistência contra a extrema-direita</a></p>



<p><strong>O filme mais caro da história do cinema coreano</strong></p>



<p>Ainda sem título oficial, o novo filme de Bong Joon-ho está a ser descrito como a animação mais cara alguma vez feita na Coreia do Sul, com um orçamento estimado em 60 milhões de dólares (cerca de 57,72 milhões de euros, à cotação atual).</p>



<p>O cineasta revelou recentemente, em entrevista ao canal coreano JTBC (via&nbsp;<em>World of Freel</em>), que o projeto está “a meio caminho”, mas que só deverá estrear em 2027, ou no final de 2026, caso tudo corra dentro do previsto.</p>



<p><em>“Estou a trabalhar muito nele, com muitas pessoas. Atualmente, estamos a desenvolver o filme com o objetivo de lançá-lo em 2027. Sempre que vejo filmes de animação, reparo que costumam ter dois ou três realizadores creditados, mas eu estou a tentar fazer tudo sozinho e, por isso, está a demorar mais”,</em>&nbsp;explicou Bong Joon-ho.</p>



<p><strong>Uma história inspirada no fundo do mar</strong></p>



<p>O argumento do filme tem vindo a ser desenvolvido desde 2018 e ficou concluído em janeiro de 2021. Apesar de manter os detalhes da história em segredo, o realizador deixou escapar que o enredo gira em torno da relação entre criaturas do fundo do mar e os humanos.</p>



<p>A inspiração vem, alegadamente, do livro&nbsp;<em>Criaturas do Abismo</em>, da escritora francesa Claire Nouvian, uma obra que explora a biodiversidade das profundezas oceânicas e o impacto ambiental causado pela atividade humana.</p>



<p><strong>Werner Herzog no elenco de vozes</strong></p>



<p>Outro nome já confirmado no projeto é o lendário realizador alemão Werner Herzog, que emprestará a sua voz a uma das personagens do filme. Herzog, conhecido tanto pela sua filmografia como pelo seu trabalho vocal em projetos como&nbsp;<em>The Mandalorian</em>, será um dos grandes atrativos desta produção.</p>



<p><a href="https://www.clubedecinema.pt/o-filme-classico-dos-anos-80-que-jack-nicholson-desprezou/">O Filme Clássico dos Anos 80 que Jack Nicholson Desprezou</a></p>



<p>Para já, os fãs do cineasta sul-coreano podem marcar na agenda o lançamento de&nbsp;<em>Mickey 17</em>, que finalmente chega aos cinemas portugueses a 6 de março.</p>
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		<title>Festival de Cinema de Berlim abre com tom político e resistência contra a extrema-direita</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nuno Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Feb 2025 10:14:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Tilda Swinton recebe Urso de Ouro e faz discurso crítico na Berlinale A 75.ª edição do Festival de Cinema de Berlim arrancou com um forte tom político, refletindo o clima de tensão que se vive na Alemanha, a poucos dias das eleições legislativas. A atriz escocesa Tilda Swinton, homenageada com o Urso de Ouro honorário pela sua carreira, [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>Tilda Swinton recebe Urso de Ouro e faz discurso crítico na Berlinale</strong></p>



<p>A 75.ª edição do Festival de Cinema de Berlim arrancou com um forte tom político, refletindo o clima de tensão que se vive na Alemanha, a poucos dias das eleições legislativas. A atriz escocesa <strong>Tilda Swinton</strong>, homenageada com o <strong>Urso de Ouro honorário</strong> pela sua carreira, fez um discurso contundente sobre o estado atual do mundo, denunciando a violência, os extremismos e as injustiças sociais.<br /><br /><a href="https://www.clubedecinema.pt/o-senhor-dos-aneis-os-aneis-do-poder-prime-video-confirma-terceira-temporada-%f0%9f%8f%b9%f0%9f%94%a5/">“O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder” – Prime Video Confirma Terceira Temporada!</a></p>



<p><em>“O desumano está a ser perpetuado perante os nossos próprios olhos”</em>, declarou Swinton, de 64 anos, sublinhando a sua preocupação com os&nbsp;<strong>assassinatos em massa organizados por Estados e permitidos em escala internacional</strong>.</p>



<p>A Berlinale, conhecida pelo seu&nbsp;<strong>caráter progressista e politicamente engajado</strong>, tornou-se um palco de resistência, num momento em que a extrema-direita cresce na Alemanha. A noite de abertura incluiu também um gesto de solidariedade, com vários atores alemães e&nbsp;<strong>Tricia Tuttle</strong>, diretora do festival, a segurarem uma fotografia do ator israelita&nbsp;<strong>David Cunio</strong>, atualmente refém do Hamas.</p>



<p>A presença de Cunio no festival prende-se com o filme&nbsp;<strong>“A Letter to David”</strong>, do realizador Tom Shoval, que será apresentado nos próximos dias.</p>



<p><strong>Eleições na Alemanha e a ascensão da extrema-direita</strong></p>



<p>O contexto político da Berlinale este ano não passa despercebido.&nbsp;<strong>A Alemanha está prestes a realizar eleições parlamentares a 23 de fevereiro</strong>, e as sondagens indicam que o partido de extrema-direita&nbsp;<strong>AfD</strong>&nbsp;(Alternativa para a Alemanha) poderá conquistar o segundo lugar, atrás apenas dos conservadores.</p>



<p>Na conferência de imprensa do júri, Tricia Tuttle reforçou a importância do festival como um espaço de&nbsp;<strong>resistência ao autoritarismo</strong>, enquanto o realizador&nbsp;<strong>Todd Haynes</strong>, presidente do júri, mencionou a&nbsp;<strong>crise política global e os desafios que os EUA enfrentam atualmente</strong>.</p>



<p>O festival também prestou homenagem às vítimas de um&nbsp;<strong>atropelamento em massa em Munique</strong>, ocorrido na quinta-feira, protagonizado por um requerente de asilo afegão que feriu 30 pessoas.</p>



<p><strong>A competição e os filmes em destaque</strong></p>



<p>A edição deste ano da Berlinale apresenta&nbsp;<strong>19 filmes na competição oficial</strong>, com um júri presidido por&nbsp;<strong>Todd Haynes</strong>, conhecido por filmes como&nbsp;<em>Carol</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Velvet Goldmine</em>.</p>



<p>Entre os destaques estão:</p>



<p>•&nbsp;<strong>“Dreams”</strong>, do realizador mexicano&nbsp;<strong>Michel Franco</strong>, protagonizado por&nbsp;<strong>Jessica Chastain</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Isaac Hernandez</strong>, sobre uma bailarina mexicana que tenta vencer nos EUA.</p>



<p>•&nbsp;<strong>“O Último Azul”</strong>, do brasileiro&nbsp;<strong>Gabriel Mascaro</strong>.</p>



<p>•&nbsp;<strong>“El Mensaje”</strong>, do argentino&nbsp;<strong>Iván Fund</strong>.</p>



<p>•&nbsp;<strong>Filmes de cineastas consagrados como Richard Linklater e Hong Sang-soo</strong>&nbsp;também integram a competição.</p>



<p>O festival procura este ano atrair <strong>mais estrelas para a passadeira vermelha</strong>, com nomes como <strong>Timothée Chalamet, Jessica Chastain, Marion Cotillard, Ethan Hawke e Robert Pattinson</strong> a marcarem presença.<br /><br /><a href="https://www.clubedecinema.pt/steven-spielberg-lutou-para-impedir-uma-sequela-de-e-t-o-extraterrestre/">Steven Spielberg Lutou para Impedir uma Sequela de E.T. – O Extraterrestre</a></p>



<p>Pattinson protagoniza&nbsp;<strong>“Mickey 17”</strong>, novo filme de&nbsp;<strong>Bong Joon-ho</strong>, que está fora de competição e marca o regresso do realizador sul-coreano desde o sucesso de&nbsp;<strong>“Parasitas”</strong>. O filme, uma comédia de ficção científica, satiriza um multimilionário que faz lembrar&nbsp;<strong>Elon Musk</strong>, líder da Tesla e SpaceX, próximo de&nbsp;<strong>Donald Trump</strong>&nbsp;e simpatizante do&nbsp;<strong>AfD alemão</strong>.</p>
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		<title>Festival de Cinema de Berlim 2025: Política e Cinema em Equilíbrio Delicado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Feb 2025 08:24:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[🎬&#160;Berlinale arranca sob tensão política, mas quer manter o foco nos filmes O&#160;Festival de Cinema de Berlim&#160;começa esta&#160;quinta-feira, 15 de fevereiro, e enfrenta um desafio que tem dominado a indústria artística ocidental:&#160;como impedir que a política tome conta do debate cinematográfico? Cinemas portugueses registam melhor janeiro desde 2016 com receitas a bater recordes O evento, [&#8230;]]]></description>
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<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<strong>Berlinale arranca sob tensão política, mas quer manter o foco nos filmes</strong></p>



<p>O&nbsp;<strong>Festival de Cinema de Berlim</strong>&nbsp;começa esta&nbsp;<strong>quinta-feira, 15 de fevereiro</strong>, e enfrenta um desafio que tem dominado a indústria artística ocidental:&nbsp;<strong>como impedir que a política tome conta do debate cinematográfico?</strong></p>



<p><a href="https://www.clubedecinema.pt/cinemas-portugueses-registam-melhor-janeiro-desde-2016-com-receitas-a-bater-recordes/">Cinemas portugueses registam melhor janeiro desde 2016 com receitas a bater recordes</a></p>



<p>O evento, conhecido pela sua inclinação para temas sociais e políticos, viu a sua edição de&nbsp;<strong>2024 ser ofuscada</strong>&nbsp;por polémicas relacionadas com os ataques de&nbsp;<strong>Israel a Gaza</strong>, algo que gerou fortes reações entre cineastas e políticos alemães.</p>



<p>Além disso, a Berlinale deste ano coincide com um momento crítico para a Alemanha, onde&nbsp;<strong>as eleições nacionais</strong>, marcadas para&nbsp;<strong>23 de fevereiro</strong>, poderão trazer ganhos históricos para o&nbsp;<strong>partido de extrema-direita AfD</strong>, de acordo com sondagens.</p>



<p>A nova diretora do festival,&nbsp;<strong>Tricia Tuttle</strong>, garantiu que a Berlinale&nbsp;<strong>não vai evitar temas controversos</strong>, mas espera que as discussões não eclipsam&nbsp;<strong>o verdadeiro protagonista do evento: o cinema.</strong></p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f5e3.png" alt="🗣" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<em>“A agenda noticiosa pode dominar todos os festivais, mas esperamos que os filmes consigam ser o foco principal do debate.”</em>&nbsp;– Tricia Tuttle</p>



<p><strong>Abertura com um filme de tom político</strong></p>



<p>O festival arrancará com&nbsp;<strong>“Das Licht”</strong>&nbsp;(<em>“A Luz”</em>) do realizador&nbsp;<strong>Tom Tykwer</strong>, um filme que aborda a imigração na Alemanha – um dos temas políticos mais sensíveis no país.</p>



<p>A história segue uma&nbsp;<strong>família alemã de classe média</strong>&nbsp;cuja vida é transformada pela chegada de uma&nbsp;<strong>misteriosa governanta síria</strong>. A escolha deste filme para a noite de abertura não é inocente, já que a crise migratória de 2015-2016 foi um dos fatores que impulsionaram o crescimento da extrema-direita alemã.</p>



<p>Em&nbsp;<strong>2023</strong>, os organizadores do festival&nbsp;<strong>barraram cinco políticos da AfD</strong>&nbsp;que tinham sido previamente convidados, afirmando que&nbsp;<strong>“não eram bem-vindos”</strong>.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f399.png" alt="🎙" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<em>“Seria bom se os principais debates fossem sobre os filmes, mas esse não é o mundo em que vivemos hoje.”</em>&nbsp;– Scott Roxborough,&nbsp;<em>The Hollywood Reporter</em></p>



<p><strong>Os grandes destaques da Berlinale 2025</strong></p>



<p>A Berlinale continua a ser um espaço de descoberta para&nbsp;<strong>cineastas independentes</strong>, mas contará também com grandes estrelas e produções de prestígio.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f525.png" alt="🔥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<strong>Na competição oficial:</strong></p>



<p>•&nbsp;<strong>“Blue Moon”</strong>&nbsp;– O novo filme de&nbsp;<strong>Richard Linklater</strong>, protagonizado por&nbsp;<strong>Ethan Hawke</strong></p>



<p>•&nbsp;<strong>Filmes de realizadores emergentes</strong>&nbsp;da América Latina, Europa e Ásia</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3a5.png" alt="🎥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<strong>Exibições especiais:</strong></p>



<p>•&nbsp;<strong>“Mickey 17”</strong>&nbsp;– O novo filme de&nbsp;<strong>Bong Joon-ho</strong>&nbsp;(<em>Parasitas</em>), com&nbsp;<strong>Robert Pattinson</strong></p>



<p>•&nbsp;<strong>Homenagem a Tilda Swinton</strong>&nbsp;pela sua carreira</p>



<p>•&nbsp;<strong>Jessica Chastain, Marion Cotillard e Timothée Chalamet</strong>&nbsp;entre os convidados</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ad.png" alt="🎭" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<strong>Júri do festival:</strong>&nbsp;Liderado pelo realizador&nbsp;<strong>Todd Haynes</strong>&nbsp;(<em>Carol</em>,&nbsp;<em>May December</em>).</p>



<p><strong>Polémica do ano passado ainda assombra a Berlinale</strong></p>



<p>A edição de&nbsp;<strong>2024</strong>&nbsp;ficou marcada por discursos políticos inflamados durante a entrega de prémios. O cineasta&nbsp;<strong>Ben Russell</strong>, usando um lenço palestiniano, acusou Israel de cometer&nbsp;<strong>“genocídio”</strong>, enquanto o cineasta palestiniano&nbsp;<strong>Basel Adra</strong>afirmou que a população de&nbsp;<strong>Gaza estava a ser “massacrada”</strong>.</p>



<p>A resposta do governo alemão foi imediata, classificando os comentários como&nbsp;<strong>“inaceitáveis”</strong>.</p>



<p>A nova diretora, Tricia Tuttle, reconhece que este ambiente politizado levou alguns cineastas a ponderar a sua participação no evento.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f399.png" alt="🎙" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<em>“Houve realizadores que decidiram não regressar até verem como gerimos esta questão.”</em>&nbsp;– Tricia Tuttle</p>



<p><strong>Temas sensíveis no festival de 2025</strong></p>



<p>Entre as exibições confirmadas, dois títulos chamam a atenção:</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f39e.png" alt="🎞" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<strong>Documentário sobre um ator israelita feito refém pelo Hamas</strong></p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f39e.png" alt="🎞" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<strong>“Shoah”</strong>&nbsp;(1985), o monumental épico de&nbsp;<strong>Claude Lanzmann</strong>&nbsp;sobre o Holocausto (<strong>+9 horas de duração!</strong>)</p>



<p>A inclusão destes filmes demonstra que&nbsp;<strong>a Berlinale continua a abraçar debates políticos</strong>, quer queira, quer não.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f399.png" alt="🎙" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<em>“Berlim sempre foi um local de grande debate político.”</em>&nbsp;– Scott Roxborough</p>



<p><strong>Conclusão: Cinema ou política?</strong></p>



<p>A&nbsp;<strong>Berlinale 2025</strong>&nbsp;promete ser mais uma edição marcada pela tensão entre&nbsp;<strong>arte e política</strong>. Embora a organização tente manter o&nbsp;<strong>foco nos filmes</strong>, o contexto internacional e as eleições alemãs tornam isso um desafio.</p>



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<p>Será possível assistir ao festival sem que a política domine o debate?</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<strong>O Festival de Cinema de Berlim decorre de 15 a 25 de fevereiro de 2025.</strong></p>
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