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	<title>Blazing Saddles &#8211; Clube de Cinema</title>
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	<title>Blazing Saddles &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>Judd Apatow, Mel Brooks e a Comédia em Perigo: Uma Conversa Sobre Legado, Risco e o Futuro de Hollywood</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nuno Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 18:33:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O documentário sobre Mel Brooks, a crise das comédias de estúdio e um apelo pouco habitual: desligar a televisão e sair à rua Quando Judd Apatow aceitou o convite da HBO para realizar um documentário sobre Mel Brooks, achava que conhecia tudo sobre o homem que ajudou a definir a comédia moderna. Estava enganado. O resultado desse reencontro [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>O documentário sobre Mel Brooks, a crise das comédias de estúdio e um apelo pouco habitual: desligar a televisão e sair à rua</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando <strong>Judd Apatow</strong> aceitou o convite da HBO para realizar um documentário sobre <strong>Mel Brooks</strong>, achava que conhecia tudo sobre o homem que ajudou a definir a comédia moderna. Estava enganado. O resultado desse reencontro — <em>Mel Brooks: The 99 Year Old Man!</em> — é um mergulho raro e profundamente humano na vida de um criador que, aos 99 anos, continua a ser uma referência absoluta… e um espelho incómodo para o presente de Hollywood.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/bastidores-em-chamas-executivos-da-sony-apontam-o-dedo-a-blake-lively-na-crise-de-it-ends-with-us/">Bastidores em Chamas: Executivos da Sony Apontam o Dedo a Blake Lively na Crise de “It Ends With Us”</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Dividido em duas partes, o documentário não se limita a alinhar anedotas ou sucessos. Apatow quis ir mais fundo: falar da II Guerra Mundial, das perdas, dos casamentos, das inseguranças e do que fica depois de uma vida inteira dedicada a fazer rir. Mel Brooks aceitou — e isso faz toda a diferença.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quando Mel Brooks era “a Beyoncé” da comédia</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Apatow recorda o impacto de Brooks nos anos 70 com uma comparação improvável, mas certeira: Mel Brooks era, na altura, “a Beyoncé da comédia”. <em>Blazing Saddles</em> e <em>Young Frankenstein</em> estrearam no mesmo ano, algo impensável hoje, e dominaram completamente a cultura popular.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Era um tempo em que o país inteiro parecia concordar sobre o que importava. Se alguém surgia na capa da&nbsp;<em>Time</em>, isso significava alguma coisa. Brooks fazia filmes escandalosos, politicamente incorrectos, cheios de sátira racial e sexual — e mesmo assim chegava ao centro do sistema. Ou talvez precisamente por isso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Curiosamente, <em>The Producers</em>, hoje considerado um clássico absoluto, foi inicialmente um fracasso comercial. O reconhecimento veio mais tarde, incluindo um Óscar de Argumento Original que Mel Brooks ganhou… batendo <strong>Stanley Kubrick</strong> e <em>2001: Odisseia no Espaço</em>. Um daqueles momentos que hoje parecem impossíveis.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O lado íntimo por detrás do humor</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das grandes forças do documentário está na forma como Apatow consegue afastar Brooks do registo de “contador de histórias profissionais”. O realizador admite que muitas das anedotas já tinham sido contadas dezenas de vezes. O desafio foi outro: perceber o que existe por baixo da persona.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Brooks perdeu o pai aos dois anos de idade, cresceu em dificuldades económicas profundas e construiu o humor como uma forma de sobrevivência. Apatow insiste nessas feridas antigas, não por voyeurismo, mas porque elas explicam a urgência, a agressividade e a coragem do seu cinema.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Rob Reiner, Carl Reiner e uma amizade irrepetível</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos momentos mais emocionantes do documentário envolve <strong>Rob Reiner</strong>, que surge numa das suas últimas entrevistas antes de morrer tragicamente, juntamente com a mulher. A sua presença é essencial não só pelo seu próprio percurso, mas porque funciona como ponte para o pai, <strong>Carl Reiner</strong>, um dos amigos mais próximos e colaboradores de Mel Brooks durante mais de 70 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A relação entre Brooks e Carl Reiner é descrita como algo quase impossível de repetir: uma amizade criativa baseada em admiração mútua, generosidade e respeito. Brooks, figura explosiva e dominadora, via em Carl uma espécie de figura paterna — alta, calma, protectora. Uma revelação que muda completamente a leitura pública do comediante.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A comédia de estúdio está em vias de extinção?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A entrevista de Apatow aborda também um tema que lhe é particularmente caro: o colapso da comédia nos grandes estúdios. Segundo o realizador, o fim do mercado de DVDs destruiu o modelo económico que sustentava este tipo de filmes. Metade das receitas vinha das salas, metade do mercado doméstico. O streaming nunca compensou essa perda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O resultado foi uma indústria cada vez mais avessa ao risco. Filmes de terror baratos tornaram-se apostas “seguras”, enquanto a comédia passou a ser vista como pouco exportável. O problema? Sem comédias, não surgem novos talentos. Não há novos Adam Sandler, Kristen Wiig ou Jim Carrey. O público continua a consumir humor — mas fora das salas, no TikTok ou no YouTube.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O paradoxo Apatow: cinema, activismo e desconforto</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Talvez o momento mais inesperado da conversa surja quando Apatow, em plena promoção do documentário, faz um apelo frontal: desliguem a televisão e protestem contra o ICE. Para ele, a normalização do caos político e social nos Estados Unidos é tão perigosa quanto a estagnação criativa de Hollywood.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É uma posição desconfortável, até contraditória — pedir que não vejam o seu próprio trabalho — mas profundamente coerente com o espírito de Mel Brooks: usar a visibilidade para dizer algo que incomoda.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um legado que desafia o presente</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Mel Brooks: The 99 Year Old Man!</em>&nbsp;não é apenas um retrato de um génio da comédia. É um lembrete de que Hollywood já foi um espaço onde o risco, a provocação e o mau gosto inteligente tinham lugar no centro do sistema. E que talvez seja isso que mais falta hoje.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/wonder-man-surpreende-tudo-e-todos-a-serie-da-marvel-que-ja-esta-no-topo-da-critica/">“Wonder Man” Surpreende Tudo e Todos: A Série da Marvel Que Já Está no Topo da Crítica</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Aos 99 anos, Mel Brooks continua a rir-se da morte, do poder e do medo. E Judd Apatow, ao escutá-lo com atenção rara, deixa uma pergunta no ar: será que ainda há espaço para este tipo de coragem no cinema contemporâneo? <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
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		<title>Mel Brooks Faz 99 Anos: Os Melhores Filmes do Mestre da Comédia – Classificados do Menos ao Mais Genial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Jun 2025 10:44:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Meio]]></category>
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		<category><![CDATA[filmes Mel Brooks]]></category>
		<category><![CDATA[Mel Brooks 99 anos]]></category>
		<category><![CDATA[melhores comédias de sempre]]></category>
		<category><![CDATA[Os Produtores]]></category>
		<category><![CDATA[S.O.S. Tem um Louco Solto no Espaço]]></category>
		<category><![CDATA[sátira Mel Brooks]]></category>
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		<category><![CDATA[Young Frankenstein]]></category>
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					<description><![CDATA[🎂 Mel Brooks chegou aos 99 anos! O mestre do humor irreverente, responsável por algumas das maiores comédias da história do cinema, celebra quase um século de vida (e gargalhadas). Para assinalar a data — e a recente confirmação de&#160;Spaceballs 2&#160;— revisitamos os seus filmes mais icónicos e classificamo-los, do menos inspirado ao absolutamente intocável. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f382.png" alt="🎂" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Mel Brooks chegou aos 99 anos! O mestre do humor irreverente, responsável por algumas das maiores comédias da história do cinema, celebra quase um século de vida (e gargalhadas). Para assinalar a data — e a recente confirmação de&nbsp;<em>Spaceballs 2</em>&nbsp;— revisitamos os seus filmes mais icónicos e classificamo-los, do menos inspirado ao absolutamente intocável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/matthew-goode-quis-fazer-de-bond-um-anti-heroi-tragico-e-nao-voltou-a-ser-chamado/">Matthew Goode Quis Fazer de Bond um Anti-Herói Trágico… e Não Voltou a Ser Chamado</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>10.&nbsp;A História do Mundo – Parte I&nbsp;(1981)</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Brooks viaja do tempo das cavernas à Revolução Francesa, misturando piadas de “tio”, números musicais de mau gosto (no bom sentido) e sátira bíblica. Desigual, mas com momentos hilariantes — como o inusitado musical da Inquisição Espanhola. “It’s good to be the king!”</p>



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<h3 class="wp-block-heading"><strong>9.&nbsp;As Doze Cadeiras&nbsp;(1970)</strong></h3>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1017" height="768" src="https://www.clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/06/comedia-russa-12-cadeiras-sera-exibida-na-mostra-virtual-de-cinema-5f56bb1fe2381.jpg" alt="" class="wp-image-17199" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/06/comedia-russa-12-cadeiras-sera-exibida-na-mostra-virtual-de-cinema-5f56bb1fe2381.jpg 1017w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/06/comedia-russa-12-cadeiras-sera-exibida-na-mostra-virtual-de-cinema-5f56bb1fe2381-300x227.jpg 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/06/comedia-russa-12-cadeiras-sera-exibida-na-mostra-virtual-de-cinema-5f56bb1fe2381-768x580.jpg 768w" sizes="(max-width: 1017px) 100vw, 1017px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Adaptado de um romance russo, segue a busca por um conjunto de cadeiras com jóias escondidas. Apesar do elenco cheio de energia (com o próprio Brooks e Ron Moody), falta-lhe o ritmo cómico a que o realizador nos habituou.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>8.&nbsp;Robin Hood – Homem das Meias de Lycra&nbsp;(1993)</strong></h3>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="718" height="1024" src="https://www.clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/06/robin-hood-herois-em-collants.jpg" alt="" class="wp-image-17200" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/06/robin-hood-herois-em-collants.jpg 718w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/06/robin-hood-herois-em-collants-210x300.jpg 210w" sizes="(max-width: 718px) 100vw, 718px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Paródia directa aos filmes de aventura e ao&nbsp;<em>Robin dos Bosques</em>&nbsp;de Kevin Costner, com Cary Elwes a comandar uma trupe de disparates. Algumas piadas acertam em cheio, outras voam como flechas desviadas.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>7.&nbsp;Que Droga de Vida&nbsp;(1991)</strong></h3>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="691" height="1024" src="https://www.clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/06/MV5BMjcwY2JjMzEtMzg5Ny00ZmZlLWJkOTMtMjI1NmUzYmEwZjRlXkEyXkFqcGc@._V1_FMjpg_UX1000_-691x1024.jpg" alt="" class="wp-image-17201" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/06/MV5BMjcwY2JjMzEtMzg5Ny00ZmZlLWJkOTMtMjI1NmUzYmEwZjRlXkEyXkFqcGc@._V1_FMjpg_UX1000_-691x1024.jpg 691w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/06/MV5BMjcwY2JjMzEtMzg5Ny00ZmZlLWJkOTMtMjI1NmUzYmEwZjRlXkEyXkFqcGc@._V1_FMjpg_UX1000_-203x300.jpg 203w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/06/MV5BMjcwY2JjMzEtMzg5Ny00ZmZlLWJkOTMtMjI1NmUzYmEwZjRlXkEyXkFqcGc@._V1_FMjpg_UX1000_-768x1137.jpg 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/06/MV5BMjcwY2JjMzEtMzg5Ny00ZmZlLWJkOTMtMjI1NmUzYmEwZjRlXkEyXkFqcGc@._V1_FMjpg_UX1000_.jpg 1000w" sizes="(max-width: 691px) 100vw, 691px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Comédia sentimental onde Brooks troca a ribalta pelo papel de um magnata que aceita viver nas ruas durante um mês. Um flop comercial, mas que revela um coração generoso por trás da sátira social.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>6.&nbsp;Filme Mudo / A última Loucura&nbsp;(1976)</strong></h3>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/06/a_ultima_loucura_de_mel_brooks_plano_critico-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-17202" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/06/a_ultima_loucura_de_mel_brooks_plano_critico-1024x683.jpg 1024w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/06/a_ultima_loucura_de_mel_brooks_plano_critico-300x200.jpg 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/06/a_ultima_loucura_de_mel_brooks_plano_critico-768x512.jpg 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/06/a_ultima_loucura_de_mel_brooks_plano_critico.jpg 1170w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Uma homenagem ao cinema mudo… sem uma única linha de diálogo (excepto um cameo de Mel Brooks absolutamente inesperado). Criativo, meta e com uma banda sonora brilhante.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>5.&nbsp;Space Balls&nbsp;(1987)</strong></h3>



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<p class="wp-block-paragraph">O tempo já o tratou melhor do que os críticos da época. A paródia a&nbsp;<em>Star Wars</em>&nbsp;tem nomes como “Capitão Capacete” e “Yogurt” e consegue divertir com piadas metalinguísticas e humor nonsense. E sim, a sequela está em marcha!</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>4.&nbsp;Alta Ansiedade&nbsp;(1977)</strong></h3>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/06/alta_ansiedade_plano_critico-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-17203" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/06/alta_ansiedade_plano_critico-1024x683.jpg 1024w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/06/alta_ansiedade_plano_critico-300x200.jpg 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/06/alta_ansiedade_plano_critico-768x512.jpg 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/06/alta_ansiedade_plano_critico.jpg 1170w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Uma ode hilariante ao cinema de Alfred Hitchcock, com Brooks a interpretar um director de uma instituição mental para “os muito, muito nervosos”. Os pombos e a cena do duche são momentos clássicos.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3.&nbsp;Balbúrdia no Oeste&nbsp;(Blazing Saddles, 1974)</strong></h3>



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<p class="wp-block-paragraph">Uma sátira selvagem aos westerns clássicos, onde o humor absurdo se cruza com crítica social. Tem flatulências, Madeline Kahn a canalizar Marlene Dietrich e um xerife negro que toma a si próprio como refém. Simplesmente inesquecível.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2.&nbsp;Os Produtores&nbsp;(1967)</strong></h3>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="1024" src="https://www.clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/06/p1282_p_v10_aa-768x1024.jpg" alt="" class="wp-image-17204" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/06/p1282_p_v10_aa-768x1024.jpg 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/06/p1282_p_v10_aa-225x300.jpg 225w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/06/p1282_p_v10_aa-1152x1536.jpg 1152w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/06/p1282_p_v10_aa.jpg 1536w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Estreia em grande de Brooks como realizador: um produtor decadente e um contabilista tentam enriquecer com o maior fracasso da Broadway… um musical sobre Hitler. O resultado? Um sucesso gloriosamente ofensivo, que virou musical da Broadway décadas depois.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/scarlett-johansson-garante-filme-de-tower-of-terror-ainda-esta-de-pe-mesmo-que-seja-um-desafio-inesperado-%f0%9f%8e%a2%f0%9f%8e%ac/">Scarlett Johansson Garante: Filme de “Tower of Terror” Ainda Está de Pé (Mesmo Que Seja um “Desafio” Inesperado) <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3a2.png" alt="🎢" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1.&nbsp;O Jovem Frankenstein&nbsp;(1974)</strong></h3>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/06/frankenstein.jpg-1024x683.webp" alt="" class="wp-image-17205" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/06/frankenstein.jpg-1024x683.webp 1024w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/06/frankenstein.jpg-300x200.webp 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/06/frankenstein.jpg-768x512.webp 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/06/frankenstein.jpg.webp 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O cume do génio de Brooks. Esta carta de amor aos clássicos da Universal é filmada a preto e branco, com cenários originais, e interpretações perfeitas. Gene Wilder, Marty Feldman e Peter Boyle elevam o absurdo à categoria de arte. “Puttin’ on the Ritz”, o cérebro “Abby Normal” e o cego interpretado por Gene Hackman são momentos eternos da história do cinema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/os-melhores-filmes-de-2025-ate-agora-segundo-a-screen-crush/">Os Melhores Filmes de 2025 (Até Agora) segundo a Screen Crush</a></p>
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