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	<title>bilheteira Elio fraca &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>“Elio” Desilude nas Bilheteiras e Abala Estratégia de Originais da Pixar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jun 2025 11:49:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Apesar dos elogios da crítica, o novo filme original da Pixar regista a pior estreia da história do estúdio. Peter Docter mantém-se firme na defesa de histórias originais, mas o futuro parece cada vez mais incerto. ver também : “Mentes Brilhantes”: A Viagem à Mente Humana Que Vai Marcar o Verão dos TVCine A Pixar [&#8230;]]]></description>
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<p><em>Apesar dos elogios da crítica, o novo filme original da Pixar regista a pior estreia da história do estúdio. Peter Docter mantém-se firme na defesa de histórias originais, mas o futuro parece cada vez mais incerto.</em></p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/mentes-brilhantes-a-viagem-a-mente-humana-que-vai-marcar-o-verao-dos-tvcine/">“Mentes Brilhantes”: A Viagem à Mente Humana Que Vai Marcar o Verão dos TVCine</a><br /></p>



<p>A Pixar tem atravessado tempos complicados. No meio de uma indústria cinematográfica ainda a recuperar dos efeitos da pandemia, e com o público cada vez mais rendido ao conforto das sequelas e universos partilhados, o estúdio da lâmpada tentou arriscar. Mas&nbsp;<strong>“Elio”</strong>, o seu mais recente filme original, não conseguiu conquistar o público — pelo menos, ainda não.</p>



<p>Com críticas bastante positivas (no Rotten Tomatoes soma mais de 80% de aprovação),&nbsp;<strong>“Elio”</strong>&nbsp;abriu nas bilheteiras com os piores resultados de sempre para um filme Pixar. Um verdadeiro balde de água fria para o estúdio que, nos últimos anos, tem feito questão de apostar em novas ideias, mesmo que o mercado continue a recompensar os velhos sucessos.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>“Não queremos fazer o Toy Story 27”</strong></h3>



<p>O diretor criativo da Pixar,&nbsp;<strong>Peter Docter</strong>, esteve recentemente presente no&nbsp;<em>Most Innovative Companies Summit</em>&nbsp;da Fast Company e não escondeu as dificuldades de criar obras originais num mundo sedento de familiaridade. “<strong>Temos de descobrir o que as pessoas querem antes de elas saberem que querem</strong>”, disse Docter. “Porque se apenas lhes dermos mais do que já conhecem, estaríamos a fazer o&nbsp;<em>Toy Story 27</em>.”</p>



<p>Depois de&nbsp;<em>Toy Story 4</em>&nbsp;(2019), a Pixar apostou forte em ideias novas com filmes como&nbsp;<em>Onward</em>,&nbsp;<em>Soul</em>,&nbsp;<em>Luca</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Turning Red</em>. Contudo, a pandemia arrasou qualquer hipótese de sucesso nas bilheteiras para esses títulos, que chegaram maioritariamente através do Disney+. O primeiro grande teste pós-COVID foi&nbsp;<em>Elemental</em>, que começou fraco mas acabou por recuperar o fôlego e ser considerado um sucesso tardio. Agora, esperava-se que&nbsp;<em>Elio</em>&nbsp;seguisse esse caminho… mas os sinais não são animadores.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Cinco anos de risco e incerteza</strong></h3>



<p>Docter revelou também que cada filme da Pixar leva em média&nbsp;<strong>cinco anos a ser desenvolvido</strong>, o que complica qualquer tentativa de antecipar tendências. “É um jogo imprevisível. E dá o mesmo trabalho fazer um filme que falha, do que um que é um sucesso.”</p>



<p>Esse tempo de maturação tem sido, historicamente, uma das maiores qualidades da Pixar — mas hoje é também um risco acrescido. A cultura pop muda de semana a semana, e acertar no tom e no tema certos, meia década depois, é um tiro no escuro.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>E agora, Pixar?</strong></h3>



<p>Apesar deste tropeção com&nbsp;<em>Elio</em>, a Pixar não abdica da sua aposta nos filmes originais.&nbsp;<strong>“Hoppers”</strong>, com estreia prevista ainda este ano, é a próxima história inédita. Depois, regressam as sequelas com&nbsp;<strong>Toy Story 5</strong>, seguidas por&nbsp;<em>Gatto</em>&nbsp;(mais um original em 2026), e finalmente,&nbsp;<strong>Os Incríveis 3</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Coco 2</strong>.</p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/channing-tatum-vira-ladrao-de-brinquedos-e-coracao-de-kirsten-dunst-em-roofman/">Channing Tatum Vira Ladrão de Brinquedos e Coração de Kirsten Dunst em Roofman</a></p>



<p>Ou seja, o estúdio de&nbsp;<em>Up</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Wall-E</em>&nbsp;caminha agora numa corda bamba entre a segurança das marcas que o público já conhece e ama, e a vontade de continuar a inovar e surpreender. Mas se nem&nbsp;<em>Elio</em>&nbsp;conseguir encontrar o seu lugar ao sol, talvez seja mesmo o fim da era em que a Pixar ousava criar mundos do zero.</p>



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<p></p>
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