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	<title>Beatriz Batarda &#8211; Clube de Cinema</title>
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	<title>Beatriz Batarda &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>O Filme Português que Está a Surpreender a Estónia e a Argentina — e a Levar o Alentejo pelo Mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nuno Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Nov 2025 18:13:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Meio]]></category>
		<category><![CDATA[A Chegar]]></category>
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					<description><![CDATA[«18 Buracos para o Paraíso», de João Nuno Pinto, estreia em dois festivais internacionais e torna-se o primeiro filme português distinguido com o selo Green Film. Há filmes que nascem de uma paisagem. Outros, de uma inquietação profunda. 18 Buracos para o Paraíso nasce dos dois. A nova longa-metragem de João Nuno Pinto, inspirada no território alentejano, [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>«18 Buracos para o Paraíso», de João Nuno Pinto, estreia em dois festivais internacionais e torna-se o primeiro filme português distinguido com o selo Green Film.</strong></p>



<p>Há filmes que nascem de uma paisagem. Outros, de uma inquietação profunda. <em>18 Buracos para o Paraíso</em> nasce dos dois. A nova longa-metragem de João Nuno Pinto, inspirada no território alentejano, está a dar que falar muito para lá das fronteiras portuguesas. Ontem estreou na 29.ª edição do Tallinn Black Nights Film Festival, na Estónia, e hoje chega ao prestigiado Mar del Plata Film Festival, na Argentina — o único festival de classe A na América Latina, ao lado de gigantes como Berlim, Cannes ou Veneza.<br /><br />ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/este-filme-e-o-no1-da-amazon-prime-video-e-a-critica-esta-a-destruir-cada-segundo/">Este Filme é o Nº1 da Amazon Prime Video — e a Crítica Está a “Destruir” Cada Segundo</a></p>



<p>A obra, com 108 minutos, percorre a ruralidade alentejana através de uma narrativa fragmentada, construída a partir de três olhares femininos. No elenco encontramos nomes como Margarida Marinho, Beatriz Batarda, Rita Cabaço e Jorge Andrade, acompanhados por membros da comunidade local onde decorreu a rodagem. A história passa-se numa herdade assolada pela seca, onde proprietários e trabalhadores relatam os mesmos acontecimentos, cada um segundo a sua visão, como se cada perspetiva fosse um raio de sol a bater de forma diferente na mesma terra.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="750" height="422" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/image.jpg.png" alt="" class="wp-image-21382" style="width:845px;height:auto" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/image.jpg.png 750w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/image.jpg-300x169.png 300w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></figure>



<p>Além da presença internacional, o filme já conquistou um marco importante: tornou-se o primeiro filme português a receber a certificação Green Film. Este selo reconhece práticas ambientais responsáveis no processo de produção audiovisual — um detalhe particularmente simbólico, tendo em conta o tema central da obra. Afinal,&nbsp;<em>18 Buracos para o Paraíso</em>&nbsp;é tão sobre o que vemos no ecrã como sobre o modo como o próprio cinema impacta o mundo que retrata.</p>



<p>A produção é da Wonder Maria Filmes, liderada por Andreia Nunes, em co-produção com a italiana Albolina Film e a argentina Aurora Cine. A distribuição internacional cabe à Alpha Violet. Em Portugal, o público terá de esperar mais um pouco: a estreia comercial está prevista apenas para 2026.</p>



<p>As sessões no Mar del Plata decorrem no Auditorium e voltam a repetir-se a 15 de Novembro, às 14h30, no Colon — apresentando a história alentejana a públicos de dois continentes diferentes no espaço de 24 horas.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Uma reflexão nascida da terra</strong></h3>



<p>João Nuno Pinto revela que o filme nasceu da urgência de retratar uma realidade que conhece de perto. A viver no Alentejo desde 2020, o realizador tem observado “a seca, a desertificação e as pressões do turismo e da especulação imobiliária”. O filme, explica, procura olhar para a crise ambiental não como um alerta distante, mas como uma presença quotidiana, que molda a vida das pessoas e o futuro da região.</p>



<p>A estrutura tripartida — três mulheres, três narrativas, três formas de interpretar os mesmos factos — reorganiza constantemente a perceção do público, criando uma teia emocional onde cada revelação altera o significado da anterior. Para o realizador, esta abordagem coloca o espectador “dentro dos mundos inquietos e frágeis destas mulheres”, tornando a história simultaneamente íntima e universal.</p>



<p>Ler também: : <a href="https://clubedecinema.pt/o-patio-da-saudade-o-fenomeno-nacional-de-2025-ja-chegou-ao-streaming/">O Pátio da Saudade — O Fenómeno Nacional de 2025 Já Chegou ao Streaming</a></p>



<p>No fundo, como sublinha João Nuno Pinto, o filme é “uma reflexão sobre fragilidade: da terra, da sociedade e da conexão humana”. Um tema local que ecoa uma realidade partilhada em todo o mundo — e que agora encontra voz em palcos internacionais, onde o Alentejo se revela não apenas cenário, mas personagem viva.</p>
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		<title>🏆 Prémios Sophia 2024: “Mal Viver” e “Great Yarmouth” dominam noite de celebração do cinema português</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Apr 2025 09:02:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nas Salas]]></category>
		<category><![CDATA[Beatriz Batarda]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema Português]]></category>
		<category><![CDATA[Great Yarmouth]]></category>
		<category><![CDATA[João Canijo]]></category>
		<category><![CDATA[Mal Viver]]></category>
		<category><![CDATA[Miguel Borges]]></category>
		<category><![CDATA[Prémios Sophia 2024]]></category>
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					<description><![CDATA[A 13.ª edição dos Prémios Sophia, promovida pela Academia Portuguesa de Cinema, decorreu no passado domingo, 26 de maio de 2024, no Casino Estoril, sob o mote “Cinema é Liberdade”, em homenagem aos 50 anos do 25 de Abril. A cerimónia, transmitida em direto pela RTP2, destacou as melhores produções nacionais do último ano.&#160; ver [&#8230;]]]></description>
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<p>A 13.ª edição dos Prémios Sophia, promovida pela Academia Portuguesa de Cinema, decorreu no passado domingo, 26 de maio de 2024, no Casino Estoril, sob o mote “Cinema é Liberdade”, em homenagem aos 50 anos do 25 de Abril. A cerimónia, transmitida em direto pela RTP2, destacou as melhores produções nacionais do último ano.&nbsp;</p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/grand-tour-lidera-nomeacoes-aos-premios-sophia-2025-conhece-os-favoritos-aos-oscares-portugueses-%f0%9f%8e%a5%f0%9f%8f%86/" data-type="post" data-id="13846">“Grand Tour” Lidera Nomeações aos Prémios Sophia 2025 – Conhece os Favoritos aos “Óscares Portugueses” <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3a5.png" alt="🎥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3c6.png" alt="🏆" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> “Mal Viver” e “Great Yarmouth” entre os grandes vencedores</strong></h3>



<p>“Mal Viver”, de João Canijo, foi o grande vencedor da noite, arrecadando quatro estatuetas: Melhor Filme, Melhor Realização, Melhor Montagem (João Braz) e Melhor Atriz Secundária (Madalena Almeida).&nbsp;</p>



<p>“Great Yarmouth – Provisional Figures”, de Marco Martins, também se destacou com quatro prémios: Melhor Atriz Principal (Beatriz Batarda), Melhor Ator Secundário (Romeu Runa), Melhor Direção de Fotografia (João Ribeiro) e Melhor Som (Miguel Martins e Rafael Cardoso).&nbsp;</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3c5.png" alt="🏅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Principais vencedores</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Melhor Filme</strong>: <em>Mal Viver</em></li>



<li><strong>Melhor Realização</strong>: João Canijo (<em>Mal Viver</em>)</li>



<li><strong>Melhor Argumento Original</strong>: Carlos Conceição (<em>Nação Valente</em>)</li>



<li><strong>Melhor Argumento Adaptado</strong>: Virgílio Almeida (<em>Nayola</em>)</li>



<li><strong>Melhor Ator Principal</strong>: Miguel Borges (<em>Não Sou Nada – The Nothingness Club</em>)</li>



<li><strong>Melhor Atriz Principal</strong>: Beatriz Batarda (<em>Great Yarmouth – Provisional Figures</em>)</li>



<li><strong>Melhor Ator Secundário</strong>: Romeu Runa (<em>Great Yarmouth – Provisional Figures</em>)</li>



<li><strong>Melhor Atriz Secundária</strong>: Madalena Almeida (<em>Mal Viver</em>)</li>



<li><strong>Melhor Documentário em Longa-Metragem</strong>: <em>Viagem ao Sol</em>, de Ansgar Schaefer e Susana de Sousa Dias</li>



<li><strong>Melhor Curta-Metragem de Ficção</strong>: <em>2720</em>, de Basil da Cunha</li>



<li><strong>Melhor Curta-Metragem de Documentário</strong>: <em>Coney Island – As Primeiras Vezes</em>, de Joana Botelho</li>



<li><strong>Melhor Curta-Metragem de Animação</strong>: <em>Sopa Fria</em>, de Marta Monteiro</li>



<li><strong>Melhor Série/Telefilme</strong>: <em>Rabo de Peixe</em>, realizada por Augusto Fraga e Patrícia Sequeira</li>



<li><strong>Melhor Banda Sonora Original</strong>: Manuel Riveiro e Gaiteiros de Lisboa (<em>Os Demónios do Meu Avô</em>)</li>



<li><strong>Melhor Canção Original</strong>: “Caretos – Os Demónios do Meu Avô”, letra de Possidónio Cachapa, música de Carlos Guerreiro, interpretação dos Gaiteiros de Lisboa </li>
</ul>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f393.png" alt="🎓" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Prémio Sophia Estudante e homenagens</strong></h3>



<p>O Prémio Sophia Estudante foi atribuído a&nbsp;<em>Défilement</em>, de Francisca Miranda, da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto.&nbsp;</p>



<p>Os Prémios Sophia de Carreira foram entregues ao compositor Luís Cília e ao realizador Rui Simões, reconhecendo as suas contribuições significativas para o cinema português.&nbsp;</p>



<p>ver também: <a href="https://www.clubedecinema.pt/%f0%9f%8f%83%e2%99%82%ef%b8%8f-a-corrida-impossivel-rob-lowe-revela-a-origem-do-sprint-iconico-de-tom-cruise/"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3c3-200d-2642-fe0f.png" alt="🏃‍♂️" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> A Corrida Impossível: Rob Lowe revela a origem do sprint icónico de Tom Cruise</a></p>
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