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	<title>bastidores cinema &#8211; Clube de Cinema</title>
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	<title>bastidores cinema &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>Bastidores em Chamas: Executivos da Sony Apontam o Dedo a Blake Lively na Crise de “It Ends With Us”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luisa Jorge]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 18:23:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Mensagens agora tornadas públicas revelam tensão extrema, acusações duras e o receio de que o filme ficasse para sempre marcado pela polémica A polémica em torno de It Ends With Us acaba de ganhar uma nova e explosiva dimensão. Documentos e mensagens internas, recentemente tornados públicos no âmbito do processo judicial que envolve Blake Lively e Justin Baldoni, expõem o [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>Mensagens agora tornadas públicas revelam tensão extrema, acusações duras e o receio de que o filme ficasse para sempre marcado pela polémica</strong></p>



<p>A polémica em torno de <strong>It Ends With Us</strong> acaba de ganhar uma nova e explosiva dimensão. Documentos e mensagens internas, recentemente tornados públicos no âmbito do processo judicial que envolve <strong>Blake Lively</strong> e <strong>Justin Baldoni</strong>, expõem o que vários executivos da <strong>Sony Pictures</strong> pensavam realmente sobre o comportamento da actriz durante o lançamento do filme — e as palavras estão longe de ser diplomáticas.</p>



<p>ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/oscares-2026-as-grandes-omissoes-e-as-surpresas-que-dizem-mais-do-que-os-vencedores/">Óscares 2026: As Grandes Omissões (e as Surpresas) Que Dizem Mais do Que os Vencedores</a></p>



<p>Entre emails e mensagens trocadas nos bastidores do estúdio, surgem descrições de um ambiente caótico, marcado por exigências consideradas excessivas, estratégias de comunicação falhadas e um crescente medo de que o ruído mediático acabasse por engolir o próprio filme. Para alguns dos responsáveis da Sony, a conclusão era clara: Blake Lively “trouxe tudo isto para cima de si própria”.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Exigências, ameaças e um filme em risco</strong></h2>



<p>Uma das revelações mais contundentes envolve&nbsp;<strong>Andrea Giannetti</strong>, vice-presidente executiva de produção da Sony, que confirmou ter chamado a actriz de “<em>fucking terrorist</em>” numa conversa privada com o produtor Jamey Heath. A origem da frustração estaria numa lista de&nbsp;<strong>17 exigências</strong>&nbsp;apresentada por Lively, acompanhada da ameaça de abandonar o projecto caso não fossem cumpridas.</p>



<p>Segundo Giannetti, o estúdio já tinha investido somas avultadas e não terminar o filme torná-lo-ia “irrealizável” do ponto de vista comercial. A prioridade era simples: concluir o filme a qualquer custo, mesmo num clima de tensão crescente entre a actriz e o realizador.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Da celebração ao colapso da narrativa pública</strong></h2>



<p>A ironia não passou despercebida a ninguém dentro do estúdio. Após a estreia comercial bem-sucedida do filme — que arrancou com&nbsp;<strong>50 milhões de dólares no box office</strong>&nbsp;— a mesma executiva enviou uma mensagem entusiástica a Lively, elogiando o seu trabalho e impacto no sucesso inicial. Mas o tom mudou rapidamente quando começaram a circular rumores de uma ruptura irreconciliável entre a actriz e Baldoni.</p>



<p>A situação agravou-se com decisões altamente simbólicas: Lively comunicou que não queria estar na passadeira vermelha com Baldoni, nem sentar-se perto dele, nem sequer aparecer em fotografias conjuntas. Em paralelo, membros do elenco começaram a deixar de seguir o realizador nas redes sociais, um gesto que rapidamente chamou a atenção dos fãs e alimentou teorias online.</p>



<p>Uma executiva de marketing da Sony resumiu o momento de forma crua: “O&nbsp;<em>unfollow</em>&nbsp;disparou hoje.” A resposta veio de um produtor: “É a Blake, de certeza.”</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>“O desastre é a história agora”</strong></h2>



<p>À medida que a polémica crescia, os responsáveis máximos do estúdio trocaram mensagens cada vez mais pessimistas. <strong>Tom Rothman</strong>, CEO da Sony Pictures Motion Picture Group, descreveu a situação como um “<em>fucking disaster</em>”, lamentando que o debate público já não fosse sobre o filme, mas apenas sobre o conflito.</p>



<p>“Já ninguém consegue ver o filme da mesma forma. Isso é trágico”, escreveu Rothman, acrescentando mais tarde que, embora Lively não merecesse o ódio online, tinha recusado ouvir conselhos e contribuído para a situação ao lançar simultaneamente a sua marca de cuidados capilares — um movimento considerado profundamente imprudente.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>“Ela fez isto a si própria”</strong></h2>



<p>A posição mais dura surge nas mensagens de <strong>Sanford Panitch</strong>, presidente do grupo cinematográfico da Sony. Para Panitch, o problema foi simples: Lively não seguiu a regra mais antiga de Hollywood — proteger o espectáculo acima de tudo.</p>



<p>Segundo ele, se a actriz tivesse permitido a presença de Baldoni na promoção, evitado os gestos públicos de ruptura e não tentado vender produtos pessoais durante o lançamento do filme, “nada disto teria acontecido”. A decisão de associar o filme ao lançamento da marca de cabelo foi descrita como “<em>epic level stupid</em>”.</p>



<p>Panitch foi ainda mais longe, sugerindo que, apesar de o filme caminhar para valores próximos dos&nbsp;<strong>300 milhões de dólares</strong>, a carreira de Lively poderia ficar seriamente comprometida: “Provavelmente não vai trabalhar durante algum tempo. Talvez recupere. Até a Anne Hathaway recuperou.”</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um futuro em suspenso</strong></h2>



<p>Nem todos dentro do estúdio concordaram com este diagnóstico apocalíptico. Um executivo respondeu de forma mais optimista: “Isto vai passar. Ela vai ficar bem.” A resposta de Panitch foi seca: “Discordo. Está feita. Pelo menos por agora.”</p>



<p>O caso judicial entre Blake Lively e Justin Baldoni tem julgamento marcado para&nbsp;<strong>18 de Maio</strong>, e promete manter-se no centro do debate mediático. Independentemente do desfecho legal, as mensagens agora conhecidas oferecem um retrato raro — e brutalmente honesto — de como os grandes estúdios lidam com crises públicas, egos criativos e a difícil separação entre arte, negócio e imagem.</p>



<p>ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/wonder-man-surpreende-tudo-e-todos-a-serie-da-marvel-que-ja-esta-no-topo-da-critica/">“Wonder Man” Surpreende Tudo e Todos: A Série da Marvel Que Já Está no Topo da Crítica</a></p>



<p>No final, como um dos executivos escreveu, o problema maior não foi quem tinha razão. Foi que&nbsp;<strong>“a confusão passou a ser a história”</strong>&nbsp;— e isso, em Hollywood, é quase sempre o pior dos finais <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />.</p>
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		<title>Chevy Chase: O Pai Mais Sarcástico da América? Bastidores de National Lampoon’s Vacation Revelados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Aug 2025 08:52:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Quarenta anos depois da estreia de National Lampoon’s Vacation (1983), continuam a surgir histórias deliciosas dos bastidores da comédia que se tornou um clássico absoluto do cinema americano. Desta vez, foi Anthony Michael Hall — o eterno Rusty Griswold — a recordar como Chevy Chase, o inigualável Clark Griswold, nunca perdeu uma oportunidade para lançar farpas… até [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Quarenta anos depois da estreia de <em>National Lampoon’s Vacation</em> (1983), continuam a surgir histórias deliciosas dos bastidores da comédia que se tornou um clássico absoluto do cinema americano. Desta vez, foi Anthony Michael Hall — o eterno Rusty Griswold — a recordar como Chevy Chase, o inigualável Clark Griswold, nunca perdeu uma oportunidade para lançar farpas… até ao próprio “filho” no set.</p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/woody-allen-em-moscovo-entre-o-cinema-a-politica-e-a-polemica/">Woody Allen em Moscovo: entre o cinema, a política e a polémica</a></p>



<p>Durante a&nbsp;<strong>Fan Expo Chicago</strong>, Hall revelou que, quando regressou para filmar&nbsp;<em>reshoots</em>&nbsp;seis meses após as filmagens originais, já estava… diferente. O ator tinha apenas 14 anos e, como ele próprio contou, “a puberdade bateu forte”: tinha crescido quase um metro e parecia uma outra pessoa. Quem foi o primeiro a apontar isso em tom de gozo? Claro, Chevy Chase.</p>



<p>Mas o humor cáustico não ficou por aí. Hall partilhou também que, ao terminar as filmagens, recebeu um autógrafo especial do seu “pai de ecrã”:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><em>“Para Anthony, és um Robby Benson em ascensão. Se estás a ficar cego, é porque estás a fazer bem as coisas.”</em></p>
</blockquote>



<p>Ao que parece, Chevy também não perdeu a oportunidade de brincar com as borbulhas do jovem ator. Dana Barron, que interpretava Audrey, a irmã Griswold, relembrou que Chase fazia piadas constantes sobre as espinhas do colega.</p>



<p>Apesar de tudo, não há ressentimentos. Hall deixou isso claro no painel:&nbsp;<em>“É por isto que adoro ser teu filho há 40 anos. Amo-te.”</em></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O Legado Griswold</strong></h3>



<p><em>Vacation</em>, realizado por Harold Ramis e escrito por John Hughes, acompanha a família Griswold na sua viagem desastrada até ao fictício parque Walley World. O humor anárquico, o timing perfeito de Chevy Chase e o carisma de Beverly D’Angelo (a mãe Ellen) transformaram o filme numa referência da comédia dos anos 80.</p>



<p>Hall e Barron não regressaram nas sequelas, mas&nbsp;<em>National Lampoon’s Christmas Vacation</em>&nbsp;(1989) cimentou ainda mais o estatuto da saga como culto do cinema familiar.</p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/catherine-zeta-jones-revela-o-segredo-para-sobreviver-25-anos-casada-com-michael-douglas/">Catherine Zeta-Jones revela o segredo para sobreviver 25 anos casada com Michael Douglas</a></p>



<p>Na mesma convenção, o elenco mostrou que a cumplicidade sobreviveu ao tempo. E Chevy, hoje com 81 anos, não perdeu o entusiasmo: partilhou no Instagram que adorou rever velhos amigos e já prepara uma digressão especial de oito espetáculos dedicada a&nbsp;<em>Christmas Vacation</em>, entre outubro e dezembro.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f384.png" alt="🎄" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Parece que o Natal dos Griswold continua vivo — e tão sarcástico como sempre.</p>
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		<title>“O Pior Realizador de Sempre Quase Me Estragou a Vida” – Anthony Mackie Revela Como Quase Perdeu The Hurt Locker</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Aug 2025 09:48:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Actor esteve prestes a perder o papel que mudou a sua carreira por culpa de um filme… que nunca chegou sequer a estrear 🎬&#160;The Hurt Locker&#160;é hoje um clássico moderno — vencedor de seis Óscares, responsável por lançar Kathryn Bigelow ao pódio dos grandes realizadores de guerra, e… por pouco,&#160;sem Anthony Mackie. A revelação surgiu [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Actor esteve prestes a perder o papel que mudou a sua carreira por culpa de um filme… que nunca chegou sequer a estrear</strong></p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<em>The Hurt Locker</em>&nbsp;é hoje um clássico moderno — vencedor de seis Óscares, responsável por lançar Kathryn Bigelow ao pódio dos grandes realizadores de guerra, e… por pouco,&nbsp;<strong>sem Anthony Mackie</strong>. A revelação surgiu agora, da boca do próprio actor, e envolve um projecto maldito, um realizador que “nunca devia ter estado numa cadeira de realização” e uma dose considerável de sorte.</p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/de-garfield-a-elordi-a-transformacao-relampago-de-frankenstein-nas-maos-de-guillermo-del-toro/">De Garfield a Elordi: A Transformação Relâmpago de Frankenstein nas Mãos de Guillermo del Toro</a></p>



<p>Numa entrevista ao segmento&nbsp;<em>Know Their Lines</em>&nbsp;da&nbsp;<em>Variety</em>, Mackie recordou como quase perdeu o papel de Sergeant J.T. Sanborn por estar preso a outro filme. Um filme que nunca viu a luz do dia.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Estava a rodar um filme na Carolina do Norte com, muito provavelmente, o pior realizador de sempre. Ironia das ironias: o filme nunca foi lançado.”</p>
</blockquote>



<p>O problema? As filmagens desse projecto esticaram-se e colidiram com o início de&nbsp;<em>The Hurt Locker</em>. Mackie teve de desistir e a produção ofereceu o papel a outro actor. Felizmente, esse tal actor recusou — “porque o cachet era demasiado baixo”, contou Mackie com um sorriso.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>De um pesadelo cinematográfico… ao verdadeiro trabalho de actor</strong></h3>



<p>Foi assim que o destino voltou a sorrir-lhe. Apesar dos atrasos, a produção de&nbsp;<em>The Hurt Locker</em>&nbsp;voltou a fazer-lhe o convite, disposta a esperar até que ele terminasse o outro filme.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Passei de um realizador que não tinha nada que estar nesta indústria para a Kathryn Bigelow”, disse. “Cheguei a Amã, na Jordânia, e começámos imediatamente com investigação cultural, estudo militar, análise de personagem… o verdadeiro trabalho de um realizador. Foi aí que percebi que tipo de pessoas quero ter ao meu lado — e que tipo de pessoas não deviam estar sequer a filmar.”</p>
</blockquote>



<p>Mackie acabou por entregar uma das suas performances mais marcantes, ao lado de Jeremy Renner, num filme que viria a tornar-se referência obrigatória nos retratos do conflito no Iraque.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O filme que mudou Hollywood (e a vida de Mackie)</strong></h3>



<p>Estreado em 2009,&nbsp;<em>The Hurt Locker</em>&nbsp;venceu seis Óscares na cerimónia de 2010, incluindo Melhor Filme, Melhor Realização (Kathryn Bigelow, a primeira mulher a vencer esta categoria), Melhor Argumento Original e três categorias técnicas. Foi um triunfo artístico, político e simbólico — num ano em que competia directamente com o gigantesco&nbsp;<em>Avatar</em>&nbsp;de James Cameron.</p>



<p>Para Anthony Mackie, foi mais do que um sucesso de crítica ou bilheteira. Foi uma lição de vida.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Foi provavelmente a experiência de interpretação mais importante que tive”, confessou.</p>
</blockquote>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/por-favor-mal-parecia-um-mestre-jedi-liam-neeson-goza-com-a-morte-de-qui-gon-jinn/">“Por favor… mal parecia um Mestre Jedi!” – Liam Neeson Goza com a Morte de Qui-Gon Jinn</a></p>



<p>E tudo graças a um actor que recusou o papel… e a um realizador que, felizmente para todos nós, nunca mais fez um filme.</p>
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		<title>Chi Lewis-Parry Fala Sobre ‘28 Years Later’, Próteses e Epifanias com Cabeças Arrancadas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jun 2025 10:42:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
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					<description><![CDATA[O gigante ex-lutador que dá corpo (e grito) ao Alpha Samson explica como foi interpretar a criatura mais brutal de 28 Years Later e revela o seu sonho de ser vilão de James Bond. ver também : O Lado Negro de Stanley Ipkiss: Porque Está na Hora de Dar à Máscara a Reboot que Merece [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>O gigante ex-lutador que dá corpo (e grito) ao Alpha Samson explica como foi interpretar a criatura mais brutal de 28 Years Later e revela o seu sonho de ser vilão de James Bond.</strong></p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/o-lado-negro-de-stanley-ipkiss-porque-esta-na-hora-de-dar-a-mascara-a-reboot-que-merece/">O Lado Negro de Stanley Ipkiss: Porque Está na Hora de Dar à Máscara a Reboot que Merece</a></p>



<p>Chi Lewis-Parry mede 2 metros e tem presença para assustar um exército inteiro, mas foi precisamente isso que levou Danny Boyle a dar-lhe o papel de Samson, o mais temido dos “infectados” em&nbsp;<em>28 Years Later</em>. E não é só o tamanho que impressiona: Chi trouxe alma, intensidade física (e algumas cicatrizes) ao “rei dos infectados” que arranca cabeças com a espinha ainda agarrada.</p>



<p>“Terrifica-me”, foi o único pedido de Danny Boyle durante o casting. Sem saber o que ia interpretar, Lewis-Parry soltou o seu agora famoso “Samson bellow”. Boyle ficou tão impressionado que lhe deu não só o papel principal como também a voz de outro Alpha.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O Rei Leão (Infectado)</strong></h3>



<p>Segundo Chi, Samson é mais do que um monstro brutal. “É o rei. Os outros infectados são como hienas, e ele é o leão.” Há cenas que não chegaram ao corte final, mas o comportamento dos outros infectados ao seu redor deixa claro que ele é uma espécie de líder entre os monstros. O ator chegou mesmo a criar um passado para a criatura: na sua mente, Samson era um homem que se sacrificou para proteger outros, tornando-se o último defensor… ainda que agora seja movido por raiva pura.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Cabeças, Espinhas e uma Cicatriz de Memória</strong></h3>



<p>Numa das cenas mais memoráveis do filme, Samson arranca a cabeça de uma vítima com a espinha ainda ligada, como se fosse uma moca medieval. A cena foi filmada num reservatório real, escuro e claustrofóbico. Chi lesionou-se numa perna ao embater num rifle em plena corrida. “Fiquei com uma cicatriz. Nada demais para o Samson, mas doeu.”</p>



<p>O realismo da prótese ajudou ao impacto visual. “Era pesado, por isso tive de usar o quadril como apoio para parecer que ele estava de pé enquanto eu arrancava a cabeça com o outro braço.”</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Sim, Aquilo é Prótese (Mas Proporcional)</strong></h3>



<p><em>28 Years Later</em>&nbsp;apresenta os infectados despidos, o que gerou algum burburinho online. O motivo, explica Lewis-Parry, tem razões legais: como Alfie Williams, um dos protagonistas, tinha apenas 13 anos, todas as cenas de nudez tinham de usar próteses. No caso de Samson, o seu “equipamento” gerou manchetes. “Bem, eu tenho 2 metros de altura. Não digo mais nada”, riu-se o ator.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>De MMA a Hollywood (e à Porta de James Bond)</strong></h3>



<p>Ex-lutador de MMA com 12 anos de carreira, Lewis-Parry tem uma paixão antiga por cinema. Começou como figurante em&nbsp;<em>Harry Potter</em>&nbsp;(foi stand-in para Hagrid) e estreou-se a sério com&nbsp;<em>Pistol</em>, de Danny Boyle. Desde então, o seu percurso levou-o a&nbsp;<em>28 Years Later</em>,&nbsp;<em>Gladiator 2</em>&nbsp;(onde morre espetado por um rinoceronte!) e ao vindouro&nbsp;<em>The Running Man</em>, de Edgar Wright.</p>



<p>ver também: <a href="https://www.clubedecinema.pt/sunshine-o-filme-de-ficcao-cientifica-que-antecipou-o-futuro-e-que-o-publico-ignorou/">Sunshine: O Filme de Ficção Científica Que Antecipou o Futuro (E Que o Público Ignorou)</a></p>



<p>Mas o seu verdadeiro sonho? Ser vilão de James Bond. “Desde 2005 que sonho com isso. Até escrevi no meu caderno: Predator e Bond Villain. E quando estava naquele túnel, a segurar uma cabeça e espinha, percebi: acabei de interpretar o meu próprio Predator. Agora falta o Bond.”</p>



<p>Se depender de físico, presença e dedicação, não faltará muito.</p>



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