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	<title>Barrio Triste &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>Existencialismo e ameaça nuclear: Ozon e Bigelow dominaram a terça-feira em Veneza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Sep 2025 14:54:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nas Salas]]></category>
		<category><![CDATA[A House of Dynamite]]></category>
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					<description><![CDATA[O Estrangeiro ganha nova vida pelas mãos de François Ozon O Festival de Veneza continua a ser palco de estreias de peso. Esta terça-feira, o realizador francês&#160;François Ozonapresentou a sua versão de&#160;O Estrangeiro, clássico literário de&#160;Albert Camus, filmado a preto e branco e protagonizado por&#160;Benjamin Voisin&#160;e&#160;Rebecca Marder. ver também : Filho de Alain Delon contesta [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>O Estrangeiro ganha nova vida pelas mãos de François Ozon</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Festival de Veneza continua a ser palco de estreias de peso. Esta terça-feira, o realizador francês&nbsp;<strong>François Ozon</strong>apresentou a sua versão de&nbsp;<em>O Estrangeiro</em>, clássico literário de&nbsp;<strong>Albert Camus</strong>, filmado a preto e branco e protagonizado por&nbsp;<strong>Benjamin Voisin</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Rebecca Marder</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/filho-de-alain-delon-contesta-testamento-e-abre-nova-frente-na-disputa-familiar/">Filho de Alain Delon contesta testamento e abre nova frente na disputa familiar</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">A história segue Mersault, um funcionário na Argélia colonial cuja vida sofre uma viragem radical após a morte da mãe. Voisin surpreende ao encarnar um homem apático e recluso, distante das personagens expansivas a que habituou o público.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="681" height="383" src="https://www.clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/09/strangercast.jpg.webp" alt="" class="wp-image-19127" style="width:845px;height:auto" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/09/strangercast.jpg.webp 681w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/09/strangercast.jpg-300x169.webp 300w" sizes="(max-width: 681px) 100vw, 681px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">“Teríamos adorado filmar em Argel, mas as relações entre França e Argélia complicaram essa possibilidade”, admitiu Ozon, que acabou por rodar em Tânger, Marrocos. O cineasta sublinhou que quis oferecer “uma visão atual” desta obra ainda marcada por feridas históricas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Kathryn Bigelow e a “casa de dinamite”</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Do existencialismo ao suspense político, a segunda grande estreia do dia foi assinada por&nbsp;<strong>Kathryn Bigelow</strong>, realizadora de&nbsp;<em>Estado de Guerra</em>. Em&nbsp;<em>A House of Dynamite</em>, produzido para a Netflix, a cineasta de 73 anos leva o público até à Casa Branca em plena crise nuclear, com um míssil lançado por um agressor desconhecido contra os EUA.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://www.clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/09/Kathryn-Bigelow.jpg-1024x576.jpeg" alt="" class="wp-image-19128" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/09/Kathryn-Bigelow.jpg-1024x576.jpeg 1024w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/09/Kathryn-Bigelow.jpg-300x169.jpeg 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/09/Kathryn-Bigelow.jpg-768x432.jpeg 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/09/Kathryn-Bigelow.jpg.jpeg 1400w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O filme conta com&nbsp;<strong>Idris Elba</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Rebecca Ferguson</strong>&nbsp;nos papéis principais. “Estamos realmente a viver numa casa de dinamite”, alertou Bigelow na conferência de imprensa, sublinhando a urgência de discutir a ameaça das armas nucleares.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Outras propostas do dia: Van Sant e novos talentos</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Também na terça-feira,&nbsp;<strong>Gus Van Sant</strong>&nbsp;apresentou&nbsp;<em>Dead Man’s Wire</em>, um drama baseado na história verídica de Tony Kiritsis, que em desespero tomou como refém o seu credor. Fora de competição, o filme marca o regresso do realizador norte-americano, igualmente com 73 anos, a temas de forte carga social.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na secção&nbsp;<em>Horizontes</em>, a surpresa veio de&nbsp;<strong>Stillz</strong>, realizador americano-colombiano conhecido pelos videoclipes de Bad Bunny e Rosalía. A sua primeira longa-metragem,&nbsp;<em>Barrio Triste</em>, transporta o público para a Medellín dos anos 1980, entre violência, fragilidade e a procura de inocência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já nas&nbsp;<em>Jornadas dos Autores</em>, o espanhol&nbsp;<strong>Gabriel Azorín</strong>&nbsp;estreou&nbsp;<em>Anoche conquisté Tebas</em>, sobre um grupo de amigos portugueses que visita termas romanas e acaba por se cruzar com os soldados que as ergueram há séculos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Uma competição de alto nível</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Tanto&nbsp;<em>O Estrangeiro</em>&nbsp;como&nbsp;<em>A House of Dynamite</em>&nbsp;integram a seleção oficial de 21 filmes que disputam o&nbsp;<strong>Leão de Ouro</strong>, entregue a 6 de setembro. O júri é presidido por&nbsp;<strong>Alexander Payne</strong>&nbsp;e conta ainda com&nbsp;<strong>Fernanda Torres</strong>,&nbsp;<strong>Zhao Tao</strong>,&nbsp;<strong>Stéphane Brizé</strong>,&nbsp;<strong>Maura Delpero</strong>,&nbsp;<strong>Cristian Mungiu</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Mohammad Rasoulof</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também: <a href="https://www.clubedecinema.pt/estou-cansado-de-filmes-a-confissao-surpreendente-de-denzel-washington/">“Estou Cansado de Filmes”: A Confissão Surpreendente de Denzel Washington</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com propostas que vão do existencialismo literário à tensão política contemporânea, Veneza reafirma-se como o festival onde o cinema procura constantemente dialogar com o mundo.</p>
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