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	<title>Barrio Triste IndieLisboa &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>IndieLisboa 2026: os vencedores, o cinema português que ganhou e o que ainda pode ser visto esta semana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 19:12:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A 23.ª edição do IndieLisboa encerrou ontem à noite no Pequeno Auditório da Culturgest com a entrega dos prémios que coroam onze dias de cinema independente em Lisboa. A boa notícia para quem não acompanhou o festival — ou para quem quer voltar a ver o que ganhou — é que os filmes premiados regressam [&#8230;]]]></description>
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<p>A 23.ª edição do IndieLisboa encerrou ontem à noite no Pequeno Auditório da Culturgest com a entrega dos prémios que coroam onze dias de cinema independente em Lisboa. A boa notícia para quem não acompanhou o festival — ou para quem quer voltar a ver o que ganhou — é que os filmes premiados regressam ao Cinema Ideal esta semana, com sessões de domingo a terça-feira.</p>



<p>O Grande Prémio de Longa Metragem Cidade de Lisboa, dotado de 15 mil euros, foi para <em>Barrio Triste</em> de Stillz — um realizador que chega ao IndieLisboa com um filme que, nas palavras do júri, &#8220;não se contém em provocar-nos emoções fortes e despoletar raiva, porém há momentos de luz e esperança que nos ligam profundamente à vida daqueles protagonistas&#8221;. A menção especial da Competição Internacional foi para <em>Bouchra</em>, de Orian Barki e Meriem Bennani, elogiado pela &#8220;frescura&#8221; e pela &#8220;reconstrução original e evocativa da relação entre uma filha e a sua mãe&#8221;. Ambos podem ser vistos amanhã, segunda-feira, no Cinema Ideal — <em>Barrio Triste</em> às 21h30, os filmes de curtas premiadas às 19h30.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="600" height="450" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/05/unnamed-5.jpg" alt="" class="wp-image-25755" style="width:835px;height:auto" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/05/unnamed-5.jpg 600w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/05/unnamed-5-300x225.jpg 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



<p>Na Competição Nacional, o destaque vai para dois nomes do cinema português que merecem atenção. <em>Cochena</em> de Diogo Allen ganhou o Prémio TVCine para Melhor Longa-Metragem Nacional — dotado de 5 mil euros — com um retrato de comunidade que o júri descreveu como &#8220;uma celebração sentida que destaca o calor dos laços familiares e sociais de uma forma profundamente humanista e cinematográfica&#8221;. O mesmo filme levou ainda o Prémio Universidades. João Nicolau, por sua vez, ganhou o Prémio de Melhor Realização por <em>A Providência e a Guitarra</em> — o filme com Salvador Sobral que abriu o Festival de Roterdão e que chega ao IndieLisboa com um júri a elogiar &#8220;uma abordagem essencial à condição de artista, com um humor inteligente e uma construção narrativa audaciosa e distintiva&#8221;. <em>Cochena</em> e as curtas nacionais premiadas podem ser vistas na terça-feira, 12 de Maio, no Cinema Ideal — curtas às 19h30, longa às 21h30.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img decoding="async" width="600" height="450" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/05/unnamed-4.jpg" alt="" class="wp-image-25754" style="width:827px;height:auto" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/05/unnamed-4.jpg 600w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/05/unnamed-4-300x225.jpg 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



<p>Na secção Silvestre, <em>My Wife Cries</em> de Angela Schanelec — a realizadora alemã de <em>I Was at Home, But</em> — ganhou o prémio de Melhor Longa-Metragem com uma descrição do júri que capta bem o seu cinema: &#8220;à primeira vista parece reservado, deliberadamente distanciado, mas gradualmente revela profundidade e complexidade emocional&#8221;. O prémio de curta da mesma secção foi para <em>Lover, Lovers, Loving, Love</em> de Jodie Mack. Nos Novíssimos — a secção dedicada às primeiras obras do cinema português — venceu <em>Abril de Helena</em>, de Maria Moreira e Victor Hugo Oliveira, descrito como um filme sobre &#8220;algo que deveria ser dado como garantido, mas que não é: o amor de uma mãe pela filha&#8221;. A mesma obra ganhou ainda o Prémio MUTIM, que distingue a curta que melhor contribui para um imaginário cinematográfico não estereotipado.</p>



<p>O IndieLisboa encerra oficialmente esta segunda-feira, 12 de Maio, com a sessão de <em>The History of Concrete</em> de John Wilson na terça-feira à noite no Cinema Ideal às 21h30 — o documentário sobre betão que começou num workshop da Hallmark e acabou num dos títulos mais aguardados do encerramento. Uma boa forma de fechar um festival que, edição após edição, continua a ser o espaço mais importante do cinema independente em Portugal.</p>
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