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	<title>Bairro do Aleixo &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>Arquiteturas Film Festival 2025: Fronteiras, memórias urbanas e o regresso ao Bairro do Aleixo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Jun 2025 17:24:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Aleixo 5 Torres]]></category>
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					<description><![CDATA[A 12.ª edição do festival dedica quatro dias à reflexão sobre os limites físicos, simbólicos e sociais das cidades ver também : Luis Miguel Cintra revisita uma vida inteira no cinema num livro de memórias a apresentar no Porto O&#160;Arquiteturas Film Festival&#160;está de volta para a sua 12.ª edição e, este ano, promete ser mais [&#8230;]]]></description>
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<h3 class="wp-block-heading"><strong>A 12.ª edição do festival dedica quatro dias à reflexão sobre os limites físicos, simbólicos e sociais das cidades</strong></h3>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/luis-miguel-cintra-revisita-uma-vida-inteira-no-cinema-num-livro-de-memorias-a-apresentar-no-porto/">Luis Miguel Cintra revisita uma vida inteira no cinema num livro de memórias a apresentar no Porto</a></p>



<p>O&nbsp;<strong>Arquiteturas Film Festival</strong>&nbsp;está de volta para a sua 12.ª edição e, este ano, promete ser mais do que um festival de cinema: será um espaço de confronto, escuta e memória. Entre&nbsp;<strong>25 e 28 de Junho</strong>, o Porto acolhe uma programação que coloca no centro do debate o tema das&nbsp;<strong>fronteiras</strong>&nbsp;— sejam elas geográficas, sociais, arquitectónicas ou invisíveis — com&nbsp;<strong>18 filmes de 14 países</strong>,&nbsp;<strong>instalações artísticas</strong>,&nbsp;<strong>oficinas</strong>,&nbsp;<strong>caminhadas urbanas</strong>&nbsp;e um olhar atento e crítico sobre o&nbsp;<strong>Bairro do Aleixo</strong>, símbolo das transformações urbanas da cidade.</p>



<p>Organizado actualmente pelo&nbsp;<strong>Instituto</strong>, centro cultural com sede no Porto, o festival mantém o seu foco na intersecção entre&nbsp;<strong>cinema, arquitectura e práticas espaciais</strong>, promovendo um diálogo entre disciplinas e sensibilidades. Ao todo, serão&nbsp;<strong>três secções cinematográficas</strong>, distribuídas principalmente pelo&nbsp;<strong>Batalha – Centro de Cinema</strong>&nbsp;e pela&nbsp;<strong>Casa Comum da Universidade do Porto</strong>, onde o acesso será gratuito nas sessões dedicadas ao Aleixo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Sessão de abertura: da Cidade do Cabo para o Porto</strong></h3>



<p>O arranque oficial acontece no dia&nbsp;<strong>25 de Junho às 19h15</strong>, no Batalha, com&nbsp;<strong>“Mother City”</strong>&nbsp;(2024), de&nbsp;<strong>Miki Redelinghuys e Pearlie Joubert</strong>, um filme que examina a luta por habitação na Cidade do Cabo, atravessada por décadas de apartheid. Uma escolha certeira para um festival que este ano se debruça sobre&nbsp;<strong>o impacto das fronteiras no quotidiano urbano</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Fronteiras em movimento e comunidades em transição</strong></h3>



<p>O&nbsp;<strong>programa oficial</strong>&nbsp;conta com&nbsp;<strong>14 filmes</strong>, todos alinhados com o tema central. Entre eles destaca-se&nbsp;<em>“The Strong Man of Bureng”</em>&nbsp;(2023), de&nbsp;<strong>Mauro Bucci</strong>, e&nbsp;<em>“Twin Fences”</em>, da realizadora&nbsp;<strong>Yana Osman</strong>, cuja vida — ucraniana de nascimento, russa de criação e com raízes afegãs — é, por si só, um mapa de fronteiras pessoais e culturais.</p>



<p>Na secção&nbsp;<strong>Especial Portugal</strong>, o destaque vai para&nbsp;<strong>duas curtas que exploram comunidades periféricas e invisibilizadas</strong>:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><em>“Maio”</em>, de <strong>Claudio Carbone</strong>, retrata uma das últimas moradoras do bairro autoconstruído 6 de Maio, na Amadora.</li>



<li><em>“Outra Ilha”</em>, de <strong>Eduardo Saraiva Pereira</strong>, é um mosaico íntimo da comunidade cabo-verdiana no Bairro Amílcar Cabral, em Sines.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O regresso ao Bairro do Aleixo: memória e resistência</strong></h3>



<p>O&nbsp;<strong>Bairro do Aleixo</strong>, outrora dominado por cinco torres que hoje já não existem, está no centro da secção&nbsp;<strong>Especial Portugal</strong>, onde o festival presta homenagem à memória do lugar e das pessoas que o habitavam. A programação cruza-se com a exposição&nbsp;<strong>“Aleixo: 5 Torres, 5 Décadas”</strong>, patente até ao fim do ano, e apresenta a&nbsp;<strong>estreia da primeira versão de “Memória Futura”</strong>, um documentário rodado no bairro que reflete sobre o seu passado e projeta interrogações sobre o seu futuro.</p>



<p>Nesta mesma secção regressam ainda dois filmes fundamentais sobre o Aleixo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><em>“Russa”</em> (2018), de <strong>João Salaviza e Ricardo Alves Jr.</strong>, rodado antes das últimas demolições.</li>



<li><em>“Bicicleta”</em> (2013), de <strong>Luís Vieira Campos</strong>, que oferece um retrato singular dessa “cidade vertical” suspensa entre abandono e resistência.</li>
</ul>



<p>No&nbsp;<strong>dia 28, às 10h15</strong>, o festival convida o público para&nbsp;<strong>uma caminhada pelos terrenos onde existiu o Bairro do Aleixo</strong>, numa acção simbólica que mistura arqueologia urbana e escuta colectiva.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Instalações, oficinas e masterclasses</strong></h3>



<p>O&nbsp;<strong>arc en rêve centre d’architecture</strong>, de Bordéus, é a&nbsp;<strong>instituição convidada</strong>&nbsp;deste ano. Traz ao Porto&nbsp;<strong>duas instalações vídeo</strong>&nbsp;e dinamiza um debate sobre práticas arquitectónicas em contextos de transformação urbana.</p>



<p>O programa inclui ainda&nbsp;<strong>uma oficina artística</strong>, debates e outras actividades paralelas que reforçam o carácter&nbsp;<strong>multidisciplinar e interventivo</strong>&nbsp;do festival, criado em 2013 por&nbsp;<strong>Sofia Mourato</strong>, originalmente em Lisboa, e hoje dirigido por&nbsp;<strong>Paulo Moreira</strong>.</p>



<p>ler também: <a href="https://www.clubedecinema.pt/festival-de-documentario-de-melgaco-regressa-com-mais-de-30-filmes-a-concurso-e-residencia-criativa-para-jovens-realizadores/">Festival de Documentário de Melgaço regressa com mais de 30 filmes a concurso e residência criativa para jovens realizadores</a></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Um festival para pensar o cinema e o espaço</strong></h3>



<p>O&nbsp;<strong>Arquiteturas Film Festival 2025</strong>&nbsp;é, acima de tudo,&nbsp;<strong>uma proposta de reflexão urgente sobre como habitamos — e desabitamos — os nossos espaços</strong>. Entre ruínas, torres derrubadas, comunidades desalojadas e fronteiras que mudam de forma e lugar, o festival convida-nos a olhar, escutar e — talvez — compreender um pouco melhor o mundo contemporâneo.</p>
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