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	<title>Baby filme &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>Festival Queer Lisboa Arranca com “Baby” de Marcelo Caetano e uma Programação de Cinema de Urgência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudia Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Sep 2024 09:43:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
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<p>O Festival Queer Lisboa começa hoje, 23 de setembro, com a exibição do filme <em>Baby</em>, do realizador brasileiro Marcelo Caetano, abrindo um certame que se estende até ao dia 28 de setembro. Este ano, o festival convida o público a refletir sobre temas como as assimetrias sociais, os conflitos no mundo, e um cinema que se impõe como urgente e necessário.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="554" src="https://www.clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2024/09/image-1-2-1024x554.png.webp" alt="" class="wp-image-8574" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2024/09/image-1-2-1024x554.png.webp 1024w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2024/09/image-1-2-1024x554.png-300x162.webp 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2024/09/image-1-2-1024x554.png-768x416.webp 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>“Baby”: Amor, Família e Marginalidade no Centro de São Paulo</strong></h3>



<p>O filme <em>Baby</em>, que valeu ao ator Ricardo Teodoro o prémio de Revelação na Semana da Crítica em Cannes, narra uma história de amor, família e perda no cenário das margens da sociedade no centro de São Paulo. A obra de Marcelo Caetano é um retrato sensível das dificuldades de viver à margem, capturando a complexidade das relações humanas num contexto urbano marcado pela desigualdade social. Esta estreia promete dar o tom para o que será uma semana intensa de cinema que desafia convenções e expõe realidades por vezes invisíveis.</p>



<p>Ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/cinema-portugues-em-destaque-no-festival-animasyros-com-joao-gonzalez-e-regina-pessoa/" data-type="post" data-id="8569">Cinema Português em Destaque no Festival ANIMASYROS com João Gonzalez e Regina Pessoa</a></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Cinema Português em Competição</strong></h3>



<p>Nas várias secções competitivas do Queer Lisboa, algumas produções portuguesas também terão lugar de destaque. Entre elas, <em>As Minhas Sensações São Tudo o que Tenho para Oferecer</em>, de Isadora Neves Marques, e <em>Seu Nome Era Gisberta</em>, de Sérgio Galvão Roxo, que abordam questões pessoais e políticas ligadas à identidade e à luta pela aceitação. Outra produção a ter em conta é <em>Kiss Your Hand Madame</em>, uma coprodução entre Portugal, Hungria e Bélgica, dirigida por Jeremy Luke Bolatag.</p>



<p>Estas obras, todas com um forte cunho autoral e temáticas que dialogam diretamente com o público LGBTQI+, serão acompanhadas com grande expectativa, reforçando a importância do festival para dar visibilidade a novas vozes no cinema queer português.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Panorama e Cinema Internacional: Elliot Page e Peaches em Destaque</strong></h3>



<p>Na secção Panorama, o festival destaca o filme <em>Close to You</em>, coescrito e protagonizado por Elliot Page, que continua a afirmar-se como uma das mais importantes figuras trans do cinema contemporâneo. O filme, realizado por Dominic Savage, explora questões ligadas à identidade de género e à complexidade das relações humanas, sendo um dos grandes destaques da programação internacional deste ano.</p>



<p>Outro destaque vai para o documentário <em>Teaches of Peaches</em>, de Philipp Fussenegger e Judy Landkammer, que traça o percurso artístico da icónica performer canadiana Peaches, famosa pelas suas atuações provocadoras e inovadoras na música eletrónica.</p>



<p>Ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/grand-tour-de-miguel-gomes-representa-portugal-na-corrida-aos-oscares/" data-type="post" data-id="8440">“Grand Tour”, de Miguel Gomes, Representa Portugal na Corrida aos Óscares</a></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Resistência Queer: Um Foco na Luta em Contextos de Conflito</strong></h3>



<p>Este ano, o Queer Lisboa tem como tema central a “Resistência Queer”, focando-se nas experiências das comunidades LGBTQI+ em territórios sob conflito ou governados por regimes autoritários, como o Kosovo, a Palestina, o Chipre, a Ucrânia e a Hungria. O festival pretende dar voz àquelas populações que vivem diariamente sob a repressão e que continuam a lutar pelos seus direitos num cenário de constante perigo.</p>



<p>Entre as obras que integram este foco, destaca-se <em>Foggy: Palestine Solidarity Cinema &amp; The Archive</em>, uma série de curtas-metragens que exploram o tema da solidariedade com a Palestina, através das lentes de cineastas como Mike Hoolboom e Amy Gottlieb.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Encerramento com “Call Me Agnes” e Festival Queer Porto</strong></h3>



<p></p>



<p>O filme de encerramento do Queer Lisboa será <em>Call Me Agnes</em>, uma produção neerlandesa de Daniel Donato. Esta obra cruza elementos de documentário e ficção para contar a história de Agnes Geneva, uma mulher trans da Indonésia, explorando temas de identidade, resistência e transformação.</p>



<p>O festival não termina em Lisboa. No próximo mês, de 8 a 12 de outubro, acontecerá o Queer Porto, que celebrará a sua 10ª edição com programação a decorrer em espaços emblemáticos da cidade, como o Batalha Centro de Cinema, Passos Manuel e a Casa Comum da Reitoria da Universidade do Porto.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O Cinema Queer como Voz de Resistência e Reflexão Social</strong></h3>



<p>O Queer Lisboa volta a afirmar-se como um espaço privilegiado para a reflexão e a celebração do cinema queer, dando palco a produções que não só exploram questões de identidade de género e orientação sexual, mas que também abordam as lutas e resistências das comunidades LGBTQI+ em várias partes do mundo. O festival continua a ser uma referência no panorama cultural português e internacional, trazendo para o grande ecrã histórias que merecem ser ouvidas e vistas.</p>
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