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	<title>Arab e Tarzan Nasser &#8211; Clube de Cinema</title>
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	<description>Vá lá! Façam Fitas!</description>
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	<title>Arab e Tarzan Nasser &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>🎬 Cannes 2025: Portugal conquista Cannes com “O Riso e a Faca” e “Era uma vez em Gaza” brilha na secção Un Certain Regard</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 May 2025 09:10:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Arab e Tarzan Nasser]]></category>
		<category><![CDATA[Cleo Diára]]></category>
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		<category><![CDATA[Festival de Cannes 2025]]></category>
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		<category><![CDATA[O Riso e a Faca]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Pinho]]></category>
		<category><![CDATA[Scarlett Johansson realizadora]]></category>
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					<description><![CDATA[Prémios para Pedro Pinho e para os irmãos Nasser elevam a presença lusófona no festival. Scarlett Johansson, Kristen Stewart e Harris Dickinson também marcam estreia na realização. ver também : 🎥 Cannes consagra estreia chechena e documentário sobre Assange com o prémio L’Œil d’or A secção&#160;Un Certain Regard&#160;do Festival de Cannes 2025 revelou-se uma das [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Prémios para Pedro Pinho e para os irmãos Nasser elevam a presença lusófona no festival. Scarlett Johansson, Kristen Stewart e Harris Dickinson também marcam estreia na realização.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/%f0%9f%8e%a5-cannes-consagra-estreia-chechena-e-documentario-sobre-assange-com-o-premio-loeil-dor/"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3a5.png" alt="🎥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Cannes consagra estreia chechena e documentário sobre Assange com o prémio L’Œil d’or</a><br /></p>



<p class="wp-block-paragraph">A secção&nbsp;<em>Un Certain Regard</em>&nbsp;do Festival de Cannes 2025 revelou-se uma das mais vibrantes e politicamente relevantes dos últimos anos. Com uma seleção de 20 filmes — incluindo nove primeiras obras — a competição distinguiu obras de forte carga emocional, social e estética. Entre os destaques, dois filmes com ligação a Portugal saíram premiados:&nbsp;<em>O Riso e a Faca</em>, de Pedro Pinho, e&nbsp;<em>Era uma vez em Gaza</em>, dos irmãos palestinianos Arab e Tarzan Nasser, com coprodução portuguesa.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f1f5-1f1f9.png" alt="🇵🇹" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> O Riso e a Faca: o neocolonialismo na lente de Pedro Pinho</strong></h2>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="375" src="https://www.clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/Cleo-Diaria-e-Sergio-Coragem-em-22O-Riso-e-a-Faca22-1024x375.webp" alt="" class="wp-image-16095" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/Cleo-Diaria-e-Sergio-Coragem-em-22O-Riso-e-a-Faca22-1024x375.webp 1024w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/Cleo-Diaria-e-Sergio-Coragem-em-22O-Riso-e-a-Faca22-300x110.webp 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/Cleo-Diaria-e-Sergio-Coragem-em-22O-Riso-e-a-Faca22-768x281.webp 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/Cleo-Diaria-e-Sergio-Coragem-em-22O-Riso-e-a-Faca22-1536x563.webp 1536w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/Cleo-Diaria-e-Sergio-Coragem-em-22O-Riso-e-a-Faca22.webp 1550w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O realizador português&nbsp;<strong>Pedro Pinho</strong>&nbsp;regressou a Cannes oito anos depois de&nbsp;<em>A Fábrica de Nada</em>, desta vez com uma longa-metragem rodada em África e com mais de três horas de duração.&nbsp;<em>O Riso e a Faca</em>&nbsp;valeu o&nbsp;<strong>Prémio de Melhor Atriz</strong>&nbsp;a&nbsp;<strong>Cleo Diára</strong>, ex aequo com&nbsp;<strong>Frank Dillane</strong>, protagonista de&nbsp;<em>Urchin</em>, de Harris Dickinson.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O filme segue&nbsp;<strong>Sérgio</strong>&nbsp;(Sérgio Coragem), um engenheiro ambiental português que viaja para África para colaborar num projecto de construção de uma estrada entre o deserto e a selva. No entanto, a missão técnica rapidamente se transforma numa descoberta íntima, emocional e política, à medida que Sérgio se envolve com dois habitantes locais:&nbsp;<strong>Diára</strong>&nbsp;(Cleo Diára) e&nbsp;<strong>Gui</strong>&nbsp;(Jonathan Guilherme). A obra aborda temas como o neocolonialismo, o privilégio europeu e os laços interpessoais entre culturas em tensão.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f30d.png" alt="🌍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Era uma vez em Gaza: humor, resistência e falafel</strong></h2>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="512" src="https://www.clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/Tarzan-Nasser-e-Arab-Nasser-no-Festival-de-Cannes-1024x512.webp" alt="" class="wp-image-16096" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/Tarzan-Nasser-e-Arab-Nasser-no-Festival-de-Cannes-1024x512.webp 1024w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/Tarzan-Nasser-e-Arab-Nasser-no-Festival-de-Cannes-300x150.webp 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/Tarzan-Nasser-e-Arab-Nasser-no-Festival-de-Cannes-768x384.webp 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/05/Tarzan-Nasser-e-Arab-Nasser-no-Festival-de-Cannes.webp 1440w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Realizado pelos irmãos&nbsp;<strong>Arab e Tarzan Nasser</strong>,&nbsp;<em>Era uma vez em Gaza</em>&nbsp;conquistou o&nbsp;<strong>Prémio de Melhor Realização</strong>, com o júri a destacar a ousadia e humanidade da obra. A história acompanha dois jovens amigos, Yahia e Osama, que vendem comprimidos escondidos em sanduíches de falafel numa Gaza devastada e sob bloqueio. Entre sonhos de fuga, máquinas de picar carne e farmácias saqueadas, o filme encontra espaço para crítica social, humor negro e até lirismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com coprodução portuguesa (Ukbar Filmes), além de França, Alemanha e Palestina, o filme contou com apoio do ICA e da RTP, tendo a pós-produção sido finalizada em Portugal. Esta é a terceira longa-metragem dos irmãos Nasser, nascidos em Gaza e atualmente a filmar na Jordânia.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3c6.png" alt="🏆" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Os restantes premiados de 2025</strong></h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Prémio Un Certain Regard</strong>: <em>La misteriosa mirada del flamenco</em>, de <strong>Diego Céspedes</strong> (Chile), sobre uma família queer numa cidade mineira chilena durante os primeiros dias da crise da SIDA — uma história com toques de western, protagonizada por actores transgénero.</li>



<li><strong>Prémio do Júri</strong>: <em>Un Poeta</em>, de <strong>Simón Mesa Soto</strong> (Colômbia), sobre um poeta envelhecido que se torna mentor de uma adolescente.</li>



<li><strong>Melhor Ator</strong>: <strong>Frank Dillane</strong> em <em>Urchin</em>, realizado por <strong>Harris Dickinson</strong>.</li>



<li><strong>Melhor Argumento</strong>: <em>Pillion</em>, de <strong>Harry Lighton</strong>, protagonizado por <strong>Alexander Skarsgård</strong>.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O júri foi presidido pela cineasta&nbsp;<strong>Molly Manning Walker</strong>&nbsp;e incluiu os realizadores&nbsp;<strong>Louise Courvoisier</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Roberto Minervini</strong>, o actor&nbsp;<strong>Nahuel Perez Biscayart</strong>&nbsp;e a programadora&nbsp;<strong>Vanja Kaluđerčić</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3a5.png" alt="🎥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Estreias de peso na realização: Scarlett, Kristen e Harris</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A edição de 2025 marcou também as&nbsp;<strong>estreias na realização de três nomes sonantes de Hollywood</strong>:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Scarlett Johansson</strong> apresentou <em>Eleanor the Great</em>, centrado numa viúva de 94 anos que assume por engano a identidade da amiga falecida, sobrevivente do Holocausto.</li>



<li><strong>Kristen Stewart</strong> comoveu com <em>The Chronology of Water</em>, uma adaptação da autobiografia de Lidia Yuknavitch, que mergulha em temas como trauma, abuso e resiliência feminina.</li>



<li><strong>Harris Dickinson</strong>, conhecido por <em>Babygirl</em>, surpreendeu com <em>Urchin</em>, um retrato sombrio da toxicodependência em Londres.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f310.png" alt="🌐" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Un Certain Regard: um espaço para novas vozes</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Mais uma vez, a secção&nbsp;<em>Un Certain Regard</em>&nbsp;provou ser o espaço mais estimulante do Festival de Cannes para novos olhares e narrativas arrojadas. A forte presença portuguesa, a valorização de vozes árabes e queer, e o surgimento de novas cineastas internacionais reforçam o compromisso do festival com a diversidade estética e social do cinema contemporâneo.</p>
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