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	<title>Andrew Barth Feldman filme &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>Poetic License: A Estreia de Maude Apatow na Realização Divide Críticos em Toronto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Sep 2025 12:21:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Meio]]></category>
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					<description><![CDATA[Um retrato intergeracional com muito coração, mas pouca direção Apresentado na secção&#160;Special Presentations&#160;do&#160;Festival de Toronto,&#160;Poetic License&#160;marca a estreia de&#160;Maude Apatowcomo realizadora. O filme é descrito pela crítica internacional como uma comédia universitária calorosa e bem interpretada, mas também genérica e sem rumo definido. ver também : Locked: Sem Saída: O Thriller Claustrofóbico Que Vai Pôr [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Um retrato intergeracional com muito coração, mas pouca direção</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Apresentado na secção&nbsp;<strong>Special Presentations</strong>&nbsp;do&nbsp;<strong>Festival de Toronto</strong>,&nbsp;<em>Poetic License</em>&nbsp;marca a estreia de&nbsp;<strong>Maude Apatow</strong>como realizadora. O filme é descrito pela crítica internacional como uma comédia universitária calorosa e bem interpretada, mas também genérica e sem rumo definido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/locked-sem-saida-o-thriller-claustrofobico-que-vai-por-os-nervos-a-prova/">Locked: Sem Saída: O Thriller Claustrofóbico Que Vai Pôr os Nervos à Prova</a><br /></p>



<p class="wp-block-paragraph">A história acompanha&nbsp;<strong>Liz</strong>&nbsp;(Leslie Mann), uma mulher de meia-idade que, ao mudar-se para uma nova cidade com o marido (Method Man), decide frequentar uma aula de poesia para ocupar o tempo. Enquanto o marido e a filha Dora (Nico Parker) se adaptam facilmente ao novo ambiente, Liz sente-se deslocada e acaba por se aproximar de dois estudantes:&nbsp;<strong>Sam</strong>&nbsp;(Andrew Barth Feldman) e&nbsp;<strong>Ari</strong>&nbsp;(Cooper Hoffman), que rapidamente a transformam numa figura de admiração e conselheira.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Triângulo improvável e conflitos familiares</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O enredo mistura elementos de coming-of-age e comédia romântica enviesada: Ari é um jovem rico, sem grandes objetivos além de querer viver com Sam; este, por sua vez, prefere a vida de dormitório, tem ambições académicas em economia e uma namorada (Maisy Stella) que irrita o amigo. Liz, ex-terapeuta de casais, percebe logo a dependência entre os dois rapazes, mas aproxima-se deles tanto pela curiosidade como pela vontade de revisitar a própria juventude.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto Sam e Ari competem pela sua atenção, Liz lida com o vazio deixado pela independência crescente da filha e com um casamento pouco inspirador.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Críticas à falta de foco</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a imprensa presente em Toronto,&nbsp;<em>Poetic License</em>&nbsp;sofre de uma execução dispersa. A narrativa “vagueia de cena em cena sem grande visão”, com momentos emocionais interrompidos antes de poderem ganhar profundidade. As aulas de poesia, por exemplo, raramente abordam a escrita ou o ofício, servindo mais como pano de fundo cómico para a professora excêntrica interpretada por&nbsp;<strong>Martha Kelly</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A crítica aponta ainda que elementos como “poesia” ou “economia” parecem escolhidos ao acaso, sem real impacto na construção das personagens.&nbsp;<strong>Method Man</strong>&nbsp;surge mal aproveitado e pouco convincente como académico, enquanto Nico Parker, embora competente, não recebe material suficiente para brilhar.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Os pontos fortes: elenco e química</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar das fragilidades do guião, o elenco é amplamente elogiado.&nbsp;<strong>Leslie Mann</strong>, com a sua habitual leveza cómica, lidera a narrativa com charme.&nbsp;<strong>Cooper Hoffman</strong>&nbsp;é destacado como o grande ladrão de cenas, trazendo dimensão a um personagem que podia facilmente ser irritante. E a relação entre Mann e Parker confere ao filme alguns dos momentos mais ternos, revelando o olhar carinhoso de Apatow sobre a mãe.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também . <a href="https://www.clubedecinema.pt/dust-bunny-o-conto-sombrio-de-bryan-fuller-que-sigourney-weaver-considera-um-classico-instantaneo/">Dust Bunny: O Conto Sombrio de Bryan Fuller Que Sigourney Weaver Considera um “Clássico Instantâneo”</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um começo promissor, mas irregular</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Com 1h57 de duração,&nbsp;<em>Poetic License</em>&nbsp;mostra que Maude Apatow tem potencial como realizadora, sobretudo na forma como dirige os atores e capta intimidade em pequenos gestos. No entanto, a crítica sublinha que o filme, apesar de bem-intencionado e “de grande coração”, se dissipa rapidamente da memória quando terminam os créditos.</p>
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