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	<title>Ana Rujas &#8211; Clube de Cinema</title>
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	<title>Ana Rujas &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>Entre a Ruína e o Renascimento: “Cardo” Regressa com uma Segunda Temporada Ainda Mais Intensa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luisa Jorge]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2025 15:33:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Em Casa]]></category>
		<category><![CDATA[Canais TV Cine]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Rujas]]></category>
		<category><![CDATA[Cardo T2]]></category>
		<category><![CDATA[Claudia Costafreda]]></category>
		<category><![CDATA[Drama]]></category>
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					<description><![CDATA[Entre a Ruína e o Renascimento: “Cardo” Regressa com uma Segunda Temporada Ainda Mais Intensa Há séries que regressam como quem bate à porta com cuidado.&#160;Cardo&#160;não é uma delas. A segunda temporada chega à televisão portuguesa no&#160;dia 20 de Novembro, às 22h10, no&#160;TVCine Edition&#160;e no&#160;TVCine+, com a mesma frontalidade feroz que marcou a estreia — [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><br /><strong>Entre a Ruína e o Renascimento: “Cardo” Regressa com uma Segunda Temporada Ainda Mais Intensa</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Há séries que regressam como quem bate à porta com cuidado.&nbsp;<em>Cardo</em>&nbsp;não é uma delas. A segunda temporada chega à televisão portuguesa no&nbsp;<strong>dia 20 de Novembro, às 22h10</strong>, no&nbsp;<strong>TVCine Edition</strong>&nbsp;e no&nbsp;<strong>TVCine+</strong>, com a mesma frontalidade feroz que marcou a estreia — talvez até mais. É uma continuação que não suaviza, não facilita e não pede desculpa: apenas mergulha, sem filtros, na turbulência emocional de María.</p>



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<p class="wp-block-paragraph">Três anos passaram desde que a protagonista saiu de cena para cumprir pena na prisão. Quando finalmente volta à liberdade, descobre um mundo que já não reconhece. Amizades que desapareceram, amores que mudaram, rotinas que se desagregaram. María tenta agarrar-se à vontade de recomeçar, mas carrega consigo vícios antigos, um passado que continua a assombrá-la e uma culpa que se recusa a ser enterrada. A cada passo, sente que o abismo está ainda ali — sempre à distância de um tropeção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/misterio-neve-e-um-passado-sombrio-crimes-de-natal-chega-ao-tvcine-com-assassinatos-no-sapatinho/">Mistério, Neve e um Passado Sombrio: Crimes de Natal Chega ao TVCine com Assassinatos no Sapatinho</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Criada por&nbsp;<strong>Claudia Costafreda</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Ana Rujas</strong>&nbsp;— que volta a vestir a pele de María —, esta nova temporada aprofunda as contradições da protagonista. Ela quer mudar, mas sabota-se; quer esquecer, mas carrega feridas que não cicatrizam; quer avançar, mas arrasta sombras que pesam mais do que gostaria de admitir. A realização mantém o tom intimista que fez da primeira temporada um fenómeno crítico, mas eleva a intensidade emocional para um registo mais visceral, mais cru e mais desarmado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Cardo</em>&nbsp;já tinha sido celebrada como uma das séries espanholas mais marcantes dos últimos anos — venceu os&nbsp;<strong>Prémios Feroz 2022</strong>&nbsp;de Melhor Série Dramática e Melhor Atriz — mas esta segunda temporada arrisca ainda mais. Se antes já era um estudo de personagem profundamente honesto, agora é praticamente um raio-X emocional de uma geração que vive entre precariedade, frustração e o desejo constante de encontrar um sentido num mundo que parece falhar demasiadas vezes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os novos episódios exploram temas como autodestruição, vergonha, identidade e a dificuldade brutal que é recomeçar quando tudo à volta — e dentro — permanece em ruínas. O bairro mudou, os códigos mudaram, a vida avançou sem ela. E María, simultaneamente perdida e determinada, tenta descobrir se ainda há espaço para uma nova versão de si própria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Visualmente, a série continua a apostar numa estética realista, próxima, quase documental, colocando o espectador dentro da vida da protagonista, sem barreiras nem artifícios. Essa proximidade amplifica o impacto:&nbsp;<em>Cardo</em>&nbsp;não é apenas vista, é sentida. Às vezes, como um murro; outras, como uma ferida que nunca esteve bem fechada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">este: <a href="https://clubedecinema.pt/35-anos-de-sozinho-em-casa-porque-e-que-o-classico-de-chris-columbus-continua-a-ser-o-verdadeiro-filme-de-natal/">35 Anos de Sozinho em Casa: Porque É que o Clássico de Chris Columbus Continua a Ser o Verdadeiro Filme de Natal!</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com estreia marcada para&nbsp;<strong>quinta-feira, 20 de Novembro, às 22h10</strong>,&nbsp;<em>Cardo</em>&nbsp;T2 promete noites intensas, desafiantes e emocionalmente devastadoras. Uma série que não pede conforto — pede coragem. E que, por isso mesmo, merece ser vista.</p>
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		<title>Na Lama: A Nova Série Argentina da Netflix Que Mergulha na Sobrevivência e Solidariedade Atrás das Grades</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Aug 2025 19:17:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Em Casa]]></category>
		<category><![CDATA[Netflix]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Rujas]]></category>
		<category><![CDATA[Carolina Ramírez]]></category>
		<category><![CDATA[drama prisão]]></category>
		<category><![CDATA[La Quebrada]]></category>
		<category><![CDATA[Las embarradas]]></category>
		<category><![CDATA[Na Lama Netflix]]></category>
		<category><![CDATA[série argentina Netflix]]></category>
		<category><![CDATA[Valentina Zenere]]></category>
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					<description><![CDATA[O drama realista acompanha três mulheres condenadas a prisão perpétua e a luta diária por um lugar num universo hostil. A Netflix volta a apostar no drama de alta intensidade com&#160;Na Lama, a nova série argentina que estreou no passado dia&#160;14 de agosto&#160;e que promete não deixar ninguém indiferente. Ao longo de&#160;oito episódios, o espectador [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>O drama realista acompanha três mulheres condenadas a prisão perpétua e a luta diária por um lugar num universo hostil.</strong></p>



<iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/e22QydVBakw?si=sDvkVWhmIPxpRI6V" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>



<p class="wp-block-paragraph">A Netflix volta a apostar no drama de alta intensidade com&nbsp;<em>Na Lama</em>, a nova série argentina que estreou no passado dia&nbsp;<strong>14 de agosto</strong>&nbsp;e que promete não deixar ninguém indiferente. Ao longo de&nbsp;<strong>oito episódios</strong>, o espectador é conduzido a um mundo fechado e claustrofóbico, onde a liberdade é uma memória distante e a sobrevivência se constrói passo a passo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/simon-pegg-revela-que-o-star-trek-de-quentin-tarantino-era-completamente-louco-%f0%9f%9a%80%f0%9f%96%96/">Simon Pegg revela que o ‘Star Trek’ de Quentin Tarantino era “completamente louco” <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f680.png" alt="🚀" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f596.png" alt="🖖" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Um trio de protagonistas em circunstâncias extremas</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A história acompanha&nbsp;<strong>La Borges</strong>&nbsp;(Gladys Guerra),&nbsp;<strong>La Gallega</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>La Zurda</strong>, interpretadas respectivamente por&nbsp;<strong>Carolina Ramírez</strong>,&nbsp;<strong>Valentina Zenere</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Ana Rujas</strong>. As três mulheres, condenadas a prisão perpétua, encontram-se num momento decisivo das suas vidas: a caminho da prisão de&nbsp;<strong>La Quebrada</strong>, um incidente inesperado marca o destino do grupo e cria um laço indestrutível entre elas e outras reclusas sem historial de detenções.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse elo inicial será fundamental para o que se segue: a adaptação a uma realidade onde o dia a dia é regido por regras não escritas e por “tribos” que dominam cada recanto do estabelecimento prisional.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Sobreviver, resistir e encontrar um lugar</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que um simples drama carcerário,&nbsp;<em>Na Lama</em>&nbsp;explora as estratégias de sobrevivência física e emocional num ambiente que desafia constantemente os limites das protagonistas. Ao longo da temporada, vemos como a experiência pessoal de cada uma — com as suas forças e fragilidades — se transforma numa arma para enfrentar o regime e conquistar algum espaço de autonomia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O confinamento e a ausência total de liberdade não são apenas o pano de fundo, mas o motor narrativo que obriga estas mulheres a reinventar-se. O confronto com outras “tribos”, a luta por direitos e regalias e o peso da rotina opressiva moldam cada decisão e alimentam tensões permanentes.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Laços que resistem às grades</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Se no interior as batalhas são diárias, no exterior existe uma guerra silenciosa para manter vivas as ligações com quem ficou de fora. A série dá especial atenção a esses fios de esperança: telefonemas, visitas e lembranças que se tornam âncoras emocionais. É este contacto com a família e com as pessoas amadas que sustenta a resistência e mantém acesa a possibilidade — ainda que remota — de recuperar a liberdade.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>“Las embarradas” e o significado de uma nova identidade</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo sem procurarem destaque, La Borges, La Gallega e La Zurda acabam por ganhar uma alcunha:&nbsp;<strong>“Las embarradas”</strong>. Um nome que, mais do que rótulo, simboliza a transformação inevitável provocada pela prisão. As antigas motivações e planos de vida dão lugar a um instinto primário de adaptação e resiliência, onde a sobrevivência e a união do grupo se tornam prioridades absolutas.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Uma aposta forte da Netflix no drama social</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Ao apostar num enredo carregado de realismo,&nbsp;<em>Na Lama</em>&nbsp;distancia-se de produções glamorizadas e aproxima-se de uma representação crua da vida atrás das grades. É um retrato duro e sem filtros de como o sistema prisional molda — e por vezes destrói — a identidade de quem nele vive.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com interpretações intensas e uma narrativa que não foge à dureza do tema, esta série argentina insere-se na linha de produções que usam o drama como ferramenta de reflexão social.</p>
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