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	<title>Amanda Seyfried &#8211; Clube de Cinema</title>
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	<title>Amanda Seyfried &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>O trailer final de The Testament of Ann Lee promete uma experiência cinematográfica arrebatadora</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luisa Jorge]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jan 2026 16:19:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Meio]]></category>
		<category><![CDATA[A Chegar]]></category>
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		<category><![CDATA[cinema espiritual]]></category>
		<category><![CDATA[filme Shakers]]></category>
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					<description><![CDATA[Amanda Seyfried lidera um filme musical e espiritual que já é apontado como um dos mais marcantes do ano A Searchlight Pictures divulgou finalmente o trailer completo de The Testament of Ann Lee, um filme que tem vindo a gerar um entusiasmo raro desde a sua estreia no Venice Film Festival de 2025. A nova obra de Mona Fastvold, cineasta associada [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>Amanda Seyfried lidera um filme musical e espiritual que já é apontado como um dos mais marcantes do ano</strong></p>



<p>A <strong>Searchlight Pictures</strong> divulgou finalmente o trailer completo de <em>The Testament of Ann Lee</em>, um filme que tem vindo a gerar um entusiasmo raro desde a sua estreia no <strong>Venice Film Festival</strong> de 2025. A nova obra de <strong>Mona Fastvold</strong>, cineasta associada ao aclamado <em>The Brutalist</em>, é descrita por muitos como uma verdadeira revelação cinematográfica — e o trailer confirma que não se trata de exagero.</p>



<p>ler também: <a href="https://clubedecinema.pt/nomeacoes-dos-actor-awards-2026-televisao-e-cinema-disputam-um-dos-premios-mais-prestigiados-de-hollywood/">Nomeações dos Actor Awards 2026: televisão e cinema disputam um dos prémios mais prestigiados de Hollywood</a></p>



<p>Baseado numa história inteiramente real, o filme acompanha a vida de Ann Lee, figura central do movimento religioso conhecido como Shakers. Nascida em Inglaterra no século XVIII, Ann Lee foi proclamada pelos seus seguidores como a encarnação feminina de Cristo, liderando a fundação de uma comunidade utópica na América, assente na igualdade de género, na vida comunitária e numa espiritualidade expressa através da música e da dança.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Uma performance transformadora de Amanda Seyfried</strong></h2>



<p>No papel principal surge <strong><a href="https://clubedecinema.pt/?s=Amanda+Seyfried" data-type="link" data-id="https://clubedecinema.pt/?s=Amanda+Seyfried">Amanda Seyfried</a></strong>, numa das interpretações mais ousadas e transformadoras da sua carreira. O trailer revela uma personagem intensa, carismática e profundamente física, capaz de conduzir multidões apenas com a força da convicção e da voz. Ao seu lado, o elenco reúne nomes como <strong>Thomasin McKenzie</strong>, <strong>Lewis Pullman</strong>, <strong>Tim Blake Nelson</strong> e <strong>Christopher Abbott</strong>, compondo um conjunto notável.</p>



<p>Um dos elementos mais impressionantes do filme é a sua abordagem musical. A coreografia, assinada por <strong>Celia Rowlson-Hall</strong>, transforma os hinos tradicionais dos Shakers em momentos de puro transe cinematográfico, enquanto a banda sonora original, da autoria do vencedor do Óscar <strong>Daniel Blumberg</strong>, reforça a dimensão emocional e espiritual da narrativa.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um cinema sensorial, físico e espiritual</strong></h2>



<p>O trailer deixa claro que&nbsp;<em>The Testament of Ann Lee</em>&nbsp;não é um biopic convencional. Fastvold opta por um cinema sensorial, onde corpo, som e movimento são tão importantes quanto o texto. A câmara acompanha rituais colectivos, danças extáticas e momentos de silêncio quase sagrado, criando uma experiência que parece mais próxima de um acto de fé do que de uma simples sessão de cinema.</p>



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<p>O filme explora tanto a exaltação como o sofrimento inerentes à tentativa de construir uma utopia, sem cair em leituras simplistas. Ann Lee surge como líder visionária, mas também como figura humana, sujeita a dúvidas, dor e sacrifício.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um acontecimento cinematográfico a não perder</strong></h2>



<p>Estreado inicialmente em salas seleccionadas no dia de Natal de 2025, incluindo exibições em 70mm,&nbsp;<em>The Testament of Ann Lee</em>&nbsp;continua agora a alargar a sua distribuição durante os meses de Inverno. Para quem procura cinema ambicioso, exigente e profundamente original, este é um daqueles raros filmes que justificam plenamente a ida à sala.</p>



<p>ler também: <a href="https://clubedecinema.pt/david-harbour-abandona-behemoth-apos-desgaste-com-o-final-de-stranger-things/">David Harbour abandona Behemoth! após desgaste com o final de Stranger Things</a></p>



<p>Mais do que um simples retrato histórico, o filme afirma-se como uma experiência arrebatadora sobre fé, comunidade e o poder transformador da arte.</p>
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		<title>“Sem Tempo” — Quando o Tempo se Torna Dinheiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elson Baessa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2025 15:51:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Em Casa]]></category>
		<category><![CDATA[Televisão]]></category>
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		<category><![CDATA[Cillian Murphy]]></category>
		<category><![CDATA[crítica social]]></category>
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					<description><![CDATA[Um futuro onde o relógio dita a vida Num futuro não muito distante, o dinheiro deixou de ser a medida de valor. Em&#160;Sem Tempo&#160;(In Time, 2011),&#160;Andrew Niccol, o realizador de&#160;Gattaca&#160;e argumentista de&#160;The Truman Show, imagina uma sociedade onde&#160;o tempo de vida é literalmente a moeda corrente. Cada pessoa tem um contador luminoso no antebraço que [&#8230;]]]></description>
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<h3 class="wp-block-heading"><strong>Um futuro onde o relógio dita a vida</strong></h3>



<p>Num futuro não muito distante, o dinheiro deixou de ser a medida de valor. Em&nbsp;<em>Sem Tempo</em>&nbsp;(<em>In Time</em>, 2011),&nbsp;<strong>Andrew Niccol</strong>, o realizador de&nbsp;<em>Gattaca</em>&nbsp;e argumentista de&nbsp;<em>The Truman Show</em>, imagina uma sociedade onde&nbsp;<strong>o tempo de vida é literalmente a moeda corrente</strong>. Cada pessoa tem um contador luminoso no antebraço que indica quanto tempo lhe resta. Trabalhar dá tempo; gastar, custa tempo. E quando o relógio chega a zero, o coração pára.</p>



<p>ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/kathryn-bigelow-a-mestra-da-tensao-que-mudou-as-regras-de-hollywood/">Kathryn Bigelow — A Mestra da Tensão Que Mudou as Regras de Hollywood</a></p>



<p>A ideia é tão simples quanto perturbadora: as desigualdades sociais deixaram de se medir em riqueza, mas em segundos. Os ricos vivem séculos, praticamente imortais; os pobres lutam dia após dia por mais umas horas de existência.</p>



<p>É neste mundo de injustiça programada que conhecemos&nbsp;<strong>Will Salas (Justin Timberlake)</strong>, um jovem operário da zona pobre que, por acaso do destino, recebe uma fortuna em tempo. A sua nova riqueza transforma-o num alvo — e num fugitivo. Ao lado de&nbsp;<strong>Sylvia Weis (Amanda Seyfried)</strong>, filha de um magnata que controla as “bancas do tempo”, Will decide desafiar o sistema e devolver os minutos roubados aos que vivem condenados à pressa.</p>



<p></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Entre a ficção científica e a crítica social</strong></h4>



<p>Andrew Niccol constrói uma parábola moral de precisão quase matemática. O conceito do tempo como moeda é uma metáfora poderosa para o capitalismo extremo, onde cada segundo tem preço e a vida humana se transforma num bem transacionável. A estética do filme — fria, limpa, sem excessos — reforça essa sensação de artificialidade e controlo.</p>



<p><em>Sem Tempo</em>&nbsp;é um daqueles filmes em que a ficção científica serve de espelho à realidade. O contraste entre os distritos miseráveis de Dayton e as luxuosas “zonas temporais” dos mais abastados lembra uma versão futurista de&nbsp;<em>Metrópolis</em>&nbsp;com estética&nbsp;<em>retro-futurista</em>, onde carros clássicos deslizam por ruas impecáveis enquanto, nas sombras, as massas lutam por respirar.</p>



<p></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Performances e energia</strong></h4>



<p><strong>Justin Timberlake</strong>, num dos papéis mais sérios da sua carreira, surpreende ao equilibrar vulnerabilidade e revolta.&nbsp;<strong>Amanda Seyfried</strong>&nbsp;é o contraponto ideal — fria e ingénua no início, cúmplice e ousada à medida que o filme acelera. E&nbsp;<strong>Cillian Murphy</strong>, como o impiedoso “guarda do tempo”, empresta à narrativa a tensão necessária para manter o público colado ao ecrã.</p>



<p>O ritmo do filme é constante, quase como o tique-taque de um relógio. Niccol filma perseguições elegantes, diálogos curtos e olhares carregados de urgência. Há um charme particular em ver a ficção científica tratada com esta clareza moral: aqui, a ação e a ideia correm lado a lado, sem que nenhuma se perca no caminho.</p>



<p></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Um filme que nos deixa a pensar</strong></h4>



<p>Apesar de algumas críticas que apontaram falhas no desenvolvimento do enredo,&nbsp;<em>Sem Tempo</em>&nbsp;mantém um encanto próprio. A sua força não está na complexidade do argumento, mas na simplicidade da metáfora — e na forma como esta ressoa em tempos de desigualdade crescente. Num mundo onde a expressão “tempo é dinheiro” nunca foi tão literal, Niccol lembra-nos que o tempo, mais do que uma moeda, é o que nos torna humanos.</p>



<p>ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/michelle-pfeiffer-traz-espirito-natalicio-e-rebeldia-em-oh-what-fun-a-nova-comedia-festiva-da-prime-video/">Michelle Pfeiffer Traz Espírito Natalício e Rebeldia em “Oh. What. Fun.” — A Nova Comédia Festiva da Prime Video</a></p>



<p>O resultado é um filme elegante e provocador, que mistura ação, romance e filosofia numa só corrida contra o inevitável. Ao final, o espectador fica com a sensação de ter desperdiçado nada — apenas de ter gasto quase duas horas da melhor forma possível: a pensar no valor do próprio tempo.</p>



<p>Marque na sua agenda para quinta-feira 13 de Novembro  às 22:30 no canal Cinemundo.</p>



<p></p>
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		<title>The Housemaid: Sydney Sweeney e Amanda Seyfried Trazem Segredos Perigosos no Novo Thriller de Paul Feig</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Sep 2025 18:40:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Uma mansão, duas mulheres e muitos segredos A Lionsgate revelou o primeiro trailer de&#160;The Housemaid, o novo thriller de Paul Feig que promete misturar tensão, segredos e personagens imperfeitas. Protagonizado por Sydney Sweeney e Amanda Seyfried, o filme chega aos cinemas a&#160;19 de dezembro de 2025, adaptando o bestseller homónimo de Freida McFadden. A história [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Uma mansão, duas mulheres e muitos segredos</strong></p>



<p>A Lionsgate revelou o primeiro trailer de&nbsp;<em>The Housemaid</em>, o novo thriller de Paul Feig que promete misturar tensão, segredos e personagens imperfeitas. Protagonizado por Sydney Sweeney e Amanda Seyfried, o filme chega aos cinemas a&nbsp;<strong>19 de dezembro de 2025</strong>, adaptando o bestseller homónimo de Freida McFadden.</p>



<p>A história acompanha Millie (Sweeney), uma jovem desesperada por trabalho que aceita ser empregada doméstica de Nina (Seyfried) e Andrew (Brandon Sklenar). O que começa como uma oportunidade de sobrevivência rapidamente se transforma num jogo de desconfianças e revelações perturbadoras, à medida que Millie descobre que o casal esconde segredos obscuros dentro da mansão onde vive.</p>



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<p>ver também: <a href="https://www.clubedecinema.pt/morreu-robert-redford-o-ultimo-grande-icone-de-hollywood-e-guardiao-do-cinema-independente/">Morreu Robert Redford: O Último Grande Ícone de Hollywood e Guardião do Cinema Independente</a></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Do riso ao suspense: Paul Feig troca de registo</strong></h3>



<p>Conhecido pelas suas comédias (<em>Bridesmaids</em>,&nbsp;<em>Spy</em>,&nbsp;<em>Last Christmas</em>), Paul Feig aventurou-se aqui num território mais sombrio. O realizador confessou que foi precisamente a combinação entre “tensão, sustos e humor” que o atraiu para a história: “Foi um sonho tornado realidade.”</p>



<p>O argumento foi escrito por Rebecca Sonnenshine (<em>The Boys</em>,&nbsp;<em>Stranger Things</em>), que adaptou o romance publicado em 2022. Além de Sweeney, Seyfried e Sklenar, o elenco conta ainda com Michele Morrone e Elizabeth Perkins.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Um projeto feito com paixão</strong></h3>



<p>Para Sydney Sweeney, que acumula também créditos como produtora executiva, o projeto teve um sabor especial. Fã assumida da trilogia literária de McFadden, a atriz revelou ter lido os três livros em apenas uma semana: “Não conseguia parar. As personagens são falhadas, são caóticas — e isso é fascinante.”</p>



<p>Amanda Seyfried, por sua vez, acrescenta peso dramático ao elenco, trazendo a elegância e intensidade que lhe valeram nomeações aos Óscares e aos Emmys. Juntas, as duas atrizes prometem transformar&nbsp;<em>The Housemaid</em>&nbsp;num duelo psicológico capaz de prender o público até ao último minuto.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Expectativas em alta</strong></h3>



<p>Depois da apresentação de imagens exclusivas no CinemaCon em abril, a antecipação em torno do filme só cresceu. Com um realizador habituado ao humor, mas agora rendido ao suspense, e duas protagonistas em ascensão e maturidade,&nbsp;<em>The Housemaid</em>&nbsp;pode ser um dos thrillers mais comentados do final de 2025.</p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/festa-do-cinema-frances-2025-retrospetiva-a-alain-delon-e-mais-de-60-filmes-em-destaque/">Festa do Cinema Francês 2025: Retrospetiva a Alain Delon e Mais de 60 Filmes em Destaque</a></p>
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		<title>Amanda Seyfried Brilha em Veneza como Ann Lee: A Feminista Shaker Esquecida pela História ✨🎬</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Sep 2025 09:06:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nas Salas]]></category>
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		<category><![CDATA[feminismo no cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Festival de Veneza 2025]]></category>
		<category><![CDATA[IndieWire]]></category>
		<category><![CDATA[Mona Fastvold]]></category>
		<category><![CDATA[movimento Shaker]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma figura quase apagada da memória O Festival de Veneza abriu espaço para uma das personagens mais improváveis a surgir no grande ecrã em 2025:&#160;Ann Lee, fundadora do movimento religioso Shaker no século XVIII e considerada por muitos como uma das primeiras feministas americanas. Em&#160;The Testament of Ann Lee, realizado por Mona Fastvold, Amanda Seyfried [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Uma figura quase apagada da memória</strong></p>



<p>O Festival de Veneza abriu espaço para uma das personagens mais improváveis a surgir no grande ecrã em 2025:&nbsp;<strong>Ann Lee</strong>, fundadora do movimento religioso Shaker no século XVIII e considerada por muitos como uma das primeiras feministas americanas. Em&nbsp;<em>The Testament of Ann Lee</em>, realizado por Mona Fastvold, Amanda Seyfried encarna esta figura que, segundo a cineasta, estava “à beira de ser apagada da memória”.</p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/tom-holland-assume-diagnostico-de-phda-e-explica-como-isso-afeta-a-sua-carreira-%f0%9f%8e%ad%f0%9f%95%b7%ef%b8%8f/">Tom Holland Assume Diagnóstico de PHDA e Explica Como Isso Afeta a Sua Carreira <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ad.png" alt="🎭" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f577.png" alt="🕷" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>



<p>Nascida em 1736 em Manchester, Inglaterra, Ann Lee — conhecida entre os seguidores como&nbsp;<em>Mãe Ann</em>&nbsp;— liderou uma comunidade que defendia a igualdade entre sexos, a paz, a empatia e o trabalho manual como forma de oração. Uma proposta radical para o seu tempo, que ainda hoje ressoa com surpreendente atualidade.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="538" src="https://www.clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/09/102864-THE_TESTAMENT_OF_ANN_LEE_-_Actress_Amanda_Sefried-H-2025-1024x538.webp" alt="" class="wp-image-19226" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/09/102864-THE_TESTAMENT_OF_ANN_LEE_-_Actress_Amanda_Sefried-H-2025-1024x538.webp 1024w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/09/102864-THE_TESTAMENT_OF_ANN_LEE_-_Actress_Amanda_Sefried-H-2025-300x158.webp 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/09/102864-THE_TESTAMENT_OF_ANN_LEE_-_Actress_Amanda_Sefried-H-2025-768x403.webp 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/09/102864-THE_TESTAMENT_OF_ANN_LEE_-_Actress_Amanda_Sefried-H-2025.webp 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um biopic entre o transe e a espiritualidade</strong></h2>



<p>Descrito pela IndieWire como um “biopic especulativo, febril e totalmente arrebatador”, o filme aproxima-se de um musical, dando especial destaque à música e à dança, elementos centrais do culto Shaker. Para os membros deste movimento, o canto e o movimento em transe eram uma forma de ligação espiritual, uma oração física e coletiva.</p>



<p>O compositor&nbsp;<strong>Daniel Blumberg</strong>, vencedor de um Óscar este ano pela banda sonora de&nbsp;<em>O Brutalista</em>, volta a colaborar com Fastvold, revisitando os hinos Shaker e dando-lhes uma nova vida.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Da investigação histórica ao cinema de autor</strong></h2>



<p>Mona Fastvold, que coescreveu o guião com Brady Corbet (seu parceiro e realizador de&nbsp;<em>O Brutalista</em>), descobriu Ann Lee durante uma pesquisa sobre movimentos religiosos nos Estados Unidos do final do século XVIII. Em 1774, Ann emigrou com alguns discípulos para Nova Iorque, fugindo à perseguição religiosa em Inglaterra, e fundou uma comunidade que, no seu auge, chegou a contar com seis mil seguidores espalhados por 19 comunidades.</p>



<p>Hoje restam apenas três membros Shaker, mas o legado sobrevive, sobretudo através da arquitetura e do mobiliário, conhecido pela sua estética minimalista e funcionalidade — peças que ainda hoje fascinam designers e colecionadores.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um olhar feminino sobre um ícone espiritual</strong></h2>



<p>Para Fastvold, a inspiração foi clara:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Todos os grandes ícones masculinos receberam este tratamento, como Jesus Cristo ou Joana d’Arc. Porque não dar o mesmo a uma mulher desconhecida?”</p>
</blockquote>



<p>A realizadora não quis criar propaganda, mas antes tratar Ann Lee com amor e respeito, reconhecendo a sua visão de comunidade, bondade e empatia. Seyfried, pela sua vez, entrega uma interpretação intensa, transformando Ann Lee num ícone cinematográfico tão humano quanto espiritual.</p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/south-park-vai-longe-demais-satanas-surge-gravido-de-donald-trump-no-novo-episodio-%f0%9f%91%b9%f0%9f%a4%b0%f0%9f%87%ba%f0%9f%87%b8/">South Park Vai Longe Demais? Satanás Surge ‘Grávido’ de Donald Trump no Novo Episódio <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f479.png" alt="👹" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f930.png" alt="🤰" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f1fa-1f1f8.png" alt="🇺🇸" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>



<p>Com&nbsp;<em>The Testament of Ann Lee</em>, Mona Fastvold reafirma-se como uma das vozes mais interessantes do cinema de autor contemporâneo, recuperando uma figura feminina que, até agora, permanecia quase esquecida pela História.</p>
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		<title>Rachel Brosnahan não tem paciência para choradinhos sobre filmes de super-heróis: “Ou fazes, ou não fazes” 🦸‍♀️💬</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jun 2025 10:02:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Meio]]></category>
		<category><![CDATA[A Chegar]]></category>
		<category><![CDATA[Amanda Seyfried]]></category>
		<category><![CDATA[DC Studios]]></category>
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<p><strong>A nova Lois Lane deixa recado aos actores arrependidos: “Depois não venham fazer queixinhas”</strong></p>



<p>Rachel Brosnahan está prestes a conquistar o ecrã como Lois Lane no novo&nbsp;<em>Superman</em>&nbsp;de James Gunn, com estreia marcada para 11 de Julho. Mas antes de entrarmos em órbita com a nova visão do Homem de Aço, a actriz deixou um recado bem direto a todos os colegas que aceitam papéis em filmes de super-heróis… só para depois os desdenharem em entrevistas.</p>



<p>ver também: <a href="https://www.clubedecinema.pt/heather-burns-quer-voltar-ao-palco-de-miss-detective-3-e-nos-tambem-%f0%9f%91%91%e2%9c%a8/">Heather Burns quer voltar ao palco de Miss Detective 3 — e nós também! <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f451.png" alt="👑" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2728.png" alt="✨" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>



<p>Numa conversa publicada pela&nbsp;<em>Interview Magazine</em>, Brosnahan partilhou o sofá (e o microfone) com Amanda Seyfried e não teve papas na língua:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Não percebo porque é que se diz que sim e depois se vira o bico ao prego”, disse.</p>
</blockquote>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Durante um tempo parecia que era fixe gozar com filmes de super-heróis, olhar para trás e desdenhar. Ou fazes, ou não fazes — e depois defende a tua escolha.”</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Seyfried recusa o rótulo: “Não é só um filme de super-heróis”</strong></h2>



<p>Apesar de nunca ter participado num projecto do género, Amanda Seyfried esteve quase a entrar no universo Marvel. A actriz revelou que foi convidada para o papel de Gamora em&nbsp;<em>Guardiões da Galáxia</em>&nbsp;(que acabou por ir para Zoe Saldaña). Ironicamente, tal como&nbsp;<em>Superman</em>, também esse filme foi realizado por James Gunn.</p>



<p>E Seyfried concorda com Brosnahan:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Honestamente, acho que nem devíamos chamar-lhe ‘filme de super-heróis’. Não é só isso. Acho que as pessoas vão perceber isso quando virem [o novo&nbsp;<em>Superman</em>]. É importante ter este tipo de herói — alguém que só quer fazer o bem.”</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Actuar com… criaturas invisíveis</strong></h2>



<p>As duas atrizes também partilharam experiências curiosas com efeitos visuais e criaturas digitais. Seyfried recordou como, em&nbsp;<em>Ted 2</em>, teve de representar cenas emocionais com uma bola de ténis (que representava o urso falante). Brosnahan respondeu com a sua própria aventura digital no novo&nbsp;<em>Superman</em>&nbsp;— onde contracena com Krypto, o Supercão… que ainda não existia durante as filmagens.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Não havia lá nada”, contou a actriz. “O James estava com um microfone gigante algures, a gritar: ‘Rachel, acabaste de enfiar a mão através do cão. Pára de pôr a mão no cão!’”</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um Superman que quer mudar a conversa</strong></h2>



<p>Com estreia marcada para 11 de Julho, o novo&nbsp;<em>Superman</em>&nbsp;promete dar um novo tom ao género — mais optimista, mais emocional, e menos cínico. E Rachel Brosnahan, que se destacou em&nbsp;<em>The Marvelous Mrs. Maisel</em>, parece estar determinada a levar a sério não só o papel, mas também o respeito pelo tipo de cinema que tanta gente adora (e consome em massa).</p>



<p>A mensagem está dada: chega de vergonha por vestir capa ou contracenar com cães digitais. Há lugar para tudo — até para um super-herói com alma.</p>



<p>ver também: <a href="https://www.clubedecinema.pt/porque-nao-ganhaste-um-oscar-robin-wright-revela-a-verdade-crua-sobre-house-of-cards/">“Porque Não Ganhaste um Óscar”: Robin Wright Revela a Verdade Crua Sobre House of Cards</a></p>
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