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	<title>A Working Man &#8211; Clube de Cinema</title>
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	<description>Vá lá! Façam Fitas!</description>
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	<title>A Working Man &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>🎬 A Working Man Chega, Vê e Vence: Jason Statham Dá Tareia à Branca de Neve nas Bilheteiras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Mar 2025 10:12:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[A Working Man]]></category>
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					<description><![CDATA[🎬&#160;A Working Man&#160;Chega, Vê e Vence: Jason Statham Dá Tareia à Branca de Neve nas Bilheteiras A Disney já deve estar a preparar a maçã envenenada para outro, porque o conto de fadas que era o novo&#160;Snow Whitevirou rapidamente um pesadelo nas bilheteiras. Quem se riu por último foi Jason Statham com&#160;A Working Man, que [&#8230;]]]></description>
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<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<em>A Working Man</em>&nbsp;Chega, Vê e Vence: Jason Statham Dá Tareia à Branca de Neve nas Bilheteiras</p>



<p>A Disney já deve estar a preparar a maçã envenenada para outro, porque o conto de fadas que era o novo&nbsp;<em>Snow White</em>virou rapidamente um pesadelo nas bilheteiras. Quem se riu por último foi Jason Statham com&nbsp;<em>A Working Man</em>, que deu um murro bem aplicado no box office e conquistou o primeiro lugar com um arranque de 15,2 milhões de dólares em 3.262 salas de cinema.</p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/a24-acerta-em-cheio-com-talk-to-me-terror-australiano-chega-a-netflix-e-ja-tem-continuacao-confirmada/">A24 Acerta em Cheio com “Talk to Me”: Terror Australiano Chega à Netflix e Já Tem Continuação Confirmada!</a></p>



<p>A surpresa foi geral: as previsões colocavam o novo filme da Amazon MGM entre os 10 e 12 milhões, mas o ex-<em>Beekeeper</em>&nbsp;provou que ainda tem muito gás. E, ironicamente, fez quase o mesmo que o seu filme anterior (<em>The Beekeeper</em>, em Janeiro de 2024) que abriu com 16 milhões e acabou com uns robustos 66 milhões nos EUA e mais de 162 milhões a nível mundial.</p>



<p>Enquanto isso,&nbsp;<em>Snow White</em>&nbsp;(a tal nova versão com Rachel Zegler, que já andava a dar que falar pelas polémicas à volta da produção) despencou com estrondo. Caiu uns dolorosos 66% face à estreia e terminou o segundo fim de semana com 14,2 milhões. Ao fim de duas semanas, o remake acumula 66,8 milhões nos EUA e 143,1 milhões no total mundial. Nada animador para um filme que custou mais de 250 milhões e precisava de conquistar todos os quadrantes possíveis.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1fa93.png" alt="🪓" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<em>Statham 1 &#8211; Disney 0</em></p>



<p>Ainda que&nbsp;<em>A Working Man</em>&nbsp;não esteja a ser particularmente mimado pelos críticos, o público está a responder bem: uma nota B no CinemaScore e 84% de aprovação no PostTrak. É, no fundo, aquilo que já se esperava: uma boa dose de pancadaria, Statham a resolver à moda antiga e uma história de redenção no subúrbio. Mais uma vez, o ator britânico mostra que consegue levar um filme às costas, mesmo quando não há abelhas nem explosões a cada 10 minutos.</p>



<p>A Amazon MGM e a Black Bear estão a contar que este “homem trabalhador” siga um percurso semelhante ao de&nbsp;<em>The Beekeeper</em>&nbsp;e recupere com facilidade o investimento de 40 milhões de dólares. Por enquanto, o início é prometedor.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2744.png" alt="❄" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<em>A Branca de Neve Perde o Encantamento</em></p>



<p>Do outro lado,&nbsp;<em>Snow White</em>&nbsp;vai precisando cada vez mais de um milagre (ou de sete anões com experiência em marketing). Com uma estreia fraca e uma queda tão acentuada na segunda semana, torna-se cada vez mais difícil imaginar um final feliz para este remake. O público parece estar dividido entre a nostalgia e a saturação destas reinterpretações live-action que, convenhamos, às vezes só acrescentam filtros de Instagram a clássicos imortais.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f39f.png" alt="🎟" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> E o resto da bilheteira?</p>



<p>•&nbsp;Em terceiro lugar ficou&nbsp;<em>The Chosen: Last Supper</em>, da Fathom Events, com 11,4 milhões — uma estreia sólida para um drama religioso em plena época da Páscoa.</p>



<p>•&nbsp;<em>The Woman in the Yard</em>, da Blumhouse, abriu com 9,45 milhões. Com um orçamento de apenas 12 milhões, o filme ainda pode dar lucro… se resistir ao fraco boca-a-boca (tem apenas 41% no Rotten Tomatoes e um C- no CinemaScore).</p>



<p>•&nbsp;Em quinto lugar aparece a sátira sangrenta&nbsp;<em>Death of a Unicorn</em>, da A24, com Paul Rudd e Jenna Ortega, que abriu com 5,8 milhões e críticas divididas. Tem nota de 55% no Rotten Tomatoes e a tarefa difícil de se manter relevante nas próximas semanas.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c9.png" alt="📉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> O estado geral das bilheteiras não é propriamente de euforia. O total estimado do fim de semana nos EUA ficou pelos 80 milhões, o que representa uma quebra de 42% em relação ao mesmo período do ano passado. As contas do primeiro trimestre também vão ficar aquém, com 1,4 mil milhões acumulados — longe do recorde de 2,9 mil milhões de 2017.</p>



<p>ver também: <a href="https://www.clubedecinema.pt/matthew-lillard-vai-voltar-a-scream-e-esta-aterrorizado-com-a-possibilidade-de-estragar-tudo-%f0%9f%98%b1/">Matthew Lillard Vai Voltar a Scream — e Está “Aterrorizado” com a Possibilidade de Estragar Tudo <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f631.png" alt="😱" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f37f.png" alt="🍿" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Em resumo? O público ainda vai ao cinema, mas parece cada vez mais exigente — ou então está só à espera de&nbsp;<em>Deadpool &amp; Wolverine</em>&nbsp;para voltar em força. Até lá, Statham reina e a Disney talvez esteja a pensar duas vezes antes de se meter com princesas “modernas”.</p>
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		<title>💥 Arianna Rivas e Jason Statham Lado a Lado em A Working Man: “Senti-me Libertada”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Mar 2025 10:21:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nas Salas]]></category>
		<category><![CDATA[A Working Man]]></category>
		<category><![CDATA[Arianna Rivas entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Arianna Rivas Jason Statham]]></category>
		<category><![CDATA[David Ayer novo filme]]></category>
		<category><![CDATA[filme ação 2024]]></category>
		<category><![CDATA[filme de Sylvester Stallone]]></category>
		<category><![CDATA[final A Working Man]]></category>
		<category><![CDATA[protagonistas femininas filmes ação]]></category>
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					<description><![CDATA[Num género muitas vezes dominado por protagonistas masculinos,&#160;A Working Man&#160;chega para abanar as convenções dos filmes de ação. E se&#160;Jason Statham&#160;continua a ser o rosto impassível da vingança implacável,&#160;Arianna Rivas&#160;é a revelação que rouba os holofotes — punho cerrado, algemas nos pulsos e a ferocidade de quem recusa ser uma vítima. ver também : 👻 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Num género muitas vezes dominado por protagonistas masculinos,&nbsp;<em>A Working Man</em>&nbsp;chega para abanar as convenções dos filmes de ação. E se&nbsp;<strong>Jason Statham</strong>&nbsp;continua a ser o rosto impassível da vingança implacável,&nbsp;<strong>Arianna Rivas</strong>&nbsp;é a revelação que rouba os holofotes — punho cerrado, algemas nos pulsos e a ferocidade de quem recusa ser uma vítima.</p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/%f0%9f%91%bb-the-woman-in-the-yard-a-nova-aposta-de-terror-da-blumhouse-que-pode-salvar-2025/"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f47b.png" alt="👻" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> “The Woman in the Yard”: A Nova Aposta de Terror da Blumhouse Que Pode Salvar 2025</a></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Senti-me libertada. Senti-me poderosa, senti-me forte, senti-me radiante”, declarou Rivas à&nbsp;<em>Variety</em>, sobre o momento em que combate lado a lado com Statham na reta final do filme.</p>
</blockquote>



<p>Realizado por&nbsp;<strong>David Ayer</strong>&nbsp;e coescrito por&nbsp;<strong>Sylvester Stallone</strong>,&nbsp;<em>A Working Man</em>&nbsp;é mais do que outro thriller testosterónico. Aqui, a suposta “donzela em perigo” transforma-se numa guerreira decidida, mesmo quando o plano de filmagens muda em cima da hora.</p>



<p><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f6e0.png" alt="🛠" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Statham em modo martelo, Rivas como lâmina afiada</strong></p>



<p>No filme,&nbsp;<strong>Levon Cade (Statham)</strong>&nbsp;é um ex-militar que troca o campo de batalha por uma vida pacata na construção civil. Mas quando&nbsp;<strong>Jenny (Rivas)</strong>, a filha adolescente do seu chefe, é raptada por uma rede de tráfico humano, Levon regressa ao campo de batalha — agora urbano.</p>



<p>O que ninguém esperava era que a jovem Jenny recusasse ficar no papel de espectadora: no clímax, Rivas e Statham combatem juntos, com sangue, suor e cumplicidade.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Eles olham um para o outro e é como se dissessem: ‘Não foste só tu a proteger-me. Eu também te protegi a ti’”, revela&nbsp;<strong>Eddie J. Fernandez</strong>, coordenador de duplos e também ator no filme.</p>
</blockquote>



<p><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Uma revelação em ascensão</strong></p>



<p>Apesar de jovem, Rivas entrou no projeto com uma mentalidade determinada. Fã de clássicos de ação, não hesitou quando viu o nome de Stallone no e-mail: “Foi como um sinal. Sempre adorei a história dele com o&nbsp;<em>Rocky</em>&nbsp;— se ele conseguiu, eu também consigo”.</p>



<p>O resultado? Quatro meses intensivos de treino físico, coreografias e quedas, sempre com antecedência nos ensaios. Fernandez destaca: “Ela é bonita, talentosa, jovem e destemida. Dizia-lhe para estar no ginásio a uma hora e ela já lá estava a aquecer antes do tempo.”</p>



<p><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f525.png" alt="🔥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Técnica, emoção… e improviso</strong></p>



<p>Curiosamente, a sequência mais marcante de Rivas no filme quase não existia da forma como a vemos. Por limitações no calendário de filmagens, a produção teve de reinventar o confronto final entre Jenny e a vilã Artemis (Eve Mauro), onde Rivas combate de mãos algemadas acima da cabeça.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Foi a cena mais difícil. Sentia-me uma peixe fora de água. Tínhamos ensaiado uma luta durante quatro meses… e no fim mudámos tudo em 24 horas. Mas foi incrível quando conseguimos”, partilhou a atriz.</p>
</blockquote>



<p>Ainda assim, o momento sobreviveu graças à química entre os dois protagonistas e à emoção crua que transparece no ecrã. “Estavam os dois exaustos, mas davam tudo. Foi mágico vê-los olhar um para o outro naquela cena”, acrescenta Fernandez.</p>



<p><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f44a.png" alt="👊" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Representação feminina que não precisa de permissão</strong></p>



<p>O mais importante? Rivas não está ali para ser salva. Está ali para salvar. Para lutar. Para marcar a diferença.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Só ver o Jason lançar um murro já era uma aula de representação”, admite a atriz. “Como é que se faz parecer forte sem realmente magoar alguém? Onde é que está o peso? Fiquei fascinada.”</p>
</blockquote>



<p>Essa curiosidade e entrega refletem-se numa performance que não só desafia as normas dos filmes de ação, mas também aponta para um futuro onde&nbsp;<strong>as mulheres não são apenas secundárias — são parte essencial da pancadaria, da narrativa e da vitória.</strong></p>



<p>ver também: <a href="https://www.clubedecinema.pt/%f0%9f%8e%96%ef%b8%8f-warfare-alex-garland-regressa-com-o-seu-filme-mais-brutal-e-intenso-desde-ex-machina/"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f396.png" alt="🎖" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Warfare: Alex Garland regressa com o seu filme mais brutal e intenso desde Ex Machina</a></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>
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		<title>🎬 “A Working Man”: Jason Statham entra em modo “exército de um só homem” numa ode aos clássicos de ação dos anos 80</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nuno Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Mar 2025 09:56:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Meio]]></category>
		<category><![CDATA[A Chegar]]></category>
		<category><![CDATA[A Working Man]]></category>
		<category><![CDATA[David Ayer]]></category>
		<category><![CDATA[estreia A Working Man]]></category>
		<category><![CDATA[filme de ação 2024]]></category>
		<category><![CDATA[filme estilo anos 80]]></category>
		<category><![CDATA[filmes de vingança]]></category>
		<category><![CDATA[Jason Statham]]></category>
		<category><![CDATA[reação crítica A Working Man]]></category>
		<category><![CDATA[Sylvester Stallone argumento]]></category>
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					<description><![CDATA[Se cresceste ao som de balas a voar em&#160;Rambo, socos no estômago à&#160;Commando&#160;e frases icónicas em filmes como&#160;Hard Target&#160;ou&#160;Cobra, então prepara-te:&#160;Jason Statham está de volta ao seu melhor em “A Working Man”, o novo filme de David Ayer que já está a incendiar as redes sociais com primeiras reações entusiasmadas. Com estreia esta sexta-feira, 28 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Se cresceste ao som de balas a voar em&nbsp;<em>Rambo</em>, socos no estômago à&nbsp;<em>Commando</em>&nbsp;e frases icónicas em filmes como&nbsp;<em>Hard Target</em>&nbsp;ou&nbsp;<em>Cobra</em>, então prepara-te:&nbsp;<strong>Jason Statham está de volta ao seu melhor em “A Working Man”</strong>, o novo filme de David Ayer que já está a incendiar as redes sociais com primeiras reações entusiasmadas.</p>



<p>Com estreia esta sexta-feira, 28 de março, o filme tem sido descrito como “um delírio de ação à moda antiga”, daqueles em que o protagonista resolve tudo com os punhos e uma expressão carregada de testosterona. E pelos vistos… é mesmo isso que vamos ter. E ainda bem.</p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/os-10-melhores-filmes-de-jason-statham-segundo-a-collider/" data-type="post" data-id="9021">Os 10 Melhores Filmes de Jason Statham, Segundo a Collider</a></p>



<p><strong>O regresso do herói silencioso (mas letal)</strong></p>



<p><em>A Working Man</em>&nbsp;segue a história de&nbsp;<strong>Levon Cade</strong>, um ex-operacional das forças especiais que deixou a violência para trás para trabalhar em construção civil. Mas quando a filha do seu patrão — que considera família — desaparece, Cade volta à ação. E o que começa como uma missão pessoal de resgate rapidamente se transforma numa batalha contra uma rede de corrupção muito mais profunda do que parecia.</p>



<p>Com um argumento de&nbsp;<strong>David Ayer</strong>&nbsp;(realizador de&nbsp;<em>End of Watch</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Fury</em>) escrito em parceria com&nbsp;<strong>Sylvester Stallone</strong>, e baseado no romance&nbsp;<em>Levon’s Trade</em>&nbsp;de&nbsp;<strong>Chuck Dixon</strong>, este é um filme que&nbsp;<strong>não pede desculpa pela sua violência exagerada nem pela sua nostalgia desavergonhada</strong>.</p>



<p><strong>As primeiras reações: um banho de sangue delicioso</strong></p>



<p>As reações iniciais são unânimes em apontar para um festival de murros, explosões e frases de efeito:</p>



<p>•&nbsp;<strong>Chris Bumbray</strong>&nbsp;(JoBlo) chamou-lhe um “<em>campy B-movie blast</em>”, ou seja, um filme de série B camp, explosivo, que começa com calma mas rapidamente entra em território insano.</p>



<p>•&nbsp;<strong>Courtney Howard</strong>&nbsp;(Variety / AV Club) elogia a “ação carregada de vingança” com uma dose inesperada de sinceridade emocional.</p>



<p>•&nbsp;<strong>Bill Bria</strong>&nbsp;(Slash Film) diz que não é&nbsp;<em>The Beekeeper 2</em>&nbsp;(o recente sucesso de Statham), mas que entrega “porrada à estilo&nbsp;<em>Reacher</em>”, com uma pitada de&nbsp;<em>Rambo</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Hard Target</em>.</p>



<p>Ou seja,&nbsp;<em>A Working Man</em>&nbsp;é exatamente aquilo que promete:&nbsp;<strong>puro entretenimento de ação, com um Jason Statham implacável</strong>, ao melhor estilo dos heróis de VHS dos anos 80.</p>



<p><strong>Um elenco recheado de caras conhecidas</strong></p>



<p>Além de Statham, o filme conta ainda com&nbsp;<strong>Michael Peña</strong>,&nbsp;<strong>David Harbour</strong>&nbsp;(<em>Stranger Things</em>),&nbsp;<strong>Jason Flemyng</strong>,&nbsp;<strong>Merab Ninidze</strong>,&nbsp;<strong>Maximilian Osinski</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Cokey Falkow</strong>, entre outros. Um verdadeiro cocktail de talento para uma história que não precisa de grandes artifícios para cumprir o seu propósito:&nbsp;<strong>entreter com violência coreografada e adrenalina pura</strong>.</p>



<p><strong>O renascimento da ação prática?</strong></p>



<p>Num tempo em que muitos blockbusters se rendem aos efeitos especiais e à estética digital,&nbsp;<em>A Working Man</em>&nbsp;parece apostar&nbsp;<strong>na fisicalidade crua e prática</strong>, com Statham a liderar a carga como um dos últimos grandes heróis de ação física em Hollywood. E com a realização de&nbsp;<strong>David Ayer</strong>, conhecido pelo seu estilo mais sujo e realista, este filme poderá marcar uma&nbsp;<strong>nova fase nos filmes de ação “à moda antiga”</strong>, onde o suor e os hematomas são mais importantes do que o CGI.</p>



<p><strong>A frase de ouro? “Começa como um drama… e acaba como uma carnificina!”</strong></p>



<p>Entre vingança pessoal, redes de tráfico humano, conspirações e toneladas de pontapés,&nbsp;<em>A Working Man</em>&nbsp;parece ter todos os ingredientes para&nbsp;<strong>ser o novo favorito dos fãs hardcore de ação</strong>. E se estás à procura de algo para dar uma sacudidela ao marasmo dos lançamentos atuais, este poderá ser mesmo o filme ideal para sair do sofá e voltar à sala de cinema.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p><strong>Veredito: um regresso triunfante ao ADN dos filmes de ação</strong></p>



<p>Se és fã de&nbsp;<strong>Stallone, Schwarzenegger ou Jean-Claude Van Damme</strong>, vais sentir-te em casa com este novo título. Jason Statham continua a provar que&nbsp;<strong>tem carisma, presença e o físico necessários para manter viva a tradição do “herói de ação à antiga”</strong>&nbsp;— e com um realizador como David Ayer ao leme, há esperança para o futuro do género.</p>



<p><strong>“A Working Man” estreia esta sexta-feira, 28 de março, nas salas de cinema internacionais. Ainda sem data oficial confirmada para Portugal, mas será certamente uma prioridade para os amantes do género.</strong></p>



<p>Se quiseres, posso acompanhar este artigo com sugestões de filmes semelhantes para quem quiser continuar no mesmo estilo depois de ver o filme!</p>



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