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	<title>A Memória do Cheiro das Coisas &#8211; Clube de Cinema</title>
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	<description>Vá lá! Façam Fitas!</description>
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	<title>A Memória do Cheiro das Coisas &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>Estreias da Semana: Dakota Johnson Brilha em “Splitsville”, Wagner Moura Ruma aos Óscares e “Bambi” Volta a Fazer Chorar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elson Baessa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Nov 2025 18:14:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Meio]]></category>
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					<description><![CDATA[De comédias românticas a dramas políticos e clássicos reinventados, as salas de cinema portuguesas enchem-se de estreias imperdíveis — com Dakota Johnson, Wagner Moura, Costa-Gavras e até o eterno Bambi. ler também : John Carpenter Surpreende Fãs ao Sugerir Que The Thing 2 Pode Estar em Desenvolvimento Esta semana, o cinema português recebe um conjunto de estreias [&#8230;]]]></description>
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<p>De comédias românticas a dramas políticos e clássicos reinventados, as salas de cinema portuguesas enchem-se de estreias imperdíveis — com Dakota Johnson, Wagner Moura, Costa-Gavras e até o eterno Bambi.</p>



<p>ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/john-carpenter-surpreende-fas-ao-sugerir-que-the-thing-2-pode-estar-em-desenvolvimento/">John Carpenter Surpreende Fãs ao Sugerir Que The Thing 2 Pode Estar em Desenvolvimento</a></p>



<p>Esta semana, o cinema português recebe um conjunto de estreias que promete agradar a todos os públicos: há amor e ironia com Dakota Johnson, suspense político com Wagner Moura, nostalgia pura com&nbsp;<em>Bambi</em>, e ainda dramas intimistas, animação divertida e até uma nova incursão na saga&nbsp;<em>Predador</em>.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="694" height="1000" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/2f29ff1c-1873-40a5-8d35-76478c0188f3_Image.jpg" alt="" class="wp-image-21149" style="width:845px;height:auto" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/2f29ff1c-1873-40a5-8d35-76478c0188f3_Image.jpg 694w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/2f29ff1c-1873-40a5-8d35-76478c0188f3_Image-208x300.jpg 208w" sizes="(max-width: 694px) 100vw, 694px" /></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f98c.png" alt="🦌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> “Bambi, Uma Vida nos Bosques” — um regresso com lágrimas à mistura</strong></h3>



<p>Poucos filmes marcaram tantas infâncias como&nbsp;<em>Bambi</em>. O pequeno veado órfão que emocionou gerações volta agora em formato&nbsp;<em>live action</em>, sob o olhar sensível de&nbsp;<strong>Michel Fessler</strong>. A novidade? Não é um filme da Disney, mas sim uma produção francesa da&nbsp;<strong>Gébéka Films</strong>, que aposta num tom mais naturalista e melancólico.</p>



<p>A história acompanha o nascimento, crescimento e amadurecimento de Bambi — um corço que aprende sobre amor, perda e sobrevivência na floresta. As vozes de&nbsp;<strong>Mylène Farmer</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Senta Berger</strong>&nbsp;dão vida a esta recriação que promete arrancar lágrimas e memórias.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img decoding="async" width="310" height="420" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/04712910ab37ea0722ef92320cf4e1ca.jpg" alt="" class="wp-image-21148" style="width:845px;height:auto" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/04712910ab37ea0722ef92320cf4e1ca.jpg 310w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/04712910ab37ea0722ef92320cf4e1ca-221x300.jpg 221w" sizes="(max-width: 310px) 100vw, 310px" /></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f1e7-1f1f7.png" alt="🇧🇷" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> “O Agente Secreto” — Wagner Moura em modo espionagem</strong></h3>



<p>Depois de&nbsp;<em>Ainda Estou Aqui</em>&nbsp;ter feito história nos Óscares, o Brasil apresenta um novo candidato:&nbsp;<em>O Agente Secreto</em>, de&nbsp;<strong>Kleber Mendonça Filho</strong>, autor de&nbsp;<em>Bacurau</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Aquarius</em>. A ação decorre em&nbsp;<strong>1977</strong>, durante a ditadura militar, e segue&nbsp;<strong>Marcelo</strong>, um professor que tenta começar de novo em Recife — até se ver enredado num perigoso jogo de espionagem e paranoia política.</p>



<p>Com&nbsp;<strong>Wagner Moura</strong>&nbsp;no papel principal, o filme alia crítica social a suspense clássico e está a ser apontado como um dos grandes favoritos à corrida pelos prémios internacionais. O elenco inclui ainda&nbsp;<strong>Gabriel Leone</strong>,&nbsp;<strong>Alice Carvalho</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Carlos Francisco</strong>, numa obra que combina tensão, memória histórica e estética meticulosa.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="577" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/Michael-Angelo-Covino-Kyle-Marvin-Adria-Arjona-and-Dakota-Johnson-in-SPLITSVILLE.jpg-1024x577.webp" alt="" class="wp-image-21147" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/Michael-Angelo-Covino-Kyle-Marvin-Adria-Arjona-and-Dakota-Johnson-in-SPLITSVILLE.jpg-1024x577.webp 1024w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/Michael-Angelo-Covino-Kyle-Marvin-Adria-Arjona-and-Dakota-Johnson-in-SPLITSVILLE.jpg-300x169.webp 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/Michael-Angelo-Covino-Kyle-Marvin-Adria-Arjona-and-Dakota-Johnson-in-SPLITSVILLE.jpg-768x432.webp 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/Michael-Angelo-Covino-Kyle-Marvin-Adria-Arjona-and-Dakota-Johnson-in-SPLITSVILLE.jpg-1536x865.webp 1536w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/Michael-Angelo-Covino-Kyle-Marvin-Adria-Arjona-and-Dakota-Johnson-in-SPLITSVILLE.jpg.webp 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f494.png" alt="💔" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> “Splitsville – Amor em Maus Lençóis” — Dakota Johnson em modo feel-good</strong></h3>



<p>Depois de uma sequência de filmes menos felizes,&nbsp;<strong>Dakota Johnson</strong>&nbsp;regressa em grande forma com&nbsp;<em>Splitsville – Amor em Maus Lençóis</em>, de&nbsp;<strong>Michael Angelo Covino</strong>, que soma&nbsp;<strong>85% de aprovação no Rotten Tomatoes</strong>.</p>



<p>A história centra-se em&nbsp;<strong>Carey</strong>, que vê o casamento ruir e decide procurar apoio entre amigos, acabando por explorar o conceito de um relacionamento aberto. O que começa como uma experiência libertadora transforma-se num caos emocional — com muito humor e ironia à mistura.</p>



<p>Com&nbsp;<strong>Adria Arjona</strong>,&nbsp;<strong>Nicholas Braun</strong>&nbsp;(<em>Succession</em>) e&nbsp;<strong>O-T Fagbenle</strong>, esta é uma comédia romântica moderna, divertida e surpreendentemente inteligente, apontada por muitos como “a melhor do ano”.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="686" height="386" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/hq720.jpg" alt="" class="wp-image-21146" style="width:845px;height:auto" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/hq720.jpg 686w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/hq720-300x169.jpg 300w" sizes="(max-width: 686px) 100vw, 686px" /></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f1f5-1f1f9.png" alt="🇵🇹" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> “A Memória do Cheiro das Coisas” — o peso da guerra e a ternura da memória</strong></h3>



<p>Do realizador&nbsp;<strong>António Ferreira</strong>, chega uma das produções portuguesas mais sensíveis do ano.&nbsp;<em>A Memória do Cheiro das Coisas</em>&nbsp;é uma coprodução luso-brasileira que acompanha&nbsp;<strong>António</strong>, um ex-soldado da Guerra Colonial obrigado a viver num lar, onde é confrontado com as memórias do passado e com uma inesperada amizade com a sua cuidadora.</p>



<p>Com interpretações poderosas de&nbsp;<strong>Mina Andala</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>José Martins</strong>, o filme fala sobre trauma, envelhecimento e reconciliação — temas universais tratados com poesia e delicadeza.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/maxresdefault-1-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-21145" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/maxresdefault-1-1024x576.jpg 1024w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/maxresdefault-1-300x169.jpg 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/maxresdefault-1-768x432.jpg 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/maxresdefault-1.jpg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f43a.png" alt="🐺" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> “200% Lobo” — diversão para os mais novos</strong></h3>



<p>Nesta sequela da animação australiana&nbsp;<em>100% Lobo</em>, o jovem&nbsp;<strong>Freddy Lupin</strong>&nbsp;sonha ser mais lobo do que cão. Mas um desejo mal formulado transforma-o num lobisomem desastrado, e, para piorar, acaba por libertar um duende da Lua na Terra.</p>



<p>Com vozes de&nbsp;<strong>Samara Weaving</strong>,&nbsp;<strong>Jennifer Saunders</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Ilai Swindells</strong>, esta é uma aventura leve e colorida que mistura ação, comédia e amizade — ideal para sessões em família.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="717" height="1024" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/MV5BNDEzNGQ5Y2QtZTAyNy00ZmNhLTk2OGEtM2NjNGI1ZGEzNjc0XkEyXkFqcGc@._V1_-717x1024.jpg" alt="" class="wp-image-21144" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/MV5BNDEzNGQ5Y2QtZTAyNy00ZmNhLTk2OGEtM2NjNGI1ZGEzNjc0XkEyXkFqcGc@._V1_-717x1024.jpg 717w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/MV5BNDEzNGQ5Y2QtZTAyNy00ZmNhLTk2OGEtM2NjNGI1ZGEzNjc0XkEyXkFqcGc@._V1_-210x300.jpg 210w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/MV5BNDEzNGQ5Y2QtZTAyNy00ZmNhLTk2OGEtM2NjNGI1ZGEzNjc0XkEyXkFqcGc@._V1_-768x1097.jpg 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/MV5BNDEzNGQ5Y2QtZTAyNy00ZmNhLTk2OGEtM2NjNGI1ZGEzNjc0XkEyXkFqcGc@._V1_-1075x1536.jpg 1075w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/MV5BNDEzNGQ5Y2QtZTAyNy00ZmNhLTk2OGEtM2NjNGI1ZGEzNjc0XkEyXkFqcGc@._V1_-1434x2048.jpg 1434w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/MV5BNDEzNGQ5Y2QtZTAyNy00ZmNhLTk2OGEtM2NjNGI1ZGEzNjc0XkEyXkFqcGc@._V1_-scaled.jpg 1792w" sizes="(max-width: 717px) 100vw, 717px" /></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ad.png" alt="🎭" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> “55” — crime, redenção e humanidade nas ruas de Bombaim</strong></h3>



<p>Depois de um longo percurso em festivais, o filme&nbsp;<strong>“55”</strong>, de&nbsp;<strong>Shyam Madiraju</strong>, chega finalmente às salas portuguesas. Produzido entre a Índia e os Estados Unidos, acompanha&nbsp;<strong>55</strong>, um jovem órfão que sobrevive como carteirista nas ruas de Bombaim.</p>



<p>Quando se cruza com a filha de uma das suas vítimas, inicia uma jornada de redenção e descoberta pessoal. O elenco é liderado por&nbsp;<strong>Emraan Hashmi</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Rizwan Shaikh</strong>, num drama intenso que combina realismo social e emoção.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="541" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/2042505-1024x541.jpeg" alt="" class="wp-image-21143" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/2042505-1024x541.jpeg 1024w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/2042505-300x159.jpeg 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/2042505-768x406.jpeg 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/2042505-1536x812.jpeg 1536w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/2042505.jpeg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4a8.png" alt="💨" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> “O Último Suspiro” — Costa-Gavras reflete sobre a vida e a morte</strong></h3>



<p>O mestre grego&nbsp;<strong>Costa-Gavras</strong>&nbsp;regressa com&nbsp;<em>O Último Suspiro</em>, uma meditação sobre a mortalidade, o luto e o sentido da vida. O filme acompanha&nbsp;<strong>Fabrice</strong>, um escritor que, ao visitar um hospital parisiense, conhece um médico de cuidados paliativos e confronta-se com o sofrimento e a dignidade dos pacientes.</p>



<p>Com&nbsp;<strong>Denis Podalydès</strong>,&nbsp;<strong>Charlotte Rampling</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Kad Merad</strong>, esta é uma obra profunda e humanista, fiel ao estilo político e existencial de Costa-Gavras, que aqui troca a denúncia pela contemplação.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="754" height="424" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/ed57ad940ce4bf7a31f202b4b1745ea9-754x424-1.jpg" alt="" class="wp-image-21142" style="width:845px;height:auto" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/ed57ad940ce4bf7a31f202b4b1745ea9-754x424-1.jpg 754w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2025/11/ed57ad940ce4bf7a31f202b4b1745ea9-754x424-1-300x169.jpg 300w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f47d.png" alt="👽" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> “Predador: Badlands” — o regresso de um ícone da ficção científica</strong></h3>



<p>Da mente de&nbsp;<strong>Dan Trachtenberg</strong>&nbsp;(<em>Prey</em>), chega&nbsp;<em>Predador: Badlands</em>, um novo capítulo na saga iniciada em 1987 com Arnold Schwarzenegger.</p>



<p>Desta vez, a protagonista é&nbsp;<strong>Elle Fanning</strong>, que interpreta&nbsp;<strong>Thia</strong>, uma jovem humana num planeta remoto onde um Predador exilado busca o seu adversário final. O filme aposta numa abordagem mais intimista e visualmente impressionante, reinventando o conceito do caçador alienígena através de uma história de sobrevivência e empatia improvável.</p>



<p>ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/predator-badlands-conquista-a-critica-e-estreia-com-86-no-rotten-tomatoes/">Predator: Badlands Conquista a Crítica e Estreia com 86% no Rotten Tomatoes</a></p>



<p>De clássicos renascidos a dramas premiáveis e aventuras espaciais, as estreias desta semana em Portugal oferecem de tudo um pouco — o difícil será escolher apenas um bilhete.</p>
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		<item>
		<title>“A Memória do Cheiro das Coisas”: O Novo Filme de António Ferreira é um Retrato Profundo Sobre Culpa, Envelhecimento e Redenção 🎬</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Oct 2025 16:02:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Meio]]></category>
		<category><![CDATA[A Chegar]]></category>
		<category><![CDATA[A Memória do Cheiro das Coisas]]></category>
		<category><![CDATA[António Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema Português]]></category>
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		<category><![CDATA[Envelhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[guerra colonial]]></category>
		<category><![CDATA[José Martins]]></category>
		<category><![CDATA[Mina Andala]]></category>
		<category><![CDATA[NOS Audiovisuais]]></category>
		<category><![CDATA[racismo estrutural]]></category>
		<category><![CDATA[Tribeca Festival Lisboa]]></category>
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					<description><![CDATA[José Martins e Mina Andala brilham num drama sobre o peso da memória e as feridas do passado colonial O realizador&#160;António Ferreira, autor de&#160;Pedro e Inês, regressa ao grande ecrã com&#160;“A Memória do Cheiro das Coisas”, um filme profundamente humano que mergulha nas fragilidades da velhice, na culpa e na busca de perdão. A obra, [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>José Martins e Mina Andala brilham num drama sobre o peso da memória e as feridas do passado colonial</strong></p>



<p>O realizador&nbsp;<strong>António Ferreira</strong>, autor de&nbsp;<em>Pedro e Inês</em>, regressa ao grande ecrã com&nbsp;<strong>“A Memória do Cheiro das Coisas”</strong>, um filme profundamente humano que mergulha nas fragilidades da velhice, na culpa e na busca de perdão. A obra, protagonizada por&nbsp;<strong>José Martins</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Mina Andala</strong>, estreia nas salas portuguesas&nbsp;<strong>a 6 de novembro de 2025</strong>, com distribuição da&nbsp;<strong>NOS Audiovisuais</strong>, depois de ser exibida no&nbsp;<strong>Tribeca Festival Lisboa</strong>, a 30 de outubro.</p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/henry-cavill-e-o-superman-zack-snyder-lanca-nova-polemica-no-universo-dc-apos-entrar-no-instagram-%f0%9f%92%a5%f0%9f%a6%b8%e2%99%82%ef%b8%8f/">“Henry Cavill é o Superman”: Zack Snyder Lança Nova Polémica no Universo DC Após Entrar no Instagram <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4a5.png" alt="💥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f9b8-200d-2642-fe0f.png" alt="🦸‍♂️" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>



<p>A história acompanha&nbsp;<strong>Arménio</strong>, um ex-combatente da guerra colonial portuguesa, agora octogenário, que é internado num lar de terceira idade. Nesse espaço de silêncios, rotinas e memórias, conhece&nbsp;<strong>Hermínia</strong>, uma auxiliar negra que passa a cuidar dele. Entre ambos nasce uma&nbsp;<strong>amizade improvável e transformadora</strong>, que o obriga a revisitar os fantasmas do passado — um passado marcado pela guerra, pelo racismo e por uma culpa que o tempo não conseguiu apagar.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Entre a dor e a empatia</strong></h3>



<p>Com uma narrativa contida e uma realização intimista,&nbsp;<em>A Memória do Cheiro das Coisas</em>&nbsp;é um&nbsp;<strong>retrato delicado e poderoso da condição humana</strong>, onde o envelhecimento, a solidão e o arrependimento se cruzam com temas universais como o&nbsp;<strong>colonialismo e o racismo estrutural</strong>. António Ferreira aborda-os sem moralismos, preferindo o caminho da emoção subtil e do encontro entre gerações.</p>



<p>O filme foi&nbsp;<strong>amplamente reconhecido no circuito internacional</strong>, tendo estado em competição no&nbsp;<strong>27.º Shanghai International Film Festival</strong>&nbsp;— onde José Martins conquistou o&nbsp;<strong>Prémio de Melhor Actor</strong>&nbsp;— e no&nbsp;<strong>14.º Tangier Film Festival</strong>, onde recebeu&nbsp;<strong>Menção Honrosa para Melhor Argumento</strong>. Foi ainda selecionado para a&nbsp;<strong>Mostra Internacional de Cinema de São Paulo</strong>, o&nbsp;<strong>Bogocine – Festival de Bogotá</strong>, o&nbsp;<strong>Istambul Crime and Punishment Film Festival</strong>&nbsp;e o&nbsp;<strong>Macao China and Portuguese-speaking Countries Film Fest</strong>, onde encerrou o evento.</p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/sadie-sink-surge-misteriosa-no-set-de-spider-man-brand-new-day-%f0%9f%95%b7%ef%b8%8f%f0%9f%94%a5/">Sadie Sink Surge Misteriosa no Set de “Spider-Man: Brand New Day” <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f577.png" alt="🕷" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f525.png" alt="🔥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></a></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Um olhar sobre o que permanece</strong></h3>



<p>Com interpretações intensas e uma atmosfera sensorial — onde o som, o silêncio e, claro, o cheiro têm um papel simbólico —,&nbsp;<em>A Memória do Cheiro das Coisas</em>&nbsp;convida o espectador a refletir sobre&nbsp;<strong>como o passado persiste no corpo e na consciência</strong>. É um filme sobre&nbsp;<strong>fragilidade e empatia</strong>, sobre&nbsp;<strong>o perdão possível</strong>&nbsp;e a necessidade de olhar para trás para poder seguir em frente.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f39e.png" alt="🎞" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<em>A Memória do Cheiro das Coisas</em></p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Estreia: 6 de novembro de 2025</p>
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		<title>José Martins Conquista Prémio de Melhor Ator em Xangai</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jun 2025 10:35:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nas Salas]]></category>
		<category><![CDATA[A Memória do Cheiro das Coisas]]></category>
		<category><![CDATA[António Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[cinema internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema Português]]></category>
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		<category><![CDATA[Festival de Cinema de Xangai]]></category>
		<category><![CDATA[guerra colonial]]></category>
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		<category><![CDATA[prémio melhor ator]]></category>
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					<description><![CDATA[“A Memória do Cheiro das Coisas” destaca-se na competição oficial com performance comovente de um veterano ator português ver também : O Lado Negro de Stanley Ipkiss: Porque Está na Hora de Dar à Máscara a Reboot que Merece O prestigiado Festival Internacional de Cinema de Xangai terminou com uma grande vitória para o cinema [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>“A Memória do Cheiro das Coisas” destaca-se na competição oficial com performance comovente de um veterano ator português</strong></p>



<p>ver também : <a href="https://www.clubedecinema.pt/o-lado-negro-de-stanley-ipkiss-porque-esta-na-hora-de-dar-a-mascara-a-reboot-que-merece/">O Lado Negro de Stanley Ipkiss: Porque Está na Hora de Dar à Máscara a Reboot que Merece</a></p>



<p>O prestigiado Festival Internacional de Cinema de Xangai terminou com uma grande vitória para o cinema português: o ator José Martins foi distinguido com o Prémio de Melhor Ator, graças à sua impactante performance no filme&nbsp;<em>A Memória do Cheiro das Coisas</em>, de António Ferreira.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Um papel com peso histórico e emocional</strong></h3>



<p>No filme, José Martins dá vida a um veterano da guerra colonial que, forçado a entrar num lar de idosos, se vê confrontado com os fantasmas do passado e estabelece um inesperado laço com a sua cuidadora negra. A história, situada entre a realidade pungente do envelhecimento e os ecos não resolvidos da história colonial portuguesa, é apresentada como um “retrato poético e intimista da fragilidade da condição humana, da inevitabilidade da morte e da busca de redenção”.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Entre a memória e o olfato, um espelho social</strong></h3>



<p>Mais do que um drama pessoal,&nbsp;<em>A Memória do Cheiro das Coisas</em>&nbsp;aborda temáticas universais e socialmente urgentes, como o racismo estrutural e o envelhecimento da população. Com coprodução luso-brasileira, o filme foi um dos 12 seleccionados para a competição oficial da 27.ª edição do festival e destacou-se pela sua sensibilidade, linguagem cinematográfica e intensidade emocional.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Um nome incontornável do teatro e agora, do cinema</strong></h3>



<p>José Martins, nascido em Lisboa em 1952, é uma figura incontornável do teatro português. Foi um dos fundadores do antigo Grupo de Campolide (actual Companhia de Teatro de Almada), do Teatro da Malaposta e da Companhia Teatro do Noroeste – Centro Dramático de Viana, onde continua activo. Esta distinção internacional reforça o valor do seu percurso artístico e representa um momento de consagração merecida para um intérprete que tem sabido manter-se fiel ao rigor da profissão.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Um festival de excelência com nomes de peso</strong></h3>



<p>O Festival de Xangai, que decorreu entre 13 e 22 de Junho, contou com a presidência do júri principal a cargo de Giuseppe Tornatore, realizador de&nbsp;<em>Cinema Paraíso</em>. O grande prémio da competição — o Cálice de Ouro de Melhor Longa-Metragem — foi para&nbsp;<em>Black Red Yellow</em>, do Quirguistão, realizado por Aktan Arym Kubat. Entre outros premiados, destaque ainda para Wan Qian como Melhor Atriz (<em>Wild Nights, Tamed Beasts</em>), Cao Baoping como Melhor Realizador (<em>One Wacky Summer</em>), e o documentário espanhol&nbsp;<em>Constanza</em>, que venceu na sua categoria.</p>



<p>ver também: <a href="https://www.clubedecinema.pt/de-jedi-a-heroina-de-acao-daisy-ridley-salta-de-janelas-e-explosoes-em-cleaner/">De Jedi a Heroína de Ação: Daisy Ridley Salta de Janelas (e Explosões) em Cleaner</a></p>



<p>Mas foi o nome de José Martins que pôs Portugal nas manchetes, elevando o talento nacional a um dos maiores palcos do cinema asiático e global.</p>



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