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	<title>Nas Salas &#8211; Clube de Cinema</title>
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	<title>Nas Salas &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>As Estreias de 30 de Abril: IndieLisboa a começar … e um regresso que esperou vinte anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 19:41:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Há semanas em que o calendário cinematográfico parece ter sido desenhado para testar a paciência de quem só tem tempo — e dinheiro — para um bilhete. Esta quinta-feira, 30 de abril, é claramente uma delas. Lisboa acorda com o IndieLisboa a abrir a sua 23.ª edição logo à noite, as salas comerciais recebem onze [&#8230;]]]></description>
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<p>Há semanas em que o calendário cinematográfico parece ter sido desenhado para testar a paciência de quem só tem tempo — e dinheiro — para um bilhete. Esta quinta-feira, 30 de abril, é claramente uma delas. Lisboa acorda com o IndieLisboa a abrir a sua 23.ª edição logo à noite, as salas comerciais recebem onze novos títulos, e o fim de semana encolhe de repente perante tanta escolha.</p>



<p>O festival arranca às 19h00 no Cinema São Jorge com&nbsp;<em>The Loneliest Man in Town</em>, de Tizza Covi e Rainer Frimmel — uma das sensações da última Berlinale. A história segue um bluesman à beira do despejo e reflecte sobre aquilo que uma casa guarda de nós quando já não temos mais nada. É uma escolha que diz muito sobre o ADN do IndieLisboa: cinema de pessoas reais, captado com uma atenção que a ficção raramente consegue replicar. A dupla austríaca já conhece bem o festival — venceu o Prémio de Distribuição em 2010 com&nbsp;<em>La Pivellina</em>&nbsp;— e este regresso parece mais do que natural.</p>



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<div class="jupiterx-oembed"><iframe title="Estreias da Semana de 30 de Abril" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/oriGwn2opuI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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<p>Nos onze dias que se seguem, até 10 de maio, o IndieLisboa espalha 241 filmes por várias salas da cidade — do São Jorge à Culturgest, passando pela Cinemateca Portuguesa, o Cinema Ideal e o Cinema Fernando Lopes. Há 16 estreias mundiais na Competição Nacional, uma Competição Internacional verdadeiramente global e uma retrospectiva dedicada ao mockumentary. O encerramento, a 10 de maio na Culturgest, fica a cargo de&nbsp;<em>The History of Concrete</em>, primeira longa de John Wilson — o criador de&nbsp;<em>How To with John Wilson</em>&nbsp;— uma premissa tão absurda quanto irresistível: um documentário sobre betão em que Wilson tenta aplicar a fórmula que aprendeu num workshop da Hallmark. Mais do que um programa, o IndieLisboa continua a ser uma experiência para viver.</p>



<p>Para quem prefere as salas comerciais — ou simplesmente não tem onze dias disponíveis — a semana não perde força. A estreia mais aguardada é&nbsp;<em>O Diabo Veste Prada 2</em>&nbsp;(NOS Audiovisuais), que reúne Meryl Streep, Anne Hathaway, Emily Blunt e Stanley Tucci vinte anos depois do original. E não é apenas o elenco que regressa: o realizador David Frankel e a argumentista Aline Brosh McKenna voltam a assumir o controlo.</p>



<p>Andy Sachs regressa à&nbsp;<em>Runway</em>, agora como editora de features, num momento em que Miranda Priestly enfrenta a crise da imprensa tradicional e uma antiga assistente surge do outro lado da barricada — como executiva de topo numa marca de luxo. As primeiras reacções são claramente positivas: o filme reencontra o tom do original, evita transformar-se numa lição sobre media contemporâneos e aposta naquilo que sempre funcionou — personagens fortes, diálogos afiados e um mundo onde a elegância nunca é inocente. Pelo meio, há ainda música nova de Lady Gaga e Doechii. Raramente uma sequela com duas décadas de intervalo chega com este nível de segurança.</p>



<p><em>Fuze — Explosão Iminente</em>&nbsp;(Cinemundo) assume-se como o exercício de tensão mais elegante da semana. David Mackenzie, realizador de&nbsp;<em>Hell or High Water</em>, constrói tudo a partir de uma ideia simples e eficaz: uma bomba não detonada da Segunda Guerra Mundial é descoberta no centro de Londres, forçando a evacuação da cidade. O detalhe crucial? Era exactamente isso que alguém queria. Enquanto Aaron Taylor-Johnson tenta desactivar o engenho, Theo James coordena um assalto a um cofre de diamantes nas ruas desertas. Estreado em Toronto com 73% no Rotten Tomatoes, é um thriller que não reinventa o género — mas executa-o com precisão.</p>



<p>Já&nbsp;<em>Besta</em>&nbsp;(NOS Audiovisuais) entra no território do drama desportivo com Russell Crowe — também co-argumentista — no papel de treinador de um antigo campeão de MMA que regressa à jaula para ajudar o irmão. Filmado em Bangkok com a ONE Championship, segue a fórmula clássica do género com competência, evocando comparações com&nbsp;<em>Warrior</em>&nbsp;(2011) que a crítica tem apontado sem as considerar um problema.</p>



<p>No campo do cinema mais autoral,&nbsp;<em>Sonhos</em>&nbsp;(Films4You) marca a segunda colaboração entre Michel Franco e Jessica Chastain, depois de&nbsp;<em>Memória</em>&nbsp;(2023). A actriz interpreta uma mecenas abastada de São Francisco envolvida numa relação obsessiva com Fernando (Isaac Hernández), um jovem mexicano indocumentado. Estreado na Berlinale 2025, o filme volta a dividir opiniões — como é habitual em Franco — entre quem vê um retrato impiedoso de poder e hipocrisia liberal e quem o considera emocionalmente distante. Há, no entanto, consenso em torno da prestação de Chastain, apontada como uma das mais desconfortáveis da sua carreira.</p>



<p>Quentin Dupieux regressa com&nbsp;<em>O Acidente com o Piano</em>, uma comédia negra que mantém o seu gosto pelo absurdo, mas com um lado mais mordaz do que habitual. Adèle Exarchopoulos interpreta uma influencer rica que se refugia numa chalet alpina após um incidente misterioso envolvendo um piano. A chegada de uma jornalista com intenções duvidosas complica ainda mais a situação. Não é o Dupieux mais surreal — mas pode ser o mais incisivo na forma como observa a cultura digital contemporânea.</p>



<p><em>Divina Comédia</em>&nbsp;(Nitrato) é, provavelmente, o destaque mais cinéfilo da semana nas salas comerciais. Ali Asgari, realizador de&nbsp;<em>Versos Terrestres</em>, apresenta a história de Bahram, um cineasta que nunca conseguiu autorização para exibir os seus filmes no Irão. Acompanhado por uma produtora numa Vespa cor-de-rosa, percorre Teerão à procura de um espaço para uma exibição clandestina. O resultado é uma sátira política subtil, onde o absurdo convive com uma realidade demasiado concreta.</p>



<p>Em&nbsp;<em>As Correntes</em>&nbsp;(Leopardo Filmes), Milagros Mumenthaler — vencedora do Leopardo de Ouro em Locarno — constrói um drama intimista sobre identidade e trauma. Lina, uma estilista argentina, atira-se ao rio Ródano durante uma viagem à Suíça. De regresso a Buenos Aires, desenvolve uma fobia à água que começa a contaminar todos os aspectos da sua vida. Um filme sobre o que o corpo retém quando a mente se recusa a falar.</p>



<p>A programação completa-se com três documentários portugueses —&nbsp;<em>Caronte</em>, de Tânia Gomes Teixeira;&nbsp;<em>Damas</em>, de Cláudia Alves; e&nbsp;<em>Soco a Soco</em>, de Diogo Varela Silva — e ainda o anime&nbsp;<em>That Time I Got Reincarnated as a Slime — O Filme: Lágrimas do Mar Azul-Celeste</em>&nbsp;(Big Picture), dirigido aos fãs do género.</p>



<p>No fim de contas, é uma semana para todos os gostos — e uma daquelas em que escolher vai ser, inevitavelmente, deixar coisas de fora.</p>
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		<title>Cannes 2026: Park Chan-wook preside ao júri, Almodóvar e James Gray na corrida à Palma de Ouro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 12:53:14 +0000</pubDate>
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<p>Faltam duas semanas para a abertura da 79.ª edição do Festival de Cannes e o entusiasmo já se sente na Croisette. A seleção oficial foi anunciada a 9 de abril por Thierry Frémaux e pela presidente Iris Knobloch, mas nas últimas semanas continuaram a cair confirmações importantes — a mais aguardada das quais foi a de <em>Paper Tiger</em>, de James Gray, que entra na competição oficial depois de semanas de suspense público. Frémaux havia deixado a dica em conferência de imprensa: &#8220;Há um filme de que vão dizer &#8216;ah, não está cá!&#8217; Mas vai estar, eu garanto.&#8221; Estava. O thriller nova-iorquino, com Adam Driver, Scarlett Johansson e Miles Teller, será a sexta vez de Gray em competição em Cannes.</p>



<p>A seleção deste ano é assumidamente dominada por autores internacionais: Asghar Farhadi, Pedro Almodóvar, Hirokazu Kore-eda, Paweł Pawlikowski, László Nemes e Ryusuke Hamaguchi estão todos em competição, representando um regresso às origens cinéfilas do festival depois de uma edição 2025 marcada por uma forte presença de Hollywood. Ira Sachs é o único realizador americano em competição com&nbsp;<em>The Man I Love</em>, musical fantástico com Rami Malek centrado na crise de VIH nos anos 80 em Nova Iorque. Almodóvar apresenta&nbsp;<em>Bitter Christmas</em>, o único filme da seleção que já teve estreia mundial antes do festival.</p>



<p>A cerimónia de abertura, a 12 de maio, acontece com&nbsp;<em>La Vénus Électrique</em>&nbsp;de Pierre Salvadori — uma comédia romântica burlesca passada no início do século XX em Paris, com Pio Marmai e Gilles Lellouche. A mesma noite, o filme exibe-se simultaneamente em cinemas de toda a França. O cartaz oficial desta edição é uma homenagem a Thelma &amp; Louise, trinta e cinco anos depois de a dupla ter estreado na Croisette — em 1991, com Ridley Scott — antes de chegar aos cinemas de todo o mundo.</p>



<p>Do lado do júri, a escolha de Park Chan-wook como presidente é um sinal claro da orientação artística desta edição. O realizador coreano, cujo trabalho mais recente —&nbsp;<em>No Other Choice</em>&nbsp;— chegou ao Hulu poucas semanas atrás, está a preparar simultaneamente o seu próximo projeto no mercado do festival, o que torna a sua presença em Cannes ainda mais movimentada do que o habitual.</p>



<p>O mercado, que decorre de 12 a 20 de maio em paralelo com a competição, já deu sinais de efervescência, com projetos ambiciosos a surgir antes da abertura oficial. Para além do western de Park Chan-wook, chega ao mercado&nbsp;<em>Margot &amp; Rudi</em>, sobre o romance e a parceria artística entre Margot Fonteyn e Rudolf Nureyev, com Naomi Watts e o bailarino ucraniano Alexandr Trush. O festival e o mercado juntos fazem de Cannes, como sempre, o momento mais intenso do calendário cinematográfico europeu. Para o público português, a presença de Almodóvar — cujo cinema nunca precisou de legenda emocional por estas bandas — é razão suficiente para acompanhar o que se passa na Croisette nas próximas semanas.</p>



<p><a href="https://clubedecinema.pt/park-chan-wook-dirige-western-com-mcconaughey-pedro-pascal-e-austin-butler/">Park Chan-wook dirige western com McConaughey, Pedro Pascal e Austin Butler</a><br /><a href="https://clubedecinema.pt/kimmel-responde-a-trump-em-directo-nao-foi-um-apelo-ao-assassinio-e-eles-sabem-isso/">Kimmel responde a Trump em directo: “Não foi um apelo ao assassínio. E eles sabem isso.”</a><br /><a href="https://clubedecinema.pt/first-date-chega-a-filmin-a-30-de-abril-a-curta-acoriana-que-conquistou-o-mundo-sem-ica-nem-distribuidora/">First Date chega à Filmin a 30 de abril: a curta açoriana que conquistou o mundo sem ICA nem distribuidora</a><br /><a href="https://clubedecinema.pt/lumiere-a-aventura-continua-estreia-esta-sexta-feira-no-tvcine-edition-114-filmes-fundadores-do-cinema-restaurados-em-4k/">Lumière, a Aventura Continua! estreia esta sexta-feira no TVCine Edition: 114 filmes fundadores do cinema restaurados em 4K</a></p>
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		<title>O Diabo Veste Prada 2: O Realizador Queria o Nate de Volta — Mas a Agenda Não Deixou</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luisa Jorge]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 17:25:36 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Adrian Grenier Nate cameo]]></category>
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					<description><![CDATA[Há personagens que envelhecem mal. E depois há o Nate, o namorado chef de Andy Sachs em O Diabo Veste Prada, que envelheceu tão mal que se tornou um fenómeno cultural à parte — não pelo que faz no filme, mas pela forma como as audiências o foram relendo ao longo de quase vinte anos. [&#8230;]]]></description>
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<p>Há personagens que envelhecem mal. E depois há o Nate, o namorado chef de Andy Sachs em <em>O Diabo Veste Prada</em>, que envelheceu tão mal que se tornou um fenómeno cultural à parte — não pelo que faz no filme, mas pela forma como as audiências o foram relendo ao longo de quase vinte anos. Hoje, nas redes sociais, Nate é canonicamente o vilão da história: o rapaz que ficou ressentido porque a namorada quis ter uma carreira. Uma leitura que Adrian Grenier, o actor que o interpretou, parece ter abraçado com humor notável.</p>



<p>David Frankel, realizador de <em>O Diabo Veste Prada 2</em>, confirmou à Entertainment Weekly que chegou a ponderar incluir Grenier numa aparição surpresa na sequela. A ideia era &#8220;infiltrá-lo&#8221; discretamente, mas os calendários de produção não colaboraram e o cameo ficou pelo caminho. Frankel não revelou como teria incorporado a personagem na trama, mas deixou escapar um elogio inesperado: ficou encantado com o facto de Grenier ter feito recentemente um anúncio da Starbucks que brinca directamente com a sua ausência da sequela — &#8220;muito engraçado e autodepreciativo&#8221;, disse o realizador. &#8220;Adoro a humildade e a comédia.&#8221;</p>



<p>Grenier, por seu lado, já tinha falado sobre o assunto em Março ao Page Six, com uma candura que também tem o seu charme: &#8220;Foi uma desilusão não ter recebido a chamada para a sequela, mas percebo que existe alguma reacção negativa em relação ao Nate enquanto personagem, por isso talvez isso tenha tido algo a ver.&#8221; Acrescentou que a situação deixa espaço para um possível spin-off, e concluiu com uma frase que é simultaneamente diplomática e ligeiramente melancólica: &#8220;Somos todos fãs do filme, estejamos ou não nele.&#8221;</p>



<p>A sequela, que estreia a 1 de Maio nos cinemas — incluindo em Portugal, com o título <em>O Diabo Veste Prada 2</em> —, reúne Anne Hathaway, Meryl Streep, Emily Blunt e Stanley Tucci vinte anos depois dos acontecimentos do primeiro filme. Andy regressa à <em>Runway</em> numa altura em que a revista luta para sobreviver num panorama mediático irreconhecível, e a trama obriga-a a convencer Emily — agora à frente de uma marca de luxo — a comprar publicidade que pode salvar a publicação. Miranda Priestley, naturalmente, continua a ser Miranda Priestley.</p>



<p>A ausência do Nate é, de certa forma, poeticamente justa. A personagem foi construída para ser o peso que puxa Andy de volta à mediocridade confortável, e o facto de a sequela o ignorar por completo é a vingança silenciosa que vinte anos de releituras feministas do filme estavam a pedir. Se Grenier vier a aparecer num spin-off, será porque a cultura pop tem um sentido de humor que não falha.</p>



<p><a href="https://clubedecinema.pt/michael-o-realizador-confirma-que-ha-material-para-uma-sequela-e-explica-por-que-as-acusacoes-ficaram-de-fora/">Michael: O Realizador Confirma Que Há Material para uma Sequela — e Explica Por Que as Acusações Ficaram de Fora</a></p>



<p><a href="https://clubedecinema.pt/helena-bonham-carter-sai-de-the-white-lotus-dias-depois-de-comecarem-as-filmagens/">Helena Bonham Carter Sai de The White Lotus Dias Depois de Começarem as Filmagens</a></p>



<p><a href="https://clubedecinema.pt/jackass-ultimo-shot-de-loucura-ja-tem-trailer-e-johnny-knoxville-promete-uma-despedida-a-altura/">Jackass: Último Shot de Loucura Já Tem Trailer — e Johnny Knoxville Promete uma Despedida à Altura</a></p>



<p></p>
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		<title>James Safechuck quebra o silêncio com a estreia do biopico de Michael Jackson: &#8220;Os nossos abusadores são por vezes elogiados&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Apr 2026 14:56:06 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[James Safechuck Michael Jackson biopico Keywords secundárias: Leaving Neverland 2026]]></category>
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		<category><![CDATA[o que diz James Safechuck sobre o filme Michael]]></category>
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					<description><![CDATA[A estreia do biopico&#160;Michael, realizado por Antoine Fuqua e protagonizado por Jaafar Jackson no papel do tio, trouxe consigo bilboards, campanhas promocionais e cobertura mediática intensa. Trouxe também, inevitavelmente, a reabertura de uma ferida que a indústria do entretenimento tem sistematicamente preferido deixar por tratar. James Safechuck, cujas alegações de abuso sexual na infância estiveram [&#8230;]]]></description>
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<p>A estreia do biopico&nbsp;<em>Michael</em>, realizado por Antoine Fuqua e protagonizado por Jaafar Jackson no papel do tio, trouxe consigo bilboards, campanhas promocionais e cobertura mediática intensa. Trouxe também, inevitavelmente, a reabertura de uma ferida que a indústria do entretenimento tem sistematicamente preferido deixar por tratar. James Safechuck, cujas alegações de abuso sexual na infância estiveram no centro do documentário&nbsp;<em>Leaving Neverland</em>&nbsp;(2019, HBO), partilhou um comunicado com a Rolling Stone precisamente neste contexto — não para falar do filme, mas para falar com as pessoas que o filme pode estar a afectar.</p>



<p>&#8220;O filme do Michael está a ser lançado e está a receber muita promoção — há bilboards, anúncios, pessoas a elogiar o Michael&#8221;, começa Safechuck no comunicado. A partir daí, o tom muda de registo. Safechuck dirige-se directamente a sobreviventes de abuso sexual na infância, recordando que a glorificação pública de uma figura acusada pode ser profundamente perturbadora para quem viveu experiências semelhantes: &#8220;Pode ser despoletador para sobreviventes que têm o seu próprio Michael nas suas vidas, seja o padre próximo de Deus, o treinador desportivo que está apenas a ajudar as crianças, ou o padrasto que apoia a família.&#8221; A mensagem termina com um apelo à proximidade e ao apoio mútuo: &#8220;Não estão sozinhos.&#8221;</p>



<p><em>Leaving Neverland</em>, realizado por Dan Reed, centrou-se em entrevistas com Safechuck e Wade Robson, que alegaram ter sido abusados sexualmente por Jackson quando eram crianças, após terem sido acolhidos na Neverland Ranch, em diferentes momentos, entre os sete e os dez anos de idade. O documentário provocou um sismo considerável em 2019 — algumas rádios e plataformas retiraram temporariamente música de Jackson dos seus catálogos, e a discussão sobre como a indústria cultural lida com legados de figuras acusadas de crimes graves não terminou desde então.</p>



<p>O biopico de Fuqua optou por não referenciar qualquer um dos escândalos que definiram os últimos anos de vida de Jackson — e essa decisão não passou sem contestação. O filme foi parcialmente refilmado depois de nova informação ter surgido no contexto de um processo judicial envolvendo Evan Chandler, o dentista de Los Angeles que em 1993 acusou Jackson de ter abusado sexualmente do seu filho de 13 anos. O realizador do&nbsp;<em>Leaving Neverland</em>, Dan Reed, criticou publicamente o biopico nos últimos dias, numa declaração que foi amplamente citada na imprensa internacional.</p>



<p>Escrever sobre este artigo implica reconhecer a sua natureza delicada. O comunicado de Safechuck não é um ataque ao filme nem uma tentativa de impedir a sua distribuição — é um gesto de solidariedade dirigido a pessoas vulneráveis num momento em que a cobertura mediática em torno de uma figura controversa pode reactivar memórias e traumas. Essa distinção importa, e merece ser preservada na forma como o texto é lido.</p>



<p>Para o leitor português:&nbsp;<em>Michael</em>&nbsp;estreou internacionalmente na semana de 20 de Abril e está a chegar gradualmente aos cinemas europeus. O debate em torno do filme — sobre o que um biopico deve ou não incluir, sobre como a indústria do entretenimento lida com o legado de figuras acusadas de crimes graves, e sobre o impacto que essa glorificação pode ter em sobreviventes — é um debate que não se limita aos Estados Unidos e que vale a pena acompanhar com atenção.</p>



<p><a href="https://clubedecinema.pt/michael-faz-206-milhoes-de-dolares-na-abertura-mundial-e-torna-se-o-maior-biopico-musical-de-sempre-nas-bilheteiras/">Michael faz 206 milhões de dólares na abertura mundial e torna-se o maior biopico musical de sempre nas bilheteiras</a><br /><a href="https://clubedecinema.pt/michael-b-jordan-e-christopher-mcquarrie-querem-levar-battlefield-ao-cinema-e-desta-vez-pode-mesmo-acontecer/">Michael B. Jordan e Christopher McQuarrie querem levar Battlefield ao cinema — e desta vez pode mesmo acontecer</a><br /><a href="https://clubedecinema.pt/spider-noir-nicolas-cage-e-um-homem-aranha-de-fedora-e-o-trailer-final-ja-veio-provar-tudo/">Spider-Noir: Nicolas Cage é um Homem-Aranha de fedora e o trailer final já veio provar tudo</a><br /><a href="https://clubedecinema.pt/indielisboa-2026-guia-para-os-onze-dias-de-cinema-independente-que-arrancam-ja-na-quinta-feira/">IndieLisboa 2026: guia para os onze dias de cinema independente que arrancam já na quinta-feira</a><br /></p>
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		<title>IndieLisboa 2026: guia para os onze dias de cinema independente que arrancam já na quinta-feira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Apr 2026 10:36:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Daqui a quatro dias, o Cinema São Jorge enche-se para a sessão de abertura da 23.ª edição do IndieLisboa — Festival Internacional de Cinema, e é difícil não sentir que esta é uma das edições mais ambiciosas de sempre. São 241 filmes entre curtas e longas-metragens, dezasseis estreias mundiais só na Competição Nacional, e uma [&#8230;]]]></description>
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<p>Daqui a quatro dias, o Cinema São Jorge enche-se para a sessão de abertura da 23.ª edição do IndieLisboa — Festival Internacional de Cinema, e é difícil não sentir que esta é uma das edições mais ambiciosas de sempre. São 241 filmes entre curtas e longas-metragens, dezasseis estreias mundiais só na Competição Nacional, e uma programação que atravessa continentes, linguagens e formatos com a irreverência que tornou o festival numa referência do circuito europeu de cinema independente. O festival decorre de 30 de Abril a 10 de Maio nas principais salas da capital: Cinema São Jorge, Culturgest, Cinemateca Portuguesa, Cinema Ideal e Cinema Fernando Lopes.</p>



<p>A sessão de abertura, marcada para 30 de Abril às 19h no São Jorge, é&nbsp;<em>The Loneliest Man in Town</em>, de Tizza Covi e Rainer Frimmel — dupla que já havia vencido o Prémio de Distribuição no IndieLisboa em 2010 com&nbsp;<em>La Pivellina</em>. O filme acompanha um bluesman em risco de ser despejado, confrontado com a perda iminente de toda uma vida acumulada em discos e livros. Para o encerramento, a 10 de Maio às 21h30 na Culturgest, John Wilson — o criador da série documental&nbsp;<em>How To with John Wilson</em>&nbsp;— estreia-se nas longas-metragens com&nbsp;<em>The History of Concrete</em>, um documentário que começa num workshop do Hallmark sobre como escrever comédias românticas e termina, de alguma forma, a falar de betão. É exatamente o tipo de premissa que define o espírito do festival.</p>



<p>A Competição Nacional, uma das secções mais importantes do IndieLisboa, reúne 29 filmes — incluindo a maior selecção de curtas da história do festival, com 21 obras. Entre os destaques,&nbsp;<em>A Providência e a Guitarra</em>, de João Nicolau, que chegou ao IndieLisboa depois de abrir o Festival de Roterdão. O filme conta com Salvador Sobral no elenco e apresenta-se como uma deambulação divertida entre tempos. Susana de Sousa Dias regressa com&nbsp;<em>Fordlândia Panacea</em>, sobre o complexo industrial da Ford na Amazónia brasileira. E a Competição Nacional acolhe também uma homenagem a Patrícia Saramago, relevante nome da montagem do cinema português, falecida em Outubro passado, com a exibição da sua primeira obra,&nbsp;<em>Dois e Um Gato</em>.</p>



<p>A secção IndieMusic é outro dos pontos fortes desta edição, com dez longas-metragens e três curtas, seis das quais em estreia mundial. Entre os títulos a não perder,&nbsp;<em>Sun Ra: Do the Impossible</em>, de Christine Turner, recupera a figura do músico de free jazz através de imagens de arquivo e testemunhos dos membros da sua Arkestra. E estreia em Portugal&nbsp;<em>Quem tem medo de Zurita de Oliveira?</em>, documentário de Francisca Marvão sobre a primeira mulher portuguesa a escrever, cantar e gravar uma música rock — o EP&nbsp;<em>O Bonitão do Rock</em>, de 1960 — e sobre a invisibilidade histórica das mulheres na cena artística nacional. Uma estreia mundial com um ângulo particularmente necessário.</p>



<p>Fora das salas, o IndieLisboa continua a ser também uma festa. O Cinema na Piscina regressa a 2 e 3 de Maio, em parceria com a Piscina Municipal da Penha de França, com clássicos para adultos à noite e curtas para famílias durante o dia. O IndieByNight prolonga o programa pelos bares oficiais da edição — a Casa do Comum e as Damas. E para quem prefira resistência cinematográfica sem saída, há a Maratona Boca do Inferno no Cinema Ideal: seis horas de sessões contínuas.</p>



<p>Os bilhetes estão disponíveis no site do festival. Para os que estão em Lisboa nos próximos onze dias e ainda não sabem como passar o tempo — aqui está a resposta.</p>



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		<title>Estreias da Semana em Portugal: Hollywood lidera, cinema português ganha força e o drama europeu completa o cartaz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 18:08:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As salas de cinema em Portugal recebem esta semana uma programação particularmente diversificada, onde convivem grandes produções de Hollywood, cinema português com ambição autoral e uma forte presença de cinema europeu e documental. Apesar da variedade, a lógica do mercado mantém-se clara: o destaque comercial pertence aos Estados Unidos, mas há espaço para propostas nacionais [&#8230;]]]></description>
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<p>As salas de cinema em Portugal recebem esta semana uma programação particularmente diversificada, onde convivem grandes produções de Hollywood, cinema português com ambição autoral e uma forte presença de cinema europeu e documental. Apesar da variedade, a lógica do mercado mantém-se clara: o destaque comercial pertence aos Estados Unidos, mas há espaço para propostas nacionais que merecem atenção especial.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="jupiterx-oembed"><iframe title="Estreias da Semana 23 de Abril" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/LWU82F0yu2E?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
</div></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3a5.png" alt="🎥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> “Michael”: o peso pesado de Hollywood lidera as estreias</strong></h2>



<p>O grande destaque da semana é&nbsp;<em>Michael</em>, realizado por Antoine Fuqua, um drama biográfico que pretendee atrair largas audiências. Com Jaafar Jackson no papel principal, acompanhado por nomes como Colman Domingo e Nia Long, o filme mergulha na vida de uma das figuras mais icónicas da cultura pop mundial.</p>



<p>Com 124 minutos de duração e uma produção de grande escala,&nbsp;<em>Michael</em>&nbsp;posiciona-se como o verdadeiro motor de bilheteira desta semana em Portugal. A assinatura de Fuqua, conhecido por filmes de forte impacto emocional e visual, reforça a expectativa de uma narrativa intensa e cinematográfica, pensada para grande público e grande ecrã.<br /><br />Cabe-nos no entanto dizer que a crítica considera o filme um retrato muito embelezado do ícone pop e que uma série de controvérsias foram simplesmente apagadas de toda história.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f1f5-1f1f9.png" alt="🇵🇹" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Cinema português em evidência: “Projecto Global” e “Cherchez la Femme”</strong></h2>



<p>Entre as estreias nacionais, destaca-se&nbsp;<em>Projecto Global</em>, de Ivo M. Ferreira, um drama histórico com 141 minutos de duração que conta com Jani Zhao, Rodrigo Tomás e Gonçalo Waddington no elenco. Trata-se de uma produção ambiciosa, tanto em escala como em duração, que reforça a tendência recente do cinema português em apostar em narrativas mais complexas e de maior fôlego.</p>



<p>Também português é&nbsp;<em>Cherchez la Femme</em>, de António da Cunha Telles, um filme que mistura crime, drama, mistério e romance. Com Joana Barradas, Ângelo Rodrigues e Romeu Costa, a obra aposta num registo mais popular, cruzando géneros e aproximando-se de um thriller emocional com forte componente de relações humanas e segredos.</p>



<p>Estes dois títulos representam bem a dualidade do cinema nacional actual: por um lado, o risco artístico e histórico; por outro, uma aproximação mais directa ao público.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4b0.png" alt="💰" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> O olhar europeu: luxo, identidade e fantasia</strong></h2>



<p>Do lado europeu,&nbsp;<em>A Mulher Mais Rica do Mundo</em>, de Thierry Klifa, destaca-se como um drama com toques de comédia protagonizado por Isabelle Huppert. O filme explora o universo da riqueza extrema e das relações familiares, num registo sofisticado que combina crítica social e ironia.</p>



<p>Já&nbsp;<em>A Rapariga Que Sabia Demais</em>, de Frédéric Hambalek, mistura drama, comédia e fantasia, numa abordagem mais leve e original, centrada numa jovem cuja percepção da realidade se altera de forma inesperada.</p>



<p>Ambos reforçam a vitalidade do cinema europeu em explorar narrativas menos convencionais e mais focadas em personagens.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f39e.png" alt="🎞" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Documentário em força: memória, educação e música</strong></h2>



<p>A semana traz ainda uma forte presença documental.&nbsp;<em>Aprender</em>, de Claire Simon, mergulha no sistema educativo francês, observando o quotidiano de escolas e professores com um olhar atento e humano.</p>



<p><em>Chão Verde de Pássaros Escritos</em>, de Sandra Inês Cruz, propõe uma abordagem mais poética, cruzando natureza, memória e identidade cultural num registo visualmente sensível.</p>



<p>Já&nbsp;<em>My Way – A História de uma Canção</em>, de Lisa Azuelos e Thierry Teston, recupera a história de um dos temas mais icónicos da música popular, com testemunhos de figuras como Jane Fonda e Paul Anka.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Uma semana equilibrada entre espectáculo e autor</strong></h2>



<p>No conjunto, esta semana de estreias em Portugal reflecte bem a realidade do mercado: um blockbuster de Hollywood a liderar claramente o interesse do público, um cinema português cada vez mais ambicioso e presente, e uma oferta europeia e documental que garante diversidade e profundidade ao cartaz.</p>



<p>Mais do que uma semana de grandes surpresas comerciais, trata-se de uma semana de equilíbrio — entre o espectáculo, a identidade e a reflexão.</p>



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<p><a href="https://clubedecinema.pt/christina-applegate-quebra-o-silencio-estou-a-ficar-mais-forte/">Christina Applegate Quebra o Silêncio — “Estou a Ficar Mais Forte”</a></p>
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		<title>🎬 Estreias da Semana: Há terror, autores consagrados e regressos inesperados — mas há um filme que vai dominar as conversas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 16:43:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nas Salas]]></category>
		<category><![CDATA[A Múmia Lee Cronin]]></category>
		<category><![CDATA[cinema português documentário]]></category>
		<category><![CDATA[estreias cinema abril 2026]]></category>
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		<category><![CDATA[Hiroshi Shimizu filmes reposição]]></category>
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		<category><![CDATA[La Grazia Paolo Sorrentino]]></category>
		<category><![CDATA[Perseguição em Taipei elenco]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma semana surpreendentemente diversa nas salas portuguesas A semana de 16 de abril de 2026 chega às salas de cinema em Portugal com uma mistura invulgarmente rica: desde o terror de grande estúdio a cinema de autor europeu, passando por animação familiar e até reposições de clássicos japoneses que merecem redescoberta. É daquelas semanas em [&#8230;]]]></description>
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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Uma semana surpreendentemente diversa nas salas portuguesas</strong></h2>



<p>A semana de 16 de abril de 2026 chega às salas de cinema em Portugal com uma mistura invulgarmente rica: desde o terror de grande estúdio a cinema de autor europeu, passando por animação familiar e até reposições de clássicos japoneses que merecem redescoberta. É daquelas semanas em que tanto o espectador casual como o cinéfilo mais exigente encontram motivos para sair de casa.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="jupiterx-oembed"><iframe title="Estreias da Semana 16 de Abril" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/OiQfbfTFqNg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
</div></figure>



<p>Mas, no meio desta diversidade, há claros destaques — e um deles promete mesmo ser o filme mais falado dos próximos dias.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f441.png" alt="👁" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> O grande destaque: o terror regressa em força com&nbsp;</strong></h2>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A Múmia</strong></h2>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="800" height="445" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/04/a-mumia-de-lee-cronin-800x445-1.webp" alt="" class="wp-image-25181" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/04/a-mumia-de-lee-cronin-800x445-1.webp 800w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/04/a-mumia-de-lee-cronin-800x445-1-300x167.webp 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/04/a-mumia-de-lee-cronin-800x445-1-768x427.webp 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p>Entre todas as estreias, <strong>“A Múmia”</strong>, realizado por <a href="https://clubedecinema.pt/?s=Lee+Cronin" data-type="link" data-id="https://clubedecinema.pt/?s=Lee+Cronin">Lee Cronin</a>, surge como a aposta mais comercial e mediática da semana. Depois do sucesso no género com <em>Evil Dead Rise</em>, Cronin mergulha agora num clássico do terror, trazendo uma nova abordagem à icónica figura da múmia.</p>



<p>Com um elenco liderado por <a href="https://clubedecinema.pt/?s=Jack+Reynor" data-type="link" data-id="https://clubedecinema.pt/?s=Jack+Reynor">Jack Reynor</a>, <a href="https://clubedecinema.pt/?s=Laia+Costa" data-type="link" data-id="https://clubedecinema.pt/?s=Laia+Costa">Laia Costa</a> e May Calamawy, o filme aposta numa narrativa mais sombria e misteriosa, afastando-se do tom aventureiro que marcou versões anteriores da história.</p>



<p>A duração de 136 minutos sugere uma ambição épica — algo que poderá dividir audiências, mas que reforça a ideia de que este não é apenas mais um filme de sustos rápidos.</p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ad.png" alt="🎭" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Cinema de autor europeu em destaque</strong></h2>



<p>Se o terror domina o lado mais comercial, o cinema europeu traz algumas das propostas mais interessantes da semana.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f1ee-1f1f9.png" alt="🇮🇹" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> La grazia, de Paolo Sorrentino</strong></h3>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="960" height="640" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/04/1226824-la-grazia-drame-politique-de-paolo-sorrentino-avec-toni-servillo.jpg" alt="" class="wp-image-25182" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/04/1226824-la-grazia-drame-politique-de-paolo-sorrentino-avec-toni-servillo.jpg 960w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/04/1226824-la-grazia-drame-politique-de-paolo-sorrentino-avec-toni-servillo-300x200.jpg 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/04/1226824-la-grazia-drame-politique-de-paolo-sorrentino-avec-toni-servillo-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></figure>



<p>O novo filme de <a href="https://clubedecinema.pt/?s=Paolo+Sorrentino" data-type="link" data-id="https://clubedecinema.pt/?s=Paolo+Sorrentino">Paolo Sorrentino</a> chega com expectativas elevadas. Conhecido pelo seu estilo visual sofisticado e narrativas introspectivas, Sorrentino volta a explorar temas humanos com um toque de humor e melancolia.</p>



<p>No elenco encontramos Toni Servillo, colaborador habitual do realizador, acompanhado por Anna Ferzetti. Com 133 minutos, “La grazia” promete ser uma experiência densa, provavelmente mais contemplativa do que narrativa.</p>



<p></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f1ee-1f1f9.png" alt="🇮🇹" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Fuori, de Mario Martone</strong></h3>



<p>Outro destaque italiano é “Fuori”, realizado por <a href="https://clubedecinema.pt/?s=Mario+Martone" data-type="link" data-id="https://clubedecinema.pt/?s=Mario+Martone">Mario Martone</a>. Com <a href="https://clubedecinema.pt/?s=Valeria+Golino" data-type="link" data-id="https://clubedecinema.pt/?s=Valeria+Golino">Valeria Golino</a> e Matilda De Angelis, o filme posiciona-se entre o drama e o retrato histórico.</p>



<p>Martone é conhecido por trabalhar temas sociais e políticos com rigor, o que faz deste um título particularmente interessante para quem procura cinema mais exigente.</p>



<p></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f1eb-1f1f7.png" alt="🇫🇷" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Mektoub, Meu Amor: Canto Segundo</strong></h3>



<p>O regresso de Abdellatif Kechiche à sua saga continua a dividir espectadores. Com quase 2h20 de duração, este segundo capítulo mantém o foco nas relações humanas, no desejo e na passagem do tempo.</p>



<p>Com Shaïn Boumedine e Salim Kéchiouche, é um filme que exige paciência — mas que recompensa quem entra no seu ritmo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f602.png" alt="😂" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Comédia e entretenimento: alternativas mais leves</strong></h2>



<p>Nem só de introspecção vive esta semana.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f1eb-1f1f7.png" alt="🇫🇷" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Queridos Pais</strong></h3>



<p>Com André Dussollier e Miou-Miou, esta comédia francesa promete momentos leves e acessíveis, centrados nas dinâmicas familiares. Realizado por Emmanuel Patron, é uma opção segura para quem procura uma sessão descontraída.</p>



<p></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f1ec-1f1e7.png" alt="🇬🇧" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Fackham Hall</strong></h3>



<p>Misturando comédia com contexto histórico, o filme de <a href="https://clubedecinema.pt/?s=Jim+O'Hanlon" data-type="link" data-id="https://clubedecinema.pt/?s=Jim+O'Hanlon">Jim O’Hanlon</a> junta Thomasin McKenzie e Emma Laird num registo potencialmente satírico. Um título curioso, ainda que menos mediático.</p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Ação e animação para todos os públicos</strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4a5.png" alt="💥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Perseguição em Taipei</strong></h3>



<p>Para quem prefere ação, “Perseguição em Taipei”, de George Huang, junta Luke Evans e Sung Kang num thriller com cenário asiático. Um filme direto, pensado para entretenimento puro.</p>



<p></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f412.png" alt="🐒" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Jungle Beat 2: Viagem ao Passado</strong></h3>



<p>A única grande aposta familiar da semana é esta sequela animada realizada por Sam Wilson. Colorido, leve e acessível, é claramente direcionado para o público mais jovem.</p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f39e.png" alt="🎞" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Reposições e cinema clássico: uma oportunidade rara</strong></h2>



<p>Uma das surpresas desta semana é a presença de várias reposições de filmes de Hiroshi Shimizu, incluindo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>“A Dançarina”</li>



<li>“Crianças à Procura de Mãe”</li>



<li>“O Idiota Sentimental”</li>
</ul>



<p>Estas sessões são uma oportunidade rara para ver cinema japonês clássico em sala — algo cada vez menos comum, mas essencial para quem quer conhecer as raízes do cinema moderno.</p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3a5.png" alt="🎥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Documentário nacional: um olhar íntimo</strong></h2>



<p>“¿De qué casa eres?”, realizado por Ana Pérez-Quiroga, representa a presença portuguesa na semana. Com 73 minutos, posiciona-se como uma proposta documental que deverá explorar identidade e pertença — temas recorrentes no trabalho da autora.</p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4ca.png" alt="📊" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Conclusão: uma semana para todos os gostos — mas com um claro protagonista</strong></h2>



<p>A diversidade é, sem dúvida, a palavra-chave desta semana. No entanto, tudo aponta para que&nbsp;<strong>“A Múmia”</strong>&nbsp;seja o filme que vai dominar as atenções do grande público.</p>



<p>Ainda assim, ignorar propostas como “La grazia” ou “Fuori” seria um erro para qualquer amante de cinema. E as reposições de Shimizu são um verdadeiro presente para os mais atentos.</p>



<p>Ou a minha recomendação pessoal o <strong>Fackham Hall</strong></p>



<p>No fundo, esta é uma semana que prova algo simples: o cinema continua vivo — e recomenda-se.</p>



<p></p>
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		<title>🎬 Billie Eilish leva a sua digressão ao cinema em 3D — e promete uma experiência imersiva sem precedentes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 15:46:07 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Billie Eilish cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Billie Eilish filme concerto]]></category>
		<category><![CDATA[cinema musical 3D]]></category>
		<category><![CDATA[concertos no cinema Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[A música de estádio chega ao grande ecrã com tecnologia de James Cameron O fenómeno global&#160;Billie Eilish&#160;vai chegar aos cinemas portugueses de uma forma totalmente diferente do habitual. O novo filme-concerto&#160;“HIT ME HARD AND SOFT: THE TOUR (LIVE IN 3D)”&#160;estreia nas salas nacionais a&#160;7 de maio, com pré-vendas a arrancarem já a&#160;16 de abril, segundo [&#8230;]]]></description>
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<h2 class="wp-block-heading"><strong>A música de estádio chega ao grande ecrã com tecnologia de James Cameron</strong></h2>



<p>O fenómeno global&nbsp;<strong>Billie Eilish</strong>&nbsp;vai chegar aos cinemas portugueses de uma forma totalmente diferente do habitual. O novo filme-concerto&nbsp;<strong>“HIT ME HARD AND SOFT: THE TOUR (LIVE IN 3D)”</strong>&nbsp;estreia nas salas nacionais a&nbsp;<strong>7 de maio</strong>, com pré-vendas a arrancarem já a&nbsp;<strong>16 de abril</strong>, segundo comunicado oficial da NOS Audiovisuais.</p>



<p>Mais do que um simples registo de digressão, trata-se de uma experiência cinematográfica pensada para o grande ecrã, captada ao longo da digressão mundial esgotada da artista.</p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3a5.png" alt="🎥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Um projeto assinado por James Cameron e Billie Eilish</strong></h2>



<p>Um dos grandes destaques deste projecto é a realização conjunta de dois nomes de peso:&nbsp;<strong>James Cameron</strong>&nbsp;e Billie Eilish.</p>



<p>Cameron, conhecido pelo seu trabalho em cinema de grande escala e inovação tecnológica, junta-se à artista para criar uma experiência em&nbsp;<strong>formato 3D imersivo</strong>, com o objectivo de transportar o espectador directamente para o centro do espectáculo.</p>



<p>Segundo o comunicado, o filme foi gravado ao longo da digressão mundial&nbsp;<em>Hit Me Hard And Soft</em>, permitindo capturar diferentes momentos de um espectáculo que esgotou salas em vários países.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="jupiterx-oembed"><iframe title="Trailer Oficial | BILLIE EILISH - HIT ME HARD AND SOFT: THE TOUR (LIVE IN 3D)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/B6DkfDQ3il0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
</div></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f30d.png" alt="🌍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Uma das artistas mais influentes da sua geração</strong></h2>



<p>Com&nbsp;<strong>nove prémios Grammy</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>duas estatuetas dos Óscares</strong>, Billie Eilish consolidou-se como uma das figuras mais influentes da música contemporânea.</p>



<p>Este novo projecto reforça essa posição, ao transformar a experiência de concerto num evento cinematográfico pensado para salas IMAX e formatos imersivos, onde som e imagem procuram recriar a energia da digressão original.</p>



<p>A aposta em 3D e em tecnologia de ponta sugere um produto desenhado não apenas para fãs, mas também para quem procura uma experiência audiovisual diferenciada no cinema.</p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> O que esperar do filme-concerto</strong></h2>



<p>De acordo com a sinopse oficial,&nbsp;<strong>“HIT ME HARD AND SOFT: THE TOUR (LIVE IN 3D)”</strong>&nbsp;oferece uma nova leitura da digressão mundial da artista, combinando performance ao vivo com linguagem cinematográfica.</p>



<p>O objectivo é claro: aproximar o público da intensidade emocional dos concertos, mas com o detalhe visual e sonoro que apenas o cinema pode proporcionar.</p>



<p>A produção aposta numa abordagem sensorial, onde o espectador deixa de ser apenas observador para se tornar parte da experiência.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f39f.png" alt="🎟" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Pré-vendas arrancam a 16 de abril</strong></h2>



<p>Os bilhetes para as sessões especiais começam a ser disponibilizados já a partir de&nbsp;<strong>16 de abril</strong>, antecipando a estreia oficial marcada para&nbsp;<strong>7 de maio</strong>&nbsp;nos cinemas portugueses.</p>



<p>A distribuição em Portugal está a cargo da&nbsp;<strong>NOS Audiovisuais</strong>, reforçando a aposta crescente em conteúdos musicais e experiências cinematográficas diferenciadas nas salas nacionais.</p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3a7.png" alt="🎧" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Quando o cinema e a música se encontram</strong></h2>



<p>Este tipo de projecto não é novo, mas continua a ganhar força: concertos filmados com tecnologia avançada têm vindo a aproximar o público da experiência ao vivo, sobretudo em tempos em que os espectáculos internacionais nem sempre são acessíveis a todos.</p>



<p>No caso de Billie Eilish, o factor diferenciador está na combinação de uma artista de topo com uma realização de grande escala, que promete elevar o formato a outro nível.</p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f50e.png" alt="🔎" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Conclusão</strong></h2>



<p>Entre o espectáculo ao vivo e a linguagem do cinema, este novo filme-concerto posiciona-se como uma das apostas mais ambiciosas do ano no cruzamento entre música e sétima arte.</p>



<p>Para fãs de Billie Eilish — e para curiosos pelo futuro do cinema imersivo — esta poderá ser uma experiência a não perder.</p>
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		<title>Estreias da semana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 15:49:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nas Salas]]></category>
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					<description><![CDATA[Hei-las a pedido de várias famílias &#8230; bom, pelo menos das nossas &#8230; aqui vai o nosso apontamento para as estreias da semana.Sabemos encaixar uma crítica, pelo que não se acanhem a deixar as vossas sugestões.]]></description>
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<p>Hei-las a pedido de várias famílias &#8230; bom, pelo menos das nossas &#8230; aqui vai o nosso apontamento para as estreias da semana.<br />Sabemos encaixar uma crítica, pelo que não se acanhem a deixar as vossas sugestões.<br /></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="jupiterx-oembed"><iframe title="Estreias da semana 9 de Abril" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/mwWwOovaZmc?start=12&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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<p></p>
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		<title>Páscoa de Outro Mundo: Super Mario Galaxy Faz 370 Milhões de Dólares e Já Aponta ao Bilião</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Apr 2026 16:09:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nas Salas]]></category>
		<category><![CDATA[bilheteira Páscoa 2026]]></category>
		<category><![CDATA[maior estreia cinema 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Nintendo Illumination animação]]></category>
		<category><![CDATA[Palavras-chave SEO: Super Mario Galaxy Filme]]></category>
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					<description><![CDATA[Há fins-de-semana que ficam na história do cinema. Este foi um deles — e o culpado tem bigode, fato-macaco vermelho e um chapéu que já valeu mais dinheiro do que a maioria dos estúdios de Hollywood alguma vez sonhou. The Super Mario Galaxy Movie, a nova aventura animada da Nintendo em parceria com a Illumination, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Há fins-de-semana que ficam na história do cinema. Este foi um deles — e o culpado tem bigode, fato-macaco vermelho e um chapéu que já valeu mais dinheiro do que a maioria dos estúdios de Hollywood alguma vez sonhou.</p>



<p><em>The Super Mario Galaxy Movie</em>, a nova aventura animada da Nintendo em parceria com a Illumination, fez uma abertura de outro mundo nas bilheteiras internacionais durante a semana da Páscoa. Nos primeiros cinco dias de exibição, o filme somou 190 milhões de dólares apenas no mercado norte-americano e chegou aos 370 milhões a nível mundial — tornando-se o maior êxito cinematográfico do ano até à data e o maior lançamento desde&nbsp;<em>Avatar: Fogo e Cinzas</em>, em Dezembro passado.</p>



<p>Os números são esmagadores, mas têm contexto. O primeiro filme, lançado em 2023, abriu com 377 milhões de dólares mundialmente — um resultado que na altura deixou toda a indústria de queixo caído. Esta sequela fica ligeiramente abaixo dessa marca, mas entra para um clube muito restrito: o das franchises de animação com múltiplas aberturas acima dos 100 milhões de dólares. Até agora, apenas Shrek, o Gru Maldisposto e o Frozen da Disney tinham conseguido essa proeza. Mario acabou de se sentar à mesa.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="jupiterx-oembed"><iframe title="&quot;SUPER MARIO GALAXY - O FILME&quot; - Rivals30VP (Universal Pictures Portugal)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/XkGVbrpcX3c?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
</div></figure>



<p>A história desta vez leva o encanador mais famoso dos videojogos muito além do Reino dos Cogumelos. A aventura decorre em mundos cósmicos e desafios galácticos que a Illumination — a mesma casa criativa do&nbsp;<em>Gru Maldisposto</em>&nbsp;e do&nbsp;<em>Sing</em>&nbsp;— construiu com o cuidado visual que já é marca da casa. Há espectáculo para os mais novos, nostalgia para os adultos que cresceram com a consola na mão, e humor que funciona para ambos ao mesmo tempo. A fórmula não mudou — e continua a funcionar na perfeição.</p>



<p>Em Portugal e no Brasil, o filme entrou nas salas a 1 de Abril e liderou imediatamente as tabelas nacionais com folga. No Brasil, o primeiro dia rendeu cerca de 3,2 milhões de reais, com mais de 150 mil espectadores nas salas — um resultado sólido, ainda que ligeiramente abaixo do primeiro filme de 2023, que tinha conquistado 184 mil espectadores logo no arranque. Não é uma quebra preocupante — é a diferença natural entre um fenómeno inédito e uma sequela muito bem-vinda. O público voltou, e voltou em força.</p>



<p>Com um orçamento estimado em 110 milhões de dólares e 370 milhões já no bolso, a rentabilidade é indiscutível. E falta ainda o lançamento no Japão, previsto para 24 de Abril — o mercado onde a Nintendo é literalmente uma religião. O primeiro bilião parece uma questão de semanas, não de meses. Neste momento, Mario está invencível — como quando apanha uma estrela dourada. E ninguém parece querer que o efeito passe.</p>



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