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	<title>Filmes &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>&#8220;O Diabo Veste Prada 2&#8221; abre o verão de Hollywood amanhã com projecção de 180 milhões globais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luisa Jorge]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 15:57:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Vinte anos são muito tempo no cinema. São suficientes para uma geração crescer com um filme, para os seus diálogos se tornarem citações e para Miranda Priestly se instalar definitivamente no panteão dos vilões mais fascinantes da história recente. São também suficientes para que uma sequela passe de improvável a inevitável — e para que&#160;O [&#8230;]]]></description>
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<p>Vinte anos são muito tempo no cinema. São suficientes para uma geração crescer com um filme, para os seus diálogos se tornarem citações e para Miranda Priestly se instalar definitivamente no panteão dos vilões mais fascinantes da história recente. São também suficientes para que uma sequela passe de improvável a inevitável — e para que&nbsp;<em>O Diabo Veste Prada 2</em>&nbsp;se transforme num dos lançamentos mais aguardados de 2026. O filme estreia amanhã nos Estados Unidos e a 30 de Abril em Portugal, mas as expectativas da indústria já estão definidas: entre 80 e 100 milhões de dólares só na América do Norte no fim-de-semana de abertura, e perto de 180 milhões a nível global — números que colocariam este regresso à&nbsp;<em>Runway</em>&nbsp;entre os maiores arranques do ano.</p>



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<div class="jupiterx-oembed"><iframe title="O Diabo Veste Prada 2 | Trailer Final" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/hoO5_xrrtNs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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<p>A produção da 20th Century Studios ocupa um slot de peso máximo: o primeiro fim-de-semana de Maio estava originalmente reservado a&nbsp;<em>Vingadores: Juízo Final</em>, antes de a Marvel recuar na data. Que um filme sem super-heróis nem efeitos especiais explosivos tenha tomado esse lugar diz muito sobre a confiança do estúdio. As previsões do Deadline e do Box Office Theory baseiam-se em pré-vendas que, segundo fontes do sector, duplicam as de produções comparáveis recentes — e o mercado europeu é visto como particularmente sólido, dado o desempenho histórico do primeiro filme no continente: 26 milhões de dólares no Reino Unido, 23 milhões na Alemanha, 19 milhões em Itália.</p>



<p>David Frankel regressa à realização, Aline Brosh McKenna ao argumento, e Meryl Streep, Anne Hathaway, Emily Blunt e Stanley Tucci regressam às suas personagens com toda a bagagem de duas décadas entretanto vividas. A história, baseada no romance&nbsp;<em>A Vingança Veste Prada</em>&nbsp;de Lauren Weisberger (2013), coloca Miranda Priestly a braços com o declínio da imprensa tradicional e com uma rival inesperada: Emily Charlton, a antiga assistente interpretada por Blunt, agora à frente de uma poderosa marca de luxo cujo financiamento pode salvar — ou destruir — a&nbsp;<em>Runway</em>. Incorporam o elenco pela primeira vez Justin Theroux, Kenneth Branagh e Lucy Liu. Lady Gaga e Doechii assinam em conjunto a canção original &#8220;Runway&#8221;, cuja prévia no segundo trailer reuniu mais de 185 milhões de visualizações nas primeiras 24 horas.</p>



<p>O primeiro filme, recorde-se, foi um fenómeno que o tempo só fez crescer. Orçado em 35 milhões de dólares, faturou mais de 326 milhões globalmente em 2006. O regresso à <em>Runway</em> chega curiosamente na semana do Met Gala, a grande noite da moda nova-iorquina, numa coincidência de calendário que não parece acidental. Nenhum franchise Marvel poderia ter marcado melhor o início do verão cinematográfico de 2026.<br /><br />Em Portugal o filme pode ser visto a partir de amanhã ( 30 de Abril) nas salas portuguesas.</p>
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		<title>Lumière, a Aventura Continua! estreia esta sexta-feira no TVCine Edition: 114 filmes fundadores do cinema restaurados em 4K</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 12:31:24 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Canais TV Cine]]></category>
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<p>Há uma ironia deliciosa no facto de Thierry Frémaux — o homem que cada ano em abril anuncia ao mundo quais os filmes que merecem existir em Cannes — ser também o guardião mais apaixonado dos filmes que tornaram possível que existisse um Cannes. Como diretor do Institut Lumière em Lyon, Frémaux passou anos a debruçar-se sobre um acervo de mais de 1400 títulos filmados pelos irmãos Auguste e Louis Lumière no final do século XIX. Desta imersão nasceu&nbsp;<em>Lumière, a Aventura Continua!</em>, um documentário que chega ao TVCine Edition e TVCine+ na sexta-feira, 1 de maio, às 22h00.</p>



<p>O trabalho de Frémaux foi o de curador rigoroso: de um acervo vasto e tecnicamente frágil, selecionou 114 filmes, entretanto restaurados em 4K, e construiu com eles um retrato composto do mundo no dealbar do século XX. Não se trata de arqueologia nem de museologia passiva. O argumento central do documentário é provocatório: estes filmes não envelheceram. Ou melhor — nunca foram apenas históricos.</p>



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<div class="jupiterx-oembed"><iframe title="Lumière, A Aventura Continua! | 1 Maio 22:00 | TVCine EDITION" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/LGrJ4tr6ryw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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<p>Entre os títulos reunidos estão aquelas que qualquer estudante de cinema conhece de cor:&nbsp;<em>La Sortie de l&#8217;Usine Lumière à Lyon</em>, a saída dos operários da fábrica, filmada em 1895 e frequentemente citada como o primeiro filme da história do cinema;&nbsp;<em>L&#8217;Arrivée d&#8217;un train en gare de La Ciotat</em>, cuja projeção terá, segundo a lenda, provocado o pânico nos primeiros espectadores que viram uma locomotiva avançar sobre eles — lenda amplificada pelo tempo, mas sintomática do choque que aquelas imagens representaram; e&nbsp;<em>Le Repas de bébé</em>, registo doméstico e íntimo que antecipa o gesto do cinema contemporâneo de encontrar o extraordinário no banal. Frémaux não se limita a projetá-los em sequência: contextualiza, interroga, aproxima os espectadores de 2025 do espanto dos de 1895.</p>



<p>O que o documentário propõe, no fundo, é que o cinema nunca se afastou muito dos seus primeiros instintos. O enquadramento cuidado, a atenção ao movimento, a tensão entre o documentado e o encenado — tudo isso está já nos Lumière, com uma clareza que os 130 anos entretanto passados não obscureceram. Para Frémaux, que todos os anos seleciona o que de melhor o cinema mundial tem para oferecer na Croisette, esta foi também uma forma de regressar às origens da sua própria paixão.</p>



<p>A estreia no TVCine Edition é uma proposta de televisão de qualidade num horário nobre: sexta-feira à noite, às 22h00, com o fim de semana pela frente — tempo suficiente para deixar o documentário fazer o seu efeito e, quem sabe, revisitar alguns dos títulos que inspirou.</p>



<p><a style="font-family: Roboto, sans-serif; white-space: normal; box-sizing: border-box; box-shadow: none;" href="https://clubedecinema.pt/michael-o-realizador-confirma-que-ha-material-para-uma-sequela-e-explica-por-que-as-acusacoes-ficaram-de-fora/">Michael: O Realizador Confirma Que Há Material para uma Sequela — e Explica Por Que as Acusações Ficaram de Fora</a></p><p style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 1rem; font-family: Roboto, sans-serif; font-size: 16px; white-space: normal;"><a style="box-sizing: border-box; box-shadow: none;" href="https://clubedecinema.pt/helena-bonham-carter-sai-de-the-white-lotus-dias-depois-de-comecarem-as-filmagens/">Helena Bonham Carter Sai de The White Lotus Dias Depois de Começarem as Filmagens</a><a style="box-sizing: border-box; box-shadow: none;" href="https://clubedecinema.pt/jackass-ultimo-shot-de-loucura-ja-tem-trailer-e-johnny-knoxville-promete-uma-despedida-a-altura/">Jackass: Último Shot de Loucura Já Tem Trailer — e Johnny Knoxville Promete uma Despedida à Altura</a></p>



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		<title>Michael: O Realizador Confirma Que Há Material para uma Sequela — e Explica Por Que as Acusações Ficaram de Fora</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luisa Jorge]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 17:19:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Antoine Fuqua entrevista]]></category>
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<p>O fim de semana foi de Antoine Fuqua. O biopic <em>Michael</em>, sobre a vida de Michael Jackson, arrecadou 97 milhões de dólares no mercado norte-americano e mais de 217 milhões a nível global na estreia — o melhor arranque de sempre para um biopic musical, num resultado que surpreendeu a própria indústria. Agora, com os números na mão, Fuqua falou com a Deadline sobre as decisões que moldaram o filme: a sequela que já está implicitamente preparada, os 50 milhões de dólares em reshoots que ninguém esperava, e a ausência das acusações de abuso sexual que continuam a definir a herança de Jackson.</p>



<p>O filme termina com um cartão a dizer &#8220;A Sua História Continua&#8221; — uma indicação clara de intenções. Fuqua confirmou que existe material filmado para uma segunda parte e que a estrutura narrativa do primeiro filme foi deliberadamente concebida como prólogo. A ideia era simples na teoria e complicada na execução: antes de poder confrontar o público com a complexidade e as sombras do Jackson adulto, era preciso construir empatia suficiente pelo Jackson humano — o rapaz de Indiana, o filho de Joe Jackson, o artista que se tornou num fenómeno sem precedentes.</p>



<p>A ausência das acusações de abuso sexual levantadas por Jordan Chandler não foi uma escolha criativa pura. Fuqua revelou que o filme originalmente abria com a invasão policial à Neverland Ranch em 1993, na sequência das alegações de abuso do então adolescente de 13 anos. Essa cena foi removida quando, já na fase de entrega do director&#8217;s cut, a produção descobriu que o acordo de resolução civil entre Chandler e o espólio de Jackson incluía uma cláusula que impedia que o caso fosse dramatizado. O resultado foi 50 milhões de dólares em reshoots — numa produção que já custava 200 milhões — e uma reconfiguração completa da estrutura do filme. &#8220;Foi um dia difícil&#8221;, disse Fuqua, com a contenção de quem está a descrever uma catástrofe logística de forma civilizada.</p>



<p>Jackson chegou a acordo civil com a família Chandler por um valor reportado de 25 milhões de dólares, após o que Chandler deixou de cooperar com os procuradores. Em 2005, Jackson foi absolvido de outras acusações de abuso de menores. O seu espólio continua a negar todas as alegações levantadas contra o cantor, incluindo as documentadas em <em>Leaving Neverland</em>, o documentário de 2019 que reacendeu o debate público sobre o seu legado. O filme de Fuqua não toma posição sobre nada disto — e é precisamente essa ausência que alimentou grande parte da discussão crítica em torno do projecto.</p>



<p>O realizador defende a opção com uma lógica que é cinematograficamente coerente, ainda que eticamente questionável para muitos: &#8220;A menos que possas verdadeiramente tomar o teu tempo, voltemos ao princípio e mostremos às pessoas quem ele era em palco. É um super-herói em palco. O cinema tem o poder da empatia para dizer que isto é um ser humano. Ninguém é perfeito.&#8221; A sequela — cuja existência Fuqua confirma &#8220;absolutamente&#8221; — será o espaço onde essas questões terão de ser enfrentadas, ou onde a franchise provará definitivamente que prefere a hagiografia à complexidade.</p>



<p>O que os números do fim de semana demonstram, acima de tudo, é que o público tem apetite para Michael Jackson independentemente do debate — ou talvez precisamente por causa dele. A crítica foi fria, com 38% no Rotten Tomatoes, mas o público respondeu com 97% na mesma plataforma, uma das maiores divergências do ano. Jaafar Jackson, sobrinho do cantor e protagonista do filme, convenceu quem foi ver: a performance física e musical é, por consenso, o elemento mais forte de uma produção que em tudo o resto divide opiniões.</p>



<p>Fuqua nunca chegou a conhecer Michael Jackson — o cantor morreu em Junho de 2009, aos 50 anos, de intoxicação aguda por propofol — mas esteve perto de o fazer: foi considerado para realizar o videoclipe de <em>Remember the Time</em>. Décadas depois, acabou por construir o retrato mais ambicioso que o cinema já fez do rei do pop. Se a sequela confirmar o que o primeiro filme apenas esboça, ficará a saber-se se estava à altura do desafio.</p>



<p><a href="https://clubedecinema.pt/jackass-ultimo-shot-de-loucura-ja-tem-trailer-e-johnny-knoxville-promete-uma-despedida-a-altura/">Jackass: Último Shot de Loucura Já Tem Trailer — e Johnny Knoxville Promete uma Despedida à Altura</a><br /><a href="https://clubedecinema.pt/o-que-ver-em-maio-no-streaming-o-guia-de-fim-de-abril-para-netflix-prime-video-skyshowtime-max-e-filmin/">O Que Ver em Maio no Streaming: O Guia de Fim de Abril para Netflix, Prime Video, SkyShowtime, Max e Filmin</a><br /><a href="https://clubedecinema.pt/os-aneis-do-poder-chega-ao-tvcine-edition-a-segunda-era-da-terra-media-a-partir-de-29-de-abril/">Os Anéis do Poder Chega ao TVCine Edition: A Segunda Era da Terra Média a Partir de 29 de Abril</a><br /><a href="https://clubedecinema.pt/trump-vs-late-night-melania-exige-que-a-abc-despedisse-kimmel-e-o-fantasma-de-colbert-paira-sobre-hollywood/">Trump vs. Late Night: Melania Exige que a ABC Despedisse Kimmel e o Fantasma de Colbert Paira sobre Hollywood</a></p>
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		<title>Trump vs. Late Night: Melania Exige que a ABC Despedisse Kimmel e o Fantasma de Colbert Paira sobre Hollywood</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 16:52:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Colbert cancelamento CBS]]></category>
		<category><![CDATA[immy Kimmel despedimento ABC]]></category>
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					<description><![CDATA[O que começou como mais uma escaramuça entre a Casa Branca e o late-night americano ganhou uma dimensão muito mais perturbante nos últimos dias. Jimmy Kimmel fez uma piada. Dois dias depois, houve um tiroteio. E a Primeira-Dama dos Estados Unidos aproveitou o momento para pedir à ABC que tomasse uma posição contra o apresentador [&#8230;]]]></description>
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<p>O que começou como mais uma escaramuça entre a Casa Branca e o late-night americano ganhou uma dimensão muito mais perturbante nos últimos dias. Jimmy Kimmel fez uma piada. Dois dias depois, houve um tiroteio. E a Primeira-Dama dos Estados Unidos aproveitou o momento para pedir à ABC que tomasse uma posição contra o apresentador do seu próprio canal.</p>



<p>A cronologia importa. Na quinta-feira, 23 de Abril, Kimmel gravou para o seu programa na ABC uma paródia do Jantar dos Correspondentes da Casa Branca — a gala anual que junta jornalistas, políticos e celebridades em Washington. O apresentador fez a paródia porque o jantar de 2026, ao contrário do habitual, não tinha um comediante como anfitrião, tendo optado pelo mentalista Oz Pearlman. No seu monólogo alternativo, Kimmel dirigiu-se a Melania Trump: &#8220;A nossa Primeira-Dama está aqui. Olhem para a Melania, tão bela. Sra. Trump, tem o brilho de uma viúva expectante.&#8221; No sábado seguinte, um atirador abriu fogo num ponto de controlo do Hotel Washington Hilton, onde decorria o jantar oficial. O Presidente, a Primeira-Dama e vários membros do governo foram rapidamente evacuados pelo Serviço Secreto. O agente atingido sobreviveu graças ao colete balístico.</p>



<p>Melania Trump reagiu publicamente esta segunda-feira, afirmando que as palavras de Kimmel são &#8220;corrosivas&#8221; e &#8220;aprofundam a doença política da América&#8221;, e exigindo que a ABC &#8220;tome uma posição&#8221;. Chamou-lhe &#8220;cobarde&#8221; e disse que as suas palavras eram &#8220;retórica violenta e odiosa&#8221;. A ABC e o próprio Kimmel não comentaram publicamente.</p>



<p>O pedido de Melania não existe no vácuo. Em Setembro de 2025, a ABC retirou temporariamente Kimmel do ar após comentários que fez na sequência do assassinato de Charlie Kirk. Quando regressou a 23 de Setembro, um visivelmente abalado Kimmel afirmou que nunca foi sua intenção fazer troça da morte de um jovem. A Casa Branca e os seus aliados mediáticos aproveitaram esse precedente para reforçar agora a pressão sobre a ABC.</p>



<p>O elefante na sala chama-se Stephen Colbert. Em Julho de 2025, a CBS cancelou <em>The Late Show With Stephen Colbert</em> — o programa mais visto do seu horário — dois dias depois de Colbert ter criticado publicamente um acordo de 16 milhões de dólares entre a Paramount e Trump, destinado a resolver um processo judicial sobre uma entrevista do <em>60 Minutes</em>. A CBS insistiu que a decisão foi &#8220;puramente financeira&#8221;. Trump celebrou-a na Truth Social: &#8220;Adoro absolutamente que Colbert tenha sido despedido.&#8221; O próprio Colbert, já em modo de despedida, respondeu ao presidente em directo com uma frase que ficou célebre e que aqui não reproduzimos por razões óbvias, mas que a audiência recebeu de pé.</p>



<p>Colbert disse mais tarde à GQ que considera &#8220;razoável&#8221; que as pessoas associem o cancelamento à pressão política, sublinhando que a CBS pagou 16 milhões de dólares ao presidente num processo que os próprios advogados da Paramount consideravam sem mérito. O programa encerrou em Maio de 2026 — há poucas semanas. E Trump já tinha avisado: &#8220;Ouço que o Kimmel é o próximo.&#8221;</p>



<p>O que está em causa é uma questão que transcende a política americana e toca no coração do que o jornalismo e a sátira representam numa democracia. Os apresentadores de late-night — Kimmel, Colbert, Seth Meyers — têm sido, nos últimos anos, uma das últimas trincheiras de crítica directa à administração Trump num formato de grande audiência. A questão de saber se as redes de televisão vão continuar a proteger esse espaço, ou se o vão sacrificar à lógica de fusões empresariais e pressão governamental, é uma das mais importantes do panorama mediático actual. É também um teste precoce para o novo CEO da Disney, Josh D&#8217;Amaro, que sucedeu a Bob Iger no mês passado e que terá agora de decidir como responde à exigência da Casa Branca sobre um dos apresentadores mais populares da ABC.</p>



<p>Em Portugal e na Europa, onde a figura de Trump é observada com uma mistura de incredulidade e preocupação transversal a todo o espectro político, a pergunta não é se Kimmel foi longe demais com a piada. A pergunta é se uma Primeira-Dama pedir publicamente o despedimento de um apresentador de televisão — e a história recente sugerir que isso pode funcionar — é compatível com a democracia que os Estados Unidos dizem representar.</p>



<p><a href="https://clubedecinema.pt/o-que-ver-em-maio-no-streaming-o-guia-de-fim-de-abril-para-netflix-prime-video-skyshowtime-max-e-filmin/">O Que Ver em Maio no Streaming: O Guia de Fim de Abril para Netflix, Prime Video, SkyShowtime, Max e Filmin</a><br /><a href="https://clubedecinema.pt/os-aneis-do-poder-chega-ao-tvcine-edition-a-segunda-era-da-terra-media-a-partir-de-29-de-abril/">Os Anéis do Poder Chega ao TVCine Edition: A Segunda Era da Terra Média a Partir de 29 de Abril</a><br /><a href="https://clubedecinema.pt/helena-bonham-carter-sai-de-the-white-lotus-dias-depois-de-comecarem-as-filmagens/">Helena Bonham Carter Sai de The White Lotus Dias Depois de Começarem as Filmagens</a></p>



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		<title>Michael faz 206 milhões de dólares na abertura mundial e torna-se o maior biopico musical de sempre nas bilheteiras</title>
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		<pubDate>Sun, 26 Apr 2026 14:49:37 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Michael Jackson filme estreia]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Lionsgate bilheteira mundial]]></category>
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<p>Não há forma subtil de dizer isto:&nbsp;<em>Michael</em>&nbsp;chegou às bilheteiras e fez história. O biopico de Michael Jackson, realizado por Antoine Fuqua e produzido pela Lionsgate, registou uma abertura de aproximadamente 95 milhões de dólares nos Estados Unidos e no Canadá no fim-de-semana de estreia — com uma possibilidade real de cruzar a barreira dos 100 milhões quando os números finais de domingo forem apurados. No plano mundial, somando os resultados de 82 territórios internacionais reportados pela Universal, o total aproxima-se dos 206 milhões de dólares, o melhor arranque do ano para um filme de acção real e o maior de sempre para um biopico musical, ultrapassando largamente o anterior recorde de&nbsp;<em>Straight Outta Compton</em>&nbsp;(60,2 milhões de dólares).</p>



<p>Os números têm contexto suficiente para perceber a dimensão do feito. Para a Lionsgate, é a melhor abertura desde&nbsp;<em>Hunger Games: A Revolta — Parte 2</em>, em 2015, que registou 45,5 milhões de dólares no primeiro dia. É também o melhor resultado pós-pandemia do estúdio, superando&nbsp;<em>John Wick: Capítulo 4</em>&nbsp;(73,8 milhões de dólares de abertura). Para o realizador Antoine Fuqua, é a maior estreia da carreira, à frente de&nbsp;<em>The Equalizer 2</em>&nbsp;(36 milhões de dólares). Para o produtor Graham King — que já havia produzido&nbsp;<em>Bohemian Rhapsody</em>&nbsp;e&nbsp;<em>World War Z</em>&nbsp;— é igualmente um recorde pessoal.</p>



<p>As antestreias de quinta-feira, que incluíram sessões especiais em IMAX e formatos premium a partir das 18h, geraram 12,6 milhões de dólares só nos EUA, o melhor resultado de sempre para um biopico musical nessa fase do lançamento — superando os 12 milhões de&nbsp;<em>Project Hail Mary</em>&nbsp;e os 8,9 milhões de&nbsp;<em>John Wick: Capítulo 4</em>. As salas premium e IMAX estão a representar 48% das vendas totais de bilhetes nos EUA, com o IMAX isolado a corresponder a 16% — números que reflectem o apetite do público por ver este tipo de espectáculo no maior ecrã possível.</p>



<p>A recepção do público é entusiasmante para a Lionsgate. No PostTrak da Screen Engine e Comscore, o índice de recomendação definitiva subiu para 84%, com 90% de avaliações positivas. Os espectadores com menos de 12 anos avaliaram o filme com 88% de positivo e 62% de &#8220;tenho de ver já&#8221;. O CinemaScore actual é A-. As redes sociais chegaram ao fim-de-semana com 417,9 milhões de seguidores combinados associados ao filme nas principais plataformas digitais — 2,2 vezes acima da média do género. No plano internacional,&nbsp;<em>Michael</em>&nbsp;é número um em 64 territórios e estabeleceu recordes de abertura para um biopico musical em 63 deles. Os mercados mais fortes são o Reino Unido (13,8 milhões de dólares), França (10,3 milhões), México (9,3 milhões), Itália (8,1 milhões) e Alemanha (6,9 milhões). O Japão, historicamente um dos mercados mais fortes para o catálogo de Jackson, recebe o filme apenas em Junho.</p>



<p>O percurso do projecto até à bilheteira foi, por todas as razões, acidentado. O filme foi parcialmente refilmado depois de nova informação surgir no contexto de um processo judicial, e a decisão de não incluir qualquer referência às acusações que marcaram os últimos anos de vida de Jackson gerou — e continua a gerar — debate público significativo, incluindo o comunicado de James Safechuck publicado esta semana. Do lado da crítica especializada,&nbsp;<em>Michael</em>&nbsp;está em 40% no Rotten Tomatoes, enquanto o público lhe atribui 96%. É uma das maiores divergências entre crítica e audiência da temporada.</p>



<p>Para Portugal, a estreia do filme está a decorrer gradualmente nos circuitos europeus. A Lionsgate já sinalizou que os resultados justificam pensar numa segunda parte — e com mais de 200 milhões de dólares em dois dias, é difícil argumentar o contrário.</p>



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		<title>Jack Nicholson Aparece numa Foto Rara ao Lado de Joni Mitchell — e Faz 89 Anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 20:15:38 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Jack Nicholson 2026 aparição]]></category>
		<category><![CDATA[Jack Nicholson 89 anos foto rara]]></category>
		<category><![CDATA[Jack Nicholson Joni Mitchell aniversário]]></category>
		<category><![CDATA[Lorraine Nicholson Instagram pai]]></category>
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<p>Jack Nicholson fez ontem 89 anos. A filha Lorraine Nicholson assinalou a data da única forma possível para um homem que há anos recusou o escrutínio público: com uma fotografia rara, publicada nos Instagram Stories, onde o pai aparece a aplaudir e a sorrir ao lado de Joni Mitchell — que está exactamente na mesma posição. Lorraine não indicou quando a foto foi tirada. Escreveu apenas &#8220;¡¡ 89 !!&#8221; por cima da imagem, depois de ter publicado outra fotografia de um Jack mais jovem numa t-shirt da Coca-Cola com a pergunta &#8220;89?&#8221;. É exactamente o tipo de celebração discreta que combina com um homem que decidiu, em determinado momento, simplesmente desaparecer.</p>



<p>A última aparição pública de Nicholson foi em Fevereiro de 2025, ao lado da própria Lorraine, durante o especial televisivo do 50.º aniversário do&nbsp;<em>Saturday Night Live</em>&nbsp;na NBC. Entrou em palco para apresentar uma actuação musical de Adam Sandler e recebeu uma ovação prolongada. Antes disso, a última aparição nos Óscares tinha sido em 2013, quando subiu ao palco com a então First Lady Michelle Obama para apresentar o prémio de Melhor Filme. Entre uma coisa e outra, passou uma década. Nicholson sempre soube como fazer uma saída — e como fazer uma entrada.</p>



<p>A carreira que ficou para trás é de uma dimensão que poucos actores de qualquer geração conseguiram aproximar. Três Óscares —&nbsp;<em>Um Estranho no Ninho</em>&nbsp;(1975),&nbsp;<em>Laços de Ternura</em>&nbsp;(1983) e&nbsp;<em>Melhor é Impossível</em>&nbsp;(1997) —, seis Globos de Ouro, três BAFTAs e até um Grammy. A estreia foi em 1958 num filme de Roger Corman chamado&nbsp;<em>Cry Baby Killer</em>. O último papel foi uma participação em&nbsp;<em>Como Sabes</em>&nbsp;de James L. Brooks, em 2010, com Reese Witherspoon, Paul Rudd e Owen Wilson — um fim de carreira tão discreto quanto o retiro que se seguiu.</p>



<p>A última nomeação ao Óscar foi em 2003, por&nbsp;<em>A Propósito de Schmidt</em>. Vinte e três anos depois, Nicholson continua a ser uma das presenças mais imediatas e inconfundíveis da história do cinema americano — uma daquelas raras figuras em que basta uma imagem, um sorriso, um par de óculos escuros, para que tudo o resto venha atrás. A foto com Joni Mitchell — dois veteranos do século XX a aplaudir algo que não sabemos o quê — é, sem querer ser, o retrato perfeito de duas pessoas que fizeram tudo o que tinham a fazer e agora simplesmente estão.</p>



<p>Lorraine é uma das seis filhas de Nicholson. A mãe é a actriz Rebecca Broussard, com quem o actor tem também um filho, Ray Nicholson, recentemente visto em&nbsp;<em>Smile 2</em>. A família mantém uma presença pública mínima — exactamente como o pai parece preferir.</p>



<p></p>
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		<title>Cristina Ferreira, a TVI e o Limite do que se Pode Dizer sobre Violação em Directo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 19:52:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
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					<description><![CDATA[Há frases que, uma vez ditas em público, não têm retorno. &#8220;Mesmo que ela tenha dito para parar, quando são quatro que estão naquela adrenalina de estar a fazer sexo com uma rapariga, alguém ouve — claro que têm de ouvir —, alguém entende aquele: &#8216;não quero mais?'&#8221; Estas palavras, ditas por Cristina Ferreira no [&#8230;]]]></description>
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<p>Há frases que, uma vez ditas em público, não têm retorno. &#8220;Mesmo que ela tenha dito para parar, quando são quatro que estão naquela adrenalina de estar a fazer sexo com uma rapariga, alguém ouve — claro que têm de ouvir —, alguém entende aquele: &#8216;não quero mais?'&#8221; Estas palavras, ditas por Cristina Ferreira no passado dia 14 de Abril em directo na TVI, durante a rubrica &#8220;Crónica Criminal&#8221; do programa &#8220;Dois às 10&#8221;, instalaram em Portugal um debate que dura há mais de uma semana e que não dá sinais de se esgotar.</p>



<p>O caso discutido era real e grave: uma rapariga de 16 anos terá sido violada em fevereiro do ano passado em Santo António dos Cavaleiros, num encontro que começou consentido e que continuou numa garagem próxima, onde a adolescente pediu que fosse parado. O Ministério Público acusa quatro influenciadores digitais — três com 19 a 20 anos à data, um com 17 — de mais de 30 crimes, entre violação, pornografia de menores e ofensa à integridade física. O julgamento decorre à porta fechada no Tribunal de Loures.</p>



<p>O que Cristina Ferreira disse — ou perguntou, como ela própria insiste na distinção — não foi recebido como uma questão jornalística. Foi recebido como uma naturalização. A reacção foi imediata e crescente: mais de 140 personalidades assinaram uma Carta Aberta de condenação, incluindo colegas de profissão. Mais de 4.400 queixas chegaram à Entidade Reguladora para a Comunicação Social. As redes sociais transformaram o clip numa prova de acusação. A TVI respondeu falando em &#8220;manipulação grosseira&#8221; e prometeu recurso judicial para &#8220;repor a justiça&#8221;.</p>



<p>Dez dias depois, Cristina Ferreira foi ao Jornal Nacional do seu próprio canal falar sobre o assunto. Não pediu desculpa. Lamentou as proporções que o caso tomou. Distinguiu entre uma pergunta e uma opinião. Disse que &#8220;não é não, ponto.&#8221; Disse que quis perceber &#8220;o que se passou na cabeça de quatro jovens que não respeitaram aquela rapariga.&#8221; Perguntou, confrontada com as acusações de machismo: &#8220;Por que é que sou machista em querer perceber o comportamento de um violador?&#8221; O Jornal Nacional bateu 9,3% de rating e 19,1% de share nessa noite. O pico — 1,3 milhões de espectadores — coincidiu com a entrevista.</p>



<p>Maria João Faustino, doutorada em psicologia e primeira subscritora da Carta Aberta, não tem dúvidas sobre o que aconteceu. &#8220;Aquela pergunta não é uma pergunta neutra. É enviesada e problemática. Só a formulação já admite a possibilidade. A linguagem usada, &#8216;fazer sexo com&#8217;, é um eufemismo. O retrato ali quase nos transportaria para uma orgia. Não foi uma orgia. Aquilo foi uma violação em grupo.&#8221; A especialista aponta ainda a intervenção da psicóloga comentadora do programa como reveladora de &#8220;uma falta de preparação absoluta&#8221; — porque, no contexto de interacção sexual, &#8220;as pessoas são perfeitamente capazes de ler os sinais de recusa, e essa recusa não tem de ser verbal.&#8221;</p>



<p>Para Faustino, o que está em causa vai além das palavras de Cristina Ferreira. É o modelo de como os média em Portugal tratam a violência sexual — em &#8220;tom quase de tertúlia&#8221;, como conversa de café. &#8220;Os discursos amplificados pelos média têm um impacto tremendo na percepção das pessoas sobre a violência sexual. E muitas vezes são palco de profusão de mitos e de desinformação.&#8221; Em 2025, os crimes de violação em Portugal atingiram o valor mais elevado da última década, com um quinto dos arguidos entre os 16 e os 20 anos. &#8220;O problema é estrutural&#8221;, sublinha.</p>



<p>A presença de Cristina Ferreira no Jornal Nacional para responder à polémica foi, para a investigadora, mais um problema do que uma solução. &#8220;Foi uma espetacularização da violência. A resposta institucional responsável seria pedir desculpa às pessoas que se sentiram magoadas e indignadas — incluindo aquela vítima em particular.&#8221; A TVI, acusa, &#8220;aproveitou o momento para monetizar a tragédia e ganhar audiências.&#8221; Os números dão-lhe razão aritmética.</p>



<p>Do lado regulatório, a ERC confirmou à Euronews que recebeu cerca de 4.400 participações e que o Conselho Regulador abriu um procedimento de averiguações. Alberto Arons de Carvalho, professor universitário e ex-vice-presidente do Conselho Regulador, considera que foram ultrapassados os limites à liberdade de programação &#8220;com a agravante de que tudo se passou num horário acessível a crianças e adolescentes.&#8221; O caso, diz, pode justificar uma deliberação de condenação com divulgação obrigatória pelo canal — um instrumento raro mas previsto nos estatutos da ERC. Qualquer decisão nunca chegará antes de dois a três meses, uma vez que os visados ainda têm de ser ouvidos no processo.</p>



<p>O que este caso expõe não é apenas Cristina Ferreira. Expõe um modelo de televisão que trata crimes sexuais como entretenimento de horário da manhã, que convida comentadores sem formação específica para analisar violações em directo, e que mede o sucesso em rating — incluindo o rating gerado pela própria controvérsia. A apresentadora mais poderosa da televisão portuguesa disse o que disse. A pergunta que fica não é só sobre ela. É sobre o sistema que a deixou dizê-lo.</p>
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		<title>As Estrelas Mais Simpáticas de Hollywood (E Porque Toda a Gente Fala Delas)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[CDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 19:37:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando o talento encontra a humanidade Hollywood pode ser um mundo de egos gigantes, agendas impossíveis e pressão constante — mas, no meio de tudo isso, há actores que parecem remar contra a maré. Não pela polémica, nem pelos escândalos, mas por algo bem mais raro: genuína simpatia. E não estamos a falar de sorrisos [&#8230;]]]></description>
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<h2 class="wp-block-heading">Quando o talento encontra a humanidade</h2>



<p>Hollywood pode ser um mundo de egos gigantes, agendas impossíveis e pressão constante — mas, no meio de tudo isso, há actores que parecem remar contra a maré. Não pela polémica, nem pelos escândalos, mas por algo bem mais raro: genuína simpatia.</p>



<p>E não estamos a falar de sorrisos ensaiados na passadeira vermelha. Falamos de atitudes consistentes, histórias repetidas por colegas, fãs e equipas técnicas. Pequenos gestos que, ao longo do tempo, constroem reputações… e lendas.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="jupiterx-oembed"><iframe title="Estelas Simpáticas de Hollywood" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/oufBYmMdsP4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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<h2 class="wp-block-heading">Keanu Reeves: o padrão impossível de bater</h2>



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<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://images.openai.com/static-rsc-4/WSGsIJdHIQZYNzeU1Z1U7p-HwdG7-PyIGa6FNbSz5cjznic_Dtjw1NfliyClD6bFYLHFOCFba8MTo5R8AxhiHdb1_a5eM1ow_Vt5L0UKFZb84vcu3zY0yBTTyFAaFzpNmwVCNbwXJi7gYTuvY126clCKx8ie2u-cHD6REIcVsmgL15qVkEAvu5IUR9IFFPw5?purpose=fullsize" alt="Image"/></figure>



<p>Se há nome que surge sempre nestas conversas, é o de Keanu Reeves. E não é por acaso.</p>



<p>Entre histórias de oferecer lugares no metro, distribuir bónus milionários à equipa de efeitos especiais de&nbsp;<em>The Matrix</em>&nbsp;e manter uma vida surpreendentemente discreta, Reeves tornou-se quase um símbolo de humildade em Hollywood.</p>



<p>Mais do que gestos isolados, o que impressiona é a consistência. Ao longo de décadas, praticamente não existem relatos negativos sobre o actor — algo quase impossível numa indústria onde tudo acaba por vir à superfície.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Tom Hanks: o “boa pessoa” oficial da América</h2>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://images.openai.com/static-rsc-4/ccQ7vjnk34D80FuMe4yzglM0SglM2_gfj22F6LdX3pGwZ4ftDcAiTjwsWvMLtya2srDtT2d4BvFiMDWsCNmBckZcKdmgz9SojEcpvGOeCPxmVjFp545lYRjVY7kX9PgsF6vorZS4FNGhK79uUUEbEB35km3_9gPjYN_QOH3J7q2-KdvroHCbcwynIIzbeCHt?purpose=fullsize" alt="Image"/></figure>



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<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://images.openai.com/static-rsc-4/-nq71GaY8dM7oKxx0HSdmOCX1O_gBxa2ilXcuNJSO7QQGn479GNJTDyCnljU8KbYaTCwhFK_vuWxvpbP_3AeQcx7PzjSrftxSTa7UIDgcGEqBBTP-TMYnpjqFhMSHNnLFkiWF3Ba4ODz28H0p8nlRTkXvMbp_ZCivc_B7iVXoJsQLycyXTZ2ESCnDk821HWM?purpose=fullsize" alt="Image"/></figure>



<p>Tom Hanks construiu uma carreira sólida, mas também uma reputação que vai muito além dos filmes.</p>



<p>Conhecido por tirar fotografias com fãs, responder a cartas e até devolver objectos perdidos com mensagens escritas à máquina, Hanks é frequentemente descrito como alguém acessível e genuinamente interessado nas pessoas à sua volta.</p>



<p>Nos bastidores, técnicos e colegas apontam a mesma característica: respeito. E, em Hollywood, isso vale ouro.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Dwayne Johnson: energia, carisma e respeito</h2>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://images.openai.com/static-rsc-4/au6Fyw3m4auHudw6wLNZ6HRFxaM8lDYdqAeH_-GK7nkFTpfIWCGMTylwDMzBAw1Gb8fnVU6_TM_F3mwPxQW5CKx7oIdxVevyOWFFBSHBNjeqdj2a0JN-JgOX_8LnT5akQiXo5kWeA5HRmIxhHNanzTHocJFf-mfmy44ReMJvgrwT3cpio_sPe4dbiKIDtpQ9?purpose=fullsize" alt="Image"/></figure>



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<p>Dwayne Johnson, também conhecido como “The Rock”, é outro caso curioso: uma estrela gigantesca com uma abordagem quase… familiar.</p>



<p>Nas redes sociais, nos sets de filmagem ou em eventos, há uma constante: energia positiva e proximidade. Johnson faz questão de destacar equipas, agradecer publicamente e envolver-se com fãs de forma directa.</p>



<p>É uma estratégia? Talvez. Mas é também uma prática contínua que consolidou a sua imagem como um dos profissionais mais agradáveis da indústria.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Ryan Reynolds: simpatia com sentido de humor</h2>



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<p>Ryan Reynolds acrescenta um ingrediente extra à equação: humor.</p>



<p>A sua simpatia manifesta-se muitas vezes através de interacções divertidas — seja com fãs, colegas ou até outras celebridades. Mas por trás da ironia está uma postura respeitadora e generosa, frequentemente destacada por quem trabalha com ele.</p>



<p>É o tipo de estrela que consegue ser acessível… sem deixar de ser estrela.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Emma Stone: naturalidade num mundo artificial</h2>



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<p>Emma Stone é muitas vezes descrita como “normal” — o que, em Hollywood, é quase revolucionário.</p>



<p>Com uma postura descontraída, alguma timidez assumida e um sentido de humor auto-depreciativo, a actriz conquistou não só o público, mas também colegas de profissão.</p>



<p>Nos bastidores, é vista como colaborativa, acessível e livre de pretensões — uma combinação rara num meio onde a pressão pode facilmente distorcer comportamentos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Mais do que imagem: quando a simpatia é consistente</h2>



<p>Há uma diferença clara entre simpatia pontual e carácter consistente. Em Hollywood, onde tudo é observado, repetido e amplificado, manter uma reputação positiva durante anos não é obra do acaso.</p>



<p>Estas estrelas têm algo em comum: tratam as pessoas da mesma forma, estejam perante uma câmara, um colega de elenco ou um técnico nos bastidores.</p>



<p>E talvez seja essa a verdadeira medida do “bom feitio”.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Afinal, o que torna uma estrela verdadeiramente grande?</h2>



<p>O talento abre portas. O carisma conquista audiências. Mas é a forma como se trata os outros que constrói legado.</p>



<p>Num mundo onde as histórias negativas viajam depressa, estas figuras mostram que a simpatia — quando é genuína — também se torna notícia.</p>



<p>E talvez, no fim de contas, seja isso que mais perdura.</p>
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		<title>Project Hail Mary — O Filme Mais Surpreendente do Ano que Ainda Não Viram mas Precisam de Ver</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 17:25:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Andy Weir adaptação cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Project Hail Mary crítica portuguesa]]></category>
		<category><![CDATA[Project Hail Mary filme 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Ryan Gosling ficção científica]]></category>
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<p>Há filmes que chegam com o peso das expectativas. E há filmes que chegam sem avisar e ficam.&nbsp;<em>Project Hail Mary</em>, que abriu nos cinemas americanos a 20 de Março e chegou a Portugal nas semanas seguintes, pertence à segunda categoria — e os seus números de bilheteira continuam a crescer de uma forma que desafia quase tudo o que a indústria julgava saber sobre o que o público quer ver.</p>



<p>O argumento tem duas frases e meia. Ryland Grace, professor de biologia molecular, acorda sozinho numa nave espacial a anos-luz da Terra sem se lembrar de nada. Percebe gradualmente que foi enviado numa missão suicida para descobrir porque é que uma substância desconhecida está a consumir o sol. E conhece Rocky — uma criatura alienígena numa nave paralela que está exactamente na mesma situação, vinda de uma estrela diferente, com o mesmo problema. A história é sobre os dois a tentarem salvar os seus planetas enquanto desenvolvem uma amizade improvável através de uma barreira linguística total. É também, por extensão, sobre o que acontece quando toda a pressão do universo pousa sobre uma única pessoa que não se lembrava de ter-se voluntariado.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="jupiterx-oembed"><iframe title="&quot;Projeto Hail Mary&quot; - Trailer Oficial (Sony Pictures Portugal)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/m6jLAQVjv4s?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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<p>O livro de Andy Weir — o mesmo autor de&nbsp;<em>O Marte</em>, que Ridley Scott adaptou em 2015 com Matt Damon — é considerado por muitos leitores de ficção científica como um dos melhores dos últimos anos: rigoroso na ciência, extraordinariamente engraçado, e emocionalmente devastador no último terço. A adaptação ficou a cargo de Phil Lord e Chris Miller — os realizadores de&nbsp;<em>The LEGO Movie</em>&nbsp;e&nbsp;<em>21 Jump Street</em>&nbsp;—, que fizeram com&nbsp;<em>Project Hail Mary</em>&nbsp;exatamente o mesmo que fazem sempre: pegaram num conceito que não devia funcionar e fizeram-no funcionar completamente.</p>



<p>Ryan Gosling como Ryland Grace é a performance do ano até agora. Não pela gravidade dramática que se esperaria de um filme sobre o fim do mundo — mas precisamente pelo oposto. Gosling encontrou em Grace um homem que processa o terror existencial através do humor, da curiosidade científica e de uma incapacidade genética de aceitar a derrota. É uma performance físicamente contida e emocionalmente generosa, e a química entre Gosling e Rocky — que é uma marioneta operada em set, com os efeitos visuais a completar a imagem — é, paradoxalmente, uma das relações mais convincentes que o cinema de 2026 produziu até agora.</p>



<p>O filme tem 94% no Rotten Tomatoes, CinemaScore A, e está neste momento nos 573 milhões mundiais — a caminho de ultrapassar os 600 e posicionar-se como a ficção científica original mais rentável da última década. Em Portugal, está ainda em cartaz nas principais salas. É raro que um artigo de cinema possa dizer isto com honestidade: este é um dos melhores filmes do ano, e ainda há tempo de o ver em ecrã grande, que é a única forma correcta de o ver.</p>
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		<title>Besta Chega aos Cinemas a 30 de Abril — Russell Crowe de Regresso ao Ringue como Treinador</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 17:21:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Beast filme MMA artes marciais mistas]]></category>
		<category><![CDATA[Besta estreia Portugal Abril 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Besta filme 2026 Russell Crowe]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel MacPherson Russell Crowe cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[Há um género cinematográfico que nunca morre porque nunca deixa de ser verdadeiro: o filme de desporto com alma.&#160;Besta, que estreia nas salas portuguesas a 30 de Abril com distribuição pela NOS Audiovisuais, insere-se nessa tradição com uma premissa que combina o universo brutal das artes marciais mistas com uma história familiar de redenção — [&#8230;]]]></description>
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<p>Há um género cinematográfico que nunca morre porque nunca deixa de ser verdadeiro: o filme de desporto com alma.&nbsp;<em>Besta</em>, que estreia nas salas portuguesas a 30 de Abril com distribuição pela NOS Audiovisuais, insere-se nessa tradição com uma premissa que combina o universo brutal das artes marciais mistas com uma história familiar de redenção — e tem Russell Crowe, vencedor do Óscar por&nbsp;<em>Gladiador</em>, no papel que a sinopse reserva habitualmente para os actores com mais peso dramático: o treinador.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="jupiterx-oembed"><iframe title="BESTA (Beast) - Trailer Oficial Legendado PT" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/gKwdrCOJNFY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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<p>A história centra-se em Patton James, interpretado pelo australiano Daniel MacPherson — actor conhecido pelo trabalho televisivo em <em>Strike Back</em> e <em>The Orville</em> —, um ex-lutador de MMA que abandonou a carreira para se dedicar à família. Quando o irmão fica gravemente ferido num combate realizado para pagar dívidas, Patton vê-se forçado a regressar ao ringue para o vingar. Mas o regresso implica reconquistar a confiança do treinador — Crowe — e manter a família unida enquanto coloca o corpo e a vida em risco. Luke Hemsworth, o menos famoso mas não menos competente dos três irmãos Hemsworth, completa o elenco principal.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/04/220125_BIM_KS_01_05969-1-1-1-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-25267" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/04/220125_BIM_KS_01_05969-1-1-1-1024x683.jpg 1024w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/04/220125_BIM_KS_01_05969-1-1-1-300x200.jpg 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/04/220125_BIM_KS_01_05969-1-1-1-768x512.jpg 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/04/220125_BIM_KS_01_05969-1-1-1-1536x1024.jpg 1536w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/04/220125_BIM_KS_01_05969-1-1-1-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>O argumento foi escrito por David Frigerio e pelo próprio MacPherson — um detalhe que sugere um envolvimento com o material que vai além da performance, e que pode explicar a consistência emocional que o realizador Tyler Atkins descreve como central ao projecto. Atkins, realizador australiano com carreira maioritariamente televisiva, abordou o MMA &#8220;com um olhar realista e intenso, onde cada combate reflecte conflitos pessoais e familiares&#8221; — a fórmula que distingue os bons filmes de desporto dos meramente espectaculares.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/04/201224_BEASTINME_KS_01_06839-1-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-25265" srcset="https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/04/201224_BEASTINME_KS_01_06839-1-1024x683.jpg 1024w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/04/201224_BEASTINME_KS_01_06839-1-300x200.jpg 300w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/04/201224_BEASTINME_KS_01_06839-1-768x512.jpg 768w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/04/201224_BEASTINME_KS_01_06839-1-1536x1024.jpg 1536w, https://clubedecinema.pt/wp-content/uploads/2026/04/201224_BEASTINME_KS_01_06839-1-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Russell Crowe não é novidade no género. Depois de&nbsp;<em>Cinderella Man</em>&nbsp;(2005), onde interpretou o pugilista James Braddock numa das melhores performances da sua carreira, o actor regressou várias vezes a histórias de homens que lutam — literalmente e metaforicamente — para manter a dignidade perante circunstâncias adversas. O papel de treinador em&nbsp;<em>Besta</em>&nbsp;é diferente: é a posição de quem já lutou, já perdeu e aprendeu o suficiente para não querer que outro repita os seus erros. É um papel que exige menos físico e mais presença — e Crowe, nos seus melhores momentos, é exactamente essa presença.</p>



<p><em>Besta</em>&nbsp;estreia a 30 de Abril. É o tipo de filme que funciona em ecrã grande, num cinema com audiência — o tipo de experiência que os filmes de desporto pedem e que o streaming raramente consegue replicar com a mesma eficácia.</p>
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