Críticas

Crítica: “Wonder Woman: Mulher-Maravilha”

Wonder Woman: Mulher-Maravilha” acompanha as origens de Diana até se tornar na referência heróica do mundo. Diana nasce numa ilha remota, rodeada de Amazonas, filha da rainha Hypolita. Esta é bastante protetora em relação à filha, mas nada pode fazer para a travar de cumprir o seu destino. Certo dia a ilha é invadida por um avião britânico conduzido por Steve Taylor, um espião britânico perseguido pelas forças Nazi.

Ao aperceber-se do estado de guerra em que o mundo se encontra, Diana deixa a sua terra natal para tentar obter a paz entre os humanos.

Apesar de a crítica americana apresentar este filme como o melhor no género de super-heróis, não foi nada disso que vimos. Pensávamos que iríamos assistir a algo diferente, mas saímos da sessão de cinema com a sensação de já termos visto repetidas vezes algo semelhante. Vimos uma história pouco trabalhada, personagens pouco desenvolvidos e o confronto final com o vilão, marcado com as habituais explosões e efeitos de luzes.

Perderam uma das raríssimas oportunidades para retratar de forma diferente uma personagem feminina neste género de filmes. E a Mulher-Maravilha é uma personagem rica o suficiente para atingir esse objetivo.

Não obstante esse facto, gostámos da interpretação de Gal Gadot no papel. Pareceu-nos segura e com carisma suficiente para ser bem-sucedida. Chris Pine, o seu co-protagonista, também esteve em bom plano.

Em suma, é daqueles filmes que se vê, mas que não tem nada de novo. Ao menos serviu para faturar nas bilheteiras.

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